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Todos os Posts de maio de 2009
código maleável de vestir… e de calçar!
A essa altura todo mundo já viu todos os looks desfilados por celebridades-fashion no baile de gala do Metropolitan Museum of Art, ontem em NY. Todo ano a Vogue América apóia uma exposição importante de moda no Costume Institute (pedaço-fashion do museu) e patrocina essa super festa pra “inaugurar” as visitas à expo. Esse ano o tema da mostra é “Modelo como musa” e aÃ, a Vogue faz curadoria de looks de estilistas que têm modelos como musas inspiradoras, ou looks que foram usados por modelos e “entraram pra história”, coisas assim. Funciona tipo como o Oscar da moda, apesar de não ser uma premiação. Nessa ocasião os estilistas mais bacanas aproveitam pra vestir mil celebridades com suas criações porque o tapete vermelho do baile do MET rende muito falatório pra eles, de graça – olha a gente aqui de longe, po exemplo, fazendo o assunto render.

as tradicionais, comportadas no dresscode…
Vendo as fotos hoje a gente percebeu como o dresscode de festas, hoje em dia, é “elástico”. Antes a regra era clara e ninguém podia se rebelar. Agora, com bom senso e informação de moda, todo mundo manipula elementos dos dresscodes formal e informal como quer – e consegue montar looks equilibrados e moderninhos, sem deixar de estar adequada. A gente prestou atenção especial aos sapatos que o povo usou. Antes, sapato de festona assim, de gala, tnha obrigatoriamente que ter salto fino, tiras fininhas, tinha que ser feito em tecido, tinha que ter o solado bem baixinho na parte da frente e não podia cobrir muito os pés. Hoje pode tudo – olha nas fotos!, desde botinhas, saltos super grossos, tiras espessas até plataformas e tachas.

…e as rebeldes, que “burlaram” a lei e continuaram bem elegantes!
O segredo pra gente também se rebelar contra o dresscode rÃgido das festas elegantes é a coordenação do sapato com o resto todo. Se o sapato tem esses elementos considerados mais informais, então vestido, jóias, cabelo e make podem estar mais “dentro das regras”. Vejam nas fotos, amigas, que as moças que mais piraram nos sapatos carregam jóias que têm cara de finas/refinadas, fizeram cabelos de festa (mesmo que esquisitos em alguns casos), usaram vestidos feitos com tecidos sofisticados e mais. E uma coisa compensa a outra!
E, de brinde, tem comentários dos makes e cabelos do povo no bailinho-fashion no Dia de Beauté. Com fotos gigantescas pra ver tudo de pertinho. ;-)
sobre o bailinho-fashion de ontem à noite
Se a gente acredita que tapete vermelho não é lugar de ser “madrinha de casamento”, mas de expor “a hipérbole do seu estilo” (como um dia disse Dudu Bertholini), não é de se esperar mesmice nos looks que as moças escolhem pra essa noite-fashionista tão importante. Ao mesmo tempo, a gente espera ver todo mundo “em hipérbole de estilo”, MAS BONITAS, né? E não tinha tanta gente bonita ontem, na nossa opinião. Os looks podem ser super ‘da moda’, podem ser significativos pro momento social-fashion e tals, mas quem usa pode estar bonitinha ainda assim (não custa nada). A Thereza do blog Fashionismo fez uma super cobertura (em tempo real!) desse tapete vermelho, e nos comentários do blog dela dá pra perceber que a gente não tá sozinha com esse pensamento. ;-)

