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Todos os Posts de fevereiro de 2009

tudo pronto pro encontrinho de fevereiro!

Meninas! Recorde total na rapidez das “encontristas”: em SEIS MINUTOS as vinte vagas tavam preenchidas – e o post convite tá com mais de 100 comentários até agora. Lá no blog do Encontro tem tudo sobre esse nosso primeiro bafo do ano! Vai ser num lugar delícia, com uma convidada chiquérrima – que vai conversar com a gente sobre tendencinhas de moda e make pro inverno! – todo mundo vai ser presenteado po gente super incrível. Depois de domingo a gente conta tudo (aqui e) ! ;-)

encontristash

Tags: , , , 06.02.2009 - 07:02 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 7 Comentários

mointos vestidos-bafo e katylene beezmarcky

O style.com, portal da Vogue América, fez uma seleção de doze vestidos “controversos” que a gente viu em tapetes vermelhos passados. A gente resolveu repassar essa lista com as nossas opiniões, E A KATYLENE PARTICIPOU JUNTO COM A GENTE! E a drag mais amada dessa Oficina, diretamente de M’Boi Mirim, não poupou palavrinhas doces em relação à essas celebridades. Vamos passear juntas, então, por todos os comentários?!?? ((Tem slideshow com todas essas fotos aqui!))

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Tilda Swinton, em 2008, de Lanvin
A Vogue lembrou que chamaram o look de “morte num saco de lixo”, mas eles na revista acharam “de deusa”. A Cris acha que essa é uma imagem difícil (significando que não é bonita), mas respeita porque foi Alber Elbaz quem fez e porque é Tilda Swinton quem veste – ainda por cima ela ganhou um Oscar com esse vestido! Katylene disse que sempre que ela toma uma bala e fica louca sozinha em casa, se enrola nua cortina de veludo e fica igualzinha à Tilda – Katy reparou mais no “porta-vibrador” que Cameron Diaz tá carregando no fundo da foto (palavras dela!).

Madonna, em 1998, de Jean Paul Gaultier e Olivier Theyskens
Disseram que era “um choque”, a Vogue acha super válido ela ter usado, no tapete vermelho do Oscar (super tradicional), estilistas jovens – diz que na época Olivier Theyskens era só uma promessa. A gente acha que o look não tem glamour nenhum, e que justo nessa época (lembra de Ray of Light? como ela era linda nesse disco, não?) Madonna podia mointo mais. Katylene olhou pra foto e disse: “debutante piriguetchy góthyca com um babyliss pós-chuva”. Rá!

Jennifer Lopez, em 2001, de Chanel
Vixe: disseram que “ela perdeu a blusa e que teve que improvisar com uma rede de mosquitos presa precariamente”. A Vogue lembrou que no dia seguinte, em vez de Oscar a maior busca na internet foi por “Jennifer Lopez”. Na época a gente levou um susto (peitinhos de fora, né?), mas olhando agora o corpo dela tá incrível (quadrilzão? que quadrilzão?!??) e a transparência, pra uma diva num tapete vermelho, é bem legal até – só não tentem em casa, mocinhas. Katy disse que usaria esse modelito pra ir até a padaria. Tá bom?!??

Gwyneth Paltrow, em 2002, de Alexander McQueen
Até a Vogue chochou, tipo enrolou dizendo que “achou corajoso” ela não ir de princesa cor-de-rosa – mas mesmo assim a trança não rolou pra eles. A gente acha que alguma coerência é bom, gente. Que nada nesse look parece com Gwyneth, nem de longe – e pra ousar não há necessidade de se fantasiar de outra coisa, né, Brasil? A gente acha que ela podia ousar, mas que devia continuar DIVA. E Katylene pediu um balde de cetim roxo depois de ver essa foto – e disse que Gwyneth tomou um ácido e não voltou mais. Katy ainda pediu pra gente acrescentar um P.S.: “adorei o cabelo de camponesa estuprada”.

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Nicole Kidman, em 2000, de Christian Dior
O povo disse que ela foi fantasiada de Oscar (rá!) e a Vogue curtiu, mas sem entusiasmo. A gente achou mixo (é com x mesmo?) e essa luvinha, Brasil, é uó. Katylene abre suas aspas: “Nicole, conta pra gente a verdade, isso é do Samuel Cirnansck?” ;-)

Björk, em 2001, de cisne que botava ovo e tudo
Disseram na época que era uma fantasia de galinha, a Vogue fez a Poliana e disse que ela lançou um novo estilista, mesmo que desse jeito. A própria Björk disse que acha o “senso de vestir” de Hollywood muito alienado e que fez careta pra isso. A gente acha inesquecível e se diverte até hoje. A Katylene ressente que Björk tenha copiado esse modelo dela – que usava o cisne em 1997 nos seus shows em Xerém.

