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Todos os Posts de julho de 2011
ÓCULOS NÃO TÃO BÁSICOS
Perceberam como ultimamente a gente tem visto óculos grandões, coloridos e com formas super diferentes despontarem nas passarelas internacionais e nacionais? O que pra maioria das pessoas era um acessório neutro, pra usar com tudo, acabou se tornando mais um item pra se pensar na hora de vestir/usar. Cada óculos é um caso, mas o primeiro passo é não pensar mais nele como um acessório básico e sim como mais uma – e importante – parte no look todo.

E que legal que é balancear as referências que as super diversificadas opções de óculos oferecem, né? Dá pra falar que tem modelos que lembram épocas, outros que lembram temas, estilos e humores diferentes – e que eles não precisam entrar em coordenações temáticas, 100% numa mesma “linha”, mas que podem salpicar idéias diferentes em looks cheios de referências. Que tal experimentar?
A MODA E A CIDADE
A Serafina – revista mensal da Folha – fez um ensaio fotográfico conectando as estampas da SPFW com um outro evento importante para a cidade: a reabertura do Theatro Municipal, que passou três anos fechado para reformas.
No ensaio, bailarinos do Municipal aparecem usando roupas dos desfiles da Osklen, Amapô, Cia. Marítima, Alexandre Herchcovitch e Lino Villaventura. Atrás deles, plotagens imensas com as mesmas estampas que das roupas fazem as vezes de cenário.

A intenção do ensaio – segundo a editora de moda do jornal, Vivian Whiteman -, é reforçar os elos entre a moda e a vida da cidade.
Em vez de ficar apenas na bolha da semana de moda, a revista olhou para o que estava acontecendo fora do pavilhão da Bienal e que também era lindo:
“A conexão entre a moda e a arte – que na minha opinião são coisas diferentes – existe e é inegável. A moda como veículo de comunicação de ideias e de configurações sócio-econômicas e comportamentais, sempre buscou nos meios de expressão artísticos ideias para compor suas imagens. A pegadinha é que, mesmo quando se junta à arte, a moda não se livra do comércio, porque mesmo um editorial super conceitual está situado num contexto de produto. A nossa intenção na verdade foi ligar a SPFW a um outro evento importante para a cidade. Em vez de fazer o caminho esperado – levar o balé para fotografar roupas “chiques” no Municipal – trouxemos os bailarinos para o ‘cenário da moda’. Esse tipo de conexão entre a roupa e a cidade é importante”, conta Vivian.

As estampas foram escolhidas para criar momentos mais leves em oposição a outros mais pesados em termos de padronagem e cores. Já os passos que aparecem nas fotos foram definidos pela coreógrafa do grupo.
Diz se não é o ensaio mais legal que a SPFW nos trouxe!
VERMELHO DO JEITO MAIS ORIGINAL!
O estilista Valentino diz que “vermelho faz qualquer mulher despontar na multidão” e é exatamente que a gente tem visto nos últimos dias, numa multidão diferente: a dos sites de streetstyle. No meio de tantos endereços-referência, cheios de fotos de gente estilosa do mundo todo, as vestidas de vermelho tem sido destaque absoluto – especialmente em entradas e saídas de desfile, o que indica que quem presta atenção à tendências e vontades-gerais já tá usando… tipo, foi dada a largada pra ver quem se apropria da moda antes!