a foto é de lá do fashionismo: balir on acid.
gigapost: biblioteca de personal stylists
Sabe que no Brasil a produção de livros que falam especificamente do trabalho de personal stylists – e de áreas diferentes da consultoria de imagem – ainda é super pequeña? A gente tá tomando nossas próprias providências em relação a isso, aos pouquinhos (!!!). E enquanto novidades incrÃveis sobre um possÃvel livro da Oficina de Estilo não aparecem (quem sabe?), a gente resolveu organizar uma biblioteca sugerida pra quem quer crescer nessa área de conhecimento, com um monte de livros em inglês (lá fora tem livros aos montes!) e alguns daqui mesmo. A biblioteca sugerida aqui só tem os livros que a gente tem de verdade e que já leu – e esses da seleção são os que a gente mais consulta no dia-a-dia! Tem mil outros livros que a gente quer/ainda vai ter, todos arrumadinhos numa lista de desejos da Amazon (clica pra ver mais sugestões!).
Pra começo de conversa:
O Código do Vestir, de Toby Fischer-Mirkin
Trata roupas e looks como códigos mesmo, e decifra todos – com estudos feitos com psicólogos e tals. Livro maravilhoso de se ler não só pra trabalhar como personal stylist, mas pra conscientizar o que a gente comunica através do que veste.
A Linguagem das Roupas, de Alison Lurie
Nesse livro a gente aprende a relacionar as modas de agora com história, com economia, com acontecimentos sociais e mais. É tipo “decifrando os códigos das roupas” também, mas mais relacionado com o entorno. Tudo pra gente se exercitar em ‘leitura de looks’.
Decifrar pessoas, de Jo-Ellen Dimitrius e Mark Mazzarella
Não precisa assustar com o subtÃtulo, não é livro de “previsões”. É um livro que ensina pra gente como o comportamento faz parte da imagem e como a aparência influi no comportamento. Tipo tem que ler.
Os livros de outros profissionais:
Dress Your Best, de Stacy London e Clinton Kelly
Os apresentadores da versão americana do programa Esquadrão da Moda dividem suas dicas por tipos fÃsicos, mas não do jeito “ampulheta, pêra, etc etc etc”. E tudo é ilustrado com fotos de gente de verdade, o que é maravilhoso.
Style A to Zoe, de Rachel Zoe
A melhor parte do livro de Rachel Zoe é saber que toda essa informação é testada na prática, porque ela trabalha de verdade – e muito. Tudo ali já foi testado, não é só teoria! E nin-guém sabe mais de roupa de festa do que ela.
Plus Style, de Suzan Nanfeldt
É um livro de estilo feito pra gordinhas, mas que tem informação valiosa pra todo mundo – se o propósito é parecer mais magrinha, então vale pra meio-mundo, não? Esse a gente usa MUITO no dia-a-dia, olha quantos marcadores ali do lado na foto!
What not to Wear, de Trinny Woodal e Susannah Constantine
As inglesas do Esquadrão da Moda original já lançaram um monte de livros, mas esse continua sendo imbatÃvel em informação pertinente. Dos mais novos delas a gente tá doida pra ter a “bÃlbia do tipo fÃsico”.
Sobre guarda-roupas e todas as roupas do mundo:
Shop Your Closet, de Melanie Charlton Fascitelli
É a compra mais recente de toda essa lista aqui, muito muito legal. Também parece ter sido escrito depois de muuuita experiência prática, o que faz com que a informação pareça mais próxima do nosso universo pessoal – e dos universos pessoais de cada cliente.
Ready to Wear, de Mary Lou Andre
CompletÃssimo! Essa consultora usa o livro pra educar em relação a espaço, necessidades, alojamentos (e parafernália especÃfica pra alocar coisas em cada espaço do armário), estilos, personalidades e tipos fÃsicos pra só então encorajar alguém a fazer compras.
I Don’t Have a Thing to Wear, de Judie Taggart e Jackie Walker
Cuida mais de mostrar pra gente os motivos pelos quais a gente se apega às coisas, pra então convencer dos métodos bacanas de fazer limpezas e organizar cada guarda-roupa. É super psicológico e ao mesmo tempo super bem humorado.
Extras não menos importantes:
Stylist – The Interpreters of Fashion, organizado pelo Style.com
A gente já tinha falado desse livro nesse post aqui (clica!), e ele é uma super referência desde então e pra sempre. O trabalho dos maiores stylists do mundo, mesmo que feito pra revistas e editoriais e catálogos e imagens fantasiosas (e incrÃveis!) de moda, ensina muito pra gente sobre personalidades traduzidas em looks. Estórias contadas com roupas!
The Fug Awards, do blog Go Fug Yourself
As moças que detonam os looks das celebridades no blog organizaram seus pensamentos nesse livro, que é incrivelmente e surpreendentemente bom – e informativo. Dá pra aprender um tanto com os erros das outras, né?
The Fashion Book, organizado pelos editores da Phaidon
A irmã da Cris deu de presente pra Oficina de Estilo e o livro virou top-referência aqui. Tem textinhos curtos, contextualizados historicamente e por importância/legado sobre os estilistas e marcas mais importantes do mundo – desde os mais clássicos e tradicionais até os mais novos.
Todas as imagens tão disponÃveis em tamanhos maiores, é só clicar pra ver as capas de pertinho. Nos links de cada livro tem endereço pra comprar direto, se for o caso. Tem um monte desses llivros na livraria da Flavinha, a Rainbow Room – ela entrega em outros estados, se for o caso, e também recebe encomendas! Tem o contato dela aqui. E tem toda uma outra categoria de que a gente podia falar, a dos livros de cores e coloração pessoal – fica pra um próximo post. Quem quiser sugerir outros tÃtulos pode também disponibilizar links nos comentários pra gente conhecer mais de perto cada livro! Que essa lista pode ser atualizada de tempos em tempos, né? Aqui embaixo tem links de outros posts que também tratam de bibliotecas-fashion, vejam só:
Biblioteca básica de moda do Prataporter (vooolta, Maria!)
Listona de referências só sobre a Chanel
Moda pra Ler no livro (do blog Moda pra Ler!)
Indicação de livros de desenho de moda
Biblioteca de moda (com básicos ótemos)
Lugares pra se comprar livros… em Paris!
Indicações de uma brasileira fofa que mora em NY
“pushing fashion media to the next level”
O Independent Fashion Bloggers é um blog-comunidade que quer reunir todo mundo interessado em moda na internet – especialmente através de blogs de moda (já teve post aqui!). A comunidade foi fundada pela dona do blog The Coveted, a Jeanine (a gente “conheceu” na ocasião do encontro de blogs de moda no Planetário daqui de SP, lembra?), por causa de uma experiência ruim que ela teve com um “mau-anunciante”. Ela resolveu, a partir dessa experiência, juntar todo mundo interessado em crescer e desenvolver a moda na internet pra trocar idéias, sugerir aperfeiçoamentos, indicar links e outros blogs legais e compartihar trabalhos. A idéia de fazer post toda semana com sugestão de links em colaboração veio, inclusive, de lá!

