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FÓRMULA DA OFICINA PRA MONTAR LOOKS
Quem acompanha a gente no Instagram tem visto os bastidores do nosso trabalho de looks nas casas das clientes. É incrível ver como é possível fazer render o que a gente já tem no guarda-roupa: em duas horas a gente consegue montar, vestir e fotografar de 20 a 30 looks – e quanto mais personalidade definida a cliente tem, mais looks a gente consegue fazer. Tipo assim: quando a gente olha pra dentro, define o que é importante (pra gente, independente de moda!) e sabe com clareza o que quer (da vida!), essas “importâncias” viram direção pros looks a ser montados. Tipo, se pra uma cliente é importante estar confortável, seduzir e ainda assim se sentir elegante, então todos os looks – mesmo os de fim de semana, mesmo os de balada, mesmo os de trabalho – precisam fazer com que ela se enxergue confortável, sexy and elegante em frente ao espelho. Sacou? A partir daí o serviço é mecânico e a gente tem um passo-a-passo, ó:

SELEÇÃO DE PEÇAS
A primeira coisa que a gente faz é separar um número variado de partes de baixo, de acordo com a intenção dos looks. Mais calças e saias retinhas pra fazer muitos looks de trabalho, mais shortinhos e jeans pra fazer muitos looks de finde/balada. Geralmente a gente seleciona 10 partes de baixo ao todo e 2 ou 3 vestidos – considerando que a gente não quer estar por mais de duas horas com a cliente (por que né gente vestir tudo tirar tudo é uma super ginástica e cansa!). A gente dispõe as partes de baixo sobre a cama, com um pequeno espaço entre elas pra acomodar opções de partes de cima sobre cada uma. As partes de cima a gente seleciona na sequência, já montando os looks.
MONTAGEM
Pra cada parte de baixo a gente seleciona 3 partes de cima diferentes e variadas. A gente pensa em variações que rendam, com as mesmas partes de baixo,
looks de frio e de calor
looks claros e looks escuros
looks mais coloridos e looks mais neutros
looks mais formais e mais informais
looks com estampas e looks lisos
looks pra usar com salto e sem salto
com bolsa grande e com bolsa pequena
e as partes de cima são responsáveis por essa variação de temas/propósitos. Nessa etapa a gente também escolhe terceiras peças pra incrementar o que for menos de calor ou mais formal. Todas as partes de cima a gente vai colocando sobre cada parte de baixo, como num peuqneo monte de looks “desmontados”, e cada parte de baixo vira um centro de possibilidades (hihihi).
SELEÇÃO DE ACESSÓRIOS
A gente deixa a porta dos sapatos e das bolsas aberta ou separa uma quantidade boa e variada pra usar nas coordenações que fizer (e deixa tudo pertinho da gente). Vale também separar lenços, colarzões, braceletes, broches e tiaras/acessórios de cabelo — esses a gente troca bastante e é com eles que toda a vibração de um look pode mudar (!!!). Brincos, anéis e pulseiras muito finas ficam tão pequenos nas fotos que a gente prefere não usar pros looks (mas a cliente fica super à vontade pra incrementar como quiser as fotos que a gente faz!).
AÇÃO + FOTOS!
Com partes de baixo selecionadas, partes de cima diferentonas escolhidas pra cada uma e acessórios à mão a gente parte pra ação e a cliente começa a provar tudo que agente separou. Começa por uma parte de baixo, prova a primeira possibilidade de parte de cima, “acessora”, se vê no espelho e a gente fotografa. Bora pra segunda possibilidade de parte de cima, bora “re-acessorar”, bora fotografar de novo. E assim a gente vai: a cada parte de baixo a gente vai provando/acessorando cada uma das três possibilidades pensadas e fotografando tudo, um look por foto. No fim a cliente tem um álbum não só de looks, mas de infinitas oportunidades de exercitar trocas e substituições pra fazer render tudo que comprou na vida!
* “Mas gente e os vestidos???” –> vestidos contam como parte de baixo pra gente nesse dia de looks! Pra cada um a gente tenta acrescentar colete, cinto, lenço, meia-calça, cardigan, jaquetinhas, bota/sandália, etc etc etc. Tem que arranjar jeitos diferentes de usar a mesma peça – e isso vale também pra macaquinho e macacão!
** A gente curte montar os looks sobre a cama, mas nada impede de geral usar arara, cadeiras, o próprio cabideiro do armário e tals. O que vale é o exercício!
*** A gente tem sempre à mão, em dias de fazer looks, tesourinhas e alicates de bijú, alfinetes, cola de tecido, coisas de ‘primeiros socorros’ de personal stylist. Vai que tem linha solta, botão caindo, essas coisas né?
**** Uma delícia é fazer isso tudo com música tocando! Nossa sugestão de playlist fica sempre aqui nesse link, ó! :)
OFICINA DE ESTILO NO PINTEREST!
