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Todos os Posts de fevereiro de 2011

CHUVA NO CALOR

Bem mais fácil coordenar look de dia chuvoso no frio do que no calor, não gente? Aqui em SP a gente tem vivido um tempo “Belém do Pará” com chuva em quase todo fim de tarde, por conta da quentura que faz durante o dia. Durante seleção de guarda-chuvas pra uma matéria da revista do Shopping Cidade Jardim a gente foi organizando uma série de direções que ajudam o look de dia quente a segurar a onda da umidade também. Por que né, visual resistente à água garante aparência em ordem e humor intacto!

• Guarda-chuva é acessório e pode sim ter tudo a ver com o look: num guarda-roupa super neutro, um guarda-chuva coloridão faz toda a diferença (e anima até os dias mais cinzentos!), num guarda-roupa cheio de cores, guarda-chuva transparente ou em tom neutro acrescenta um toquinho elegante.

• Sapatos de plático substituem com graça as galochas, no caso de se querer um look mais delicado e feminino – ainda com pezinhos secos. Se as Melissas não forem uma opção, melhor escolher (para os dias de chuva!) sapatos feitos em materiais lisos e semi-impermeáveis, tipo verniz e vinil – couro, camurça, superfície de pêlos ou tecido são materiais que achuva (ou qualquer água) pode danificar rapidinho.

• Em dias molhados pode ser bem esperto trocar calças compridas por outras mais curtas, ou bermudas, saias e vestidos, pra ter a segurança de não molhar barras longas – a pele da gente pode até molhar um pouquinho que seca mais rápido que tecido. Tempo de chuva é tempo bom pra experimentar barras dobradinhas a la Katie Holmes!

• Dia de chuva devia ser o dia mundial do cabelo previamente preso, ainda antes de sair de casa, com cuidado e carinho. Não vale a pena esperar sair, pegar chuva e assistir o cabelo murchar… pra só então prender malucamente. Vale já sair digna, com o cabelo ajeitadinho, preparada pra voltar pra casa intocada pela umidade!

Tags: , 14.02.2011 - 00:10 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 26 Comentários

IMAGEM SUAVIZADA COM TECIDOS MOLINHOS

A Lady Gaga na Vogue América dá uma lição boa pra gente – especialmente pra quem trabalha em escritório, ou tá sempre se achando pouco feminina com a roupa do trabalho. A imagem da cantora é sempre de extravagância, de tachas, de esquisitices quase agressivas, de tudo muito forte impactante dura demais. E aí que na revista ela aparece ainda impactante, ainda com alguma coisa de esquisita, de forte… mas feminina, calma até. A gente pode num primeiro momento pensar que é só por causa das cores claras da capa, com cabelo rosinha e tals – cor é mesmo elemento de muito importância no look, fácil-fácil de se perceber e “transmissor de mensagem” muito eficaz. Tanto que tem uma foto em que ela tá usando jaqueta de couro, e essa é a única foto em preto e branco do ensaio todo: quanto menos contraste, menos assertiva a imagem (fica a dica pras coordenações da vida real!).

Mas a sensação maior de leveza na imagem da Lady Gaga nessa Vogue acontece por conta dos materiais de que são feitas as roupas que ela tá usando. Pensa só que tem recortes, tem volume, tem cor forte… mas é tudo molenga, cai gostoso sobre o corpo, não tem pontas ou estruturas. Os tecidos tem superfícies lisinha, lustrosa, não dá vontade de tocar? Quéde aquela distância toda que a imagem durona faz a gente sentir, hein? Em outras fotos desse ensaio, a cantora aparece com looks mais dramáticos (em cenário mais dramático também) mas – vê só! – esse drama vem envolvido de plumas e franjas fofuchas e (de novo!) cores suaves. Agora para pra pensar que nem todo terno tem que ser durão, nem todo paletó precisa ser preto ou cinza, nem toda camisa precisa ser justa com gola pontuda! Materiais que dão vontade de tocar, caimentos molinhos, modelagens arredondadas e cores calmas sempre “feminizam” o look, pode apostar.

Tags: , 12.02.2011 - 09:12 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 6 Comentários

Jeitos de usar inspirados pela SPFW

Muito mais legal do que terminar a temporada de desfiles nacionais com uma lista enorme de objetos de desejo é fazer uma listona de jeitos de usar que a gente pode pescar da passarela e usar na vida real.

A stylist Olivia Hansen, por exemplo, terminou a SPFW querendo usar saias e vestidos bem longos com uma camiseta de brilho e uma camisa de flanela por cima, finalizada com um cintinho para marcar a cintura.