E a blogolândia internacional de moda tem levado a coisa à sério. Tanto que o Independent Fashion Bloggers anunciou hoje que vai virar rede social - tipo um orkut só de blogs de moda, ou um Iqons de posts (e não de pessoas). A idéia é compartilhar endereços de blogs legais no mundo todo (claro, todo mundo quer promover o seu próprio blog, né?), disponibilizar ferramentas e tutoriais úteis pra quem faz blog, discutir temas e propostas relevantes pra quem se dispõe a publicar (por conta e risco!) sua visão particular de moda na internet, fazer com que a mÃdia de moda suba um degrauzinho com o aperfeiçoamento dos blogs, como diz o tÃtulo. Todo mundo ganha, todo mundo mesmo: quem escreve pode ter mais oportunidades, quem lê tem informação com qualidade a mais, todo mundo tem acesso a mais informação.
Então se você faz um blog de moda e ainda não faz parte do Independent Fashion Bloggers, faça já. Estar em grupo é sempre bom pra gente ter noção de nÃvel. E se a gente topa estar num grupo com mais gente de outros nÃveis – gente que fa isso há mais tempo, que tem oportunidades diferentes das nossas, que abre caminho! – a tendência é se aperfeiçoar nem que seja por comparação. Tomara que, a partir do surgimento dessa nova rede social, seja por estÃmulo.
Tempo bom esse de crescimento! Um monte de gente apresentando layouts novos, um monte de blogs novos chamando atenção e mais um monte de gente no twitter – uma delÃcia! A gente tá com um monte de ‘aperfeiçoamentos’ no forno, e mais novidades pra mostrar pra todo mundo ainda antes do próximo SPFW. Já já a gente pede ajuda aqui no blog pra “arrumar” essas mudanças juntas! ;-)
auto-estima higher pra começar a semana!
Então a Mischa Barton resolveu entrar na campanha com a gente e dizer que “o único jeito de ser feliz e de ser uma pessoa mais legal de se estar em volta é aceitar o que a gente tem – todo mundo tem questões relacionadas à silhueta, mas tem que se sentir confiante. E saudável e feliz”. E a gente sabe que é mais fácil falar quando se é magrela tipo ela, mas sabendo que o corpo é a base de qualquer moda – tudo tem que funcionar por cima dele! – não custa a gente reavaliar nossa relação com esse “ponto de partida” tão importante, tão precioso, não? E seguir o conselho da Mischa e ser saudável e feliz.

