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Todos os Posts de setembro de 2011
STREETSTYLE x ESPONTANEIDADE x DIVERSIDADE
Os sites de streetstyle existem hoje nessa quantidade por conta da globalização: a gente pode, com um clique, bisbilhotar o que todo mundo tá usando em qualquer parte do mundo. E aà o que se usa nesses sites vira inspiração pra gente usar/aplicar nas nossas escolhas de todo dia, e as referências vão se diluindo e todo mundo vai querendo ter/ser a mesma coisa e quando a gente vê, todos os sites tem os mesmos looks, usados por pessoas diferentes em lugares diferentes. Pra muita gente, ser fotografada para um desses sites é um elogio, um sinal de reconhecimento – então a referência pode passar a ser pautada pelo gosto pessoal do fotógrafo x ou y, como se a gente procurasse vestir o que sabe que rende material para o site de streetstyle (que por sua vez está super claro, uma vez que o fotógrafo clica sempre as mesmas idéias). Pode ser que essa dinâmica esteja deixando de ser só uma dinâmica e esteja virando um ciclo vicioso anti-diversidade no vestir. Pior: um ciclo vicioso anti-espontaneidade.

No nosso meio (das mulherzinhas independentes de trinta anos) esse streetstyle dos sites aparece quase que só na internet mesmo – super pouca gente e pouquÃssimas clientes (uma ou duas, máximo!) se vestem assim na vida real. Essa montação estudada, calculada a partir da referência externa, quase não encontra lugar em calçadas e ambientes de trabalho (tem em volta de vocês?). Isso de esperar o fotógrafo abordar pra clicar e fazer a imagem rodar o mundo vira meio que um reality show do vestir de todo dia, uma atividade que se faz naturalmente (por que né ninguém pode sair pelada na rua) mas que se imagina ser vigiada por câmeras. Pro outro, e não tanto pra gente mesma.
O elogio que mais importa é o elogio da própria vida, do bem viver. Esse que o próprio espelho entrega pra gente em forma de sorriso, sabe? Essa sensação de chegar em casa no fim do dia e ainda se sentir bonita, sentir que esse look vale repetir, que rendeu conforto, animação, até inspiração pra quem esteve em volta da gente. Sentir que o namorado/marido/filho/bff achou a gente linda – isso sim é elogio, sem nem precisar dizer! E esse elogio a gente consegue sendo mais e mais A GENTE MESMA, fazendo força pra evidenciar – no look! – tudo que a gente tem de único, de vontade própria, de referência pessoal e de personalidade. Por mais diversidade estética no mundo, por um vestir com mais espontaneidade. Bora exercitar? ;-)
Mostrar o tornozelo engorda ou emagrece?
Comprimentos entre o joelho e o tornozelo achatam a silhueta. Por outro lado, exibir as partes magrinhas do corpo, como o bendito tornozelo, passa uma sensação de magreza.
As dicas acima parecem se contradizer, certo? A pessoa que quer parecer mais magra pode ler as duas e ficar sem entender se, afinal, ela deve esconder ou mostrar o tornozelo.
A verdade é que as dicas competem entre si na teoria da consultoria de imagem: fazer recortes na silhueta engorda, enaltecer o que é magro emagrece.
Sabe aquele legume que é cheio de vitaminas, só que é também cheio de gordura? Pois então, o tornozelo é a batata da moda.

Usar sapato de gáspea baixa – como sapatilha e mocassim e calça reta com a barra um pouco, um nada mesmo, levantada, mostrando só o ossinho do tornozelo, certamente emagrece.
Dessa forma, é como se a gente conseguisse unir as duas dicas: estamos respeitando a “regra†de mostrar as partes magras e, ao mesmo tempo, estamos ali, cravadas em cima da regra de não cortar a silhueta entre o joelho e o tornozelo (afinal, ninguém disse que tinha que ser abaixo do tornozelo!).