As saias longas estão super em alta e são ideais para quem quer disfarçar perna grossa. A sobreposição de materiais e comprimentos diferentes também deixa a produção mais criativa. A Oficina de Estilo acha que oposições – sejam elas entre brilhoso X opaco ou  formal X informal – contam pontos duplos na hora de acrescentar interessância ao visual.

Já as stylists Chris Francini e Paula Martins acham que, na próxima estação, o foco dos acessórios vai deixar de ser o maxi colar e passar para um mix de pulseirinhas que pode misturar dourado antigo e atual, brechó e pulseiras novas.

A gente acha essa dica das pulseiras preciosa para quem quer disfarçar peitão ou falta de cintura. Como as nossas mãos e, consequentemente, as pulseiras, passam a maior parte do tempo na altura dos quadris, o adereço acaba chamando atenção para essa região, tirando o foco de eventuais voluminhos indesejados que a gente tem na parte de cima.

Já quem concentra o volume justamente nos quadris e quer usar mix de pulseiras pode aliviar o peso escolhendo pulseiras mais finas, vazadas e em cores próximas do tom da pele. Vale lembrar também que ninguém precisa aposentar os colares e que eles são um ótimo recurso visual para as gordinhas porque chamam atenção para o rosto, deixando o corpo em segundo plano.

A Chris e a Paula também apostam nos comprimentos longos e acham que vai rolar muito vestidão com manga comprida, como apareceu nos desfiles do Alexandre Herchcovitch, Reinaldo Lourenço, Lino Villaventura e Andre Lima e em um inverno em tons de branco, off-white e branco cru, como apareceu no desfile da Maria Bonita, Osklen e Tufi Duek.

A também stylist Bia Paes de Barros acha que vai ser muito legal usar acessório pesado com roupas em tecido leve e flúido e sandália com meia mais grossinha para fazer um jogo de inversão de pesos.

Repararam que quase todas as montações que as nossas entrevistadas sugeriram podem ser feitas sem ter que comprar uma única peça nova?

Tags: , 10.02.2011 - 13:15 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 9 Comentários

LOJAS DE TECIDO NA 25 DE MARÇO

Na semana passada a gente precisou procurar tecidos e achou que valia dividir as três lojas que a gente mais visita quando vai até a rua 25 de Março. Essa pequena seleção tem colaboração da Francisca (nossa costureira do coração), do Paulo Babboni e da Clarice (nossa cliente, investigativa da 25 haha). Daí que a lista começa colaborativa e quer ter mais colaboração: quem tiver indicação de outras lojas de tecidos – ou de outros achados valiosos dessa rua que a gente curte tanto! – pode registrar nos comentários pra gente ter um grande catálogo de pechinchas pra todo mundo consultar. :)

Riviera Tecidos: top tecidos bafônicos de festona
Bem na ponta da 25 de Março fica essa loja que, pela frente engana, mas guarda uns tesouros bem brilhosos lá no fundo. Todas as cores e degradês e formatos de paétes encontram lugar nos tecidos que já vem bordados – tem seda, crepe e até malha 100% cobertos com brilhos. O paéte azul marinho que tá na capa da Vogue desse mês… tem lá. Pronto pra brilhar na gente.
Rua 25 de Março, 447, tel 3227 2506

Niazi Chofi: alfaiataria elegante e algodões incríveis
A Niazi é uma loja de prédio inteiro, bem na esquina da 25 de Março com a ladeira Porto Geral. No segundo piso ficam as lãs super finas e elegantes da Alfaiataria Paramount, que confeccionam os ternos mais elegantes mas que também podem render shortinhos modernos, vestidinhos femininos (imagina babados em alfaiataria!) e o que mais se quiser inventar. Tem também laises de todo tipo, super fresquinhas – perfeitas pra camisas e vestidos charmosos de verão. No último andar tem uma lanchonete simpática com vista pra rua toda!
Rua 25 de Março, 607, tel 3322 6886

GJ Tecidos: sedinhas e transparências pra balada
À primeira vista a GJ pode parecer uma loja de tecidos imponetíssimos de festonas… mas mais legal é encontrar nesse universo (quase quase careta) pedacinhos de brilhos e bordados e rendas e estampas que podem incrementar sainhas blusas e vestidos de balada. Lá é possível encontrar as sedas mais legais (em TODAS as cores do arco-íris) e todo tipo de onça – em transparência, em veludo, em algodão e mais. Um passeio delicioso, tanto pra quem vai ser madrinha de casamento quanto pra quem vai pra boate.
Ladeira Porto Geral, 73 (bem do ladinho do metrô), tel 3325 0000

Tags: , 09.02.2011 - 10:28 | Postado por Fernanda Categorias: yellow pages 69 Comentários

Pra que (pra quem) a gente tanto se arruma?