Que ela continua o discurso dizendo que não entende porque as pessoas procuram o feio, apontam pro que é ruim e tals, ao invés de achar o que têm de melhor e valorizar isso daÃ. Olha, gente, issso sim é material bom de imprimir, colar no armário e ler todo-dia de manhã antes de se arrumar. Não é? ;-)
mais da oficina de estilo na internet!
Enquanto o post de hoje não aparece por aqui, tem info bacana no blog da Triton:
• com um perfil de estilo da namorada fashionista do Kanye West
• com as capas da edição de biquÃnis da revista V (e mil explicações legais)
• com o programa de tv do Face Hunter (dica da @alinemori)
Passa lá pra ler mais da gente! ;-)
links bem bons pra passear pela internet
• Blog super bom e inteligente é o C’Est Sissi Bon da Simone Esmanhotto (jornalista de moda das nossas favoritas): tem post incentivando a gente a usar luvas longas na vida real nesses tempos de friozinho e um pensamento sensacional sobre um novo jeito de se usar estampas de animais. Tem que ler!
• E esse blog em que gente que trabalha com moda (em várias áreas diferentes) mostra um pouquinho de seu estilo pessoal? Chama Show me Your Wardrobe, é viciante, às vezes super bonitinho e muito doido. Eu separei um monte de referências pro meu mural! ;-)
• Que tal um blog de tatuagens feito por alguém que tem uma super visão de moda? Visita o Brisa Ink pra ver como também é viciante! E um blog só de acessórios, feito aqui no BR (eeeeee!)? A gente conheceu essa semana o Porcinas e recomenda a visita. Mais: um blog só de meias-calças? Tem também, mas não é brasileiro: clica pra conhecer o Too Many Tights que vale a pena.
• Uma graça: no Valentino Dress tem um textinho curto e muito bonitinho, contando das mil referências da moda dos anos cinquenta que a gente usa até hoje, mas roupas novas dos nossos armários. Uma graça meeesmo!
• No Petiscos da Julia Petit tem um post explicando as diferenças entre estola, echarpe e pashmina: providencial em tempos de ventinho de outono, não?
• No Conversinha Fashion tem post falando daquelas vezes em que a peça é tão legal, tão de qualidade, tão versátil e tem tanto tudo pra durar, que vale a pena investir um dinheirinho a mais. Clica pra ler!
• Tudo dos namorados: depois do post do Bainha de Fita Crepe contando dos paletós-do-namorado, o Le Mousse fez essa semana post com os shorts-do-namorado, cheio de referências e inspirações pra todo mundo usar também. Logo logo tem post aqui também.

E depois de ler o post, vamos todos obedecer o cartaz aqui em cima e sair de casa! Bom fim de semana pra todo mundo! Tomara que sobre felicidade alegria e sorrisos pra voltar todo mundo animado na segunda! ;-)
muitos colarzinhos no lugar de um colarzão
Usar mais de um colar ao mesmo tempo não é novidade nenhuma, mas sempre é legal. Em tempos de maxi-colar, quem não quer seguir a tendência ao pé da letra pode prestar atenção ao que essa tendência significa e se arrumar do jeito que preferir – o principal elemento da onda dos colares grandões é a atenção ao colo, com o acessório “principal” da produção bem pertinho do rosto. Então, dois ou mais colares fininhos e delicados cumprem esse papel (o de preencher o colo e chamar atenção pro rosto). Vários pingentes juntos numa mesma correntinha também. Colares fininhos e bem diferentes também. Correntinhas coordenadas em comprimenos diferentes também. Sabe como?!??

