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Todos os Posts de novembro de 2010
PARAÃSO DOS COLARES INCRÃVEIS
Ontem a gente conheceu a Blao, lojinha na Vila Madalena especializada em colares muito muito legais. A idéia é simples: duas irmãs apaixonadas por esse acessório, que garimpavam modelos pra elas mesmas, resolveram dividir com todo mundo as lindezas que achavam. Hoje elas trabalham com 65 (!!!) fornecedores de várias partes do mundo, que trabalham com os mais diversos materiais – e o resultado é um lugar com paredes cobertas por acessórios de todo tipo, pra todos os estilos, pra toda ocasião. A gente adorou!

A melhor parte é que os preços da Blao são super amigos: o colar mais caro da loja custa R$ 260, em argolas de chifre de búfalo direto do vietnã pra cá. E tem colares em tecido, em resina, em acrÃlico, em cerâmica, metal, neoprene, couro, tricô, tartaruga e mais. Nenhum design é parecido com o outro, e ao mesmo tempo todos são bem marcantes de algum jeito. Mais mulher e menos menininha, mais cheios de personalidade e menos “sou fofinha”. Tipo de não passar despercebido mesmo!

A gente foi até lá pra conhecer e pra apresentar o poder do acessório impactante pra uma cliente (na foto com a gente, ó!), e também não saiu sem fazer uma comprinha. E o passeio rende outros passeios, que a loja fica no quarteirão de outras tantas lojinhas legais da Vila. As fotos ótemas desse post foram tiradas pela Juliana Cunha e  - tchanananaaam – a Blao vende também pela internet! Prepara o coração e clica!

A Blao da vida real fica na rua Aspicuelta, nº 251, entre a rua Girassol e a rua Harmonia, na Vila Madalena. E esse post não é patrocinado nem nada, infelizmente! ;-)
CANAL PARA GORDINHAS
O site da revista Marie Claire americana tem um canal recheado de matérias especialmente pesquisadas e pensada para gordinhas – comandado por uma repórter/stylist gordinha das mais lindas. O canal é a casa online da coluna que ela tem na revista, chamada “Gordinha num mundo de magras”, e tem dicas dos melhores acessórios para quem é grande, looks bons pra quem trabalha em escritório, top modelos bacanas de botas pra quem ter uma pernona e mais. Virou referência aqui pra gente, então vale dividir, né?

Ashley Falcon, dona da coluna, vai à s semanas de moda e seleciona o que ficaria mas legal em tamanhos grandes, vai pras lojas provar jeans sequinhos e divide no site quais os melhores modelos pra quem tem curvas (diz que essa marca Svoboda é sensacional pra gordinhas, viu!), conta como escolher a melhor lingerie e tals. Diz numa das colunas que gordinhas intuitivamente tem calbelo mais longo (alô eu mesma deixando o meu crescer…significa?) e que assim peitinhos, barriga e quadril já ficam em segundo plano. A stylist divide até dicas de maquiagem: sabia que usar um pouquinho de bronzer logo embaixo do maxilar disfarça o papinho? Tá fácil angariar umas dicas – boas! – de lá pra vida real, viu. Dá-lhe google translate!
LINKS DE FIM DE SEMANA
A Constance Zahn fez uma seleção afiada de referências de bolsinhas – todas lindas! – pra casamentos e formaturas e festonas nesse fim de ano – inspiração formal de calor!
Maravilhoso o post do Futilish com referências visuais das cores mais faladas do momento – e com todos os nomes que elas podem ter! Vale o clique e podia ter um desses a cada temporada!
A revista Made in Brazil é tá no nosso top 3 publicações mais amadas, bonitas de se ver, honestas e brasileiras de verdade – e o número 2 tá sendo lançado agora!

O Projeto Ateliê de [Ciber]Costura tá fotografado e explicadinho (com link informativo e tals) no Vitrine RG – ponto pra quem tá em SP e pode visitar na vida real além de conhecer pela internê. ;-)
Quem faz faculdade de moda aprende que “modelo ideal” tem que ter oito cabeças e meia de medida – no Plasticky tem um post todo revolts (e super fundamentado) explicando essa medida e o possÃvel por quê do desenvolvimento de numerações muito erradas na nossa moda. Muito muito legal!
Olha no Style-a-Holic que fofura as fotos que a Amy Winehouse fez como modela da Fred Perry! Ai que saudade da Amy boa! <3
O Chata de Galocha deu dica de um site de streetstyle muito legal, super bom quando a gente varia referências, né? E fotos de looks legais nunca sõa demais. ;-)
Diz no Aqui só tem Bafón que a Rita Lee vai fazer um bazar com peças de uso pessoal e de figurinos, tipo dos importantes desde os Mutantes e tals! Programão!
ALGODÃO É MATERIAL DE LUXO SIM!
Diz nessa matéria do New York Times que agora é a hora da gente prestar atenção em materiais naturais e adquirir peças feitas em algodão – tipo investimento mesmo. A indústria da moda tá lidando com um super aumento do valor desse material há dois anos, mas diz que é no ano que vem que o bicho vai pegar pra valer: roupa 100% algodão vai ser luxo de verdade! E mais: a matéria diz que, de agora em diante, a gente vai ver mais e mais fibras sintéticas (acrÃlico, poliéster e afins) misturadas na composição dos tecidos.

