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Todos os Posts de abril de 2010
LIÇÕES DE PROFISSÃO COM MARCELO GOMES
Lembram dessa série de posts chamada “Lições de Profissão”? Um ano atrás a gente perguntou pra amigos de áreas diferentes do mundo da moda sobre suas profissões, suas trajetórias, de como é o dia-a-dia e mais: a conversa rolou com uma editora de revista, uma jornalista/fazedora de evento, uma stylists, um editor de site e um super produtor de moda. Agora a gente resolveu “investigar” mais gente, mais possibilidades, e quem se interessar pode ter, por esses posts, uma visão geral – e realista! – de como as coisas no mundinho funcionam.
Quem retoma a série com a gente é o Marcelo Gomes. Ele é fotógrafo e conhece bem o trabalho com moda, já trabalhou com as revistas mais legais daqui do Brasil e de fora (tipo a Key, a FfwMag, a Nylon, a Dazed and Confused, a Vice e maaais) e seu segundo livro acabou de ser elogiado na Bazaar! A qualidade maior do Marcelo, no entanto, não é a experiência mas a sensibilidade – tem que conhecer o trabalho dele pra entender que essa é uma fotografia especial (mais aqui). E vê só como ele tem o pé no chão!

COMO VOCÊ COMEÇOU?
Comecei a brincar de fotografar em 2004, 2005. Trabalhava numa revista em Nova Iorque chamada Index, e fotografia era uma parte muito importante da revista e muito fotógrafos notáveis trabalhavam com a gente, entre eles: Wolfgang Tillmans, Juergen Teller, Mark Borthwick, Ryan Mcginley, Terry Richardson, Takashi Homma, e vários outros. A revista tinha uma diagramação muito simples, e um conceito também relativamente simples. Cada edição (a revista saÃa 5 vezes ao ano) consistia de 6 entrevistas longas (mais ou menos 6- 8 páginas) com personalidades das mais diversas. Na mesma edição você podia encontrar entrevistas (sempre em formato “pingue-pongue”) com o Morrissey,Helmut Newton, e Howard Zinn (um grande historiador americano)  e por causa da simplicidade da diagramação a fotografia se sobressaÃa bastante, tanto pelo tamanho da revista quanto pela liberdade dada aos artistas que colaboravam. Fiz algumas fotos pra Index ainda sem saber direito o que fazia, e depois saà de lá pra ser assistente de fotografia. Fui assistente por dois anos, quando em dezembro de 2007 decidi que ia fotografar profissionalmente.
O QUE ESTUDOU E O QUE ACHA MAIS IMPORTANTE ESTUDAR?
Eu sou formado em Ciências PolÃticas pela University of Iowa. De certa forma acho bom não ter feito artes plásticas (até mesmo porque na época não passava pela minha cabeça fazer algo do tipo), gostei muito do meu curso. Achava que seria um diplomata. Acho muito difÃcil dar este tipo de conselho porque cada pessoa funciona de uma maneira. Sei que aos 17 anos de idade (que foi quando entrei na faculdade) eu não era adulto, nem estava preparado pra tomar decisões reais em relação ao que seria da minha vida. Era muito imaturo e no meu caso, acho que precisava daqueles 4 anos mais para amadurecer do que para escolher o que fazer profissionalmente. Mas acho que é importante se aprofundar em alguma coisa, pode ser Botânica, Direito, ou Letras, com tanto que você nestes 4 -5 anos aprenda a pensar, e desenvolva sua capacidade analÃtica.
QUANTO TEMPO LEVOU PRA ‘DAR CERTO’ (FINANCEIRAMENTE)?
Isto também é bastante relativo, tem meses que eu acho que dei super certo financeiramente (ha!) e tem outros que nem tanto. O que provavelmente significa que ainda não posso dizer que sou monetariamente solúvel, lÃquido, saudável. Mas tenho esperança que isto se isto se resolva em breve.
O QUE MAIS AMA NO TRABALHO COM MODA?
