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Todos os Posts de novembro de 2011
WORKSHOP DE PERSONAL STYLIST
A gente é super satisfeita com o lugar que ocupa hoje no mercado de personal stylists do BR, de verdade. Tem oito anos que a gente se dedica exclusivamente a crescer profissionalmente e a ajudar a fomentar (na medida em que a gente consegue!) todo um “ambiente” mais comprometido, alinhado, cordial e cooperativo. Essa é uma profissão tão nova, de exercícios e variedades tão recentes, que a gente entende que não existem concorrentes, existem colegas de trabalho. E esse olhar, esse jeito de viver o trabalho, é legal e faz a gente enxergar além. ;-)

((essa é a nossa turma do workshop de estilo pessoal, elas são DEMAIS! <3<3<3))
Talvez por isso a gente receba muitos MUITOS emails perguntando como começar, do que é preciso pra exercer, o que estudar, como divulgar o trabalho, como conseguir clientes e mais. Esses são os emails que a gente mais responde – mais até do que os que perguntam o que fica bem em determinada silhueta ou o que usar em casamentos de dia (!!!). Então a gente decidiu organizar toda info que a gente entrega individualmente, nesses emails, em forma de um workshop – curto mas bem objetivo! – pra que mais gente pudesse conhecer mais e ter mais repertório pra decicir “se é isso mesmo” e aperfeiçoar o próprio jeito de trabalhar.
O workshop se chama PANORAMA DO MERCADO E DA PROFISSÃO DE PERSONAL STYLISTS e vai rolar agora em dezembro, em duas datas diferentes: uma numa sexta-feira à noite, outra num sábado de manhã – pra todo mundo ter chance de estar com a gente. Conteúdo detalhado, local, valores e horários estão explicadinhos aqui no link. Clica, manda email pra gente e vem trocar, refletir e crescer com a gente! Rumo a um futuro profissional cheio de satisfação!
FESTA BEM COMPORTADA
O que usar na festa de fim de ano da empresa pode gerar mil dúvidas… não é facil, mesmo, porque ao mesmo tempo que é uma festinha e a gente quer estar bem linda, ainda é ambiente de trabalho e a imagem profissional é a que deve prevalecer!
O resultado dessa equação é montar looks de festa descolados e femininos, mas sempre bem comportados. Isso quer dizer que a gente pode usar transparência, sim, pode usar brilho, sim, pode usar cor vibrante, sim, pode até abusar um pouquinho no decote ou no comprimento, mas sempre com parcimônia, nunca “tudo-ao-mesmo-tempo-agora”.

Então a gente tem que sempre pensar em compensar os elementos muito ousados que uma roupa de festa pode carregar (afinal de contas é uma festa, não dá pra vestir a roupa de todo dia do escritório!) com elementos “acalmadores”, tipo mangas mais longuinhas, terceiras peças, sapatos fechados, caimento não-justo, tecidos mais estruturados. E é super importante que o visual fique um tantinho sofisticado e isso a gente consegue através de materiais de super qualidade e acessórios com cara de coisa boa.
Tá certo que o objetivo de uma festa de fim de ano é confraternizar, comemorar o ano que passou ao lado dos colegas de trabalho e poder conhecer um pouquinho mais essas pessoas fora do ambiente profissional, mas não dá pra festejar como se não houvesse amanhã e esquecer dos outros 364 dias de muita ralação pra contruir a imagem de trabalhadora que se tanto almejou, né!?!
TERCEIRA PEÇA QUE ALONGA
Toda vez que a gente usa uma terceira peça no look a gente ganha um tantinho extra de formalidade/elegância e uma dose extra de interessância – já que o complemento dá chance de coordenar mais cor, estampa, textura, material. E toda vez que a gente usa uma terceira peça sem fechar, aberta assim na frente do tronco, as “abas” da própria peça formam um vão vertical super afinador de silhueta. Esse vão corta a silhueta do pescoço até abaixo da cintura (dependendo da altura da terceira peça) atraindo olhares de cima pra baixo e de baixo pra cima – e não de um lado pro outro, na horizontal… sacou? Tudo ilusão de ótica! ;-)