A gente não precisa ser incrível-inacreditável 27 horas por dia/sete dias por semana (ninguém é!), mas a gente pode se curtir o tempo todo sim. Afinal, a gente se veste pra quem? Não é pra gente mesma? A idéia não é se cuidar e então entregar esse cuidado em forma de look bom pro mundo?

No trabalho como personal stylists nesses anos todos a gente atendeu duas, no máximo três clientes do ‘mundo da moda’. A grandessíssima maioria das nossas clientes não trabalha no “mundinho”, e quando elas procuram o serviço de consultoria da oficina a demanda é uma só – mesmo que de jeitos difrentes: se encontrar, amadurecer (visualmente), determinar com a aparência quem se é e o que se quer da vida. Delas pra elas mesmas. Marido tem opinião, mãe também sempre dá uns pitacos (nossas primeiras personal stylists, sempre elas!) e amigas reparam e temperam com entusiasmo e até uma invejinha… mas o cuidado com o visual, a inteligência pra comprar e pra coordenar o que se tem é ganho pra quem adquire/exercita!

Essas clientes não esperam que quem tá em volta reconheça as marcas das peças que escolhe, ou que cite numa conversa a coleção a que determinado look pertence. não se espera nada do outro – não em relação ao que se veste. Elas se preocupam com o que o espelho devolve, e querem aprender a trabalhar em parceria com ele (e apenas ele!). mais importante é estar confortável (no sentido mais amplo que a palavra possa ter), encontrar versões mais e mais aperfeiçoadas da gente mesma, se sentir tão bonita quanto a gente pode ser. se curtir!

Aparentemente quanto mais envolvimento com o mundo da moda a gente tem, mais importância (vazia) a gente dá ao que veste. O que pode render também uma frustração extra em relação a expectativas não “supridas”: se a gente se veste pros outros, suprir expectativas não depende da gente; se a gente se veste pra gente mesma, é possível errar experimentar acertar quantas vezes for preciso (em frente ao espelho) até receber um sorriso de volta – da gente pra gente mesma!

Ânsia de querer estar o tempo todo fabulosa parece ser coisa de quem não tem outras atividades com que preencher a existência. Tanto tempo-esforço-debate-melindre entregue só ao look… não tem por que. Se vestir é parte da vida – não é tudo que a gente vive. e a gente se veste pra estar incrível sim, especialmente se toda essa “incredibilidade” corresponde à vida que a gente vive dentro das roupas que veste. E uma coisa não depende da outra de jeito nenhum!

Tags: , 08.02.2011 - 00:22 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 34 Comentários

BROCHE PRENDENDO A MANGA

A gente teve um SPFW em que a vida real se sobrepôs à moda. Durante os dias de evento a gente procurou insights e truques de estilo nas passarelas, mas os looks de quem tava passeando por lá eram quase sempre mais inspiradores do que os dos desfiles. Desse álbum recheado de gente estilosa, publicado no UOL, vem esse truque fuefo de estilo pra gente reproduzir djá nas nossas camisas de seda: mangas que não ficam dobradinhas de jeito nenhum, podem deixar de ser escorregadias pra se encherem de charme – presas com broches! Na foto (a nossa amiga!) Ju Ozol usa um broche só, agora imagina com broches iguais nos dois braços, ou mesmo com broches diferentes e coordenadinhos com harmonia de materiais, cores e formas complementares? Demais, né?

Tags: , 07.02.2011 - 00:23 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 20 Comentários

IDÉIAS PRO INVERNO, PRONTAS PRA USAR

A temporada brasileira de desfiles acabou e as coleções mostradas no Fashion Rio e no SPFW não mostraram novidades-novíssimas – mas nem por isso não valeram à pena: a gente juntou aqui umas idéias bem boas pra exercitar desde agora, e assim versatilizar o que a gente já tem no armário… pra quando o frio chegar de verdade a gente ter compras certeiras e testadas pra fazer!