Eu gosto muito de roupas, cores, e formas mas não diria que gosto de “moda” como a maioria compreende o termo. Tendência, cor da estação, comprimento da temporada, todas estas coisas são extremamente maçantes, na minha opinião. Tenho muito gosto por fotografar peças de acabamento e caimento perfeito, tecidos que nunca de fato luxosos, assim como gosto de fotografar boas idéias de estilistas jovens. Sou muito interessado pela parte de engenharia de moda, que é encarregada de fazer peças extremamente bem acabadas em quantidades médias-grandes, acho o processo fascinante e acredito que as pessoas que conseguem viabilizar em séries numerosas peças extremamente complexas sÃ¥o verdadeiros gênios (assim como os estilistas que criam estas peças-piloto). Esta parte técnica e de real artesanato é pouco valorizada no Brasil, o que é chato.
O QUE MENOS CURTE NO TRABALHO COM MODA?
Acho que respondi acima. Mas no sobre o que eu faço não tenho muito do que reclamar, existem trabalhos mais legais que outros, e é assim mesmo, é como quem vai pro escritório, ou é jornalista, ou farmacêutico, existem dias bons e dias ruins, pessoas interessantes e pessoas desagradáveis em qualquer profissão, e quem trabalha com moda (apesar da maioria achar o contrário) não faz algo mais perto dos céus que qualquer outra pessoa. Como quem vê as revistas de vez em quando esta parte da digestão, o mastigar da moda não me interessa e nem me agrada, e acho que há um certo charlatanismo em apontar tendências que ou já existem ou se unem a 128 outras “tendências”. Há uma certa demagogia no jornalismo de moda (no que toca a triagem pós semanas de moda) que sempre passa desapercebida das pessoas.
QUE APRENDIZADO PODE DIVIDIR, EM FORMA DE CONSELHO, COM QUEM QUER SE AVENTURAR PELO MUNDO PROFISSIONAL DA MODA?
Seja você mesmo, mas nem sempre diga o que você pensa, por mais sincero que seja. Seja educado, interessado, e tenha paciência. E se você realmente quer ser bom no que você faz (seja você um stylist, fotógrafo, estilista, maquiador, alfaiate…) não seja só o que você faz. Não se defina pela sua profissão. As pessoas acham que trabalhar com moda é algum tipo de chamado divino (e não é). Se você se encontra na festa de natal da famÃlia da sua namorada e o primo fazendeiro dela só fala de bois e vacas você se acha no direito de achar um porre, mas por que é aceitável que o seu único assunto seja sempre moda (ou a vida das outras pessoas que trabalham com moda)?
Na quinta-feira tem mais Lições de Profissão com Dani Valadão, que comanda o departamento de marketing da Gant aqui no Brasil. Uhú!
DECIFRANDO AS ETIQUETAS
Todas as nossas peças de roupa (ou quase todas) são feitas de tecido, feitos de fibras. Essas fibras podem ser divididas em dois grandes grupos: o das fibras naturais e o das fibras artificiais/sintéticas. E esse post é um complemento (ou uma “segunda parte”) desse outro post (clica!), que conta das propriedades, facilidades e diferenças desses grupos, com prós e contras de cada um. Vai ser mais eficaz e vai fazer mais sentido ler primeiro aquele lá pra depois voltar e ler esse daqui – pra então todo mundo incluir a leitura das etiquetas das peças como parte do processo de escolha e compra!
Acontece que essas fibras vêm de lugares diferentes, são manipuladas e trabalhadas de jeitos diferentes, mas tem nomes bem definidos na hora em que viram ‘produto final’. Esses nomes são os que aparecem nas etiquetas internas das roupas (nas costuras laterais, geralmente), que deixam a gente conhecer a composição de tudo que confecciona a peça. Então pra escolher certeiro a gente tem que conhecer esses nomes e o que eles significam. Veja:
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS NATURAIS
Algodão, linho, cânhamo, rami, lã, cashemere (ou caxemira), angorá, mohair, alpaca, seda. Contam como fibras naturais o que não é tecido mas também pode confeccionar peças/detalhes/acessórios: peles, couro, camurça, nobuck, sisal, palha.
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS SINTÉTICAS
Poliamida (ou nylon), lycra, acrÃlico, poliéster, spandex (ou elastano), microfibras, tactel.