Ces conhecem o Pinterest? O site-agregador-de-referências dá possibilidade da gente montar murais virtuais de inspiração (os “boards”), e pregar neles coisas que a gente vê em qualquer lugar da internet ou que a gente mesma fotografou (fazendo upload pro site, sabe?). Há algum tempo a gente tem usado o Pinterest pra todas as pesquisas de imagens que faz, tanto pra palestras e apresentações quanto para encher clientes de referências frescas… e agora a gente tem um espaço lá pra reunir tudo isso! Pra gente uma das partes mais legais é poder compartilhar esses murais e “setorizar” inspirações – e, ao mesmo tempo em que divide o que faz brilhar o olho aqui, também ter possibilidade de conhecer o que faz brilhar o olho de todo mundo que tá por lá com a gente! O Pinterest deixa a gente seguir e ser seguida, como no twitter, e o site inteiro vira uma grandessíssima troca de referências sobre tudo. Uma delícia-deliciosa sem fim.

Pra inaugurar nosso pedaço de terra no Pinterest a gente montou murais com jardins e plantas e flores, com cabelos e penteados bacanas, com desejos de consumo, com comidas de encher os olhos e pensamentos de encher o coração. E pra manter a animação a gente pensou numa programação semanal: vamos ter um mural novo a cada semana, e com o passar do tempo todos os murais vão sendo reabastecidos e a gente vai sendo bombardeada de idéias lindas o tempo todo — legal, né? Nosso primeiro “mural-semanal” já tem 40 colares muito, muito incríveis. Alguns caros, outros cabendo nos bolsos da maioria, muitos de fora do BR mas com esquema de entrega, outros daqui do ladinho. Toda foto tem um link de origem, que mostra de onde essa referência veio, e esse link fica no alto direito de cada imagem: é lá que a gente sabe quanto custa, de que loja é, se entrega aqui e tals.
Esse primeiro dia de Pinterest já rendeu diversão pra uma vida inteira aqui. Clica lá, passeia pelos nossos murais, confere o que a gente “pregou” em cada board desse e diz se não vai ser DEMAIS aproveitar esse novo canal da Oficina! Tamos amando! :)
PRA TODO MUNDO REPETIR TAMBÉM
Quem não repete roupa nessa vida deixa de exercitar possibilidades de coordenação (e se diverte um pouco menos, a gente acha!). Tão gostoso quanto estrear uma roupa é ter a certeza de que ela deixa a gente linda — tanto que dá vontade de usar sempre. Então, pensando num “jeito-uniforme de se vestir”, a gente junta aqui umas direções pra que todo mundo repita suas peças favoritas sem medo de ficar sempre com a mesma cara. Vambora?

CLARO x ESCURO
Por exemplo: se no fim de semana você usou uma calça jeans cinza com regata branca, colete lilás e sandália douradinha, vale combinar durante a semana com camiseta marinho, cardigan preto, sapatilha roxa-escura. Entendeu? A mesma peça pode render combinações mais claras e mais escuras, e aí nem parece repetição!
LISO x ESTAMPADO
A partir da peça que se quer repetir é possível escolher outras peças lisas ou estampadas pra combinar. Um look todo liso já é bem diferente de um outro que tenha pelo menos uma estampa chamativa/marcante – imagina então se tem coordenação de estampas!
CASUAL x SOFISTICADO
A mesma peça – mesmo um shortinho jeans! – pode ser combinada pra ficar com cara mais arrumadinha ou mais desencanada. Dependendo dos tecidos e caimentos das outras peças, combinadas com a primeira e em comparação à ela, a formalidade do look aumenta ou diminui, sabe como? Vale clicar pra relembrar do post dos “sofisticadores de look” pra ter mais elementos de treino!
FRIO x CALOR
Também dá pra pensar em looks de frio e de calor com a peça que a gente mais ama, coordenada com outras que “puxem” o visual pra um lado e pro outro. Nem precisa só acrescentar casacos e cardigans, dá também pra combinar materiais mais quentinhos, modelagens mais estruturadas, acessórios mais pesados e tals.
ACESSÓRIOS
O jeito mais fácil de todos esses, né? Vamos tomar po exemplo um vestido qualquer que a gente ame: só da gente usar com sapatos diferentes (mais leves e mais pesados, mais abertos e mais fechados, opacos e brilhosos…), com coisas diferentes no pescoço (correntinhas finas ou colarzão, lenço ou broches no decote), com pulseiras e brincos e coisas no cabelo e mais… outra cara!
Isso tudo vale mais ainda quando a gente repete peças-amadas com um tempinho entre um look e outro! E é claro que tem mais mil outras oportunidades da gente exercitar nossa criatividade e fazer com que uma peça possa ser usada mil vezes de jeitos diferentes… vamos dividir dicas nos comentários? Alguém tem mais pra contar?!??
WORKSHOP DE ESTILO PESSOAL: NOVA TURMA!
