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Todos os Posts de outubro de 2009
CUIDADO COM A FAIXA ALARGADORA
Sabe quando a gente coordena proporções diferentes de camiseta/blusa/camisa e terceira peça? Tipo quando a barra do que a gente usa por baixo fica um pouco mais longuinha do que a barra da peça que a gente usa por cima – casaquinho, cardigan, paletó, jaqueta?!?? A diferença de proporções forma uma “faixa” mais ou menos na altura do quadril que tem efeitos super diferentes na silhueta, dependendo das cores das peças e das alturas das barras, sabia?

Se as cores das três peças do look são diferentes, melhor que elas ‘conversem’ em valor – tudo escuro ou tudo claro ou tudo equivalente. Quando essas peças criam contraste entre si, a faixa pode destacar o quadril e achatar a silhueta de quem usa. E se a blusa tem a cor mais chamativa de todas (mais…)
DO TRABALHO PRA BALADA
Tinha fila e era meio caro, mas eu ainda to arrependida de não ter trazido (das minhas férias) uma jaquetinha bordada das muitas que a TopShop tem. No site dá pra ver mais um monte de modelos ótemos, tudo meio começando em 75 e terminando em até 200 doletas. Mas ó, se voltasse no tempo eu fazia o investimento: imagina que com calças e saias retinhas, em tecido natural (mesmo jeans!), usadas com camisetinhas, essas jaquetas deixa o look do trabalho uma riqueza só. E aÃ, pra emendar direto no happy hour, a sapatilha dá lugar a um saltinho, o cabelo pode render um penteado e com brincos maiores e make caprichado… o look rende até altas horas! Boa idéia pra gente ver no próprio guarda-roupa o que vale uma visita à quela costureira que tem mãos de fada pra paétes e continhas, né? Eu queria, tipo a-go-ra!

E eu queria bem essa segunda aqui da foto. Tinha em preto também, eu experimentei e tudo, mas não me animei com a fila. Bobona, né? =|
SOBRE REFERÊNCIAS E REPRODUÇÕES
Quando a gente conversa sobre se inspirar em referências a gente tá falando também sobre personalização. A gente tem que se apropriar de elementos de cada referência que ama, pra então fazer esses elementos aparecerem nos nossos looks com a nossa cara, com as nossas peças, com o nosso jeito. A referência não vale de nada se copiada igualzinha, sem tirar nem por: NÃO IMPORTA DE ONDE VEIO A IDÉIA, IMPORTA PRA ONDE A GENTE LEVA ESSA IDÉIA! O que a gente adora numa imagem tem que ser adaptado pro nosso estilo de vida, pra agenda do nosso dia, pro nosso corpo e pras nossas vontades. Autenticidade é isso aÃ, na prática.

Também não tem graça ter um muralzão (ou uma pastona no computador) com mil referências legais – de looks, de arte, de coordenações de cores etc etc etc – se a gente não reproduz essas referências do nosso jeitinho-autêntico-de-ser. Uma idéia ruim colocada em prática é ainda melhor do que uma idéia maravilhosa que não sai do papel, que não ganha vida própria (em frente ao nosso espelho!). (mais…)
LINKS QUE EU TO AMANDO
Vou dividir os links que mais têm me feito feliz na internê (nos últimos tempos) e em troca eu adoraria conhecer os links que vocês tão amando também. To esperando links nos comentários, sejam generosos! E bom fim de semana pra todo mundo! ;-)
• A MTV americana tem agora um site que percebe coisas legais que podem interessar todo mundo, especialmente nós xóvens. É tipo de tendência mas falar de tendência assim, nessa conotação wgsn, acho meio out – anti-tendência (HAHA). Chama MTV Sticky e eu visito pelo menos uma vezinha por semana.
• DelÃÃÃcia das delÃcias é o Shhh.fm do Jackson Araújo: imagina que a pessoa que sabe super muito de moda música comportamento consumo design coisas incrÃveis faz posts acompanhados de playlists! Cada “estória” aparece com um player que toca uma seleção com o clima do que se lê – esses players tão cheios de bandas novas, versões diferentes, sonzinhos delÃcia mesmo. To viciada, fica aberto full time enquanto eu to no computador. Te recomendo. ;-)

PRA CRIAR ILUSÃO DE CINTURA
Tem forma de corpo e forma de roupa. E tem como um ajudar o outro. Presta atenção nesse exercÃcio – fácil fácil de experimentar em casa! – que faz com que a forma da roupa ajude a forma (e o volume!) de quem tem ou tá com uma pancinha:

Quanto mais “redondinha” a gente tá, mais linhas retas a roupa pode ter: casacos usados abertos, todo mundo sabe, são os melhores amigos de quem quer criar ilusão de cintura. Terceira peça que salva e equilibra tipos fÃsicos! Nessa de escolher terceiras peças abertas a gente acaba usando capinhas folgadas ou cardigans de tricô – um aumenta a silueta pros lados e outro segue a “forma redonda” de quem tá acima do peso (que se quer ter). (mais…)
EMAILS DIÃRIOS DA RACHEL ZOE
O final da segunda temporada (lá fora) do reality show da Rachel Zoe deixou no ar que a stylist tem planos sérios de dominação do mundo: já saiu linha de bijús, coleção de peças feitas de pele e pêlos (tudo falso né) e tem coleção de roupas, óculos, bolsas e coisas de casa pra sair. Antes desses pequenos-aproximadores-de-universos-distantes aparecerem aqui perto da gente, as escolhas da power-stylist podem chegar todo dia por email, pra quem quiser: o site da RZ envia, todo dia, um “Rachel Zoe Report”!