No meio desses dois grupos tem as fibras artificiais, intermediárias das sintéticas e das naturais porque tem um pouco de cada uma – tanto no jeito de extrair/produzir quanto nas propriedades e jeitos de usar. Essas fibras são tiradas de árvores, são de celulose, e então são manipuladas com substâncias quÃmicas pra render tecidos. Ó:
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS ARTIFICIAIS
Raiom, acetato, triacetato, lyocell, viscose, modal, tencel.
Repara que quando a gente conhece esses nomes – e quando a gente sabe o que cada um singifica – é mais fácil escolher o tecido certo pra cada temperatura, ocasião, combinação, estilo e mensagem. E ainda é possÃvel pensar em custo benefÃcio do que tem mais fibra natural, mais fibra sintética, no que é legal investir mais ou um pouquinho menos e tals. No geral a gente trata tudo como natural ou sintético, mas tem tanta coisa no meio, né? Bom pra gente ser mais e mais seletiva nas compras!
TODO MINI-ESFORÇO VALE A PENA
Imagens de revistas, de sites de streetstyle e (hoje em dia) de veÃculos que fotografam celebridades super abastecem nosso repertório pessoal de referências de moda. Tudo que a gente vê e acha bonito tem a ver – de algum jeito! – com a gente mesmo, já que rolou toda uma identificação. AÃ, o que importa de verdade, é achar o que tem ‘da gente’ em cada referência que encanta e SER a gente com essa informação. Tipo porque encantou, no que essa referência tem a ver com a nossa vida, do que a gente gosta mais na imagem, em que circunstâncias seria perfeito exercitar as idéias da referência. E procurar esses sentidos (subjetivos mesmo!) nas peças de roupa que a gente já tem ou no que a gente vai comprar.
Porque é isso, né, re-fe-rên-ci-a: querer ser igualzinha à qualquer imagem de moda (que é produzida, iluminada, especialmente cuidada de jeito diferente da vida real) é como “ver o Fred Astaire no cinema e achar que pode sair dançando como ele - quando na realidade parecemos hipopótamos”. A gente não tem que ser a referência, a gente tem que se inspirar nela – e ser quem se é! E procurar/achar sentido. E se esforçar pra exercitar esse gosto no vestir do dia-a-dia. Qualquer pouquinho de energia que a gente coloque nisso não só já faz diferença como também vale muito a pena. Fica a dica pra semana: experimentar com sentido, sendo quem a gente é, com a informação que a referência acrescenta. ;-)
LINKS PRA ANIMAR O FIM DE SEMANA
Elas viajam e a gente viaja junto: todo um time de blogueiras tá em NY ao mesmo tempo – todas atualizando seus endereços de internê com mil novidades consumistas. Clica pra acompanhar as aventuras de Dia de Beauté, Garotas Estúpidas, Ana Paula Pedras e Chata de Galocha – e pra lembrar de como foi a estada da Thereza do Fashionismo no ano passado!
O filme e o clique valem a pena (e a musiquita é fooofa!!!): assisti essa semana Na Natureza Selvagem só porque vi esse mini-editorial com colagem e música, tudo junto, no UgaUgaGuga.
Coisas que a gente nem se dá conta mas que fazem parte da nossa vida de todo dia em frente ao espelho: lista com as dez criações que mudaram os rumos da moda, no site da Veja (via Favoritos).
Se for isso mesmo a gente já pode mandar fazer camiseta de torcida: Ugly Betty pode ganhar uma versão longa-metragem pros cinemas, vê no Tá na Vitrine! Mais: post super fofo por conta do último capÃtulo da série, feito pela Thais Losso. ;-)
O texto mais bonito que há sobre a morte do Alexander McQueen (e o que a gente pode conscientizar pra se deixar mais leve, especialmente em relação à moda) tá no Dus Infernus.
Um dos blogs de estilo pessoal mais legais daqui do Brasil mudou de endereço: atualiza nos seus favoritos o endereço do antigo Les Choses que J’aime que agora é Fashion Gone Wild.