Tamos TÃO animadas! Depois de uma primeira turma cheia, interessada, alto-astral e repleta de resultados incríveis (em estilo e em auto-estima, de verdade!)… chegou a hora da gente fazer nossa segunda turma de WORKSHOP DE ESTILO PESSOAL! :)

O WORKSHOP DE ESTILO PESSOAL desenvolvido pela Oficina de Estilo é um programa de identificação e aperfeiçoamento de identidade visual para grupos. Um jeito de disponibilizar pra mais gente, de uma vez só, a mesma consultoria que a gente trabalha com clientes individualmente há oito anos – com todos os benefícios, mas também com conversa boa, troca e crescimento compartilhado. Serão 7 encontros semanais com conteúdo direcionado, exercícios práticos e oportunidades de reflexão. A gente vai guiar participantes num caminho de auto-conhecimento que leva a um plano de ação, pronto pra ser vivido todos os dias. O resultado vem em forma de escolhas mais objetivas, menos tempo para se vestir, guarda-roupa mais coerente e coordenável, aparência original e autêntica e, claro, mais sorrisos em frente ao espelho. Todo mundo termina o Workshop com um plano individual para viver a vida exercitando conscientemente o próprio estilo, na prática mesmo, como um checklist. Mas o fim do curso não é o fim do processo: é o começo do treino – e construção de estilo pessoal é projeto pra vida toda!
A cada encontro a gente vai conversar sobre:
AUTO-CONHECIMENTO
AUTO-ESTIMA
CORES E COORDENAÇÕES
SILHUETAS
ESTILO E MENSAGENS
ADEQUAÇÃO
TÉCNICAS DE COMPRAS
MONTAGEM DE LOOKS
VERSATILIZAÇÃO
O programa completinho e detalhado de todas as etapas do workshop tá aqui. Essa segunda turma terá no máximo 20 participantes (mínimo 15) porque a gente acredita que nessa maneira de entregar consultoria o convívio em grupo acrescenta experiência – e a troca sempre rende exemplos, pontos de vista e referências extra. As sete etapas só são ministradas no pacote completo (a gente não faz etapas separadamente) e tem valor de R$ 1.800,00 que podem ser pagos em três parcelas. As etapas acontecerão aqui em SP em quintas-feiras pela manhã, das 8h30 às 12h30, a partir de 22 de março.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 15 de março, assim: quem tiver interesse manda solicitação de inscrição via email pro falecom@oficinadeestilo.com.br com título WORKSHOP DE ESTILO PESSOAL. A gente devolve o email com link pra fazer pagamento via pagseguro (através de boleto bancário ou de cartões de crédito), e aí o próprio comprovante de pagamento confirma a inscrição. Vamos? :)
R$ 1.800,00 (podem ser pagos em 3x)
quintas-feiras das 8h30 às 12h30
de 22 de março a 10 de maio (datas/etapas detalhadas aqui)
nos jardins em SP (vamos estar pertinho da Rebouças, da Augusta, da Paulista e da Brasil!)
inclui apostila, coffee-breaks e estacionamento
***Esse NÃO É UM WORKSHOP PARA QUEM QUER TRABALHAR COMO PERSONAL STYLIST OU CONHECER MAIS DA CARREIRA! O Workshop de Estilo Pessoal é um programa da aperfeiçoamento de auto-imagem e auto-estima, pra quem quer se enxergar com mais amor, fazer render o que tem no armário e escolher o que vestir com inteligência pro resto da vida! A gente não explica metodologia nenhuma e não ensina a aplicar nenhuma técnica! Tem previsão de turmas ainda em abril pro nosso WORKSHOP SOBRE MERCADO E PROFISSÃO DE PERSONAL STYLISTS (todo reformulado uhuuuu!), esse sim super valioso pra quem tá começando ou pensando em começar! ;-)
PERNOCAS DE FORA NO FRIO E NO CALOR
A gente ama bermudas e incentiva super no uso rotineiro das nossas clientes. Porque é super versátil (pode ser formal e informal!), porque é mega confortável (não limita movimentos!) e porque pode dar ilusão de mais magrinha: se a gente tá acima do peso mas tá com as pernocas em dia – tornozelos finos e tals – então a bermuda só mostra a parte mais fininha da perna, pra valorizar! E por mais que a bermuda acabe no meio da perna, se a barra fica bem no meio dos joelhos ou um pouquinho acima, a sensação de perna alongada tá garantida. Quando a bermuda tem barra mais longa, cobrindo o joelho, mas é feita em cor bege ou cáqui – parecida com a cor da pele – a gente tem percebido na prática que o comprimento ruim não achata tanto a silhueta!

