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MAQUIAGEM PRA VIDA REAL!
Toda cliente que passa pelo processo de consultoria de estilo pessoal com a Oficina de Estilo é encaminhada, logo no começo do trabalho, pra uma aula personalizada de auto-maquiagem com a Thelma Marques. A gente entende que maquiagem tem papel importante na aparência com que a gente escolhe viver a vida por que pode funcionar como ferramenta pra melhorar auto-estima: nada que pinte as nossas carinhas opera nenhuma mudança real em quem a gente é, mas pode ajudar a gente a se enxergar com mais amor por si mesma — é ou não é? E não precisa de muito tempo, de necessaire abarrotada de produtos e nem de tanta habilidade: maquiagem funcional é a que valoriza o que a gente tem de mais legal, o que evidencia o que pode ser incrível. A Thelminha trabalha com a gente e com as nossas clientes desde 2008 orientando todo mundo a (realisticamente!) obter os melhores resultados com os recursos que se tem pra uniformizar pele, disfarçar olheiras, imprimir aparência de saúde em bochechas coradas, hidratar lábios, delinear olhos.

Uma vez, tempos atrás, a gente ouviu o próprio Fernando Torquatto dizer que “maquiagem é só complemento, que só enfeita o amor que a gente tem pela gente mesma”. Tem que vir de dentro — se tiver difícil, pincéis e cores ajudam! — e se a gente se dedica a procurar o que mais ama, mais curte no próprio rosto, se a gente enfeita direitinho esse amor… o que é imperfeito ou não-tão-legal passa a (quase) não existir, perde importância. Com essa motivação a gente convidou a Thelminha pra entregar pra grupos, em forma de Workshop, o conhecimento prático de maquiagem que nossas clientes já recebem individualmente – e que funciona como acabamento do domínio da própria imagem. CLICA PRA CONHECER O PROGRAMA COMPLETO, DATAS, HORÁRIOS E VALORES –> E PARTICIPA COM A GENTE!!!
Nesse workshop a gente vai entregar, juntas, informações sobre a coloração pessoal de cada participante – com direito a análise individual e cartela de cores pra levar pra casa! – e direções práticas que abasteçam todo mundo de segurança para experimentar, exercitar e entregar pro universo a melhor aparência que se pode ter. Em duas etapas a gente vai conversar sobre cores, contrastes, efeitos, formas, mensagens, equipamentos, produtos, texturas, marcas e maneiras diversas de manipular tudo isso junto, com análises individuais e exemplos dados na prática!
Ter cuidado com a aparência reflete o cuidado que a gente tem com a gente mesma e com o tudo que a gente faz — essa mensagem é transmitida direto pro inconsciente de quem lida com a gente no dia-a-dia, e mesmo que não seja super literal fica gravada como uma característica nossa. Faz muito sentido, então, cuidar da aparência do rosto como canal principal de comunicação com o mundo (alôr olhares, fala, sorriso, piscada de paquera!) pra reforçar identidade visual disposta, comprometida e enérgica.
BOLSAS TIPO TIRACOLO
A gente lembra de começar a ver bolsas com alças longas, tipo tiracolo, nas revistas de moda que folheava em 2007 #velhinhas — e olha que ainda demorou pra gente deixar de achar estranho e aderir. Agora pensa em como geral tem aproveitado hoje a mobilidade, a praticidade e o conforto que esse modelo oferece! Delícia pra viajar, pra trabalhar fora de casa ou so escritório o dia todo e – melhor de tudo – pra ter mãos livres pra se fazer o que quiser. Acontece que na prática nossas clientes perguntam bastante sobre bolsas tiracolo, e tá aqui o que a gente responde, ó.