Cate Blanchett, em 2008, de Dries Van Noten
Todo mundo reclamou do colar e do comprimento (supostamente muito curto) do look da musa da Cristina. A Vogue disse que ela estava “radiante”. A gente acha que ela é a grávida mais chique de todos os tempos e que tá linda mesmo. Katylene gritou que Cate é “temdêmssya” e que já naquele tempo tava fazendo o look ‘Caminho das Índias’.

Gisele, em 2005, de Christian Dior
O povo achou que a modela podia estar grávida, a Vogue achou que ela seria previsível se fosse toda cheia de curvas na sua primeira vez no Oscar. A gente AMA esse look desde sempre: nessa ocasião Gisele não era a supermodela, a principal atração (como sempre é), mas tava acompanhando Leonardo Di Caprio, indicado pra ganhar prêmio naquela noite (e ganhou?). O astro era ele. Ela escolheu ser linda e também adequada, e foi de coadjuvante – quem tinha que brilhar era ele, e não ela! Nossa drag-amiga acha diferente: diz que um o.b. embaixo da torneira incha e fica igualzinho ao look de Gisele. E completou dizendo que o look lembra a mulher de algodão do banheiro da escola (lembra?).

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Kirsten Dunst, em 2006, de Rochas
O povo chochou, a Vogue amou – e a gente também! Repara que é o mesmo cabelo de Gwyneth, e essa á diferença entre ser coerente ou não: na Kirsten faz sentido! A gente acha ela uma princesa com esse look, maravilhosa em tudo – não precisa ser extravagante pra conseguir um bom momento no tapete vermelho. Agora, com a Katylene a estória é outra (“me vê uma champagne, por favor?”): nossa drag-amiga achou que o vestido parece cortina de banheiro!

Cameron Diaz, em 2002, de Emanuel Ungaro
O Mr. Blackwell, que fazia as listas de mais mal-vestidas do mundo, disse na época que o look era um “fiasco floral”. A Vogue acha que ela tava moderna e que o look era super apropriado pra idade dela. Aqui a gente abre um parêntese pra dizer que esse é o meu look de tapete vermelho favorito em todos os tempos – todo mundo sabe! Tava mesmo bem mudérna, tava jovem, foi super ousado e ainda hoje faria bonito em qualquer outra ocasião tipo essa, não faria? Katylene “não transou esse cabelo” e acha que o penteado é resultado de Cameron se atracar com alguma piriguetchy no tapete vermelho. Ah, não, Katylene!

Marion Cotillard, em 2008, de Jean Paul Gaultier
Os blogs de moda (americanos) disseram que o vestido sereia da Edith Piaf ficou tipo “um peixe fora d’água” no tapete vermelo do Oscar. A Vogue acha legal ela ter escolhido um estilista francês pra bombar o país dela, e que ainda por cima ela foi vestida como quem tem certeza de que vai ganhar (e ela ganhou mesmo o Oscar de melhor atriz naquela noite!). A gente achou que Marillon promoveu um super momento-fashion – supostamente, vestido de passarela vai pro armário do povo e não pro tapete vermelho; no caso desse vestido-sereia-com-escamas-e-tudo, o look ficou inalcançável como só os looks de Oscar podem/devem ser! E mais: Katylene achou que Marion ficou “linda de truta”. Rááá!

Maggie Gyllenhaal, agora em 2009, de Lanvin
Teve gente que disse que ela devia “ser presa por essa atrocidade em estampa de bicho”. A Vogue amou porque tinha colocado esse vestido no style.com logo depois do desfile da Lanvin. A gente acha que esse é outro look super “apropriado pra idade” de quem usa: a festa é tradicional, ela tá adequada e tals, mas não tá quadrada ou velha, nem de longe! Mais: também tá super coerente com quem ela é, não tá? – e essa é a estampa de onça mais chique do mundo! Katylene termina o post com chave de ouro dizendo que acha esse o melhor look de todos – e que acha que a estampa é, na verdade, resultado de pintura a dedo feita por crianças especiais, tipo ‘moça bonita’!