Do mesmo jeito que em calças o caimento mais elegante é o que segue a silhueta sem grudar, é super importante também pra bermudas que haja essa folga de tecido na voltinha do bumbum pra evitar um visual muito marcado e chamativo (até desconfortável, néam?). Vale alongar ainda mais com coordenações monocromáticas e em tom-sobre-tom, e vale coordenar bermuda e camisa com as mesmas tonalidades, ou bermuda e sapato na mesmo idéia – tudo claro ou tudo escuro já ajuda super! Ajuda super, também, usar sapatos com gáspea baixa – de preferência sem tirinhas contrastantes em volta dos tornozelos. Aliás, como bermuda é peça mais informal do que formal, a gente acha mais bacana usar sem salto, com anabelas e plataformas delicadas ou com saltos médios e mais grossos… no máximo. Que né, bermuda e escarpin com saltão super fino pode ficar muito ‘anos 90′ e a gente não quer ser demodé (rá!).

E aí, conhecendo efeitos legais da bermuda na nossa silhueta, é só coordenar os efeitos ‘desejados’. Pensa que bermuda meio equivale a saia, pra ficar mais fácil! Se a bermuda é tipo alfaiataria, em tecido plano e bacana, ela vai pro trabalho combinada com camisas, tricôs finos, paletozinhos (sem precisar fazer conjuntinho tipo terninho de bermuda!). Pra completar, sapatilhas finas, peep toes com saltinhos ou anabelas elegantes. Usada junto com camiseta pólo, com batinhas de malha e sandália rasteira, a bermuda é top pedida pra fins de semana. E com tops de brilhos, transparências, decotón e sandálias finas com saltos médios, a bermuda vai linda pra balada. A gente super curte.
EXTRA: nossa fórmula pra fazer bermudas renderem look bom também no frio! :)
TAPETE VERMELHO É ISSO AÍ
para a revista catarina em abril de 2008
por cris gabrielli e fê resende
com colaboração mais que especial de frank mobília
Se a gente pensar que o Oscar é uma festa profissional, a gente enxerga o tapete vermelho – e o que se usa “nele” – de outro jeito. A festa de entrega dos prêmios Oscar celebra a indústria do cinema, seus profissionais e seus sucessos. Todos os membros da Academia que decide quem merece o prêmio, todo mundo que é premiado, todo mundo que participa da festa é colega de profissão. Então o Oscar é o ápice comemorativo da arte de atuar e de fazer filmes, tipo “festa da firma”.
Por conta disso, a gente entende melhor não só os looks que a gente adora adorar e adora chochar, mas também as nossas expectativas como espectadoras da festa televisiva. É como se Hollywood premiasse seus “funcionários-padrão”, festa corporativa meeeesmo. Então que a gente quer ver é o que está sendo premiado: luxo, glamour, mointo tecido, mointa jóia e mais. Não é passarela (que isso a gente vê nos zilhões de semanas de moda espalhadas pelo mundo, néam?), não é look minimalista, não é vestido tipo de madrinha de casamento, não é vitrine de shopping: é glamour. Mas glamour mesmo, do tipo que só o cinema oferece. A gente quer ser levada pra um mundo de sonho, pra onde só o cinema pode nos transportar. Não é?!??

E o tapete vermelho, com a chegada das atrizes em seus top looks de festa, só começou a chamar a atenção de todo mundo no finzinho dos anos 80, começo dos 90 – quando Jodie Foster apareceu usando um terninho (!!!) Giorgio Armani. E essa é a primeira referência que a gente tem da importância de uma assinatura no look. A partir daí as listas de mais bem vestidas começaram a fazer o super sucesso que fazem até hoje, e as atrizes começaram a se preocupar em tomar seus lugares na lista das mais-mais. Junto com essa, outra preocupação: as listas das mais mal vestidas, de que ninguém queria fazer parte, nem de longe.
O poder do tapete vermelho como ferramenta de marketing para a moda ficou super evidente em 1994, quando Uma Thurman usou um vestido lilás da Prada e deu o que falar: até então, a Prada era conhecida de fashionistas e iniciados, mas não do grande público. A escolha da atriz e sua passagem pelo tapete vermelho colocaram a marca italiana, super grande e centenária, no mapa do gosto (e do apelo!) popular, pro mundo todo querer ter também. Naquele ano Uma era indicada por sua dancinha – ooops! – por seu trabalho em Pulp Fiction, e seu vestido fez tanto sucesso que rolou uma onda de vestidos camisola na moda durante todo aquele ano.
Nicole Kidman e seu vestido Christian Dior foram estrelas em 1997. Ela ainda era casada com Tom Cruise (quanto tempo, não?) e eles era um casal super de ouro: ela com carreira super em ascensão, ele indicado naquele ano por sua atuação em Jerry Maguire. Mesmo acompanhando o marido indicado, mesmo no tapete vermelho como coadjuvante, Nicole Kidman roubou todas as atenções (do marido e de todo mundo) com sua escolha – um vestido mega amarelo de inspiração oriental, feito por John Galliano para a maison Dior, todo em dupla face e cheio de flores (incríveis) bordados, emoldurando o super decote das costas.