imagens de editorial de uma vogue américa de 2007, com a winona ryder na capa (lembram?)
Nossas mães usaram bolsas tiracolo loucamente nos anos 70, e logo que elas começaram a aparecer de novo vieram com uma conotação mais informal e esportiva que as bolsas de mão (e de ombro) que a gente tava usando até então. Foi-se o tempo e agora as bolsas mais elegantes, feitas em materiais sofisticados e formatos bem formais, vem com alças longas — nem que sejam removíveis, usadas como opção. Então não tem essa de que bolsa que tem alça longa é mais desarrumada: o que importa na hora de escolher por formalidade é material de que é feito e acabamentos, sendo que couros são sempre mais formais que algodões, palhas, lonas e outros materiais alternativos. Fivelas, fechos e detalhes em metais também acrescentam esse clima arrumadão.
Acontece que inevitavelmente bolsas tiracolo se hospedam bem na altura do quadril enquanto a gente usa — com alça transpassada ou só no ombrinho mesmo, a altura mais “neutra” pra bolsa estar é exatamente paralela ao quadril (bem na direção da perereca). Pensa só: volume de bolsa mais pra cima que essa altura faz “enlarguecer” a cintura (e acrescenta peso visual ao peito e ao ombro), volume bem abaixo faz crescer as coxas e encurtar as pernas (visualmente), sem contar que faz parecer que o bumbum vai das costas ao joelho. E aí modelos mais finos super ajudam na hora de minimizar esse volume acrescentado.
E então vale pensar em cores: a gente usa bastante uma fórmula alongadora de silhuetas que funciona super — acompanhar a cor do que a gente usa e a cor da bolsa que escolhe faz sentido pra não achatar a silhueta, né? Ao mesmo tempo, se o look inteiro já foi pensado pra alongar/afinar quem a gente é, bolsa que contrasta garante a certeza de que qualquer volume extra vem da bolsa em si e não pertence à gente. Acompanhar as formas da bolsa (mais arredondadas ou mais angulares e retonas; mais estruturadas ou mais molinhas) com as formas que a gente tem (nos olhos, nos traços do rosto, na silhueta) e com as formas do que usa também rende efeitos variados: quando tudo se acompanha a gente reforça mensagens, quando tem contraste a gente equilibra mensagens. Formas mais moles/mais arredondadas = mais delicadeza, mais fluidez, mais acessibilidade, sensação de pessoa mais extrovertida e despojada; formas mais duras/mais angulares e retas = mais rigidez, mas distância, mais autoridade, mais discrição.
Sabendo disso tudo — e tendo clareza de quem a gente é e do que a gente quer! — o exercício de pensar, escolher e coordenar vira pretexto pra gente experimentar mais e mais. Ninguém (esperto) perde oportunidade nenhuma de se divertir com moda quando se usa conhecimento a favor de expectativa própria, sem precisar ter medo! <3
SOBRE IMPORTÂNCIAS E RESULTADOS
Tem nove anos que a Oficina de Estilo existe e que eu e a Cristi trabalhamos juntas como consultoras de estilo. Do início pra cá a gente foi moldando o aprendizado numa metodologia só nossa, autoral e super focada no que é importante pra gente — vem daí a decisão consciente de trabalhar mais com gente do que com roupa, de entregar ‘ferramentas de elevar auto-estima’ e não somente ‘moda’. O resultado que a gente quer ter a cada trabalho é cliente que se enxerga com mais amor, que tem mais tolerância consigo mesma (e por consequência com o outro também), que se aceita com serenidade e que procura fazer o melhor que pode com os recursos que tem no presente, no agora. A sequência desse resultado é a cliente buscar/a gente entregar mais e mais recursos, pra que esse “melhor” seja sempre aperfeiçoado.