Bacana é variar o uso do vermelho versatilizando a cor – e surpreendendo quem tá em volta da gente: vermelho e preto pode ficar ‘flamengo’ (e é batido demais, comum demais… não?), vermelho e branco pode ficar ‘natal’ (assim como vermelho e verde). Por outro lado, vermelho com roxo, rosa e salmão transmitem mensagem ultra feminina; com laranja e amarelo rende looks animados; com azul-bic e turquesa fica super alto-astral.
Vermelho com tons neutros também funciona e todo mundo na coordenação ganha (!!!): os neutros ficam menos previsíveis e o vermelho fica menos chamativo. Vermelho fica bem elegante com marinho e com todos os cinzas, cria coordenações originais (e quase artísticas!) com verdão-pinho e petróleo e fica clássico com marrons e cáquis. No fim, a novidade não é o vermelho e sim a maneira esperta como a gente escolhe usar a cor!
MUITO MAIS QUE 15 MINUTOS DE SOSSEGO
Outro dia assisti uma entrevista com a estilista Gilda Midani e nela enquanto comentava sobre suas roupas super confotáveis, ela comentava que tem percebido que mais do que 15 minutos de fama, as pessoas estão interessadas em 15 minutos de sossego. Pensa bem: com todas as mil atividades que a gente faz por dia, com todas as maneiras de se estar plugada e disponível (email no celular, telefone ligado 24 horas por dia, facebook, twitter, foursquare e tals) o tempo, com as milhões de coisa que se tem pra ver, conhecer e fazer, até o fim de semana ficou desgastante! É tanta coisa que ficar simplesmente sossegada, sem fazer nada, em contato com a gente mesmo virou artigo de luxo!!!

E como a moda é vanguarda e vive desses movimentos da sociedade (e do desejo pelo que é luxuoso) é lógico que já está mostrando suas formas de interpretar esse sossego tão desejado. Cada vez mais a gente vê marcas imposrtantes criando suas linhas “weekend” de roupas confortáveis, cada vez a gente vê mais tecidos molinhos e desestruturados tomando conta das araras, cada vez a gente vê mais conjuntos tipo pijama e semanas de moda.
Pra entrar nessa onda o desafio é se equilibrar entre o conforto e a elegância, porque a gente não está falando de roupa de ficar em casa. A gente está falando de roupa confortável pra sair de casa! O caimento precisa ser mais soltinho, permitindo que a gente se movimente livremente, bem descontraído, mas daí o tecido tem que ser super de qualidade. As cores e as estampas também podem ajudar: cores sofisticadas (tipo preto, marinho, vinho, petróleo, verde militar) em coordenações monocromáticas, estampas artsy, abstratas, digitais (rica!)…
Legal também é misturar peças super confortáveis com peças super formais, como calça tipo pijama com camisa ou um vestido camisola sob um paletozinho. Essas informações também podem aparecer todas juntas numa peça só! Uma camisa feita em uma tricoline finíssima numa modelagem tipo bata ou um macacão saruel soltão feito de seda ou uma calça modelagem alfaiataria feita em moletom são peças que a gente já vê bastante por aí.
Acessórios ajudam bastante na hora de compor esse look sossegada-chique. Bolsas e sapatos de couro de qualidade, em modelagens bem atuais tranforma a cara de “estou-de-pijama-porque-não-tenho-o-que-fazer” em estou-confortável-porque-optei-ficar-sossegada-em-relação-a-minha-vida”(mesmo que eu tenha muuuuitas coisas pra fazer) – o que faz toda a diferença, não faz? Metalizados, colares, pulseiras e lenços também são bons aliados. E pra completar maquiagem leve e natural e cabelo descontraidamente arrumado. Daí que a gente vai sentir que merece esses 15 minutos (ou até mais) de sossego, sim, e quem sabe vai começar a se permitir esse luxo. Ah! o mundo seria bem melhor, não seria!?!
NO LUGAR DAS PASHMINAS
Quando o look de festa é pego de surpresa por um ventinho frio, a gente ensina to-das as clientes a pensarem além das pashminas e das echarpes-conjuntinho. O que protege do frio não precisa ser só funcional, mas pode também ter informação e acrescentar interessância ao look – nem que seja através de exemplo bom, de fazer todo mundo em volta pensar que é possível variar! Sarah Jessica Parker acrescentou paletó ao vestidón dela, e podia também ter usado jaquetinha de couro, casaqueto de lã tipo chanel, blazer de veludo (!!!), até jaqueta jeans dependendo da ocasião. Favorito na Oficina é o cardigan, que quando feito em materiais finos-finíssimos e de qualidade, vão lindos às festas mais elegantes – e aquecem mais que qualquer outro complemento. Vale cardigan feito com misturas de algodão e seda, mohair, cashmere, angorá e merino.