Em 1998 foi a vez de Sharon Stone deixar a gente de queixo caído (passadas até hoje!), quando ela usou para o Oscar uma camisa de seu marido com uma super saia lavanda de Vera Wang. Era o ano em que Titanic concorria por toneladas de prêmios e Sharon Stone ia apresentar o Oscar de melhor filme estrangeiro – daí a vontade de ‘causar’. Diz que a atriz já chegou ao ateliêr da estilista com a camisa, dizendo que queria porque queria usar a peça, e que por isso precisava só de “complementos” (tá bom?). Vera Wang providenciou então a saia super volumosa, que Sharon Stone ajustou com um broche riquíssimo em forma de libélula, pra reforçar ainda mais a imagem feminina que criou – com a camisa do maridón, veja só!
((Pequeno parêntese para outra “lenda fashion” com a mesma personagem! Em 1996 Sharon Stone concorreu ao Oscar por sua atuação em Casino, e essa foi sua primeira e única indicação até hoje. Mas ok, o bafo é outro: imagina a atriz prontinha, penteada e maquiada, na hora de colocar o vestido pra sair pra festa… e nesse mega momento crucial, o vestido rasgou! E num clima super “não priemos cânico”, a atriz sacou de seu próprio armário uma camisetinha da Gap (ahãm!), coordenou lindamente com uma saiona e arrematou com um paletozinho – com direito a flor branca na lapela e tudo!))
Quem também causou em 1998 (ano bafo!) foi a Kim Bassinger, que levou o prêmio de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em Los Angeles Cidade Proibida. Sabendo que estaria sob holofotes naquela noite, a atriz foi vestida pra matar, bem no clima do seu filme: tudo no look fazia referência à hollywood antiga, ao glamour das divas de antes. O vestido era bem princesa na frente, fechadinho até o pescoço (bem Grace Kelly), mas bem aberto nas costas, com decote terminando numa cauda gigantesca. O cabelo foi feito todo em ondas, bem Veronica Lake, pra completar o climão. Arrasante.

Em 1999 foi o ano da realeza de Hollywood coroar uma princesa (quase de verdade). Gwyneth Paltrow tem um pai-produtor super bem sucedido e uma mãe-atriz bem reconhecida. Tem toda uma geração de filhos de outra geração de Hollywood, mas Gweneth é ícone porque também deu certo! O conto de fadas tava todo completo: a atriz jovenzinha foi à festa do Oscar daquele ano acompanhada do pai (princesa), usando um vestidããão rosa-chiclete (princesa) e um power colar de diamantes (princesa). Quer mais? O colar era emprestado, mas Gweneth ganhou na mesma noite um Oscar por sua participação em Shakespeare Apaixonado e o colar de presente do pai!
Da imagem de princesa a gente pula pra uma quase-rainha: 2001 foi o ano de Julia Roberts. Erin Brocovitch tinha rendido uma indicação pro prêmio de melhor atriz e ela foi pre-pa-ra-da pra ganhar. E ganhou, merecendo duas vezes – pela atuação e pelo Valentino vintage que escolheu pra usar naquela noite. O look preto com debruns brancos inaugurou uma super onda vintage (junto com o vestido amarelo de Renée Zellweger, também antigo) e moldou esse conceito como a gente conhece até hoje. Até então, ninguém tinha escolhido um vestido das antigas com tanta propriedade, não? Pois elas escolheram e esse look rendeu à Julia Roberts mointos primeiros lugares em listas de bem vestidas e glamourosas.
Aqui nossa teoria do “glamour ao extremo” se reforça, que Hollywood tá aí pra isso mesmo: a magia do cinema é alguma coisa que a gente não alcança, então os looks das nossas divas, nesse mesmo cinema, também PRECISAM ser inalcançáveis! Em 2004 Charlize Theron ganhou prêmio demelhor atriz por Monster. Nessa ocasião ela escolheu um vestido bege cheio de brilhos da última coleção do Tom Ford para Gucci. Tudo bem, era bonito, mas a gente podia fazer um daqueles pra ser madrinha de casamento, sabe como? Então no ano seguinte Charlize resolveu se redimir e escolheu um vestidóóón de Christian Dior, numa cor incrível, com uma quantidade extraordinária de tecido e cheio cheio cheio de babados – esse a gente não faz! O look é um super favorito não só pelo vestido, mas por todo o resto envolvido: as jóias eram perfeitas, o cabelo preso tava mointo chique (cabelo solto no Oscar não dá, né?), a maquiagem era correta e no fim, nada nada nada era extravagante demais – afinal, é uma festa profissional!
Em 2006 outra queridinha da América foi premiada, com direito a bafo fashion e tudo. Era o ano de Reese Witherspoon super acontecer, seu papel em Johnny & June reforçava sua imagem de ‘sweetheart’ e ela tava mesmo toda-toda. E daí que, antes do Oscar, sempre tem entrega de Golden Globes, meio adiantando quem pode mais ganhar Oscars e tals. Reese ganhou o Golden Globe de melhor atriz usando um vestidinho branco e prata, da Chanel. O bafo estourou no dia seguinte, quando toda a internet já tinha fotos de Kirsten Dunst usando o mesmo vestido (mes-mo) dois anos antes. E teve super bate-boca entre a stylist e a maison, mas Reese deu uma mega volta por cima no Oscar, independente de tudo e de todos: ela escolheu, so-zi-nha em Paris, num brechó, um vestido super super super glamouroso, antigo de verdade (1955!), de Christian Dior. E quietinha voltou pra sua casa, mandou reconstruir e recuperar todo o tecido e to-dos os micro bordados (que envolviam o vestido inteiro!). E foi assim que ela brilhou no Oscar daquele ano – sabia que desde então ela é quem ganha o maior salário de Hollywood?

