Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa

Quando a gente pensa em Fause Haten na vida real, a gente acaba pensando em roupa de festa – a maioria das vezes que a gente foi com clientes ver criações do estilista foi atrás de vestidons, mesmo.

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No desfile dava pra gente enxergar todas as propostas que Fause tem pras festchinhas do verão que vem (mesmo que na passarela apareçam bem exagerados). Tem tecido mais estruturado com pregas, dobraduras e muito volume – tipo princesa, sabe!?! Pra quem gosta de algo mais longilíneo tem tecidos molengos, como cetim, drapeados e acinturados. Tem saia mais longa na altura do tornozelo e também tem mini. Tem um obro só, bem fina. Tem cinto prateado (styling) pra deixar a cintura bem marcada. Tem brilho e transparência também (!!!) porque tem que ter. Tem franjas e tem acessórios de cabelo. Tem até tailleur (o look mais bonitinho) que é uma solução bem legal – junto com terno – pra quem não está com muita vontade de fazer parte do grupo vestido-longo-colorido do evento.

Por falar em cores, a festa de Fause é pele, prata, cinza, gelo, bem clarinha, bem nude. Essas (não) cores são super chiques, ainda mais quando a gente lembra que a maioria das mulheres acaba sempre o pretinho básico. Só precisa tomar cuidado em casamentos pra não se fazer pasar pela noiva, né!?!

E sabe o que mais que teve? Teve cinco vezes o mesmo look, que parecia o new-look (da Dior), que era bem bonito e que deixou a gente tentando entender o que aquilo queria dizer… Se alguém entendeu, explica!?!

Tags: , , , , 20.06.2009 - 19:48 | Postado por Cristina Categorias: moda e consultoria 4 Comentários

Comentários

4 comentários para "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa"

  • lelê disse:

    20 de 06 de 2009 às 23:43

    Ainda tô quebrando a cabeça tentando entender os looks repetidos…

  • Cristina disse:

    21 de 06 de 2009 às 00:44

    Aqui tem uma explicação muito boa, de verdade: http://www.spfw.com.br/noticia_det.php?c=3727
    Obrigada, Luigi!!!

  • Amanda Medeiros disse:

    21 de 06 de 2009 às 03:47

    Acho que seria uma crítica a padronização, não?! Talvez como se uma mensagem que depois da repetição ainda há a possibilidade de algo diferente surgir, sem precisar ser exagerado ou dramático ao extremo (tudo bem que o exagero bem que aparece em alguns looks). Não sei… talvez o personagem de sua criação (as tais deusas gregas) se encontrando dentro de sua real personalidade, saindo do que é comum e tocando algo mais próximo à suas vontades… ou sonhos. Afinal, no carnaval (nessa caso, interplanetário) cada um é o que quer ser, o que sonha em ser.

  • Vitor Angelo disse:

    21 de 06 de 2009 às 04:42

    ele pode ter suas razões pra fazer isso – de entrarem 5 looks idênticos – e podem servir bem ao seu discurso, ams nada impede o grande desastre que foi essa coleção. estou com medo de dorm ir hoje e ver aquilo de novo na minha cabeça… foi o pior da temporada, porque em desfile é a imagem que fica e ficou a iamgem da repetição de um erro, 5 aliás.

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