QUEBRANDO AS REGRAS
No entanto, a coisa mais legal que essa pequena questão do tornozelo traz é que essas manipulações de imagem são mesmo muito subjetivas e equivalentes.  É por isso que a gente acha que dá para usar tudo de forma legal, desde que a pessoa estabeleça prioridades.
Dá para compensar uma blusa volumosa que não te favorece com uma combinação de tons monocromáticos. Dá para compensar um festival de cores contrastantes com acessórios que chamam atenção para o rosto.
Para parecer mais magra, a pessoa não precisa virar um recorte de todos os clichês e regrinhas de como parecer magra. Às vezes, quebrar um pouco as regras dá um efeito muito melhor. Um efeito de: “Olha, essa garota não é a gordinha caricata que usa preto, colar longo, listras verticais, sapato de gáspea baixa, tudo-ao-mesmo-tempo-agoraâ€.
Usar elementos “inapropriados†para o seu tipo fÃsico de maneira pensada passa uma ideia de que você tem muito controle da própria imagem, tanto que pode se permitir escapar das regras. Quase como um artista que domina tanto a tradição que pode inovar.
Já usar elementos “inapropriados†sem pensar é só feio mesmo.
QUERO PARECER FEMININA
Querer parecer feminina parece redundância pra uma mulher, mas não é bem assim. Nem toda mulher é assim tão feminina por natureza. E quando a gente fala feminina quer dizer delicada, suave, uma lady – uma feminilidade bem romântica, sabe!?!
O mais legal da mulher naturalmente feminina é que ela gosta – e usa – tudo aquilo que todas nós meninas aprendemos a apreciar desde pequenas: ela é cor-de-rosa, florida, cheia de lacinhos, usa vestido. O desafio é não ficar literal e conseguir toda essa delicadeza numa atitude mais mulher que menina. Como em todos os outros posts dessa “serie” aqui estão algumas direções bem práticas pra quem estiver afim de ficar um pouco mais mulherzinha:

cores claras e estampas florais
Não tem nada mais romântico do que tons clarinhos, fofinhos, cores de sorvete, né!?! Então imagina que “descolo” tentar fazer uma versão color blocking com tons pastel! Menina-mulher na medida certa. E é claro que um caminho muito fácil de atingir a feminilidade é apostar em estampas florais, daà que pra gente conseguir toquinhos de feminilidade a gente pode usar toquinhos de floral – a estampa não precisa aparecer numa peça inteirinha, tipo um vestido longo todo floral, mas em detalhes, acessórios ou peças menores.

caimento fluido e cintura marcada
A imagem de uma mulher andando com uma roupa tão molinha que o tecido balança com ela é tão feminina que chega até a ser óbvia. São leituras que nossos inconscientes fazem e por isso a gente utiliza esses sÃmbolos pra comunicar o que quer. Então um bom truque pra ficar mulherzinha é apostar em tecidos molengos, que balançam, com movimento. E pra quebrar a tal obviedade que tal escolher peças não tão femininas – calças, camisas, paletós – em tecidos muito femininos? A cintura marcada é outro ótimo truque pra ficar mais mulherzinha, viu, gente! A silhueta feminina considerada a ideal é a tal da ampulheta, então pode ser uma boa forçar uma cinturinha.

detalhes fofos
Meninas: hora de se divertir! Lacinhos, coraçõezinhos, rendinhas, babadinhos e mais tudo que for muito fofo, muito de menina, mesmo. Mas calma lá! O segredo é não exagerar e pra isso nada como misturar informações, tipo lacinhos pretos, coraçõezinhos de metal, rendinhas transparentes, babadinhos estruturados, etc. Sacou?
ROUPA PARA SHOW E FESTIVAL DE MÚSICA
Nos festivais gringos como Lollapalooza, Glastonbury e Sonar, o povo vai fardado: shortinho detonado na altura do útero, camiseta e galocha. Nessas ocasiões, distiguir Alexa Chung de Kate Moss só mesmo olhando os acessórios.
O resultado fica legal dentro do contexto e a gente acha lindo ter pelo menos uma grande ocasião em que todo mundo vai pensando muito mais nas músicas que decorou em casa do que no carão que montou para o evento social.
Já nos festivais brasileiros como Rock in Rio, SWU e Planeta Terra, a gente tem a impressão de que o clima é menos de guerrilha e as pessoas se permitem ir mais mauricinhas.
Na nossa opinião, a roupa ideal para um show desses é ultraconfortável e prática, mas com toques mais brasileiros para não fazer cospobre de Roskild – festival dinamarquês – em pleno Trópico de Capricórnio. E também com alguns toques femininos que digam que, fora daquele ambiente, a gente até sabe o que é dignidade.