Que antes de stylists e estilistas famosos, quem tomava conta do look das divas do cinema nas festas do Oscar eram os próprios fugurinistas de Hollywood – tão estrelas quanto as estrelas! E a figurinista top no tapete vermelho das décadas de 50 e 60 era Edith Head, responsável pelo look de Elizabeth Taylor em 1969. meio lançando tendência, a figurinista combinou as cores do vestido e da maquiagem – era tudo lilás, cor complementar do verde dos olhos da diva! – mas a atenção estava toda centrada no power diamante que enfeitava tudo em volta: Liz Taylor usou um diamante de 69 quilates (Oscar de 69, entendeu?!??), presente de Richard Burton, seu marido na época. (Mê vê um marido desse, por favor?!??)
E na década de 50 o Oscar presenciou uma história de princesa de verdade. Em 1955 Grace Kelly recebeu o Oscar de melhor atriz por sua atuação em Country Girl, usando um vestido “azul champagne” desenhado pra atrair todas as luzes na medida em que ela caminhasse em direção ao seu prêmio. A mesma Edith Head desenhou o look, que custou doze mil dólares – mas que parecia ter custado um milhão! No ano seguinte, Grace Kelly abandonou o cinema pra se casar com o príncipe de Mônaco – história de cinema, néam?!??
SOFISTICADORES INSTANTÂNEOS DE LOOK
Em casa de ferreiro nem sempre o espeto é de pau! O trabalho da minha mãe há pouco teve mudanças e ela subiu uns degrauzinhos em formalidade no ambiente profissional dela. Era hora de “rever” as direções que a gente tinha estabelecido juntas pro guarda-roupa dela teeempos atrás, quando eu obriguei todo mundo de casa a ser cliente pra exercitar minha (então!) nova profissão. A idéia é continuar sendo ela mesma, com o mesmo gosto – e com o mesmo corpinho de sempre – mas um pouquinho mais sofisticada, sem ter que fazer compras ou mudanças radicais. No fim, a listinha de sofisticadores instantânos funcionou e aqui ela aparece em forma de “mandamentos”, adaptada pra todo mundo testar também. Olha só:

PESCOÇO ALONGADO EM DECOTES ABERTOS
Não só pescoço, mas pulsos e tornozelos à mostra sempre sofisticam o look: partes do corpo mais magrinhas à mostra significam uma figura toda mais afinada, e figura mais afinada sempre parece mais elegante. Clica aqui pra ter idéias de como fazer!
VISUAL SEM QUEBRA DE COR NA CINTURA
Mesma idéia do primeiro “mandamento”: quanto mais alongada a silhueta parecer, mais sofisticada a imagem inteira também parece. E quando a gente usa as partes de baixo e de cima do look na mesma cor (ou em cores diferentes em tonalidades semelhantes), sem criar dois blocos “distintos” e separados na silhueta, o visual não tem quebra de cor na cintura. Sabe como?
TRÊS CORES (NO MÁXIMO) POR LOOK
Quanto mais cores num look, mais informal ele fica. Esse é o mandamento que tem efeito mais imediato na hora de sofisticar o guarda-roupa profissional! Bom é manter três cores no máximo por look – sendo uma dessas cores mais viva e as outras, de preferência, mais neutras e calmas.
CORES NEUTRAS NA ROUPA, COLORIDAS NOS ACESSÓRIOS
Mais de coordenações que sofisticam: na hora de selecionar as três cores, a gente pode dar preferência à peças de roupa em cores neutras pra deixar as cores coloridas pros acessórios que usar – e coordenações de neutras com neutras são sempre uma pedida elegantona. Assim as cores coloridas marcam presença e alegram o look, mas em “pequenas doses” - equilibrando mensagens e comunican
UMA ESTAMPA OU UMA TEXTURA POR VEZ
Estampas e texturas são “informalizadores” de look. Então, quanto mais estampas e texturas num visual, mais informal – e não sofisticado! – ele fica. Quando o look tiver textura ou estampa elas podem ser o ponto de partida pra coordenar todo o resto, com tudo mais liso e neutro na composição!
TRÊS PECAS EM CADA LOOK
A gente continua achando que look com uma terceira peça como complemento é sempre mais elegante e sofisticado do que looks mais simples. Clica aqui pra conhecer mil jeitos de acrescentar a terceira peça ao look – no calor e no frio, no ambiente mais arrumadão ou mesmo no mais informal.