Não que pashminas e echarpes não cumpram o papel, mas TODO MUNDO já usa e né, esse jeitinho de carregar caído nas costas preso nos braços é meio de tia, não? Outros complementos dão chance da gente incrementar o vestido com formas, materiais, transparências (por que não né?), cor, textura e até bordados, se for o caso. Também dão chance da gente manipular mensagens: um vestidón super tradicional pode ganhar cara nova com jaqueta de couro, ou modelo feito de tecido estruturado fica menos rígido com casaco de veludo… sabe?
Legal que o cardigan seja mais próximo do corpo e que as proporções sejam escolhidas de acordo com o que se usa no resto do look: vestido curto pode ser acompanhado de cardigam mais longuinho, vestido longo pode ter cardigan curtinho ou bem longão (tipo diva!) na coordenação. E as manguinhas podem estar puxadas até os cotovelos como a Sarah Jessica tá usando, pra ficar mais atual e pra continuar com a brincadeira das proporções. A gente aqui quer encorajar todo mundo a experimentar!
INTERNET INTERESSANTE DE MODA
Essa semana a Balenciaga lançou um site novinho em folha, cheio de coisa nova – arquivão dos desfiles antigos, loja on-line completíssima e imagens que representam a história da marca. Mas o que chamou mesmo a nossa atenção – e fez nosso olho brilhar também – foi o formato da página inicial do site, que super lembra o formato do Tumblr.

Ver uma marca se adaptar as novas possibilidades da internet fez a gente pensar no quanto tem marcas incríveis na vida real que deixam muito a desejar no on-line. Seria bem legal se, além de fotos das campanhas, desfiles, informações sobre lojas, telefones e etc, a gente pudesse ver conteúdo especial pra ser disponibilizado on-line – e as possibilidades são tão infinitas, né?
E aí que, mais interessante do que simplesmente criar um Tumblr, um blog e simplesmente seguir o fluxo, é adaptar todas essas novas ferramentas e plataformas (tão legais que vão surgindo) pro interesse do público alvo de cada uma dessas marcas. A Miu Miu, por exemplo, começou a disponibilizar revistinhas mensais com imagens bem lindas dos produtos novos da coleção deles. Não só isso como também criou o projeto “The Women’s Tales”, que convida um nome diferente por estação pra criar um curta-metragem que apresente as novas coleções – e é de fazer suspirar!

O site da Prada também tem um espaço especial pra dividir, com todo mundo, os trabalhos artísticos que a marca faz paralelamente as coleções. Além de extras, como uma série de mini-vídeos mostrando um pouco do processo de fabricação dos produtos da marca. Já a jovem designer Charlotte Ronson, disponibiliza uma espécie de diário (bem esperto e cativante) da marca, com postagens que parecem ser idealizadas pela própria Charlotte – o que torna a ideia mais legal ainda! Inspirador pra todo mundo que curte/trabalha com internet, né?
Vale a pena comprar hoje pra ser magra amanhã?
Recentemente, nós fizemos um post geral sobre o que manter no guarda-roupa e o que passar adiante. Mesmo assim, achamos que valia dar dicas mais específicas para quem está em processos de mudança no corpo, como gravidez ou emagrecimento.
Nesses casos, o primeiro passo é separar o que serve hoje do que não serve hoje. Passar nove meses de gravidez ou um ano de emagrecimento olhando para um monte de roupas que ainda não cabem não é nada prático, além de ser meio torturante.