O que acontece é um desequilÃbrio na equação ‘oferta x demanda’. Durante a crise do mundo as compras diminuÃram, e depois, quando as pessoas voltaram a comprar, a China e a Ãndia (super produtores de algodão no mundo) sofreram com inundações que restringiram super  a produção. A demanda cresceu exatamente quando não dava pra produzir tanto, o que gera especulação, que por sua vez gera alta nos preços. Enquanto tudo isso acontece, quem compra roupa tá mais e mais educado, fazendo escolhas refinadas, procurando especificamente por materiais naturais… e o mercado não dá conta de suprir a demanda do jeitinho como deveria ser há pelo menos dois anos – veja só!
Diz que em dezembro do ano passado o algodão bateu recorde de preço alto, reflexo de medo de situações climáticas adversas que poderiam afetar a produção da China (alô temperaturas doidas do mundo). E aà que, se o algodão tá super caro, quem confecciona as peças procura baratear o produto final usando aviamentos e acabamentos de custo inferior – que pra não terem qualidade também inferior tem sido pesquisados/desenvolvidos por equipes inteiras somente dedicadas a isso (diz que).
A gente tem é que pensar se tá todo mundo preparado pra pagar caro por roupas de algodão. E olha, se a gente se acostuma agora a comprar materiais sintéticos e faz o mercado trabalhar assim, o algodão sobe mais ainda de preço no futuro e vai desaparecendo aos pouquinhos. Pensa bem da próxima vez que encontrar um vestido incrÃvel feito 100% de algodão, que luxo de verdade é ter material natural e toque bom em contato com a nossa pele o dia todo, né?!??
Daniella Zylbersztajn e a exclusividade do bem
Quando Daniella Zylbersztajn e as Oficinas se conheceram, as dimensões eram outras. Daniella tinha uma produção super reduzida, atendia cada cliente de forma personalizada, tinha tempo de namorar o processo de confeccionar cada uma de suas bolsas.
Por outro lado, a Oficina de Estilo também seguia outras proporções. O tempo era maior, havia menos clientes.
Alguns anos se passaram e as duas (ou as três) tiveram que repensar suas formas, tiveram que viver aquela fase meio adolescente, quando a gente nunca sabe direito o nosso tamanho e sai se esbarrando por aÃ.
As duas empresas e as três moças cresceram só para reafirmar aquilo que a gente já sabia: que o nosso foco – tanto da Oficina quanto da Daniella – é o personalizado, o exclusivo. Não aquele exclusivo que pressupõe exclusão de alguém, mas aquele que pressupõe a nossa individualização. Nesse mundo cheio de it-xerox, não tem nada mais luxuoso do que ser individualizado.

A gente ama tanto as bolsas da Daniella porque elas falam de uma exclusividade e de um luxo que não tem nada a ver com bolsa com nome de gente, com bolsa com número e fila de espera. Você usa uma bolsa da Daniella e quem te vê na rua não sabe o quanto você pagou, não tem uma listinha mental de celebridades que apareceram com ela. A pessoa sabe apenas que é tudo muito fino e muito original.
A Fê, por exemplo, tem uma bolsa da Daniella que é uma coisa de outro mundo: ela tem formato de peixe e cada escaminha é feita de um tipo de couro diferente. Esse é o luxo que a gente quer pra nossa vida!

No meio de todo esse processo de descobrir seu tamanho e a força do seu trabalho, a Daniella Zylbersztajn passou um tempo produzindo muito esporadicamente. Agora ela está de volta à ativa com um trabalho super amadurecido que nos deixou impressionadas.
Se os trabalhos anteriores da Daniella eram coloridos, tinham uma sofisticação mais puxando para o lúdico e para o juvenil, os trabalhos atuais são sóbrios, têm uma elegância de mulher mesmo. No meio da nossa entrevista, quando a Dani abriu a malona para mostrar o que tem feito, a Fê, a Cris e duas clientes via Blackberry surtaram!
Cada bolsa demora entre seis horas e dois dias para ser produzida. 20% da produção da Dani vai para lojas como Fernanda Yamamoto, Kosii e Angelina Vai à s Compras. Os outros 80% são vendidos diretamente à s clientes que procuram ela e ainda fazem personalizações e escolhas de cor. A melhor parte é que o preço desse luxo todo está super compatÃvel com os das outras bolsas de couro vendidas em série nos nossos shoppings: a peça mais barata custa R$ 460 e a mais cara R$ 1.200.
A TAL ALFAIATARIA
A gente fala muito em alfaiataria por aqui. Muito, mesmo! A gente também fala muito pras clientes e de repente a gente se tocou (ou alguém deu um toque na gente!) que nem todo mundo é obrigado a saber o que a gente quer dizer quando fala alfaiataria. Ufa!