NOS PÉS
Se o show não for ter lama de verdade, vale a pena trocar a galocha por sandália birkin Melissas confortáveis – nem todas são! – ou por tênis mais femininos como Keds, alguns modelos de All Star e aqueles teninhos fofos com laço no lugar do cadarço e paetês vendidos em lojas como New Order e Accessorize.
Além de serem confortáveis, mais femininos e alongadores do que a galocha, esses sapatos não te deixam com cara de quem copiou o look das gringas sem checar a meteorologia.
PERNAS, PRA QUE TE QUERO
Aproveitar o calor humano e tropical para ir de short ou bermuda deixa a composição mais feminina em uma situação em que cabelo e maquiagem não costumam estar em seus melhores dias.
O tradicional shortinho jeans detonado até é uma boa opção, mas como 99% das meninas estarão usando a mesma roupa, pode ser mais interessante pular para um modelo de sarja ou de algodão com algum detalhe como uma amarração lateral, por exemplo.
CAMISETA HERING É SÓ UM CONCEITO
Talvez chova, talvez manche, talvez elasteça. Por isso, evite escalar sua camiseta favorita. Por outro lado, não precisa catar a camiseta branca mais preguiçosa do armário e levar para a noite.
Uma camiseta simples com um decote bonito nas costas, com uma manga que amarra ou com uma faixa para marcar a cintura já resolve a questão.
O ACESSÓRIO ENQUANTO APARATO DE GUERRILHA
Em um show longo, com bebida, sol e cansaço, é necessário levar um pouco mais que cartão de débito e chave de casa. É preciso ter lugar para a aspirina, um lencinho, para as fichas de comida e bebida.
Uma bolsa média com alça cruzada pelo meio do corpo resolve a questão e ainta te deixa com as mãos livres.
Nessas ocasiões em que não cabe usar camas de roupa, colares, pulseiras e brincos podem fazer a diferença entre um look pobrinho e outro muito legal. É preciso, no entanto, ter cuidado para não usar nada que enganche nos outros ou atrapalhe seus movimentos.
Para fechar com dignidade, terceira peça de show pode ser um cardigã levinho que te protege no fim da noite ou uma camisa de flanela quentinha. Quando não forem usados, eles podem fazer um charme na cintura ou pendurados na bolsinha transpassada.
A IDÉIA É “DESARREDONDAR”!
Quando a gente tá acima do peso, se sentindo gordinha, é se olhar no espelho e se achar redonda – é ou não é assim? Mesmo sendo exagero (ah, esses chiliques produzidos pela nossa exigente auto-imagem!), essa sensação de “redondice” tem alguma razão: quem tá gordinha tem ombros e braços mais arredondados, bochechas crescem pra acrescentar volume à parte lateral do rosto, barriguinha e pernocas também se alargam e tudo cresce para os lados. E crescer para os lados é o contrário de ter altura, da sensação de longilÃnea. O olhar da gente é treinado para enxergar todo mundo na vertical, dos pés à cabeça – quando a gente tá gordinha, o nosso próprio olhar fica viciado em procurar defeitos na horizontal, de uma borda à outra da silhueta, fazendo a gente enxergar redondo. De verdade!