Entre as peças que não cabem no seu corpo de hoje, vale fazer uma limpa e se desfazer primeiro do que você não gosta tanto assim. Sabe aquelas compras meio esquisitas que a gente faz e um mês depois – exatamente um mês, que é para não ter chance de trocar! – se pergunta onde estava com a cabeça?
A segunda parte do processo eliminatório exige racionalidade: se desfaça das peças que não vão caber. Por exemplo: você sempre vestiu 38. Engordou, está vestindo 40, mas quer emagrecer. É bem possível que você volte a vestir 38, mas o que aquela calça 36 que coube em você em alguma época remota da sua vida continua fazendo no seu armário?
Eliminar esse tipo de troféu e “calça da vitória” tira um peso enorme das costas. Parece que aquela peça fica ali zombando da sua cara, como quem diz “você não é boa o suficiente para me usar”, sabe como? Seja boa o suficiente pra botar a vagaba pra correr.
As peças aprovadas nessas duas etapas ganham o direito de permanecer no armário até o fim da gravidez ou por mais seis meses, quando um novo processo seletivo deverá ser realizado.
Por último, a dica da Cris do alto de sua segunda gravidez é que, durante a espera, a gente fica com um acervo de peças super reduzido já que nada cabe e ninguém quer montar um guarda-roupa inteiro pra usar por apenas nove meses. Quando a gravidez terminar e você começar a emagrecer, vai querer fazer uma fogueira e tacar fogo naquelas três calças e sete blusas que serviam e comprar roupas novas.
Respeite seu direito de comprar roupas legais no pós-gravidez, quando você tiver atingido o peso que considera legal. Para isso, evite ficar comprando roupas que você acha – e apenas acha – que vão ficar legais depois do parto. Pode acreditar: assim as compras dão muito mais certo – e muito mais prazer! – do quando a gente compra roupa para o dia em que ficar mais magra.
ESTAMPAS SEM MEDO DE SER FELIZ
Look interessante rende conversa, inteligência e sorriso. E interessância no look a gente descola com cores, com texturas, com formas, com detalhes… e com estampas. E se uma estampinha só já consegue animar todo um look – especialmente se tem a ver com a gente ou com o humor do dia! – imagina então quando a gente coordena duas ou mais estampas num look só? Possibilidade de dizer mais da gente, de entregar interessância pro mundo em forma de visual bacana, de puxar um papo e de fazer sorrir. Começando com a gente mesma bem feliz em frente ao espelho. Ó que a gente reuniu aqui sugestões pra todo mundo experimentar e exercitar!

ESTAMPAS DIFERENTES, CORES IGUAIS
Vale juntar tudo nas mesmas cores (zadrez em azul e branco e bolinhas em azul e branco também) ou vale coordenar estampas com pelo menos uma cor em comum (tipo listras em rosa e vermelho e floral em rosa e bege). É o melhor jeito de começar a misturar estampas, e nem precisa ser blusa estampada + calça estampada: dá pra fazer o mix com um shortinho e um lenço, por exemplo, e outras peças lisas pra acalmar sabe como?
TUDO NEUTRO OU TUDO COLORIDO
Vale também pra tudo claro ou tudo escuro. Bem legal pensar em misturar estampas em tons diferentes, e ainda assim criar looks monocromáticos e elegantes. Tipo estampas pretas com estampas em marinho, ou estampas em laranja com outras estampas em salmão. E essa direção pode rolar junto com todas essas outras, né?
ESTAMPAS COM TAMANHOS DIFERENTES
Nível quase-avançado (hihihi): vale prestar atenção ao tamanho e ao espaçamento das estampas, e tentar coordenar também esses elementos com harmonia. Tem estampa de desenho/forma grandona, tem estampa com pequeninos desenhinhos. E tem estampa com muito espaço entre os temas, e tem outras em que o que forma a estampa fica bem pertinho, quase sem espaço pra aparecer fundo. Coordenar essas diferenças é legal quando elas não são tããão diferentes entre si – dá mais certo coordenar uma estampa maior e outra menor do que juntar uma gigantona e uma minúscula, sacou?
TEMAS DIFERENTES
O universo das estampas é super amplo e pode ser explorado de acordo com personalidade, humor, ocasião, adequação, hora do dia e mais. Se a gente se guia por isso, é possível coordenar ‘temas’ diferentes – e assim complementar mensagens que a gente transmite através do que veste (nem que seja mensagem de criatividade!). Tipo listras com florais, étnicos com florais, estampa de bicho numa peça de roupa com outra estampa de bicho num acessório, gráficos com abstratos/artísticos, étnicos com gráficos, xadrez com bolinhas, florais com xadrez, etc etc etc.