CAIMENTO SOLTO SEM GRUDAR NA PELE
Essencial pra parecer elegante é não parecer apertada, desconfortável ou mesmo mais sensual do que um ambiente profissional deixa a gente ser. O caimento de tudo que a gente usa pra trabalhar pode seguir a silhueta e definir formas, mas sem grudar na pele, sabe como?
MATERIAIS DE QUALIDADE
Outro essencial: não adianta a gente querer sofisticar e usar materiais dos mais informais do universo (tem um monte de direções aqui, clica!). E material de qualidade não significa material caro – significa o melhor material que o nosso orçamento pode comprar, bem conservadíssimo inclusive.
Então, vejam que a lista não quer deixar ninguém com cara de séria nem quer moldar ou engessar o vestir. Tem como adaptar esses “mandamentos” pra profissões diferentes e tem também como compensar um mandamento com outro, se for o caso! Prontas pra arrasar amanhã no escritório?!??
Mais!
Lista de fórmulas boas da Oficina de Estilo
Profissional mas não careta!
Seis jeitos de parecer mais magrinha
Parecendo mais velha, mas nem tanto!
Como coordenar cores
CARNAVAL PARTICULAR
E se a gente usa o carnaval como desculpa pra exercitar misturas de tudo no vestir, hein? É o feriado mais animado, mais no clima de bagunça que a gente tem por aqui – vale experimentar estampas, texturas, formas, cores, direções e padronagens… sem medo de ser feliz. E se rolar (na medida da personalidade, do estilo pessoal e do entorno de cada um!), a gente pode sim levar o exercício aos pouquinhos pra vida de todo dia e fazer carnaval particular sempre que der vontade. Quando a gente mistura muita coisa ao mesmo tempo, é bom procurar semelhanças pra alcançar harmonia: mil cores mas todas claras ou escuras (ou vivas ou opacas), mil estampas mas todas gráficas ou pequenas ou abstratas ou grandes ou espaçadas ou juntinhas, mil texturas mas todas numa mesma direção… ou a harmonia pode vir num conjunto de opostos – mais animado ainda!

Imagina que delícia, separar um diazinho pra animar tudo em volta com esse clima de festa no look?!?? Aposto que o sorriso da frente do espelho vai povoar todo mundo que passar pelo look durante o dia! Beijos, Fê!
TECIDOS NATURAIS x TECIDOS SINTÉTICOS
Olha, quase tudo que a gente adquire – em peças de roupa – é feito de tecido. Então é bem esperto de nossa parte conhecer tipos de tecidos e saber das propriedades (boas e ruins) de cada um, não é mesmo? Conhecendo, a gente consegue avaliar o que vale mais e o que vale menos, quando usar cada tipo desse materiais e mais.
Todo tecido pode ser feito com fibras naturais ou artificiais/sintéticas. As fibras naturais são o algodão, o linho, a lã e a seda – só. Esses tecidos são bem confortáveis e flexíveis, duráveis, resistentes, de toque agradável, práticos de manter e todos “respiram” (não dão cheirinho ruim!); mas amassam com mais facilidade e super podem desbotar com o tempo. Os tecidos feitos com fibras artificiais (tipo viscose, raion, acetato, poliéster, acrílico e nylon) secam muito rápido, são super resistentes e quase não amassam (ótemos para viagens), mas não absorvem a transpiração, dão cheirinho (ixi!) e queimam com super facilidade na hora de passar.

Sabe aquela etiqueta que vem dentro da peça, grudadinha na costura do lado do corpo? É lá que a gente conhece a mistura de fios que compõe cada peça que a gente compra, até com porcentagens de cada fio na confecção da roupa – sabia? Toda roupa tem obrigação de vir com essa etiqueta, tipo uma imposição do governo e tals. E aí, entendendo a etiqueta, a gente pode avaliar coisas tipo:
* uma peça com maior quantidade de tecido natural sempre é mais fresquinha: no calor, mesmo peças escuras – se feitas em algodão, seda e afins – dão menos sensação de mointo quente do que as sintéticas (que fazem parecer que a gente se enrolou no plástico – nada fresquinho, néam?); e quanto mais tecido natural na composição, mais o valor cobrado pode ser justificado
* uma peça com maior quantidade de tecido sintético é mais quente: então malhas feitas em fios artificiais, bem pro frião mesmo, super aquecem mais (e a gente sempre usa com camiseta de algodão por baixo!) e podem ser bem baratinhas – o que não vale é pagar super caro por uma peça 100% sintética sabendo que não vai super durar, entende?
* materiais naturais transmitem instantaneamente uma imagem mais elegante e duram bem; materias sintéticos têm questões de manutenção recorrentes e enjoadas de cuidar, tipo bolinhas, enrrugados, cara de velhinhas logo depois das primeiras lavagens, costuras que entortam e tals.