AntÃdoto bom, então, é desarredondar a aparência com elementos visuais de vestir. Roupa não faz perder peso, mas ajuda a gente a se enxergar com mais amor. Vale trocar tecidos fluidos (que acompanham a silhueta sem forma, sem moldar), tricôs, decotes redondos, mangas fofas nos ombros e nos punhos, tudo que reforça a forma curvilÃnea (!!!) por materiais mais estruturados, que tenham caimento que por si só cria linhas retas em volta da silhueta, decotes em V ou canoa (retões, de ombro a ombro), mangas que definam os ombros como eles são (e na altura em que eles estão) com costuras certeiras, paletós (alô lapelas!) e jaquetinhas (alô golas pontudas!), coletes como os de alfaiataria, camisas… tudo que tiver muitas linhas retas na própria confecção e que crie outras linhas retas na gente, quando a gente usa. Tipo treinando o nosso olhar (e o de todo mundo em volta!) pra procurar o que verticaliza, o que desarredonda, o que faz olhar pro alto, pro centro e não pros lados. É mais difÃcil, dá trabalho e faz pensar – mas compensa no resultado e na sensação de consciência (e domÃnio!) do vestir de todo dia.
Mais dessas artimanhas ilusórias que a gente exercita com as nossas clientes (e que funcionam de verdade!):
Lembretes emagrecedores
Alongadores e afinadores de silhueta
Sofisticadores instantâneos de look
QUERO PARECER ELEGANTE
Estar elegante é diferente de ser elegante. Todo mundo pode usar um look um dia e as pessoas em volta falarem “nossa, como você está elegante!”, tipo “como você está chique/arrumada/softiticada”. Já a pessoa que é elegante – e aqui a gente está falando de imagem visual, mesmo, a questão da postura elegante teria que ficar pra um outro post, porque rende… – ela veste calça jeans e camiseta mas dá a sensação de que está vestindo um tailleur, sabe!?! É uma questão de impecabilidade, de cara de coisa boa, de uma espécie de superioridade, como se a mulher elegante por natureza não fosse como o resto dos humanos.
Está certo que essa elegância natural de algumas mulheres não é algo que se fabrica, mas dá pra gente tirar algumas lições dela pra conseguir transmitir uma imagem mais “elevada” quando a gente estiver com vontade/necessidade, não dá!?! E as principais lições são essas:

coordenações monocromáticas
Tudo que é entendido como elegante (no nosso subconsciente) tem a figura esguia, longilÃnea, então tudo que puder alongar uma silhueta pode também transmitir essa imagem de elegância desejada. Daà que entra a coordenação de cores monocromáticas, ou seja, a coordenação de cores entre partes de cima e partes de baixo do look que não tenham uma quebra no meio da silhueta. Funciona com coordenação de uma mesma cor em tons diferentes (tom sobre tom) ou com cores diferentes num mesmo tom (tudo escuro ou tudo claro) – a gente particularmente curte mais a segunda opção, que deixa o visual um pouco menos careta!

materiais de qualidade
Pra ter cara de coisa boa a coisa tem que ser boa, viu!?! Isso não quer dizer comprar coisas carÃssimas, mas sim prestar atenção no material que essas coisas são feitas. A gente por aqui bate insistentemente na tecla do tecido natural, mas é porque faz muita diferença no resultado do look, minha gente! Vale prestar atenção nas etiquetas das roupas, no toque dos tecidos, no acabamento das peças, nos detalhes dos acessórios… Vale a gente comprar o melhor que o nosso dinheirinho permite comprar – essa é a mentalidade da mulher elegante.

amor pelos clássicos
A mulher elegante é um pouquinho tradicional sem ser totalmente careta. Por isso ela ama os clássicos da moda. A gente pode se apropriar de alguns deles pra adquirir um pouquinho desse refinamento no nosso dia a dia: pérolas, trench coat, escarpins, lenços de seda, bolsas de mão, camisa branca, cardigans, cores neutras… Mas com um super cuidado pra se usar itens clássicos com moderação, um de cada vez e coordenados com peças mais informais, pra não correr o risco de ficar um pouco com cara de velha.
LENÇO SOBRE GOLA
Muito legal esse jeito de usar o lenço, assim por cima da gola da camisa! Levantar qualquer gola já rende um “descolo” pro look – com o lenço dando ‘suporte’ então, a gente AMOU. E já tamos exercitando nos próprios looks e com as clientes: ponto de cor perto do rosto é um truque bem alongador de silhueta (todo mundo olhando a gente no alto, pra cima!) e o lenço desse jeitinho (em volta da gola) não precisa grudar no pescoço, pode deixar mais pele à mostra nessa área e assim dar uma alongadinha básica no rosto de quem usa. Viu!