Então é o seguinte, quando a gente mencionar nos nossos textos termos tipo calça-alfaiataria, bermuda-alfaiataria, tecido de alfaiataria a gente está se referindo a peças de roupa que têm alguma referência do terno masculino. Pode ser o corte mais reto, o tecido tipo lã fria, as padronagens (risca-de-giz, prÃncipe-de-gales, etc), o caimento impecável ou detalhes tipo bolso faca, barra italiana ou abotoamento duplo.
Roupas femininas que a gente chama “tipo alfaiataria” sempre trazem mensagem de refinamento, elegância e somam um tanto de formalidade ao look. Isso porque o terno masculino ou a alfaiataria de verdade é um dos ramos da feitura de roupas mais sofisticados, cheios de regras de acabamentos e carregado de tradição. Sabia que a barra de uma calça (ou bermuda, ou saia ou qualquer outra peça) alfaiataria não pode ter a costura aparecendo por fora? Tem que ser uma costura invisÃvel, sutil, perfeita como se deve ser uma boa alfaiataria!!!
DRESSCODE DE TRABALHAR EM CASA
Quem levanta da cama pra só atravessar um corredor e então sentar na mesa do “escritório” PRECISA se preparar pra isso com atenção e cuidado: tomar banho, arrumar o cabelo e escolher um look apropriado (ahãm!) fazem diferença. Claro que o rigor é outro, roupa de trabalhar em casa pode ser tão confortável quanto o pijama com que a gente dormiu, mas nem por isso é necessário trabalhar desarrumada. Porque né, o motoboy pode aparecer pra retirar uma entrega, pode surgir um convite pra almoço em cima da hora, pode ser que a gente precise sair assim, rapidinho – e horário de trabalho é tempo de estar preparada (visualmente!) pra tudo.

Conforto equilibrado
Roupa confortável não é a roupa que a gente mais usou na vida e que tá desgastada, rasgadinha, puÃda. Os materiais que confeccionam o que a gente veste é que são responsáveis por não apertar, por cair soltinhos, permitir mobilidade, deixar a gente quentinha (no frio) ou fresquinha (no calor). Malha, plush, viscolycra e moletom funcionam super bem – e pra não renderem uma cara ‘confortável demais-da-conta’ podem sempre ser coordenados com pelo menos uma peça em tecido plano.
Modelagens motivadoras
Malha pode ter design, moletom pode ter design, algodão pode ter super design: é super possÃvel escolher essas peças equivalentes-ao-pijama, mas com detahes que incrementem o look com informação visual de valor – e que deixem a gente se sentindo especial e motivada pro trabalho em casa. Vale calça saruel nesses materiais, vale corte como se fosse alfaiataria nos tecidos molinhos, vale blusas com decotes recortes pregas faixas e mais: tem até na Hering! Uma sacadinha que seja na modelagem já faz diferença. Essa mesma ideia vale pra jeans: todo dia vestir o mesmo jeans e a mesma camiseta pra trabalhar sem sair de casa não dá energia ne-nhu-ma, né? ;-)
Terceira peça sempre pronta pra sair
A gente fala da importância de uma terceira peça no look desde 2008 (!!!), e pra quem trabaha em casa ela pode ter valor extra. A gente pode estar bem confortável, bem com tudo molinho, soltinho, e ter um complemento escolhido a dedo pra arrematar o look com a formlidade/elegância necessária – se for o caso de atender a porta, descer pra um almoço de última hora, sair correndo pra uma reunião esquecida na agenda… sabe assim?
Cores que equilibram informalidade
Se a gente tem um “pequeno guarda-roupa” de trabalho em casa, com calças confortáveis e bermudinhas e camisas e vestidos selecionados pra esse fim, tudo pode ter cores coordenáveis entre si e não é uma má ideia construir esse conjunto de peças em cores neutras. Look com menos cor colorida fica mais formalzinho por si só – o que equilibra super a mensagem de informalidade dos materiais gostosos de trabalhar em casa. DaÃ, quando for o caso de animar, a base neutra tá preparada pra ganhar peças coloridas na coordenação!
Acessórios de trabalhar fora de casa
O look mais simples pode parecer elaboradÃssimo-chiquérrimo com um colarzão de metal, ou com pulseiras coordenadas entre si, com um lenço lindo, com sandália e sapatilha arrumadinhas (não é uma lei combinar moletom/malha com tênis, viu!). Vale escolher acessórios como se o trabalho fosse fora de casa! Mais importante de tudo: look de trabalhar em casa tem que ter bolsa preparada pra acompanhar, se for o caso de sair: a melhor bolsa do armário da gente pode acrescentar a aura profissional ao look confortável – vale escolher elegância e qualidade, exatamente pra contrapor!
AUDREY SABIA DAS COISAS