Quando uma coisa começa a aparecer muito falta pouco pra gente querer usar, né? Tem uma tag ‘chapéu’ aqui no blog e a gente contou dessa onda de cabecinhas cobertas no blog da Triton. Mais: teve post sobre chapéus de feltro, fofÃssimos, no Porcinas.
COMPRIMENTOS DIFERENTES NAS MANGAS
Só de ter barras em alturas diferentes as peças usadas juntas já acrescentam interessância no look – e ainda rendem possibilidade de coordenar estampas, cores, texturas, volumes… E quando tem esses elementos todos na produção, as mangas (por si só!) funcionam como acessórios! Super bom pra quem quer desviar atenção da parte de cima do look (peitão-ombrão) – quem quer disfarçar quadril procura coordenar tons próximos pra nada se destacar tanto. Fica a dica pro exercÃcio anti-monotonia-fashion em frente ao espelho! ;-)

LENÇO SEM (TANTO) VOLUME
O jeito de amarrar lenços que a gente mais vê (e faz com as clientes!) é esse em que o lenço é dobrado na diagonal, em forma de triângulo, e fica sobre o colo de quem usa. A gente ainda passa as pontas pra trás do pescoço e depois pra frente de novo – pra então dar um nozinho logo abaixo do pescoço. Isso tudo rende um volumão perto dos ombros e do peitinho que não é tão legal pra quem tem a parte de cima da silhueta mais pesada (visualmente). Então tá aqui no vÃdeo uma alternativa pra quem se acha grandona em cima usar lenços também, e ser feliz com eles. <3
Segredo pra esse jeito de usar o lenço é deixar uma folguinha no pescoço, pra alongar o rosto e não ficar com aparência de “sufocada”. E mais: no vÃdeo tem também o advento do “anel de lenço”, um acessório criado pela Hermés mas que é bem baratinho em versões genéricas – e tããão legal! Olha só!
CARDIGAN COMO BLUSA!
Se a gente prestar atenção, a moda dos meninos pode render um tanto de inspiração pros guarda-roupas maaaais femininos de todos. Adaptando ideias a gente consegue achar até sensualidade num ou noutro insight, tipo na imagem aqui embaixo: que delÃcia usar cardigan sobre cardigan assim, como blusas sobrepostas! Repara que os cardigans são super fininhos (o de cima é até transparente!), que os decotes deram super certo (sem tapar demais apesar de usados um por cima do outro) e que botõezinhos sempre dão sensação de “facilidade pra abrir” (haha!). Dá pra fazer, ainda, um jogo fuefo de proporções com as mangas – tipo uma mais longuinha e a outra puxada pra ficar mais curtinha por cima, sabe como?

E aà as coordenações de texturas, estampas, decotes, mangas, barras e tals ficam infinitas – tudo depende da vontade de quem usa. E se as peças são levinhas-levÃssimas, rende look bom de calor: uma fofura imaginar essa sobreposição de cardigans com shortinhos, com bermuda, com saia e com calça curta. A gente viu, tempos atrás e na vida real!, o cardigan usado como blusa por baixo de paletó – clica pra lembrar que vale. Agora essa imagem daqui pode incentivar uma “versão calor” do look, né?
NEUTROS MAS NADA-NADA TRISTES
O trabalho do pintor Di Cavalcanti (1897-1976) tem tudo que a gente entende de brasilidade. Suas pinturas tem gente alegre, tem verde, tem música e dança e nada disso parece folclórico demais, caricato. Diz que Di Cavalcanti era apaixonado pelo Rio de Janeiro, fascinado pelo carnaval. Mais legal de é que o carnaval do artista nada tem de pejorativo – ideia que à s vezes a palavra pode carregar. Sabe quando alguém diz “nuóóóssa que carnaval esse look, hein”??? Então, nas pinturas que Di Cavalcanti fez pensando nesse tema, o carnaval aparece brasileirÃssimo, cheio de formas e pele à mostra, de movimento e de alegria – mas também MOINTO chique, muito elegante, sóbrio sem ser sisudo, contido sem ser chato. Pra gente pensar que coordenação de tons neutros pode sim ter cara de paÃs tropical, né? E se a gente é produto da história e do meio, neutros tem sim a nossa cara!!! ;-)




PRA USAR CALÇAS DE CINTURA ALTA
Calças com a cintura lá no alto são super femininas. Pensa: calça é de menino, veio do guarda-roupa deles – calça que marca/define a cintura é só de menina! Cintura deslocada pra cima do seu lugar “anatomicamente” certinho significa sensação de pernas super longas, então por consequência as calças com cintura alta também acabam afinando visualmente a silhueta inteira! Isso pra quem tem ombrinho, peitinho e tudo no lugar: a cintura alta faz o tronco parecer mais curto, meio um caixotinho, e quem tem ombrão (alô meu grupo) ou peitão ou a parte de cima do corpo mais pesada visualmente pode encontrar dificuldade pra usar o modelón.