A “cartinha” mostra achados selecionados pela Rachel Zoe (ou pela equipe dela, né, vai saber) tipo peças de roupa, maquiagem, acessórios, livros, objetos de casa, comidinhas, filmes… meio que levando a gente pra mais perto da stylist. E, como quase sempre o “achado” é um pouco mais caro do que a gente gostaria que fosse, logo no fim do ‘report’ tem um quadrinho chamado “universo paralelo”: nesse quadrinho tem sempre um achado equivalente ao escolhido pela RZ só que mais barateenho. Uma graça, de verdade. (mais…)
CHIQUE SEM ESFORÇO
Até parece!!! Ficar chique exige esforço, sim! Mas dá pra fingir que não deu nenhum trabalho, sabe!?! É super bacana sair com aquela cara de sou-naturalmente-bem-vestida-assim-e-nem-demorei-quase-uma-hora-pra-me-arrumar, não é!?!
Olha só onde está o chique: nos materiais (sempre eles!) de super qualidade, e que transparecem isso; na coordenação de cinza + branco + preto que é mais que clássica; no paletó tipo jaquetão com abotoamento duplo (pura alfaiataria); no uso inteligente da “terceira peça”; nos óculos grandes que sempre vão nos lembrar Ãcones tipo Jackie Kennedy ou Holly Golightly; nos cabelos super brilhantes e com cara de bem cuidados.
E o “sem-esforço” está no caimento folgado, com cara de super confortável; na modelagem saruel da calça oversized; no tênis mais que básico; no cabelo preso de um jeito displicente; na camiseta de malha; no sorriso mais que gostoso e atitude de quem curte a vida; na fórmula tão simples, mas tão esperta de coordenar o refinado com o esportivo.
Chique, não!?! E quase sem esforço!!!
FESTONA PÉ NO CHÃO
Lembram do post sobre a não obrigatoriedade de usar saltão? Pois ele rendeu um monte de pedidos de dicas pra montar um look “festivo†usando sapatos sem salto. Aà a gente fez uma galeria com um monte de idéia esperta pra quem não quer ser refém do saltão – em mil montagens!
O mais legal é que tem situações em que o salto é dispensável de verdade! Num casamento de manhã, numa praia ou num jardim, por exemplo, não faz muito mais sentido todo mundo estar bem confortável? É a proposta do lugar! E à noite, claro, também vale. Tem tantas rasteirinhas e sapatilhas tooodas brilhosas e cheias de detalhes que deixam até um vestido basiquinho com uma cara super atual (mesmo!).

Sem contar que, por ser sem salto, dá mais coragem de ousar e usar (mais de uma vez!) um sapato mais “trabalhado”: brilhos, tachas, paetés, rendas… Vale tudo! Vamos usar a Barbie de papel como inspiração (brincadeira favorita na infância!) e ver como dá pra brilhar sem salto em festona? Tudo na galeria!
OBSESSÃO DO MOMENTO POR…
… branco! Já repararam como branco é chique? Branco fica muito lindo coordenado com outros tons neutros bem clarinhos tipo nude, cáqui, bege ou gelo. Branco e preto – ainda mais quando o preto entra só pra pontuar – é super moderninho. O cuidado que a gente tem que tomar com o branco é procurar peças com formas ou texturas bem impactantes e elegantes, materiais de muuuuuuuita qualidade ou coordenações originais pra não ficar um look muito chinfrim. Porque look branco bacana é o que tem cara de poderoso, não de dia-a-dia!
O branco ainda funciona como um ponto de luz e acontece que quem se veste de branco acaba super se destacando na multidão! E tem uma coisa de simplicidade no branco, não tem!?! Ultimamente essa Oficina tem achado que tudo que é mais simples é bem mais legal!!!
TEORIA ROBIN HOOD PARA EQUILIBRAR SILHUETAS
Melhor do que pensar em formatos de corpo (pêra, maçã, uva, salada mista) é pensar que a gente sempre tem um pedaço da silhueta maior, mais “pesado visualmente”, que chama mais atenção. Pode ser peitão, pode ser bração, pode ser uma pochete-natural na altura da cintura (haha!) – geralmente é isso daà que a gente quer disfarçar com o que escolhe vestir. Não é? Ao mesmo tempo, tudo que a gente veste pode ter forma, estampa, textura, cor (colorida), detalhes e mais… ou pode ser bem liso, retinho, sem volume e em cor neutra. A nossa novÃssima teoria Robin Hood – haha! – quer ajudar todo mundo a compensar escolhas e equilibrar silhuetas com o seguinte pensamento: tirar de quem tem mais e dar pra quem tem menos.

Tipo, quem tem mais quadril vai escolher menos elementos pra essa parte da silhueta e vai encher de coisas nas outras partes – nas que tem ‘menos’ volume. Daà o quadril vai ser coberto com saias e calças e bermudas bem lisas, em cores neutras, retinhas e sem frufrus demais; ao passo que
a parte de cima da silhueta pode ter bolsos, ser coloridona, ter pregas e drapeados e rendas e tachas e tudo que se quiser. Outro exemplo: quem tem ombros super largos pode tirar atenção dessa riqueza de largura pra chamar mais atenção nas partes pobres de largura: blusas e vestidos com ombros super básicos fazem com que o que veste cintura e bumbum e quadril e aé barras de saias sejam chamariz de olhares, cheias de mil “atraidores de olhares”.
Vale pra tudo, do jeito como a gente quiser aplicar! É só fazer a conta dos ‘ricos’ e dos ‘pobres’ (e também do que tirar e do que dar) tendo em mente volumes e larguras de silhueta x elementos de design de cada peça de roupa. E ainda rende umas risadas, né?












