COMO SE PROTEGER (LINDA!) NO FRIO-CONGELANTE

A gente aqui não tá acostumada mesmo com o frio que das européias, né. Tão pouco lugar no BR tem essa friaca – e ainda assim tão de vez em quando – que a gente tem pouco ou quase nenhum hábito de ter no armário o que usar pra se proteger quando gela até a alma. Esse post vale especialmente pra quem vive em lugar sujeito a esse frio frio FRIO de verdade! Quem vive em lugar de eventuais frios levinhos – e uma vez ou outra pega uma frente fria rapidex – pode investir em uma ou duas boas segundas-peles e ler tudo que a gente já postou aqui sobre sobreposições. :)

Proteção eficaz pro frio começa com a escolha de materiais que esquentam de verdade. E os materiais com que a gente tá acostumada aqui no BR não são exatamente os mais quentinhos, né? Então, três meias-calças + legging + uma calça de malha por cima equivalem a uma calça de lã espessa, quentinha, com meias também de lã/cashmere nos pés. Ainda: duas segundas peles + dois tricôs finos + casaquinho de malha equivalem a uma camiseta de algodão com mangas longas e um cashmere quentíssimo (que aquece sem acrescentar volume à silhueta). Pra garantir, tem umas meias-calças bem fininhas de lã sintética que esquentam super por baixo de calças – e mesmo por baixo de bermudas, saias ou vestidos… pras corajosas! Cachecóis quentinhos aquecem o pescoço e, pra deslocamentos, casacos pesados (também em lã!) podem completar o look.

Lã, cashmere, mohair, couro, feltro e afins não são materiais muito tropicais, mas fazem a diferença na hora de se proteger de frio que não parece brasileiro. (Menos no sul, né.) Vale super a pena construir, de pouquinho em pouquinho, um mini-guarda-roupa de invernão: a cada viagem, ou a cada inverno, é legal adquirir um casaco ou um cashmere ou uma calça de lã quente. E ao longo dos invernos a gente vai fazendo coordenações, e incrementando esse “aparato” com cores e outros ítens. Look com poucas camadas mas todas SUPER quentinhas –> essa é a (nossa) fórmula certeira.

Aquecer os pés também é chave pra estar inteira quentinha. No frio as solas dos sapatos podem ser um pouquinho mais grossas do que a gente usa normalmente. Vale experimentar, por exemplo, tênis confortáveis, botas com solas de borracha, sapatilhas e escarpins com solas – mesmo de couro – um pouquinho mais altas. E quando o sapato é rente ao chão elas sacam palmilhas quentinhas pra usar por dentro: hoje tá fácil comprar palmilhas de pêlo de carneiro, de lã, de fleece e até de cortiça (diz que isola o frio).

Com essa fórmula, o que formaliza ou informaliza o look é o tipo de material, mesmo dentro do ‘universo dos quentinhos’. Calças de veludo cotelê, jeans grossão ou nylon compõem looks mais informais; calças em couro, lãs de alfaiataria e veludo deixam o visual mais formal (sem precisar ficar careta, veja bem). E a chave pra não parecer igual todo santo dia frio é coordenar cores. Manter a base neutra – calças, camisetas e casacão -  pode ser uma boa idéia pra acrescentar cor nos cashmeres, nos cachecóis, nos sapatos… e também nos acessórios menores tipo tiara, brinco, broche, luvinhas (se for o caso), bolsa, guarda-chuva (!!!), óculos escuros, etc etc etc.

E se tiver chovendo junto com o frio (ninguém merece!), clica aqui pra se aquecer AND permanecer sequinha. :) 

 

18.07.2014 - 06:59 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 12 Comentários

COMPETIÇÃO x COOPERAÇÃO

Ó do que a gente precisa: precisa parar de enxergar geral como indivíduos isolados e começar a se enxergar como parte de uma manada que tá toda caminhando junta. Se todo mundo for junto em direção à água, se ajudando no caminho, ninguém vai morrer de sede — simples assim. Ao mesmo tempo, ficar batendo cabeças pra ver quem vai chegar antes ou quem vai encontrar a melhor nascente não ajuda em o grupo e nem a gente mesma — todo mundo perde tempo e se desgasta e junto pro buraco, isso sim.

