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Todos os Posts de julho de 2009
CARDIGAN FECHADINHO COM BROCHES
A gente já tinha visto esse truque de styling em ninguém mais ninguém menos que Michelle Obama – rendeu post e tudo, lembra? E a gente já tinha feito a nossa versão-tentativa com uma cliente que deixou a gente registrar tudo em vídeo (clica pra assistir/lembrar). E hoje esse jeito de fechar o cardigan com broches apareceu na vida real: no friozinho o transpassado acabou por aquecer ainda mais e as “abas” do casaquinho foram presas com três broches ao mesmo tempo. Dá pra gente fazer coordenação de tamanhos e temas e cores só com os acessórios, né? E ainda chama atenção pro meio, acintura e enche de graça. FIKADIK hahahaha! ;-)

AS “SAÍDAS” DA BALADA
Sabe ‘saída’ de praia? Vestidinho, canga, shortinho e tals? A gente começou a pensar que jaquetas sequinhas, dessas atuais, são as “saídas da balada”. Pensa que todo mundo (quase sempre) chega e sai da praia usando algum complemento. E que esse complemento tem função de proteção e de composição do look – mesmo que não acrescente calor, pode eventualmente refrescar (dependendo de material, de forma, de modelagem e mais). E nunca atrapalha o look, só acrescenta elementos pra coordenar, pra combinar, pra colorir – acrescenta interessância, além da função “protetora”. E tudo isso a gente pode ter também com jaquetinhas, não pode GENTE?

Pensa só, as jaquetinhas protegem de friozinho e também de muita-pele-de fora nos deslocamentos (de noitão, na rua né, vai saber). E se não são tão quentinhas quanto um tricô, por exemplo, também não fazem sentir frio a mais – só ajudam a enganar. (mais…)
PARTICIPAÇÃO NO ESTILO DO OUTRO
Fui ver a expo do Vik Muniz no Masp e fiquei pensando na motivação dele quando pensa/executa suas obras. Diz o próprio artista que o legal é criar imagens que façam a gente interpretar, que obriguem a gente a decifrar o que a gente vê – e desse jeito forçam a participação do público pra que a obra seja “completada”. O Vik Muniz escolhe construir imagens a partir de elementos inusitados, e quando a gente vê de longe elas parecem uma coisa, mas de perto parecem outra. E o que cada um “enxerga” depende do repertório de cada um, do senso estético de cada um e também de signos e mensagens coletivas, que possam sejam comuns a um grupo determinado pra que sejam entendidas do mesmo jeito (sabe como?). E aí que esse pensamento também pode ser exercitado nos looks e no estilo de todo mundo, não pode?!??

de longe é a betty davis, de perto é um montão de diamantes!
Tipo, quanto mais referências comuns e recorrentes a gente usa nos looks que coordena, mais a gente pode ser “etiquetado”, identificado facilmente. Enquadrado num estilo ou numa intenção a partir do que a gente escolhe vestir e de que maneira resolve usar. Ao mesmo tempo, quanto mais íntimas, pessoais e originais as referências, mais legal fica a “participação do público” no entendimento de um determinado estilo. (mais…)
LINKS PRA JÁ!
• O MyPreview toda semana aparece aqui nesse post de links e isso é um sinal, não? Essa semana a gente amou o post que conta a estoria do quase-fechamento da maison Lacroix (com imagens lindas de viver, como diria a Hebe) e o post que explica, com olhar super fashionista/super esclarecido, o estilão da Jennier Lopez – a gente AMA.
• No Moda pra ler tem post de leitura obrigatória sobre a moda praia brasileira da atualidade e sua falta de “brejeirice” – é tudo verdade, tudo super coerente. Hein, e porque será ainda não existe blog-especializado em moda praia, né? Especialidade da indústria aqui no BR e ninguém ainda se interessou (ou será que a gente é que não conhece tal blog? Alguém conhece?!??). “Fica a dica” (rá!).

• Sobre moda masculina, por quem mais entende do assunto: o Lula Rodrigues agora avisa que seu blog virou plataforma experimental de linguagens e experiências novas – tudo pra ampliar e enriquecer a conversa sobre a moda dos meninos. O próprio editor explica essa idéia e suas novas empreitadas, junto com um texto-estudo sobre essa moda para o verão 2010. TEM QUE CLICAR E LER, é aula valiosa de moda (e vale pra meninas também!).
BEM OUSADA, BEM FELIZ!
Se arrumar pra “cair na night” é mil vezes mais gostoso do que se arrumar pro dia a dia. Porque a balada permite mais brilho, mais decote, mais transparência, mais ousadia! Tudo que a gente fala aqui que é preciso usar com cautela, porque dependendo do dresscode pode não ficar adequado, é permitido na hora de sair pra beber com os amigos, dançar ou paquerar.
Então, gente, o negócio é aproveitar as nossas saídas noturnas pra exercitar nossa criatividade fashion e também ficar de olho bem aberto pra ver ideias boas que outras pessoas estão usando e que a gente pode copiar. E por falar em ideias boas…
Na Vogue inglesa sempre tem esse editorial chamado “more dash than cash”, que mostra looks de arrasar e que não custam tanto. Todas as peças são relativamente baratas, de grandes redes de fast fashion ou lojas mais populares – de lá, né!?! E o editorial desse mês é sobre roupa de balada. (mais…)