fotos feitas pela dani toviansky <3
O truque alongador funciona turbinado quando a gente coordena cores que reforcem a idéia: se na parte de dentro a cor é mais viva, mais clara ou mais colorida e na parte de fora a cor é mais opaca, mais escura ou mais neutra, então só o que se percebe é essa pequena “fresta” no centrão da silhueta – e nada de contorno. Essas cores podem ser coordenadas por comparação umas com as outras, tipo cinza pode ser claro se coordenado com marinho mas pode ser escuro se coordenado com bege, sabe como? E esse truque não serve só pra quem quer afinar a figura, serve também pra quem quer parecer um pouquinho mais elegante – tudo que alonga/afina e dá sensação de longilínea, transmite essa idéia (mesmo em looks informais). A gente aqui usa muito, ensina muito pras clientes, treina novas possibilidades todos os dias e olha, tem funcionado de todo jeito!
NEM DEMAIS, NEM DE MENOS: 10 PONTOS!
A gente conheceu o teste dos 10 pontos ainda na escola (com ela!), e até hoje a gente ensina pras clientes. É uma brincadeira, mas super direciona o uso de cores, texturas, volmes, acessórios e a coordenação disso tudo nos looks de todo dia! Funciona assim: cada elemento do que a gente veste/usa tem uma pontuação. Aí a gente se monta de manhã, conta os pontos do look e vai adicionando coisas ou tirando coisas pra ficar entre 10 e 15 pontos. Cada uma tem um número de pontos que indica equilíbrio (os nossos aqui na Oficina ficam em 10, 12 pontos) – mas menos que 10 pontos pode indicar um look básico demais e mais que 15 pode dar a sensação que a gente tem quando olha as imagens aqui embaixo (hihihi!). Quer brincar?

“aiaiaiaiaaaaaaaaaaaaaaaaaiii, eu to over?!??”
TESTE DOS 10 PONTOS
• cada cor colorida vale 1 ponto
• cada detalhe que se destaque na roupa vale 1 ponto
• 1 ponto pra sapatos simples e mais 1 ponto pra cada detalhe extra, tipo textura, cor diferente, salto anticonvencional, recorte inusitado, costuras aparentes, enfeites, aplicações, tipo isso
• meia-calça vale 1 ponto se tiver textura, cor colorida (neutros tipo preto, cinza chumbo e marrom café não contam!) ou brilhos
• colares, anéis, relógios, broches e lenços valem 1 ponto cada; mais 1 ponto pra cada um que tiver cor colorida ou que se destaque super demais
• 1 ponto pra cada par de brincos (não conta orelhas separadas, é o par!) e mais 1 ponto pra cada cor nesse acessórios
• óculos contam 1 ponto – pode acrescentar 1 ponto pra cada detalhe a mais na armação, tipo correntinhas, pedras, logos chamativos ou cores coloridas
• chapéu, faixa, tiara ou lenço no cabelo: 1 ponto cada
• bolsa conta 1 ponto se é simples e lisa – cada detalhe conta 1 ponto a mais, tipo fivelas, material lustroso tipo verniz, correntes, texturas, cores coloridas ou muitos bolsos
• esmalte em cor colorida ou escura conta 1 ponto (vale pra todas as cores!)
… E assim por diante!
((Esse é um desses posts antiguinhos que a gente resolveu re-editar pra ter mais perto, pra refrescar idéias! Foi originalmente publicado aqui no blog em maio de 2008! O tempo se diverte quando a gente voa, não?!??))
MUITA BARRIGUINHA OU POUCA CINTURA?
Tem muita gente que confunde as duas coisas, sabia!?! Vira-e-mexe mulher que não tem cintura reclama que tem barriguinha, mas daí a gente olha ela de lado e a barriga é flat. Ou tem mulher que tem barriguinha e se sente sem cintura, mas quando a gente olha ela de costas a cinturinha está bem lá no lugar dela! E excesso de barriguinha e ou falta de cintura são questões que podem pegar tanto as gordinhas quanto as magrinhas, viu!?!
Já que são “problemas” diferentes o jeito de lidar – leia-de disfarçar – com eles também é bem diferente. Quer ver?