Podemos então combinar que tem que acabar essa história de “amigas e rivais”, de querer “matar as inimigas de inveja”, de ser “a mais legal de todas”, de querer “brilhar mais que a própria noiva”. Quando eu entendo que sou muitas coisas, que desempenho muitos papéis, que tenho milhares de facetas – boas e ruins! – tenho mais potencial de me identificar com os outros e de gerar identificação, de sentir empatia, ganho capacidade de ser mais tolerante e de me conectar genuinamente com outras pessoas. A gente pode trocar a relação de competição comum de existir entre mulheres (comum mas nada nada natural!) por uma relação de cooperação!

A colega de trabalho chega acabada, descabelada, com esmalte descascando, com uma roupa maluca. A gente pode se regozijar com a derrota dela – porque isso pode dar sensação de engrandecimento, fazer sentir melhor – ou a gente pode lembrar de quando passou uma noite em claro com filho gripado, com febre, e da manhã seguinte em que foi mais proveitoso dormir um pouquinho a mais e sair de casa sem se arrumar (sem nem passar uma acetona nas unhas!. A gente pode se solidarizar e não cobrar perfeição de outras mulheres – outras HUMANAS! – e então, quem sabe, a gente aceita e perdoa a nossa própria humanidade.

Um colega-homem de trabalho não sabe como essa colega descabelada se sente inadequada, desconfortável, cansada, feia… mas a gente sabe. A gente sabe como a outra se sente por que sente igual –> mulher tem que ser IRMÃ. E tem que parar de apontar o dedo uma pra outra e lembrar que o bem-estar individual depende do bem-estar coletivo, não tem como separar. É nossa atitude individual que impacta no coletivo, e o mundo só evolui se a gente der as mãos.

Pra se engrandecer a gente não tem que diminuir a outra — se engrandecer não tem a ver com quem tá em volta da gente, não tem que fluir através de comparação. A gente simplesmente trabalha a própria vida pra se engrandecer, e faz o melhor que pode com os recursos que tem, e pronto. <3

 

14.07.2014 - 08:55 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 7 Comentários

“VOCÊ NÃO TEM QUE SER BONITA”

“Pode ser esquisito ouvir isso de uma pessoa que escreve sobre roupas legais (praticamente) todo dia, mas: Você Não Tem Que Ser Bonita. Ser bonita não é algo que você deva a ninguém. Não deve ao seu namorado, marido, companheiro, não deve aos seus colegas de trabalho e, sobretudo, não deve a desconhecidos na rua. Você não deve isso a sua mãe, aos seus filhos ou à civilização de modo geral. Beleza não é um aluguel que você paga por ocupar um espaço no mundo delimitado como ‘feminino’.

Não estamos dizendo aqui que você não POSSA ser bonita se quiser. (Em outras palavras, abdicar da beleza também não é algo que você deva ao feminismo). A beleza é uma coisa prazerosa, divertida, é algo que satisfaz e que faz as pessoas rirem, frequentemente de você. Mas, numa escala de importância, a beleza fica vários degraus abaixo da felicidade, muito abaixo da saúde e, se levada como uma penitência ou como uma obrigação, passa longe da independência e você vai ter que esfregar os olhos para enxergá-la em meio à neblina.