Na semana passada a gente encerrou mais uma turma do nosso amado Workshop de Estilo Pessoal, um programa pensado com o coração pra entregar essas ferramentas pra grupos de mulheres ao mesmo tempo (e não só de cliente em cliente). No Workshop a gente consegue, de 22 em 22 participantes, oferecer caminhos pra que todo mundo tenha coragem de olhar pra dentro, de assumir o que é importante pra si, de identificar como viver de acordo com isso (visualmente) e de se encontrar — com autenticidade, verdade e alegria — em frente ao espelho. No fim dessa nossa segunda turma a gente entendeu que o método que a gente criou, assim como na consultoria de estilo pessoal individual, tem o efeito que a participante/cliente se propõe conseguir: tem gente que topa se autoavaliar com honestidade; tem gente que ainda tá bastante ligado no “de fora”, no que é externo (e no que a gente não controla!). E quem tá mais preocupada com o que acontece dentro do que no que acontece em volta alcança resultados mais eficientes e seguros.
Isso de olhar pra dentro, de entender o que é importante pra gente, não tem como levar pra outra direção que não seja o acerto: as únicas expectativas que a gente consegue controlar são as nossas próprias, e quando essas tão supridas então tá tudo bem, tudo ótimo. Nossas participantes de Workshop e nossas clientes tão experimentando isso na prática: se curtindo, comprando melhor, se arrumando em menos tempo, tendo sensação de estarem preparadas pra tudo (relacionado a ocasiões e guarda-roupa) — cada uma na medida que se propõe. E a gente, profissionalmente, tem experimentado a realização de ver cumpridos todos os nossos propósitos, de ver nossas motivações filtrarem clientes e público que quer as mesmas coisas. Na última etapa de WS uma das participantes disse pra gente que tá se sentindo linda, que tá se vestindo exatamente como sempre quis, que tá segura em relação às suas escolhas e que, ainda agora, não sabe NADA de moda ou de tendências. Não é maravilhoso? :)
Tamos entendendo aqui que vale pra tudo: vale pra escrever textos, pra abrir blog, pra se vestir, pra escolher onde quer comer, pra fazer amigos, pra trabalhar, pra tudo. A gente identifica esse foco, essa certeza de que tamos trabalhando com coerência, consistência e consciência, como responsável pela nossa realização profissional aqui na Oficina (e que delícia é se sentir realizada profissionalmente!). Mais importante — na vida! — é prestar atenção no que tá dentro da gente, no coração, e seguir adiante nessa direção, com esse propósito: o de fazer o que faz sentido pra gente, o que faz a gente feliz. Resultado bom é consequência certa.
TRUQUE PARA GAVETAS VELHAS
Essa vem da revista da Oprah (MUSA!) e a gente, que mora em apartamento antigão, adorou: diz que gavetas de madeira, dessas pesadas, quando começam a agarrar (muitas vezes por causa de umidade, fica a dica) e demorar pra abrir… deslizam fácil fácil com cera. Tipo: abre a gaveta toda, pega uma vela, vai passando em toda madeira que serve como base pro deslize da gaveta e pronto. A gente aqui pensou que valia a pena até tentar com uma vela dessas bem cheirosas pra aliar gostosura à solução. Alguém já experimentou? Tem soluções alternativas? :)

INSCRIÇÕES ABERTAS PRA MAIS UM WORKSHOP!
A gente aqui na Oficina é super satisfeita com o lugar que ocupa hoje no mercado de consultoria de estilo do BR, de verdade. Há nove anos a gente se dedica exclusivamente a crescer profissionalmente e a ajudar a fomentar (na medida que consegue!) todo um “ambiente” mais comprometido, alinhado, cordial e cooperativo. Essa é uma profissão tão nova, de exercícios e variedades tão recentes, que a gente entende que não existem concorrentes, existem colegas de trabalho.

Talvez por isso a gente receba muitos MUITOS emails perguntando como começar, do que é preciso pra exercer, o que estudar, como divulgar o trabalho, como conseguir clientes e mais. Esses são os emails mais respondidos por aqui – mais até do que os que perguntam o que fica bem em determinada silhueta ou o que usar em casamentos de dia (!!!). Então a gente decidiu organizar toda info que a gente entrega individualmente, nesses emails, em forma de um workshop – curto mas bem objetivo! – pra que mais gente pudesse ter mais repertório pra decidir “se é isso mesmo” e aperfeiçoar o próprio jeito de trabalhar.
A idéia é conversar abertamente sobre a realidade e o cotidiano de quem escolhe seguir a consultoria de estilo como profissão. Vale deixar claro que o workshop não habilita ninguém a exercer consultoria, nem ensina técnicas relacionadas com silhuetas, cores ou estilo (ninguém se forma em profissão nenhuma em poucos dias né) — não é um programa de formação e sim um panorama do mercado e da profissão!
TAMOS COM DUAS TURMAS ABERTAS, COM DISPONIBILIDADE DE DATAS E HORÁRIOS BEM VERSÁTEIS — CLICA PRA SABER DE VALORES, DO PROGRAMA SUPER DETALHADO E DE COMO FAZER INSCRIÇÃO! A gente já fez esse workshop antes e, dessa vez, reviu o programa, atualizou informações, recheou o programa ainda mais e tá preparando um material bem útil pra entregar pra quem estiver com a gente lá… então vai ser bem legal, certeza. E olha, vão ter oooutros programas ainda nesse semestre, viu! ;-)
BOTA PRA MOLHAR
Tempos atrás a Laura do Moda pra Ler refeltiu sobre a popularidade bem maior das galochas em países frios do que aqui no BR. No texto ela ponderou que a gente vive no calorzão, então além de chuva a gente precisaria também de frio pra não fritar os pezinhos na hora de usar — mas né, galocha popularizou (pro bem!) e todo mundo já tá usando sem muita dificuldade. É legal pensar que bota de plástico pode enfeitar e tudo, mas serve essencialmente pra proteger da chuva. Então o jeito de coordenar pode ser super coerente se a bota estiver na função dela, ou pode ser super criativo se a intenção for só montar o look com a botinha de plástico. Assim:

Se a intenção é se proteger da chuva do jeito mais estiloso (e até elegante!), o ideal é usar galochas mais altas, tipo bota montaria. Dá pra coordenar com saias, com vestidos, com calças mais curtas e com bermudas, com ou sem meia-calça opaca: muito muito chique usar galochas assim. A Cris tem uma dessa marca inglesa, verdona bem escura, e ela usa com vestido cáqui arrasando – galochas lisas em cores neutras super funcionam como botas, chiques do mesmo jeito. Tem mais de como usar as galochas nessa matéria do UOL.
As galochas mais curtas funcionam melhor por dentro da calça, e a barra da calça tem que ser não-longa pra não molhar – senão a galocha sozinha não dá conta de todo o serviço, néam? E se a intenção é fazer um look criativo-engraçado, as curtinhas e coloridas super ficam fofas com vestidinhos leves e shorts curtinhos – tipo pra quem usa em raves e afins (ó que demais esse álbum!). Agora, sabe o que a gente não curte? Galocha usada por fora da calça, tipo bota montaria com skinny jeans. Porque já esse look já deu (bastante) o que tinha que dar, né, gente?
E o destino não é cruel pra quem não quer usar galochas! Tem outros tantos jeitos de se manter sequinha e digna, viu, cuidando de usar sapatinhos adequados, roupas confortáveis, cabelo cuidado com atenção e boa vontade! Mais:
Nossos mandamentos de look bom em dias de chuva
Cabelo impecável — tem como, viu!
Como usar calças com barras dobradas
Como manter a dignidade com chuva e calor ao mesmo tempo!
Sapatinhos de plástico pra substituir galochas
Passo-a-passo pra fazer em casa capinhas protetoras de sapatilhas :)
ESTILOSAS TAMBÉM NO ESCRITÓRIO
Esse post foi escrito tempos atrás, na época dos Encontrinhos (alôr 2008-2009!), numa ocasião em que a gente tava tendo contato com clientes e leitoras que, ao mesmo tempo, reclamavam da mesmice e da falta de feminilidade do look que trabalhos formais demandam – trabalhos formais tipo escritório tradicional de advocacia ou mercado financeiro, cheios de colegas-meninos que trabalham todos os dias de terno e gravata. Na época elas reclamavam de usar calça e camisa todo-danto-dia, sempre igual. A gente parou pra pensar – e agora re-pensou! - no que pode fazer a diferença na aparência de quem tem que se virar em dresscodes rígidos como os dessas clientes/leitoras. A primeira sugestão é não ter preguiça nem preconceito em relação a nada! Que quanto mais a gente experimenta, mais chance a gente tem de alcançar resultado bom – e de se surpreender, e de ganhar elogio. Então vambora:

Materiais diferentes!
Sabe o que faz super diferença, sem chamar atenção demais? Material bacana. Faz diferença em originalidade, porque é muito legal substituir o algodão e o crepe e a microfibra de sempre por algodões fininhos, tricôs leves, malhas trabalhadas, sedas mais opacos e lãs com texturas. Superfícies variadas, com toques e apariencias diversas (entre si!) sempre acrescentam interessância – mesmo em looks super tradicionais. Material diferente faz diferença também em elegância, que material de qualidade é sempre sinal de refinamento – até nas peças mais lisas ou informais. Arrasa! E lembra que tricô é super super super legal de usar com alfaiataria.
Como misturar materiais diferentes num mesmo look
Como escolher materiais de qualidade
Diferenças entre tecido natural e tecido sintético
Como usar transparências

Formas não tããão convencionais
Olha, meninas, camisas em modelagens e formas diferentes é o que não falta. Se fosse só com camisa branca, já dava pra super inovar: tem com mangas diferentes, com gola diferente, com recortes diferentes, com comprimentos diferentes, com abotoamentos diferentes e mais. E ainda tem vestidos em formatos novos, paletós e jaquetas bem não-tradicionais, blusas com recortes e volumes, calças e saias com detalhes que fazem diferença. E formas fazem a difenreça mesmo – é um jeito bem inteligente de escolher o vestir, em que a “esperteza tá na sutileza”. =)
Como usar calças com pernas largonas
Formas para gordinhas :)
Como usar saias longas (de todo jeito!)
10 razões para experimentar coletes longos
Como usar camisas com laço na gola

Campanha por mais cores em tudo (a gente não cansa!)
Tudo bem ter uma base preta, cinza e branca pras roupas de usar no trabalho. É até bom que a coordenação de cores comece com peças neutras e evolua: a evolução tem fórmula certinha, quer ver? Tudo que a gente combina com preto dá certo também com marrom café, com marinho, com vinho e roxão, com cinza-chumbo e com outras cores neutras e escuras – porque elas são equivalentes ao preto, sabe como? Daí pra coordenar mais cores, mesmo as mais coloridas, mas de jeitos mais calmos, é um pulo. E coordenações legais de cores fazem mais diferença ainda. Experimenta pra você ver.
Passo-a-passo pra usar várias cores (com sugestões de coordenações!)
Como usar neutros com pequenos pontos de cores coloridas
Fórmulas boas pra misturar estampas

Super tem que ter acessórios legais
É uma verdade universal: é possível MESMO mudar a cara da roupa com acessórios diferentes. E acessório legal tá sobrando por agora: a gente pode usar lenço, cintinho e cintão, pashimina no friozinho, brincão, broche, faixa, power colar, tiaras e fivelas de cabelo, cachecol. Sabe o que mais? Sapatos coloridos e com formas novas e recortes diferentes também contam. E bolsas que acrescentem personalidade. A gente arrisca dizer que, mesmo sendo pequenina parte do look total, acessório bacana é o que mais acrescenta personalidade originalidade consistência ao visual do trabalho formal. E mesmo os grandes ocupam tão pouco espaço (na aparência inteira) que vale a pena cuidar.
Como usar cintinhos finos
Como escolher e amarrar lenço na alça da bolsa :)
Pequenos pontos de contraste no look
A onda de acessórios super marcantes
Como coordenar colarzão, decotes e mais
Tudo sobre cintos
Como usar anéis gigantes!
Efeitos das pulseiras na silhueta e na personalidade
Como misturar acessórios dourados e prateados