* pra quem tem barriguinha
Mulheres com aquele voluminho extra na região abdominal podem pensar em disfarçar a tal barriguinha chamando atenção pra outro ponto do torso, como ombros e colo. E ao contrário do que muita gente acredita, usar blusas super folgadas acaba dando impressão de que a pessoa é mais gordinha, ou mais barrigudinha ou até que está grávida (quando não está de verdade – super constrangedor, né!?!). O caimento ideal é o que acompanha a silhueta, sem grudar na pele, e se for em tecido plano ainda melhor! Outra coisa que não rola é usar blusas ou casacos que marcam demais a cintura, com amarrações, ou com comprimento que termina exatamente ali no ponto do problema. Mesmo porque muitas barriguinhas podem vir acompanhadas de pneuzinhos…
Quando for escolher peças estampadas tomar cuidado com as padronagens muito grandes e espaçadas que fazem com que essa região acabe parecendo ainda maior. Isso a gente não quer, né!?! Já as partes de baixo podem ter a cintura no lugar, mesmo, porque cinturas baixas ou cinturas altas não ajudam em nada. E sabia que usar blusas mais soltinhas por dentro da calça/bermusa/saia pode acabar disfarçando a tal barriguinha? Tops tipo blusê também podem dar certo, porque têm esse mesmo efeito, desde que não sejam super largos, é claro!
* pra quem não tem cintura
Dá pra criar ilusão de cintura sem virar escrava de cintos e faixas, viu, gente!?! Só da gente começar a usar peças que já definam cintura na sua forma, através de modelagem ou recortes (sabe essas blusas ou casacos que parecem que já tem cintura mesmo pendurados no cabide?) o resultado é 1000%. Mas tem outras dicas! Blusas e vestidos transpassados são opções ótimas pra quem quer afinar essa região. E o truque de chamar atenção pra ombros e colo que serve pra quem tem barriguinha também serve nesse caso.
Mas o “truque-afinador-de-cintura” que a gente mais ama é usar terceiras-peças bem justinhas (a gente fala pra comprar a que veste sequinha nas costas e nos ombros, mesmo que não feche – mesmo porque ninguém vai usar fechado!) em cores mais escuras ou neutras, abertas e sobrepostas a blusas em cores mais coloridas ou claras ou estampadas. Esse vertical que forma ao longo do torso faz com a que a cintura pareça ser um terço do que ela é! Mágico, não!?!
SER INDIE NO BR (NÃO É FÁCIL!)
Já reparou que sempre que surge uma modinha de grupo fora do país – tipo boho, emo, hispter, qualquer coisa que seja bem marcada como moda de grupinho – isso fica mais difícil de identificar no Brasil? Por aqui, emo parece hispter, boho parece mendiguismo e todo mundo termina dando um abraço fraternal na C&A.
Na nossa opinião, isso acontece por muitos motivos – brasileiro gosta de sincretismo entre estilos mesmo quando tenta ser caricato -, mas sobretudo porque nós não tempos a mesma variedade de lojas, marcas e fornecedores que os gringos têm.