* tudo que tem stretch/elastano tem fio sintético na composição; tecido plano (que não estica) pode ser feito de tecido natural ou de tecido sintético; malha (tecido que estiiiiiica, tipo viscolycra, jérsei, suplex, etc etc etc) pode ter porcentagem de tecido natural, mas é quase sempre muito sintético – aqui tem toda diferença entre tecido plano e malha bem explicadinha!
E em cada guarda-roupa, pra cada tipo de personalidade e de estilo de vida, a gente encontra necessidades diferentes. Quem viaja muito precisa de uma coisa, quem vai andando pro trabalho precisa de outra coisa, quem tem criança precisa de outra, quem tem momentos diferentes pode precisar de uma coisa pra cada momento desses. Bom é conhecer e estudar pra todo mundo investir certo, em valores e em quantidades!
Mais:
Aula de manutenção da Oficina de Estilo
Artigo super legal dizendo da importância do material sintético pra “salvar o planeta” (ãnh?)
FÓRMULAS BOAS PRO CALORZÃO
A gente resolveu reunir aqui uma lista de tudo que é possível fazer pra minimizar a ‘perda da vontade de viver’ que se sente num tempo de calorzão. Que moda é uma delícia (maquiagem também!) mas né, tem que durar o dia todo, refrescar e fazer feliz!

MENOS PEÇAS, MAIS INTERESSÂNCIA
Se no frio a gente sobrepõe, no calor a gente resume: se a blusa fininha que a gente escolher já for em si um acontecimento, ninguém precisa de mais coisa pra incrementar/acalorar o look! Dá-lhe estampa, textura, transparência (frescor feelings!), aplicações, brilhinhos e o que mais for necessário pra causar com pouca roupa – num bom sentido, claro!!!
LINKLOVE <3
camisetinhas nada nada básicas
coordenação de materiais e texturas diferentes
transparência pra (quase) tudo e todas
TECIDOS NATURAIS
Tecido natural pode ser algodão, lã, linho e seda – se não tem um desses na etiqueta de dentro da peça, do ladinho, o tecido é sintético (ou misturado, com porcentagens de uma fibra e de outra). Tecido natural vem da natureza (dã) e por isso é orgânico, vivo, fresco. Tecido sintético é feito de plástico – mesmo quando imita direitinho o toque do tecido natural. Então, amigas, escolher poliéster, poliamida, acetato e afins pra usar no calor é como se enrolar no plástico bolha e sair pra (des)aproveitar a vida.
LINKLOVE <3
tecidos naturais x tecidos sintéticos
adquirindo qualidade
tecidos planos x malhas
CAIMENTO SOLTINHO
Roupa que gruda na pele não dá chance do ar circular entre uma coisa e outra – e no fim do dia deixa a gente melada. Não precisa usar tudo em tamanho GG, mas quanto mais soltinha a peça for, mais fresquinho o look fica. Ninguém vai parecer gordinha se mostrar canelas/pernocas, pulsos, pescoço, clavícula – partes mais magrinhas de qualquer corpo!
LINKLOVE <3
caimento solto é sofisticador instantâneo de look
clavícula é indicativo de magreza (e tamanho real!)
CORPO À MOSTRA
Com parcimônia, claro. Calor é tempo liberado de usar pernocas de fora, bracinhos à vista, decotes nas costas e mais. Vale trocar calça por short sainha e bermuda, vale trocar camisetas por regatas – mas tem que compensar, né? Não dá pra expôr tanto a figura em nome de um refresquinho. Decência hein meninas!
LINKLOVE <3
sobre comprimentos, estilo e adequação
como coordenar looks com bermudas
sobre mini mini mini saias
pernoca sexy
SAPATOS INCRÍVEIS (baixinhos/fresquinhos)
Tempos atrás a gente encontrou a Bibiana (que trabalhou aqui com a gente) e ela tava, num calorão pior do que o de hoje, de shortinho jeans, regata basicona e com uma sapatilha forrada de cetim laranja, brilhosa, incrível, chiquérrima. Era o bastante pra deixar o look fresquinho com cara de ‘cuidado consigo mesma’. Calor é tempo de dedinhos de fora, de preferência com couros super diferentes, com cores, com pedras, com amarrações e mais.
LINKLOVE <3
sobre comprimentos de barras e alturas de saltos
festona com pé no chão
“pés nos chãos”
ACESSÓRIOS DE IMPACTO
E assim, se a gente tá de pouca roupa, importante é ter o melhor acabamento: colarzão, pulseira, broche, anel, rológio… tudo orna sem acrescentar calor! Aliás, brincão é o melhor companheiro do rabo-de-cavalo, né? E toda a riqueza dos acessórios é compensada com esses outros elementos da nossa fórmula: tecidos naturais, caimentos soltinhos e pés sem tanto salto ficam mais sofisticados num instante com acessórios-bafo!
LINKLOVE<3
como escolher e usar colarzão
coordenando o colarzão com o decote
muitos colarzinhos no lugar de um colarzão
brincões com cabelo preso
pra combinar dourado e prateado