Tudo de couro
De uns invernos pra cá a gente se acostumou a usar jaquetinhas de couro com tudo. Pois agora a gente pode variar o uso desse material em outras peças: a gente viu short de couro, saia de couro (curtinha e até midi!), vestidinho de couro, blusa de couro, bermuda e mais. No frio vai aquecer com cashmeres, tricôs, tweeds e outros materiais quentinhos; desde agora fica um charme com algodão, malhas gostosas e com seda!

Várias texturas
A gente viu texturas diferentes misturadas numa peça só ou em peças coordenadas, cada uma com uma superfície diferente. Atenção pras tramas e vazados e relevos e aplicações que podem render interessâncias até nos looks mais simples, tipo shortinho e camiseta pro finde sabe como?

Brilho de todo jeito
Tecidos lustrosos e materiais que brilham apareceram tanto nas passarelas como nos corredores da Bienal: a gente viu mil sainhas de paétes, camisas de seda em todas as cores, pelinhos e tricôs com fios metálicos, sandálias com pedras e tals. No Ronaldo Fraga teve paetês cobertos por um tule bem transparente que acalmava um tanto desse brilho – na vida real a gente pode acalmar coordenando com opacos e informais, tipo jeans e algodão leve!

Transparências
Se depender do tanto de pele à mostra – devidamente (des)coberta por tules e rendas – a gente vai seduzir muito nessa temporada. Teve nas costas, no colo, em cavas danadinhas, em barras de saia e de vestido, em casacos e mais.

Pérolas (ou “poá 3d”)
As pérolas desceram dos colares pra ocupar a superfície das roupas, e ganharam status de “poá 3d” (aqui!). No Reinaldo Lourenço elas foram boradas geometricamente, quase como uma estampa gráfica (em relevo!), e no Alexandre Herchcovitch cobriram um casacão de tricô, acrescentando elegância e movimento à linha rústica. Agulha e linha na mão, bora começar a bordar tuuuudo! :)

Acessórios nas mãos
Há tempos a gente não notava tantas pulseiras – e tão poucos colares. Gostoso ter esse lembrete, essa vontade de variar acessórios e alternar o foco de atenção que eles criam no look. Ponto pra gente que vai exercitar coordenações inusitadas entre pulsos e quadris!

E teve mais: luvas, suéteres super pesados, tecidos quentíssimos de frio de verdade, botas de amarrar… e esses vão render posts ao longo da temporada. E vocês, o que viram que fez brilhar o olho, que deu vontade de experimentar?

Tags: 04.02.2011 - 01:32 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 15 Comentários

Qual a diferença entre stylist e personal stylist?

Existem dois profissionais da moda que vestem pessoas, que olham tudo que os estilistas produziram e pensam “essa saia vai ficar incrível com essa blusaâ€, que trabalham com combinação de peças e coordenação de estampas, mas que são bem diferentes entre si. Esses profissionais são os stylists e os personal stylists.

Os stylists trabalham com desfiles e editoriais de moda em revistas, catálogos e na publicidade. São eles que fazem aquelas montações glamurosas em que a roupa combina perfeitamente com o cenário, os casaizinhos fazem jogo de cores entre si e o mundo conspira a favor.

A modelo funciona como uma projeção do público final. Se o público muda, a roupa tem que mudar, mas se a modelo muda, a roupa não necessariamente será outra.

O foco do stylist não e a pessoa que está vestindo a peça, mas as que podem se identificar com aquela produção. Um styling é bem sucedido quando fala para o público da marca ou da revista. Para isso, vale fazer uma bainha falsa com pregador na calça, vale que o sapato não seja nada confortável para se passar dez horas em pé, vale que aquele cabelo maravilhoso não seja aprova d´água e que a saia arreste no chão.

O foco do stylist não e a pessoa que está vestindo a peça, mas as que podem se identificar com aquela produção. Um styling é bem sucedido quando fala para o público da marca ou da revista. Para isso, vale fazer uma bainha falsa com pregador na calça, vale que o sapato não seja nada confortável para se passar dez horas em pé, vale que aquele cabelo maravilhoso não seja aprova d´água e que a saia arreste no chão.

O objetivo é emocionar, fazer pensar, inspirar, causar vontade. Muita gente sai de um desfile comentando “quem vai usar isso?â€, mas ninguém disse que era para usar aquelas roupas daquela forma e daquele jeito! O stylist dispõe as peças da melhor maneira possível para o desfile, para apresentar um conceito. A vida prática não entra nessa história!

Fazer styling é criar um personagem, uma pessoa que não existe, mas para a qual a equipe vai tecendo uma história.