Tags: , , , , , 06.02.2009 - 00:10 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 24 Comentários

invadindo o guarda-roupa deles

Não é de agora que a gente vai buscar inspiração no guarda-roupa masculino. A alfaiataria, a camisaria, as padronagens, a malharia (cardigans, suéteres) voltam a ser alvo de posts da Oficina sempre que se fala em tendências pro inverno. E pra não perder o costume…

O que a gente tem mais curtido da onda masculino x feminino é misturar pecinhas beeeeem masculinas em looks muito femininos ou ao contrário. Desde o inverno passado que os sapatinhos tipo oxford têm calçado pezinhos modernosos. Várias marcas fofas desfilaram (tipo Maria Garcia ou Maria Bonita Extra), Alexandre Herchcovitch fez pra Melissa (que na minha opinião é o modelo de Melissa mais lindo ever) e já teve comentário pedindo pra gente dar ideias de como usar. Outro acessório bem masculino que pode ficar super delicado, dependendo do resto da coordenação, são as gravatinhas – borboleta ou não. Quem apareceu primeiro arrasando com elas nos seus pescocinhos chiques foram as meninas de Gossip Girl, que também fizeram com que os uniformes do high school virassem referências de moda. (E quem eu vi vi usando primeiro na vida real – e tava uma graça – foi a Flavia Lhacer, parecia uma boneca!!!).

masculino2Meninas com roupas de menino pelas lentes do Sartorialist, Blair Waldorf glamurizando o uniforme escolar e Denise Dahdah de gravatinha borboleta no SPFW (foto que a gente surrupiou no C’est Sissi Bon)

O segredinho pra usar essas referências muuuuuito masculinas (quase literais) é coordenar com elementos muuuuuuuito femininos: babadinhos e rendinhas, batom cor de rosa, transparências, saias e vestidos, cores claras, enfeites de cabelo, laços, sapatilhas, unhas coloridas. Tem que ficar com cara de menina que roubou uma pecinha no guarda-roupa do pai, sabe!?!

masculino3É o mesmo raciocínio das “boyfriend pants” que viraram febre depois que Katie Holmes saiu (bastante) por aí com a dela: so que a mesagem e um pouco menos menininha e um pouco mais sexy!!!

Lógico que a alfaiataria e camisaria continua valendo como inspiração, é o jeito mais elegante de se apropriar das referências masculinas e serviram de inspiração pros desfiles da Cori e da Maria Bonita, de jeitos super diferentes. A gente já falou bastante sobre essa influência no guarda-roupa feminino e teve post só falando de camisas!!!

masculino1A Cori desfilou a alfaiataria mais sofisticada!!!

E sabe sobre o que faltou falar? Sobre os looks mais andróginos, tipo do último desfile da Maria Garcia… mas isso vai ficar pra um próximo post, OK!?!

sobre os cursos (ótemos!) da oficina de estilo

A gente fez no ano passado, em parceria com a Escola SP, três cursos super legais: um de Blogs de Moda, um de Consultoria de Imagem para Jornalistas e um sobre o Mercado e a Profissão de Personal Stylists. Os três programas aconteceram de um jeito ainda mais legal do que a gente imaginou que aconteceriam, e renderam conversas ótemas com quem participou. Foi uma experiência muito muito bacana pra gente – e vai continuar! Em turmas organizadas em esquema particular (clima de “tamos em casa”, néam?!??) e não só aqui em São Paulo, mas em todo lugar! (Pra onde quiserem levar a gente!)

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engraçadinhas mas inteligentes também: e a gente ainda canta, dança e representa.

A Escola SP tem uma super ligação com o shopping Iguatemi, meio de patrocínio e tudo. E a gente trabalhou como personal shoppers pro shopping Cidade Jardim durante um tempão no ano passado (lembra?). Aí a Escola SP se viu numa saia justa, porque ia ficar chato ter gente ligada ao shopping concorrente trabalhando com eles. Pra não criar climão, a Isabela Prata em si (dona da Escola SP) ligou pra gente, explicou tudo direitinho e a nossa parceria se encerrou – cheia de gratidão da nossa parte. E o curso de Blogs de Moda, que meio que entrou de gaiato nessa estória, vai ser dado amanhã e depois pela Olivia Hanssen, stylists das mais queridas por essa Oficina e editora do blog Oh!, e pelo marido dela, o Farinha – que por sua vez faz acontecer o ResFest, e de quem a gente também é muito fã!