A beleza, essa é uma triste verdade, pode ter prazo de validade. Ela é tão apegada à juventude que uma hora (se tiver sorte) você terá de se formar na escolinha da beleza. Às vezes, como aconteceu com Diana Vreeland, você supera tanto a beleza que, antes que perceba, termina alcançando o estilo, ou quem sabe até um estilo único, marcante, pessoal. Mas você não vai chegar lá se seguir todas as placas que dizem ‘esse é o caminho da beleza’. Só se chega lá trilhando o caminho que a gente achar mais interessante (e que se danem os do contra que disserem: ‘mas isso não é BONITO!’).”

((Tradução de trecho de post do blog A Dress a Day indicado pra gente tempos atrás pela Flavia Stefani– o texto na íntegra e em inglês tá aqui!))

 

27.06.2014 - 12:46 | Postado por Juliana Cunha Categorias: na vida real 3 Comentários

A VIDA PODIA SER UMA GRANDE LIQUIDAÇÃO

Porque né, a gente vive um tempo em que roupa não depende mais de estação ou temporada pra funcionar. Moda não é mais o movimento sazonal cheio de tendências que era antes. A gente faz a camiseta de duas, três estações atrás ficar super legal no look de agora, cada uma com seu jeito – e essa é a “moda de agora”, não é? Inteligência não é comprar agora pra usar tanto quanto a qualidade permitir? A gente, no próprio guarda-roupa, não faz coordenações tipo “a blusa do verão de 2013″ com a saia do outono de 2014″, certo?

Ao mesmo tempo, se existe uma época do ano em que as marcas se permitem abaixar preços até quase a metade do valor da etiqueta… por que esse não pode ser o preço da temporada toda, desde o lançamento até quando tudo que foi produzido for vendido? A vida útil de qualquer peça não tem ligação com o valor que se paga por ela — e marca que faz liquidação só tira porcentagens que não implicam em perda de dinheiro: prejuízo zero, ainda tem lucro. Então porque não operar desde o início em ‘modo liquidação’?

Valor tem ligação sim com materiais e acabamentos de qualidade. Esperta, então, é quem fica de olho nas abas SALE/LIQUIDA dos comércios online que vendem marcas bacanas, quem mapeia as pontas de estoque (físicas) dessas marcas pra visitar de tempos em tempos, quem tá ligada nessas feiras e bazares que promovem os trabalhos de pequenos designers e novos estilistas. Só se pratica preços exorbitantes por que tem quem pague — a gente faz a nossa parte não comprando no preço cheio (tanto quanto possível), fazendo a demanda aumentar mais e mais por preços-de-liquida. Né não?

((Quem trouxe a gente pra esse raciocínio foi o estilista Fause Haten láááá em 2009 — desde então a gente é grata pelo aprendizado e pela reflexão.))

02.06.2014 - 19:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 15 Comentários

O ARTESANAL-ESPECIAL DE LANE MARINHO

A gente conheceu o trabalho da Lane Marinho pelo instagram: a artista compartilha os sapatos que produz artesanalmente abastecendo seu canal na rede social com fotos lindas, geométricas, coloridas, tropicais-naturais, cheias de poesia. E quando a gente diz “produção artesanal” a gente tá falando de sapatos que são feitos com as mãozinhas da artista em questão, com materiais selecionados em pequenas quantidades por ela mesma, por tudo sendo cortado colado montado adornado no ateliê dela e por ela, tendo em mente uma única cliente de cada vez. <3

Lane trabalhou durante um tempão na indústria dos calçados, na Schutz e na marca premium Alexandre Birman. O que ela criava lá era produzido em grandessíssimas quantidades, usava materiais escolhidos pelo lucro pretendido, ficavam prontos pra ontem — e num clique, num estalo, já tavam na casa ou nos pezinhos da consumidora final.