Legal ter em mente, testando quaisquer dessas coordenações, que em toda coordenação de estampas uma delas precisa ser claramente dominante no look – tem que se destacar antes e primeiro, pra que não haja “competição” por espaço no visual e assim o olho de quem vê a gente se sinta confortável (e não atordoado, sem saber pra onde olhar primeiro). Bacana também ocupar proporções diferentes no look: mais espaço pra uma estampa (numa calça ou saia longa, por exemplo), menos espaço pra outra (num top ou num lenço). E perder o medo né, que não serve pra nada quando a gente quer se divertir com moda!
COMO USAR CORES: PETRÓLEO EDITION
O petróleo é aquela cor entre o verde escuro e o azul escuro e que porque fica extamente entre as duas pemite um zilhão de coordenações bacanas. Assim como o vinho é uma cor neutra, mas bem menos comum que as outras cores neutras que a gente já está tão acostumada a usar (marinho, cinza, preto, marrom…). E por ser uma cor neutra também carrega as mensagens de elegância, mas é bem mais ousada – e bem mais difícil de encontrar por aí.
E porque a gente não consegue achar tantas peças nessa cor pra comprar, quando encontra tem um baita dificuldade pra coordenar, não é!?! Então lá vai algumas ideias pra gente começar aos pouquinhos:
petróleo e neutros: por ser um neutro vai bem com quase todos os neutros, mas a fica mais fácil de coordenar com os tons mais frios (azulados, rosados, aroxeados) e escuros tipo marinho, vinho, beringela, cinza chumbo, petro, marrom café. Com caramelo fica lindo, lindo, mas já é mais avançado, porque o contraste é bem maior!
petróleo e coloridos: dá pra começar com as cores mais parecidas, como lilás, tons de roxo, azulão, azul claro,tons de verde (imagina com cítrico que lindo) e depois dá pra se divertir com tos de laranja, de amarelo, de rosa…
E na hora de combinar com metalizados a gente pode usar o mesmo raciocínio: se a gente quer que os acessórios fiquem mais discretos no look, melhor escolher os mais próximos, como prateados ou dourados escuros e se a gente quer que eles se destaquem (e nessa hora a gente quer sim que eles se destaquem), os mais legais são os acobreados, rosados ou dourados mais claros.
<3 ANÉIS GIGANTES
Pra gente ficar de olho e pra gente pensar bem fora da caixa, já com intenção de quebrar paradgimas: anéis gigantões assim podem ser grandes, mas são menores que colarzão, que turbante, que fivelona de cinto largo, de sapatos coloridos ou brilhosos – tudo que a gente já usa super bem. A gente mede 1,60m, 1,65m… o anel-gigante é grande mas só ocupa no máááximo uns 7cm-10cm desse espaço visual todo – pode parecer um super acessório chamativo mas né, é um pequeno detalhe se a gente conscientizar ‘o todo’ que é a nossa aparência assim, da cabeça aos pés.
De repente não é uma opção pro look de trabalho (dependendo, claro, do trabalho), ou pro look que já é super incrível cheio de informação. Ao mesmo tempo, não é o caso de usar com look simplinho demais: anelzão-gigante com jeans e camiseta branca pode parecer preguiça de pensar numa coordenação qualquer – e pode aparecer demais da conta, meio que quase forçando. Legal é coordenar com outros detalhes no look, com cores, com texturas, com estampas, com proporções inteligentes… pra que o acessório que já se destaca por si só brilhe no conjunto (e faça assim o conjunto inteiro brilhar!), e não que ele apareça sozinho sabe como?

Super original porque tá num lugar inesperado (pelo menos nesses tamanhos inesperados!), porque vai fazer parte das nossas conversas mais empolgadas junto com mãos que balançam pra complementar falas (alô gente expansiva) – e também por render perguntas e interesse de quem encontrar a gente usando esses acessórios. Pra ficar BEM de olho! Esses todos são da asos.com, que entrega no BR (sem dificuldade nenhuma especialmente pros que custam até 50 doletas!).