Vale reparar que na primeira referência a moça usa gola levantada + lenço + colar e ainda pendura os óculos escuros – charmosa do começo ao fim, não? A sacada é prender o cabelón, “tirar do caminho” um elemento super forte da aparência (que é o cabelo com volume, cor, forma textura, tudo em si mesmo!) e assim liberar espaço pra tantos outros elementos de moda. Um exercÃcio bom da gente experimentar, com um monte de possibilidades de uma vez só. ;-)
COMO FAZER UM COLETE COM LENÇO!
Pequena pausa no trabalho de compras pra gente dividir essa sacada com todo mundo: enquanto a cliente escolhia o lenço que ia levar pra casa, a vendedora ensinou esse jeito de fazer um colete com lenço retangular, tipo echarpe – dá certo até com pashmina, viu. Ó no vÃdeo que demais, a gente curtiu SUPER!
Poá: uma tendência com grandes chances de ser promovida
Xadrez, listras, pied de poule (pé de galinha) e poás estão entre as estampas mais clássicas do mundo: aquele tipo de padronagem que conquista facilmente até as pessoas mais fieis aos tecidos lisos.
Entre elas, a gente vem notando uma aparição mais frequente do poá: aquelas bolinhas (ou bolonas) que deram as caras durante as coleções resort de 2010 e vieram com tudo no inverno deste ano.

Somente em 2011, Dior, Paul Smith, Marc Jacobs, Stella McCartney, Lanvin e Catherine Malandrino trouxeram poás em seus desfiles.
Poá é clássico, é lindo e é uma das estampas mais fáceis de coordenar com outras estampas, sendo um ótimo começo para quem ainda tem medo de pesar na mão.
A mensagem mais forte do poá é a de delicadeza, estilo antiguinho e feminilidade, remetendo a um estilo vovó.

Quem quiser usar a tendência fugindo dessa mensagem original, deve balancear com peças mais joviais, como shortinho jeans, tênis, cabelo preso de um jeito calculadamente bagunçado, vestido curto ou acessórios divertidos.
A própria estampa de bolinha pode ficar mais ou menos jovial, a depender do nÃvel de contraste entre o fundo e os detalhes. Dentro dessa lógica, bolinha preta em fundo branco seria o mais vovó possÃvel enquanto misturas com cores mais vivas e contrastantes fugiriam um pouco do envelhecimento precoce.
Outra solução para rejuvenecer o poá e ainda associá-lo a outra tendência forte é usar com acessórios pesados: coturno feminino, sapato de madeira, colarzão.
Aproveitar a modinha para adquirir boas peças de poá é muito esperto porque a mesma peça que hoje serve como atualizadora de look, amanhã irá compor seu acervo de peças atemporais. Não é qualquer tendencinha que tem esse futuro brilhante pela frente, minha gente!
MANCHA SAI COM ÃGUA FRIA OU QUENTE?
Num texto da revista Casa Cláudia sobre áreas de serviço a gente aprendeu que é com água fria que se tira mancha – mais: com gelo! A orientadora de serviços domésticos Arlene Rocha Leão, consultada como especialista na matéria, diz pra gente o seguinte:

E a gente aqui achava que com água quentinha a roupa manchada ia se sentir amada (!!!) e ia ajudar a gente a soltar a sujeira grudada… dicona essa hein? No mesmo texto a “orientadora” ainda diz pra gente procurar remover as manchas antes mesmo de lavar a peça – o que fez a gente lembrar de outros textos daqui do blog em que a gente divide o que sabe e o que ensina pras nossas clientes sobre manutenção de roupas:
Lavagens pra cada tecido
De olho na manutenção
Aula de manutenção da Oficina de Estilo
Na tag ‘manutenção’ tem ainda mais info sobre dobrar e pendurar peças especÃficas, sobre passar roupas do melhor jeito, sobre guardar e cuidar de um modo geral. Roupa bem cuidada é garantia de elegância e reforça carinho na auto-estima quando ajuda a gente a transmitir idéia de atenção com a gente mesma no dia-a-dia, viu. ;-)