Agora, com sua própria marca, a proposta é bastante diferente (não só do que a Lane fazia antes, mas de tudo que é sistematicamente praticado no nosso mundo, no nosso tempo!). Conta muito mais a vontade de tratar o produto como um meio e não como um fim, de trazer atenção pro processo, de cuidar dos pezinhos de maneira tão especial quanto pezinhos de seres humanos merecem, de respirar com serenidade, de ter e sentir calma, apreciar o momento. Na prática funciona assim: quando recebe alguém no seu ateliê, Lane mede individualmente o pé de cada interessada em calçar suas criações, leva em conta as mini-diferenças que sempre existem entre o esquerdo e o direito :), orienta na escolha de cores, na coordenação das linhas e formas de todos os elementos que compõem suas simetrias. É possível também escolher – de longe, pela internet! – o modelo que se quer e combinar pagamento e entrega via correio com a própria Lane através do contato do site dela (uma lindeza sem fim esse site, gente!).

E aí a artista explica que pra produção ser minuciosa-carinhosa desse tanto… é preciso tempo. A gente espera no mínimo 3 semanas pra calçar essas lindezas feitas uma a uma — e essa é a parte que mais encanta a gente aqui na Oficina, a oportunidade de repensar demandas e expectativas. É corriqueiro a gente sofrer quando um clique demora mais que 5 segundos pra abrir qualquer coisa na internet — porque né não se leva em consideração que esses nossos pedaços de alumínio e metal com telas sensíveis ao toque humano são capazes de enviar comandos invisíveis pra satélites que voltam pra gente em forma de entretenimento ou informação em tempo real numa rede global de computadores (!!!). Esperar 3 semanas pelo calçado mais lindo do mundo é um lembrete e tanto do que é natural, de quem a gente é, de como o mundo poderia (deveria?) ser.

Pra falar das fotos que ela mesma produz quando compartilha suas criações na internet, a própria Lane ainda ensina mais pra gente, ó que sensibilidade:

“Simetria é uma das principais características dos organismos vivos. Por isso minhas composições espelhadas, com flores, frutas e folhas, provocam um reconhecimento, uma identificação. Nos vemos ali, pela semelhança a nós mesmos: temos um eixo que separa duas metades não perfeitamente iguais. E é nessa demostração de ‘imperfeição-perfeita’ que se evidencia a beleza. A beleza que vive na diferença.”

Vale visitar o site e acompanhar o instagram (veja QUANTA coisa linda!) — a Lane recebe pedidos de longe apenas por email. Quem tiver mais perto pode tentar descolar uma visita ao ateliê porque olha, a experiência de viver um tempinho nesse universo de poesia e de significado pode tocar mais profundamente do que se imagina. <3

19.05.2014 - 18:19 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 1 Comentário

FÓRMULA DA NOVA FEMINILIDADE

Se antes quando a gente pensava em seduzir rolava uma busca louca por decotes grandalhões, comprimentos super curtos, caimento justésimo e batonzão vermelho… hoje a gente acredita que é bem mais sedutor é se sentir feminíssima e confiante! Mamãe já dizia que é melhor insinuar do que mostrar, né — e quando a gente SE SENTE sedutora de verdade, de dentro pra fora, o que pode ser insinuado transparece naturalmente, a gente carrega com facilidade. É ou não é?!?? Nessa toada, tem aqui uns elementos do que a gente chama de ‘nova feminilidade’. Idéias que suavizam, “romantizam”, criam oportunidade de conversa e paquera (alôr!) e adocicam qualquer visual. Tudo fácil de adaptar pra toda personalidade, toda silhueta, todo estilo, toda ocasião e toda vontade – certeiro pra acrescentar essa “nova feminice” de vez em quando. Ó!