Então quem tinha se programado pra fazer o curso de Blogs de Moda tá super em boas mãos – e podia depois passar aqui pelo blog pra contar como foi! E quem ainda tem vontade de fazer os outros dois programas – de Consultoria de Imagem pra Jornalistas e (nosso favorito:) de Mercado e Profissão de Personal Stylists – pode continuar de olho no blog: a gente tem previsão de turmas pra logo logo em Recife (aeeeeee!) e também aqui pra SP. E todas as datas e confirmações aparecem primeiro aqui – a gente quer conversar ainda mais com todo mundo do blog, que quem mais aprende nessas trocas é a gente mesmo. ;-)

quem conhece, reconhece (parte II)

Quem desenhou essa capa de disco de Gilberto Gil, na década de 60, foi um ‘artista-intelectual’ chamado Rogério Duarte. Ele é considerado um artista-intelectual porque fez muitos trabalhos gráficos incríveis, ao mesmo tempo em que esteve envolvido com movimentos contrários à ditadura no Brasil – ele foi, inclusive, um dos pensadores do movimento tropicalista. As cores e formas da capa do disco têm a ver com brasilidade, com a coisa psicodélica da época (eram as décadas de 60-70), com os valores da juventude daquele tempo e mais. Mais que tudo, é uma capa super bonita, não é?

capa_rogerio_duarte

Tempos depois a estilista Helô Rocha fez (para sua marca Têca) uma coleção inspirada em elementos do Tropicalismo – entre eles capas de disco contemporâneas ao movimento. E aí, amigos, se a gente sabe dessa estória aí de cima (no primeiro parágrafo), o vestido que homenageia o design da capa de disco passa a ser mais que só um vestido! Pode ser que a estampa, muito linda, seja mais: além de ser a inspiração da estilista ela também pode também carregar reflexos de um comportamento (da sociedade ou de pedaço dela!), de política, de economia, de ideologia… Informação na roupa! Informação que faz a roupa ter algum outro valor, não é mesmo?!??

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A gente aqui acha que quem conhece, reconhece. E que quanto mais a gente vive, mais repertório (de tudo no mundo!) a gente tem pra identificar representações. E pode ser super legal pensar no significado do que a gente usa – não só nos significados literais, mas no que cada elemento do nosso visual representa pra gente mesmo. Não pra ser politizado ou intelectualizado e tals – mas pra (se) conhecer, e só. Ou pode ser só divertido, pode gerar conversa e pode fazer sorrir!

Na contramão (a gente adoooora!):
o pensamento (gênio) da dra. Vodca sobre a comunicação não-verbal
a reinvindicação do direito de se vestir só por diversão da Tati Rodrigues (gênia!)

Tags: , , , , 03.02.2009 - 23:20 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 19 Comentários

primeira chamada pro encontrinho de fevereiro!

Meninas e meninos (pode menino, sabia?!??): hoje é dia de convite pro Encontro de fevereiro, que já acontece no próximo domingo. Tem que ficar de olho que, a qualquer momento (suspeeeense!) o post-convocação entra no ar LÁ NO BLOG DO ENCONTRINHO – e aí, os 20 primeiros comentários garantem lugar na conversinha que a gente vai ter no Encontro! Oficinas e Victoria (do Dia de Beauté) vão bater papinho, com todo mundo que for, sobre tudo tudo tudo de roupa e maquiagem que a nossa última temporada de desfiles mostrou. E vai ter uma convidada chiquérrima, mais que especial, pra acompanhar/abrilhantar a conversa (logo logo a gente conta quem).

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Então, de olho no blog do Encontrinho pra chegar antes! Que domingo já tá aí, gente! ;-)

Tags: , , 03.02.2009 - 23:15 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 17 Comentários

sabedoria (fashion) de ramone

Sabedoria fashion é isso daí – e a gente adoraria que tudo em volta, especialmente aqui no BR, seguisse essa filosofia. Diz que Marky Ramone, o último ‘ramone’ vivo (aqui embaixo na foto com a fã Flavia Lhacer) tem uma linha de roupas roqueiras feita em parceria com o Tommy Hilfiger e contou porque resolveu ter o estilista americano como sócio no empreitada:

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“Tommy sempre pensa no consumidor normal e se concentra emfazer roupa de qualidade, que dure. Sua faixa de preços é muito justa e acessível, e isso é especialmente importante no nosso tempo. Gastar dois ou três mil numa jaqueta de couro ou quinhentão numa calça jeans é ridículo. Eu quis assegurar que os preços dessa linha fossem acessíveis. A juventude hoje tem que pagar a faculdade, tem que achar emprego, e eu quis fazer coisas acessíveis pra eles.” – E essa foi uma tradução muito muito livre de um pedaço dessa entrevista aqui, clica pra ler mais (em inglês!).

estampas combinadinhas: o novo “crash”

Antes, quando todo mundo começou a misturar estamps num mesmo look, a fórmula se chamou “crash de estampas” – porque valia tudo, qualquer estampa com qualquer estampa, todas as cores e padronagens misturadas. O negócio era misturar (lembra desse post lindo da Susie Bubble?!??). Desde o SPFW a gente tá revendo as fotos dos desfiles e pensando nesse “novo” jeito de combinar estampas que as passarelas mostraram pra gente: agora a mistura ‘bagunçada’ de estampas apareceu arrumadinha, combinadinha!

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floral com floral igualzinho em cores diferentes (wilson ranieri), xadrez com xadrez diferente nas mesmas cores (erika ikezilli), mesma estampa em positivo e negativo (maria garcia), mesmo xadrez em cores diferentes (cavalera), mesmo xadres, mesmas cores, em tamanhos diferentes (cori)

Desde antes a gente já conversava com as clientas sobre “direções” que podiam orientar as nossas combinações (descombinadas!) de estampas. O nosso jeito de ir experimentando é esse aqui:

• Pra começar, estampa com peça lisa – a gente escolhe uma das cores da estampa (ou uma que seja super irmã de alguma cor da estampa) e repete na lisa. Vale também fazer ‘tom-sobre-tom’ com a estampa e com a peça lisa.

• Na hora de combinar estampas diferentes, as cores das duas (ou mais!) estampas precisam estar em harmonia. O que entra na coordenação tem que ter pelo menos uma cor em comum – tipo listras azuis e brancas e floral vermelho e branco.

• Vale combinar estampas iguais em tons diferentes, tipo bolinhas em preto e branco e bolinhas em rosa e branco. Também vale a mesmíssima estampa em “positivo e negativo”, tipo um xadrez mais roxo que cinza e um outro igualzinho, mas mais cinza que roxo. (Sabe como?!??)

• E aí os tamanhos importam: a gente procura variar os tamanhos e espaçamentos das estampas combinadas entre si – tipo uma estampa menor com uma maior. Ao mesmo tempo estampas super contrastantes – gigante e mínima – também não ficam tão legais, melhor uqe a mudança de tamanhos seja gradativa.

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estampas diferentes nas mesmíssimas cores (erika ikezilli), listra e gráfico repetindo os mesmos tons (2nd floor), listras em tamanhos diferentes com as mesmas cores (wilson ranieri), xadrez e listras nos mesmos tons (cavalera), estampas diferentes em tons de azul (do estilista)

E isso serve pra gente escolher um caminho e experimentar. Acontece que depois de ver e rever fotos, a gente tem tido vontade de combinar-COMBINAR mesmo as estampas que usa – e seguir to-dos esses caminhos! Tipo a gente quer seguir to-das essas direções daí de cima num mesmo look, tudo ao mesmo tempo. E quanto mais elementos em harmonia a gente conseguir coordenar entre as estampas, mais atual o look vai ficar – seguindo a lógica do que o SPFW mostrou pro inverno. Bom pra gente fazer relação com o momento de crise e ter sensação de “controle do caos”, de segurança/organização na bagunça. Né?!??

Tags: , , , , 02.02.2009 - 08:27 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 16 Comentários

o primeiro encontrinho de 2009 já é!

No próximo domingo! Uma das partes mais legais de fazer blog é essa oportunidade de encontrar quem lê na vida real – e conversar sobre o que a gente mais gosta de conversar! No dia 08/02 a gente vai encontrar, então, um grupo de amigos de blog pra conversar sobre tudo que a gente viu de roupa e maquiagem no último SPFW, junto com nossa parceira-irmã mais que linda do Dia de Beauté, Victoria Ceridono! Tem toda info lá no blog do Encontrinho, e ao longo da semana ainda tem mais!

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Passa lá e se programa pra encontrar com a gente?!?? Que sempre é super legal (clica aqui pra ver fotos do último Encontro!)  e não tem porque ser diferente dessa vez!

Tags: , , , 01.02.2009 - 12:00 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 18 Comentários
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