Apague da sua cabeça pessoas que viajam para o exterior todo ano e fazem suas compras por lá. Apague também endinheirados em geral. Agora foque sua atenção nos jovens – justamente quem costuma aderir a modas de grupo, já que adulto não anda em bandos. O jovem brasileiro que se identifica com a estética hipster compra nas mesmas lojas que o adolescente emo, que compra nas mesmas lojas que a menina influenciada pelo romantismo a la foto do Tumblr.
Toda essa rapaziada diferente, que se sente e quer ser diferente, tem acesso às mesmas peças e depende muito da própria criatividade para se distanciar uns dos outros.
Um dos caminhos diante desse fato é sentar no primeiro meio-fio que aparecer e chorar nossa falta de H&M, de Urban Outfitters, da variedade de lojas baratas que os gringos possuem a mais que a gente. O outro caminho é perceber que a nossa pobreza de fornecedores incentiva a criatividade nos jeitos de usar, nas combinações diferentes, na customização, na ida até a costureira, no empreendedorismo de fazer a própria lojinha on-line. Será que valorizar isso tudo não é muito mais legal do que ensinar para os adolescentes que o caminho para fazer bonito na porta da escola é um cartão de crédito internacional?
No fim das contas, estilo não se compra e o consumidor brasileiro tem bem menos risco que o gringo de virar caricato, vítima da moda ou qualquer coisa assim. Como já disse Humberto Gessinger: “Em Cuba só há uma marca de xampu, mas somos nós que querermos todos ter o mesmo tipo de cabelo”.
Todas chora e encerra o post com essa referência, meu deus!
OFICINA DE ESTILO EM VÍDEO
Esse foi o ano em que a gente arrumou a nossa casa pra ter esse site completinho, profissa e amadurecido, com conteúdo institucional que funciona bacana e ajuda a gente a trabalhar (ainda) mais. A desculpa pra por no ar todo esse trabalho de organização de informação foi atualizar o layout – e o pacote ganhou de brinde esse vídeo aqui. A gente percebe que, por mais que tudo aqui no site esteja detalhadamente explicado, todo mundo entende de verdade quando a gente mesma fala do trabalho, das etapas da consultoria, da nossa paixão por relacionar moda e auto-estima e da alegria que é estar com gente da vida real todos os dias. E aí a gente resolveu registrar/falar isso tudo… pra câmera!
Esse vídeo vai ficar disponível na home do nosso site por um booooom tempo, até que as coisas por aqui se aperfeiçoem (de novo e sempre) e a gente resolva atualizar essa info. Enquanto isso, essa é uma boa oportunidade pra agradecer a todo mundo que participou desse pacotão de atualização da Oficina de Estilo na internê, ó que turma incrível: as Contentes na arquitetura de informação e no conteúdo institucional; o Guga nos layouts, a Tag n’ Click na programação; os Three Little Birds, fofitos responsáveis por essa lindeza de vídeo; a Yasmin na assistência. Delícia de trabalho em equipe que agora tá enchendo a gente de orgulho! :)
COORDENAÇÕES DE MATERIAIS DIFERENTES
Sabe quando tá muito frio e a gente quer sobrepôr tricô com tricô e o look não dá certo? Ou quando um colete de malha não fica muito bom quando a gente usa por cima de camiseta também de malha? Provavelmente isso acontece porque misturar materiais e superfícies diferentes sempre funciona mais, presta atenção! Blusa de algodão com cardigan de tricô, camisa de seda com paletó de veludo, bermuda de brim com camiseta de malha, vestidinho de laise com casaqueto de linho… Texturas diferentes, usadas juntas, fazem sucesso especialmente em looks monocromáticos - e a receita pra coordenar mais de uma textura é sempre ter uma textura claramente dominante na coordenação, com as outras aparecendo menos, de coadjuvantes. Tipo quando a gente coordena estampas com outras estampas (tem aqui umas fórmulas pra coordenar sem erro – e sem medo!). Mas a direção mais valiosa é não repetir as mesmas texturas em peças muito próximas, nem uma igual sobre outra. Tem que variar!

A gente já tava pensando nisso e quando era a hora de fazer o post, a gente olhou uma pra outra e os exemplos tavam na gente mesmo! A gente tava em reunião e a Cris tava de jeans, camiseta de algodão e laise e tricô com textura quadriculada – e ainda tinha um lenço-tudo-de-bom. Eu tava de saia de algodão espesso, camiseta de malha e tricô fino. Pra completar, a Cris tava de sandália com textura de couro de animal e eu tava de sapatilha de verniz, textura super lisa e brilhoooooosa. Era tudo super simples, mas tava bem legal por conta desses elementos – que contam pontos importantes em qualquer produção, mesmo nas informais! Vale se divertir com qualquer look, todo dia, né?!??
(((E esse é um post originalmente postado em 2008, gente! A gente resolveu, com o site novo, “repaginar” algumas das idéias que a gente mais exercita no dia-a-dia de trabalho com clientes pra não deixar nada esquecido lááá atrás nos nossos arquivos. Pelo menos uma, duas vezes por semana, a gente vai resgatar posts antiguinhos pra dar cara nova – e relembrar geral de como a gente pode se divertir com roupa sem fazer esforço ou gastar rios de dindin.)))
ROUPA PARA TIRAR O VISTO
Existem poucas coisas na vida mais chatas do que tirar visto para outros países. Geralmente, pagamos mil taxas, preenchemos mil fichas e ficamos horas intermináveis na fila. Para piorar, sempre tem um amigo da onça para nos convencer de que tirar o visto – seja para os Estados Unidos, Iêmen ou Jordânia – é dificílimo.
O resultado da equação é o nervosismo. Na nossa aparência, todo esse nervosismo costuma se denunciar de duas maneiras: ou no exagero ou no desleixo. Quer dizer: ou a pessoa vai para a entrevista do visto muito mais arrumada do que precisa ou muito menos do que poderia.
A verdade é que em uma situação dessas, aparência conta bastante. O objetivo dos países com esse documento é fazer uma triagem entre as pessoas que eles acham que são mais ou menos propícias a causar problemas para eles. Esses problemas podem ser tanto imigração ilegal quanto crimes, baderna etc. Ou seja: parecer uma pessoa responsável, segura e legal conta pontos na triagem. Por outro lado, não precisa surtar que a ocasião é um concurso de miss porque turista não é pedinte e ninguém recebe ou deixa de receber visto apenas pela roupa que usa.