Nada que não se resolva com a lei da compensação – se não fica bom de um jeito, a gente compensa de outro. Usar partes de cima e de baixo nos mesmos tons, em visual monocromático, já minimiza qualquer efeito desequilibrador (haha). Também vale usar a blusa por dentro da calça, como tem que ser mesmo (pra que a cintura alta apareça, né), e uma terceira peça mais longuinha por cima, abertinha formando um vão vertical ao longo do tronco. Tipo um cardigan, um paletozinho, uma jaqueta e tals. Mas o principal é não apertar demais a parte de cima do look – roupa justa demais faz tudo parecer maior do que é. O caimento tem que ficar próximo do corpo mas solto, sem grudar. Formô?
E, como no resto todo da vida, o que é ruim pr auns pode ser incrÃvel pra outros. Quem quer valorizar seios vai sempre ser feliz com calças de cintura alta – que funcionam quase como o decote império dos vestidos! E, brasileiras que somos (todas), é bom prestar atenção no caimento da calça no bumbum pra não ficar com pandeirão. Pra gente (opinião pessoal da Oficina de Estilo) calça de cintura alta precisa ser mais ampla, ter pernas largas, ter folga. Quando a calça fica justa no bumbum o resultado pode ser meio desastroso, já que a gente tem curvas e quadris que a cintura alta teima em amplificar.
((A gente tem super forte na mente a imagem das calças jeans justésimas com cinturas nas alturas que as moças usam nos sites de streetstyle importados. Mas né, suecas e belgas não tem corpinho violão, podem usar até skinny se quiserem. Já a gente… vixe.))
E aÃ, calças amplas ficam mais legais com salto – porque né, tudo que é amplo na parte de baixo acaba achatando quem usa. E bocas largas demandam cuidado extra com o comprimento da barra – que dá super certo bem pertinho do chão, cobrindo bem o sapato. Calça de boca larga com barra curta estraga o look, gente. Pras altas funciona com sapatilhas e rasteirinhas (sortudas!), e a barra pertinho do chão vale pra elas também.
Bom quando tem uma tendencinha que vai ao escritório também, né? A gente acha, inclusive, essa imagem super poderosa pro profissional: a cintura alta e as pernas amplas formam um conjunto de elementos super elegantes! E se a gente já não aguenta mais o combo regatinha + saia de cintura alta, as calças com a cintura lá em cima ainda rendem ótimas idéias de uso! Claro que as saias não precisam ser banidas de todos os armários do mundo, né gente, mas vale pensar além da regata branca com a sainha preta. Escolher o que vestir é uma das poucas coisas que a gente faz na vida sem precisar pedir/dar satisfação pra ninguém, vamos aproveitar pra ser diferentes do resto todo em volta!
NA CABEÇA E NA DECORAÇÃO
Olha a gente podia torcer pra onda de chapéus pegar MESMO porque né, não seria a coisa mais fofa de todo o universo ter uma parede decorada assim em casa? Bem pertinho da porta mesmo, pra finalizar toda e qualquer produção – imagina? Tipo se arruma, fica pronta e antes de sair saca um chapéu lindinho e arrasa. A gente tá se animando com chapéus, viu: tem post hoje no blog da Triton sobre a nossa teoria da popularização desses acessórios tão com cara de Brasil. E logo logo tem mais post aqui no blog!