CINTURA MARCADA
Privilégio das moçoilas, né, já que menino tradicionalmente usa caimentos mais soltos e quadrados. Sendo esse um truque usável somente por meninas, só da cintura estar marcada a idéia de feminice tá grifada, reforçada — e cintura marcada não precisa só rolar com cinto apertadinho, mas pode também rolar por conta de modelagem mais próxima do corpo no meio torso, de faixas, de drapeados que a gente faz com broche (tem em vídeo!), de um pedacinho da camiseta por dentro do short. Cintura marcada é sempre super feminino, especialmente em looks de caimento mais solto — feminice com conforto, quem não quer? :)

PERNAS DE FORA
Esse vale especialmente pro ambiente de trabalho – e vale até pro dresscode mais formal! Usar saia e vestido – desfilar pernocas por aí – é privilégio exclusivo da mulherada. Então toda vez que a gente tá de pernas à mostra, já viu. Vale cuidar das bonitas com carinho pra então desfilar com confiança: perna de fora pode sempre estar depilada, hidratada, lisinha. E aí o comprimento do vestido ou da saia pode ser direcionado pela formalidade da ocasião em que se usa — lembrando que tem um comprimento intermediário bom pra todo mundo, ó no vídeo.

DEDINHOS À MOSTRA
Ces sabem que tem até um tipo de tarado que tem obsessão com pés, né (HAHAHAHAHAHAHAHA). No sério, pezinhos à mostra são um super elemento sedutor-não-escancarado, já que fazem parte do nosso vestir-tropical com naturalidade (alôr calorão). De novo, meninos quase não usam, então o que é privilégio exclusivo de meninas sempre grifa a suavidade. Pra afinar ainda mais a mensagem, vale escolher tiras finas pras sandálias pra deixar maaaais pé à vista e esmaltes coloridinhos pra convidar o olhar pros dedinhos. :)

RECORTES E CAVAS
Obrigada Senhor pela inventividade nas modelagens! Há algum tempo a gente tem visto mais cavas abertonas e mais recortes fora de lugar – nas costelas, na parte alta da barriga, nos lados das costas, nas mangas e ombros — a gente tem todo um painel no Pinterest cheio dessas referências, ó. Uma delícia se sentir confortável com colo coberto mas com outros pedaços de pele descobertos – muitas vezes outros que a gente nem lembra que tão à mostra. Pele à vista assim, em pequenos pontos inusitados, também reforçam super naturalmente a idéia de feminilidade… e tem uns tops hoje que são pensados pra aparecer sem vergonha através desses recortes — mais como complementos descolex do look do que como sutiãs, tipo assim, assim, assim ou assim. ((Tem jeito de, até no frio, deixar pedacinhos de pele à vista, vê só!))

TECIDOS FLUIDOS/GOSTOSOS
Tudo que cai gostoso sobre o corpo, que desliza sobre a pele, que dá vontade de tocar… chama pra perto, né? A gente é muito feliz de poder treinar nossas clientes pra não correrem pra “justeza” ou pros super curtos quando se quer seduzir, mas sim procurar por sedas-delícia, tricôs finíssimos (quase-quase transparentes), crepes pesados que caiam com movimento, lenços que dancem na medida que a gente anda. Por que né, querer tocar é tãããão mais importante que ver!

CABELO PRESO
Nuca de fora é muito feminino né não? Rabo de cavalo que cai sobre a parte de trás do pescoço, numa dança de mostrar e cobrir, é das imagens mais sensuais que existem, a gente acha. Vale também pra coque e pra tudo que deixa a franjinha cair assim de ladinho, fazendo charme. A idéia do lenço também rende assim, em forma de tiara com pontas longas descendo do ladinho do pescoço, sabe como? Já que aparência não é só roupa, a gente sempre pode entregar um cuidado-carinho pro cabelo — se a gente é obra de arte, cabelo é moldura!

CORES DE MULHERZINHA
Pensa em tonalidades doces e delicadas das cores mais “de mulherzinha”: rosas, vermelhos, roxos e lilases, até tons de pêssego e salmão e coral… cores femininas, né? Agora pensa nisso tudo coordenado, usado junto, como na idéia dos “blocos de cor’ – mas blocos de cores feminíssimas. Mesmo em looks informais a mensagem vai ser captada, viu. <3

 

14.05.2014 - 08:27 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 20 Comentários
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