“Para ter lábios atraentes, diga palavras doces; para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas; para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos; para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia; para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho; pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo; a beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.” Audrey Hepburn (diz que).
POUCOS E (SUPER!) BONS ACESSÓRIOS
A onda minimalista desse nosso tempo tem colocado foco na roupa – na sua forma, no tecido, na construção e na coordenação desses elementos – mas né, os acessórios não ficam em segundo plano por conta disso. Já que ser minimalista não é ser básica (lembra?), acessórios acompanham o visual limpo… com impacto! Como se tivesse mais efeito usar um power-acessório do que vários pequeninos juntos – melhor ter uma peça super poderosa do que se encher de penduricalhos. Também não é o caso de usar uma coisa só e pronto, mas sim de escolher uma peça super mega master principal/especial e coordenar todas as outras como coadjuvantes, tipo quase-nada. Claaaaro que não é lei, mas é o espÃrito do tempo – fácil atualizar o look assim, não?

Por isso a gente tem visto tanta oferta de acessórios-gigantes-super-aparecidos, pra usar como se fosse extensão do visual e não só como “acessório”! Vale colarzão com aneizinhos e brinquinhos; vale maxi-pulseira com colarzinho, brincos e anéis; vale super mega anéis com colarzinho e com brinquinhos, vale faixa tipo turbante… a ideia é ter um acessório importante complementando o look (como uma peça de roupa!) e então os outros só pontuando/adornando o que tá em volta.
Bom pro nosso tempo de calor aqui no BR, pra que mesmo com pouca roupa o look continue poderoso, né? ExercÃcio de edição e de extravagância, tudo ao  mesmo tempo! Quem vai experimentar? Ou já tá experimentando?!??
Mochilismo para não mochileiras
Aqui na Oficina a gente é da opinião de que ter uma mochila legal e menos informal em casa não faz mal a ninguém. Se você é mais novinha, anda de ônibus, carrega muita coisa no dia a dia ou tem um estilo mais informal, a mochila bonitinha e arrumada pode perfeitamente fazer as vezes de bolsa. Já quem é mais formal, pode usar a peça no fim de semana, na ponte aérea ou quando tiver que levar o mundo para a rua, sabe como é?

A mochila arrumadinha se diferencia da colegial e do mochileiro no uso de materiais mais nobres – como o couro fininho e o tecido lustroso -, no acabamento de qualidade e também na forma de usar.
Se a ideia não é parecer universitária na fila do bandejão, não vale sair usando várias peças que passam a mensagem de informalidade. Quando quiser parecer arrumada usando mochila, evite tênis e calça jeans muito folgada ou muito molinha.
Se a mochila arrumadinha é um meio termo entra a super informalidade das mochilas tradicionais e o glamour que só a bolsa pode trazer, o ideal é que o resto do look também se mantenha nesse meio termo. Se você fizer uma montação glamurosa e colocar a mochila, pode parecer que está arrumada demais e com a bolsa errada, sabe? Para contornar esse problema, a gente pode escolher peças que suavizem o contraste entre a roupa e a mochila, como um sapato bonitinho e baixo, por exemplo.
Nós já fizemos posts bem legais sobre mochila usada como bolsa e sobre esse jeito quase esportivo de se vestir.
Quem quiser se jogar no mochilismo chic pode recorrer a várias lojas adeptas do movimento. Para quem quer investir em uma peça bem arrumadinha mesmo, a gente sugere as lojas Maria Bonita, Maria Filó, Osklen e Helena Buon. Já quem procura um meio termo pode ser feliz na New Order, Farm, Uncle K, Cantão, Imaginarium e Renner. Até a Kipling - a Chanel das adolescentes (ou a nova Company!) – tem opções em tecidos mais lustrosos e menos informais, sabia?
Para encerrar, fica a dica: a coleção do Oskar Metsavaht – estilista da Osklen – para Riachuelo chegou à s lojas no dia 16 de novembro e tem uma mochila com riscas coloridas espetacular!