Mulherzinhas!
Podia ser um exercício: usar vestido ou saia pelo menos uma vez por semana. Substituir o paletó por um cardigan deixa o look menos duro, mas fofinho, mais feminino. Vestidinhos ficam incríveis com cardigans ou paletós ou jaquetas; e saias ficam ótemas com camisas ajustadas, com tricô, com blusas justinhas com mangas 3/4 ou compridas – pernoca de fora é bem mulherzinha. Mais: cintinhos e peças que acinturam, sobreposições justinhas, peças com detalhes graciosos tipo mangas arredondadas e golas fofuchas. O look fica completo com sapatos delicados, com frente alongada e arredondada. Ou mesmo com sandálias discretas, que tenham salto médio/grosso e tiras mais larguinhas – mas que ainda mostrem alguma coisa dos dedinhos (com parcimônia, hein, meninas). Pronto, tá pronta. =)
Pedacinho de meia-calça so a calça comprida
Mil jeitos de usar saias
Tudo que a gente já escreveu sobre cardigans: jeitos de usar e mais!
A idéia de cabelo profissional da Oficina de Estilo
A sugestão de maquiagem profissional da Oficina de Estilo
Elementos femininos prontos pra inserir no look!
COMO GUARDAR NOSSAS BOLSAS
São da revista da Oprah essas imagens aqui, que mostram maneiras perfeitas de guardar bolsas com formatos diferentes. Incrível como a gente ama tanto esses acessórios (bolsa é top acessório importante pra mulherada néam) mas quase sempre acomodas as coitadinhas sem carinho e sem visualização propícia — alô geral guardando as bolsas dentro de saquinhos de tecido! Em guarda-roupas de clientes a gente tenta seguir esse mesmo esquema das imagens: bolsas com volume em pé, alinhadas de lado pra que caibam mais bolsas e pra que a gente consiga enxergar todas; bolsas “flat” deitadinhas e esticadas, pra manter o formato e ficar fácil de pegar; carteiras e bolsas pequeninas também alinhadas de ladinho (e quaaaantas a dona do armário fotografado tem!). Sacada esperta é a de “fabricar” enchimento com jornal amassado dentro de saquinhos de tecido – de sapatos ou das próprias bolsas: o papel jornal garante interior sequinho e livre de mofo enquanto o volume da bolsa é mantido sem tanto esforço. A gente aqui na Oficina acha a Oprah MUITO do nosso grupo, o de gente interessada em fazer a vida funcionar de verdade… na vida real! :)

APOSTILA DA ROUPA BEM PASSADA
De nada adianta (na-da) usar a roupa mais legal do mundo se ela não tá com aparência de bem mantida e de bem cuidada. Tem jeito de ter carinho com a roupa na hora de lavar, de pendurar, de secar e principalmente na hora de passar! A gente sabe que não é divertido, mas gente, dá uma satisfação surreal completar a “passagem” de uma peça, vestir e se enxergar impecável em frente ao espelho – não dá? Tempos atrás a gente deu aulas de manutenção pra clientes e pras ajudantes de algumas clientes, de tão importante que é! E as sacadas mais legais que a gente dividiu com elas (pra hora de passar as roupas) e que elas dividiram com a gente (!!!) tão aqui, ó.

Deixar a roupa secar (depois de lavada) penduradinha num cabide – e não dobrada ou pregada no varal – já facilita um tanto o trabalho de passar, exige menos esforço/quentura e por isso desgasta menos a peça (obrigada @adaniela pela lembrança!). Pra começar vale separar o que vai ser passado em grupos, de acordo com as temperaturas – tecido sintético fica lisinho com temperaturas mais baixas e tecidos naturais aguentam temperaturas mais altas (tem indicação na etiqueta!). Mas ó, o ferro nunca precisa estar quente quentíssimo, já que é o peso e o movimento que fazem o serviço todo (a quentura só auxilia).
A gente recomenda passar tudo, tudo mesmo, do lado avesso. Especialmente roupa escura, que pode ficar brilhando com o contato do ferro. E a gente só passa a peça quando ela está “vestida” na tábua – pra não marcar detalhes em relevo – sabe quando as costas da camiseta ficam com a marca da gola, na altura da nuca? Pois é. E quando tem relevão na roupa, tipo em rendas e brocados, a gente pode “vestir” uma toalha dobrada por dentro e passar assim, com o volume dando suporte (sabe como?). Esse ‘volume vestido’ vale também pra mangas, que não devem ter vinco (não devem!!!): quem não tem aquela mini-tábua pra passar mangas pode dobrar a toalha, segurar o volume lá dentro com uma das mãos e passar a manga com a outra.
É bom começar a passar a peça pelas partes menos aparentes e amassáveis, indo pras partes que ficam mais à mostra. Olha a camisa como exemplo: a gente começa a passar pelos punhos, vai pras mangas, passa os ombros e o colarinho, e aí sim faz as costas, a frente. Dica quentíssima da @cintilla. A gente usa também passar um pano úmido sobre a roupa, depois de passar, pra tirar quaisquer pelinhos ou resíduos que tenham ficado ficado grudados. O Sartorialist em si deu uma dica uma vez: diz ele que depois de passar é bom dar uma lufada de ar frio na peça pra fazer com que o efeito lisinho dure mais (vale tentar com o secador no modo frio!).
Tecidos super finos e delicados podem ser passados debaixo de paninhos, fraldas ou toalhas – vale lembrar que se o tecido sugere a necessidade de uma cobertura (ou uma proteção!), super vale experimentar o vapor no lugar do ferro, né? Lembra do steamer – melhor amigo de quem não tem habilidade com o ferro de passar?!?? ;-)
ESTILO x EMOÇÃO
“Não somos feitos de uma matéria fixa, imutável; somos produto dos encontros, das conexões que nos permitimos fazer ao longo da nossa existência.”* A gente tem personalidade definida, tem todo um modus operandi que funciona direitinho (trabalha, almoça, encontra amigos, resolve problemas…) e tem um guarda-roupa “na medida“. Tudo isso junto implica num estilo de vestir definido, que externe essas subjetividades com clareza para o mundo em volta. Mas e essa instabilidade, fruto dos “encontros e conexões” que a gente se permite fazer?
Qual o tamanho da relação entre o que acontece com a gente e o que a gente escolhe vestir? E qual a importância dessa relação? O emocional de um indivíduo pode se sobrepor ao seu estilo pessoal? Ou obrigatoriamente se manifesta aliado a ele?!??