Já o personal stylist trabalha com a vida real. Para ele, nada no mundo importa, só aquele cliente em particular. Não importa se todo mundo está usando tal peça ou se o sapato tal é incrível se a peça em questão não orna o cliente ou se o sapato é super desconfortável e a cliente caminha o dia todo.

A personal stylist Paula Martins explica que a função do personal é pegar a moda e traduzir, garimpar, para uma pessoa específica. “O personal é tipo um filtro que recebe toda a informação de moda e deixa passar apenas o que tem a ver com a clienteâ€, explica Paula.

Para a também personal stylist Chris Francine, a tarefa mais importante do personal é revisitar o guarda-roupa da pessoa e descobrir novas possibilidades lá dentro: “Eu não nego que a parte de comprar é a minha favorita, mas o mais importante é alertar a cliente para todas as possibilidades que o guarda-roupa dela tem, para o número incrível de combinações que a gente pode tirar daliâ€.

Bia Paes de Barros já trabalhou tanto quanto stylist quanto como personal e acha que a principal diferença é que o stylist foca um momento enquanto o personal tem que fazer um trabalho que funcione para a vida toda.

O que um stylist faz?

Veste modelos para editorias de moda em revistas, peças publicitárias e desfiles. No caso dos desfiles, alguns stylists trabalham em conjunto com o estilista durante todo o processo, desde a escolha dos tecidos, shapes e do casting até a montagem dos looks que vão para a passarela. Em outros, o stylist é recrutado na etapa final, quando as peças já estão prontas e precisam ser combinadas para ganhar vida.

O que um personal stylist faz?

Trabalha com consultoria de imagem, cria uma identidade visual para o cliente, revisita o guarda-roupa propondo novas combinações, deixa a pessoa mais segura sobre suas próprias roupas, ajuda a fazer compras, arrumar a mala, organizar o guarda-roupa, ensina sobre manutenção das peças, proporções que vão disfarçar o que o cliente não gosta e valorizar o que ele acha legal.
Geralmente, o trabalho do personal começa com uma entrevista na qual o cliente explica a demanda e o profissional tenta captar o estilo da pessoa. Depois, tem visita ao guarda-roupa, compras e montagem de looks.

Tags: , 03.02.2011 - 17:48 | Postado por juliana Categorias: mundo da moda 14 Comentários

BIJÚS ORGANIZADAS COM ESTILO

Gostoso é encontrar inspiração que rende inspiração extra. Imagina querer executar essas idéias de organização de bijús e sair pra passear pelos sapateiros do bairro pra descolar umas formas antigas de sapatos e ouvir estórias, contar estórias, conhecer outros universos e tals? Ou peregrinar por duas, três feirinhas de antiguidades em busca de xícaras pra encher uma gaveta (e guardar com charme tosos os brincos e anéis), conversar comquem vende, saber de onde vieram, de que são feitas e por que são pintadas assim, coordenar coloridos  e formas?!?? Tá fácil e tem tudo pra ser programa bom, que rende conversas interessantes e faz da gente não só mocinhas mais organizadas mas também mais cheias de vida. Fica a dica! <3

As formas de sapato foram idéia da Kika Reichert e as xícaras são dica do Casa e Jardim!

Tags: , , 02.02.2011 - 07:52 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 18 Comentários

COURO COM SEDA

Não vai ter pra onde fugir no inverno que vem: a gente vai ver peças em seda e em couro, usadas juntas, em todo lugar e de todo jeito. O que podia ser um tormento (todo mundo comprando as mesmas coisas) pode ser um desafio e uma diversão – devidamente recompensada com auto-estima lá em cima e elogios mil: encontrar jeito único de usar!

Sabendo que materiais estruturados/duros tendem a fazer parecer maior e que materiais molengas e leves/fluidos tendem a fazer parecer menor, a gente pode escolher com consciência que partes do corpo quer cobrir com seda e com couro. Tem pra todo mundo: jaquetinhas, saias e shorts de couro; camisas, bermudas, calças e vestidos em seda (isso só pra dizer do que a gente viu até agora nas passarelas dessa edição de SPFW). Vale também burlar o esquema “emagrecedor-aumentador” dos pesos que os materiais tem e coordenar cores e brilhos pra conseguir o look mais harmonioso que se pode ter: brilho e cor tendem a aumentar, opacidade e tons neutros tendem a diminuir. Mais legal que tudo é se orgulhar, em frente ao espelho, de criar versão própria e autêntica pro que todo mundo já já vai usar ou querer usar!

Tags: , , 02.02.2011 - 01:59 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários
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