Vale coordenar formas e formatos. Corretinhas mais retas com outras de aros redondos; colares arredondados com outros em que o pingente pesa e forma um V; contas angulares com outras bem redondinhas. Mistura de materiais também dá super certo: pode combinar pérolas com continhas de turquesa, pode coordenar metais com materiais naturais, pode juntar cristais com plaquinhas de acrÃlico. O equilÃbrio a gente alcança na “quantidade” de material que se vê: se o metal super chama mais atenção, então as pérolas podem ser pequeninas. Se a combinação é feita com dois colares diferentes de pérola, então um de cristais coloridos, menorzinho, pode ser acrescentado pra balancear o look. Vale ainda misturar temas: se a produção fica muito fofucha, um pingente mais rocker, tipo uma caveirinha (!!!), pode ser um bom par pros outros colares – o contrário também vale: se o colar tem formas de tachinha, com continhas pontudas e mais pesadas, vale acrescentar uns coraçõezinhos e laços. Tudo depende da personalidade de quem usa!

A maior sacada na hora de coordenar dois ou mais colares é a coordenação dos comprimentos. Pra usar tudo curtinho, pertinho do pescoço, é bom que as correntes sejam diferentes e que os pingentes tenham volumes que não se sobreponham demais, sabe? Se os comprimentos forem diferentes, os colares podem até ser iguaizinhos – comprimentos diferentes dão um ‘movimento’ ao look que já carrega uma interessância em si, talvez por isso todo mundo goste tanto de voltas e voltas de pérolas! Com comprimentos iguais ou diferentes, a gente pode prestar atenção nos decotes que usa: os colarzinhos coordenados podem preencher o colo (direto na pele mesmo!) ou podem emoldurar a roupa que a gente escolhe; podem fazer à s vezes da gola ou podem emoldurar o decote da peça. E com tamanhos diferentes o foco pode ficar mais pra cima ou mais pra baixo – mais perto do pescoço ou mais sobre os seios. A gente é quem escolhe pr aonde que chamar mais atenção. E aà é só contar uns dois dedinhos de distância de um pingente pro outro e usar (não é regra, é sugestão!). Um bom jeito de começar é coordenando os colares sempre em quantidade Ãmpar: tendo mais de dois, não tem como não equilibrar materiais, comprimentos, formas e temas, entende? Sempre vai ter alguém em menor quantidade, nunca dá empate.

Vale também usar a quantidade Ãmpar pra coordenar as caracterÃsticas dos colares com os outros acessórios – se os colares são dourados, o brinquinho pode ser prateado. Se dois colares são dourados, um outro é prateado e o brinco também é prateado, vale acrescentar um anel dourado ou prateado (pra desempatar!). Um elemento tem que se destacar claramente em relação aos outros! E quanto mais materiais formas temas comprimentos a gente acrescentar, mais interessante a combinação fica – mais “elementos de leitura fashion” a gente fornece pra serem lidos por quem vê a gente. Essa é a parte mais legal. E todo mundo pode: quem quer desviar atenção da parte de baixo (quadril maior), coordena um monte de colarzões coloridos. Quem tem a parte de cima do corpo mais larga (ombrão, peitinhos, braços cheios) pode deixar mais pele à mostra, combinar correntinhas finas juntas, encher os colares de ingentinhos (que puxem o olhar pro centro do corpo!) e sair feliz também.
adoro especial do feriado: lily allen e chanel!
Vi no Twitter que a Lily Allen vai ser fotografada por Karl Lagerfeld em si pra próxima campanha de bolsas da Chanel. E amo ver a idéia de ver uma menina fora do padrão malvada esperta danadinha desbocada que erra tanto quanto acerta – no look e na vida – segurando as bolsinhas que todo mundo queria ter. Esse blog ama Lily Allen desde que ela usava tênis de ginástica com vestidinhos, e ama ainda mais a fase mais mulherzinha de agora. Quem já tá doida de vontade de ver as imagens levanta a mão! \o/