Entrevista de visto equivale em termos de formalidade a uma visita ao colega de trabalho que está no hospital ou a um advogado importante em seu escritório. É formal, mas não precisa exagerar.
Sapato com dedos de fora, por exemplo, não pega tão bem. Passa uma ideia muito malandra, de praia. Se quiser usar decote, prefira um que chegue até no máximo a linha da axila. Saias e vestidos podem se manter bem comportados. O comprimento mínimo fica quatro dedos acima dos joelhos.
Usar roupa justa pode marcar demais o corpo, mas também não é legal usar uma roupa tão larga que possa esconder uma metralhadora dentro. Um folgadinho confortável, acompanhando a silhueta sem grudar na pele, já resolve o problema.
Como a perspectiva é chegar ao Consulado de madrugada e só sair no começo da tarde, é bom se preparar para a mudança de temperatura durante esse período. Levar um cardigã e um lencinho para amarrar no pescoço que possam também enfeitar a alça da bolsa caso o calor aperte difinitivamente é uma boa ideia.
Usar elementos que passem essa imagem de moça bem cuidada, atenciosa – como tecidos planos e naturais, unhas bem cuidadas para o momento tenso da entrega do passaporte e maquiagem leve – é muito esperto em qualquer dia, sobretudo nesses em que a gente depende mais explicitamente da opinião dos outros.
Falou em formalidade, todo mundo pensa que preto é o canal. Acontece preto passa essa imagens distante, inacessível, fale com a minha mão. Bem melhor seria quebrar o gelo dessas entrevistas embaraçosas como visto e emprego com uma coordenação de cores não tão chamativas. Se a sua personalidade é mais carnavalesca, vale mesclar uma cor mais colorida com outra mais neutra. Já se a personalidade for calma, vá com dois neutros claros (claro é mais simpático que escuro!) e originais. Pode ser coordenação de cinza com bege, marinho com outro tom de azul ou verde oliva com creme, por exemplo.
Se nada der certo, recolha toda sua elegância e faça a Sol, berrando loucamente no Consulado e dizendo que todo mundo tem direito de ir para a Disney. Ou pegue seu RG e vá para Buenos Aires.
ABSORVENTES DE AXILA (AHÃM!)
Nossas clientes são as mais antenadas e apresentam altas idéias geniais pra gente, de verdade. No guarda-roupa de uma delas, na semana passada, a gente conheceu esses absorventes de axila – que tem textura de absorvente, superfície auto-colante, vêm embaladinhos um-a-um como um carefree mesmo… mas servem pra usar por dentro da roupa, debaixo dos braços. Mas como assim? Assim, ó:

Chama “Underarms pads” e é feito por essa marca 1-2 Dry. As caixinhas tem 12 absorventes que podem ser comprados em tamanhos diferentes (M e G) e podem ser brancos ou pretos. Os absorventes vem embalados em duplinhas, como a gente fotografou – e neles mesmos tem uma dobra indicando o lugar certinho em que devem ser colados/usados. A gente achou sensacional pra quem usa muita alfaiataria, porque né menos lavagens significa durabilidade maior. Bom também pra evitar manchas de desodorante nos forros clarinhos de jaquetas e capinhas. Mas vantagem maior mesmo é a de permanecer sequinha em situações como a da própria cliente: mesmo no verão, o trabalho dela tem dresscode formal e uma terceira peça é sempre bem-vinda… mesmo usando regata por baixo. Sacou? ;-)
O site tem mais informação e uns desenhinhos bem ilustrativos – bom pra pesquisar e trazer na próxima viagem, já que aparentemente o site não entrega no BR (diz que existem outras marcas, de repente vale a pesquisa). De todo jeito vale conhecer, né? Legal viver num tempo em que todo mundo quer ter a melhor vida que pode ter – e que a indústria pensa possibilidades criativas pra quase tudo!