**às vezes a gente tá feliz
A gente não é estável (nunca) e tá todo mundo sujeito ao novo, ao inesperado. Mega natural que haja diferenças no vestir por conta desses ‘desacertos’ que teimam em acontecer no meio dos caminhos. O inesperado surpreende – apesar de saber que se deve viver esperando o inesperado, quem tá preparado de verdade pra ele?!?? A segurança do vestir-se automaticamente pode ser fragilizada por humores, amores, viagens, trabalhos, sustos ou medos… não pode? “O termo ‘complexidade’ vem do latim complexus, que significa ‘o que abrange muitos elementos ou várias partes’. É um conjunto de circunstâncias, ou coisas independentes –> ou seja, que apresentam ligação entre si. Trata-se da congregação de elementos que são membros e partícipes do todo.”* O que a gente veste tem que falar da gente = nossas escolhas no vestir têm ligação com quem a gente é. E qualquer situação complexa que a gente vive “abrange muitos elementos ou várias partes”. O vestir também.
A gente pode usar moda pra acolher, pra confortar, pra camuflar sentimentos ou situações mal-resolvidas, pra alegrar, pra estimular. Escolher materiais fofos e aconchegantes pode ser sintoma de desconforto. Escolher cores coloridas pode pretender alegrar alguém tristinho. Escolher tons neutros e sóbrios pode dar sensação de se querer refletir, acalmar, permanecer inerte. Dificuldade de escolha pode decorrer de confusão mental, confusão de tudo. E se a gente conscientizar isso tudo, dá pra escolher direito, com propósito. Tipo mudar de roupa pra mudar de comportamento, ou mudar de comportamento e por isso mudar de roupa. As inglesas do ‘Esquadrão da Moda‘ escreveram um livro chamado “What you wear can change your life” e elas têm alguma razão.

** às vezes a gente tá triste
“O que de fato buscamos é captar o tempo todo o que se faz e o que se desfaz em nós, dar forma ao que vivenciamos em nossa subjetividade. Chega o momento, então, em que, a despeito da forte sensação de vertigem e desorientação que possamos experimentar, é preciso abandonar aquela forma que virou carcaça, não nos diz mais nada, e ir em busca de outra que pareça vital, que “aumente nossa potência de agir”*. Terapia em frente ao espelho; estímulo pra curas e atitudes e mudanças e tomadas de decisão que podem ser influenciadas e exteriorizadas no discurso não-verbal.
Sabe quando dá vontade de correr pro cabelereiro e mudar radical, tipo ficar loira? Então.
* Todas as citações são da professora Rosane Preciosa, tiradas do incrível “Produção Estética“. ** Todas as imagens que ilustram o post são da Tarsila do Amaral. Esse post foi publicado originalmente no BlogView, coletivo incrível de que a gente fez parte, nos idos de julho de 2007.










