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ESCOLHENDO O LOOK NO DIA ANTERIOR
A gente acredita que roupa comunica, não é? Então, esse ditado/conselho que diz pra gente “pensar antes de agir/falar” vale também pra guarda-roupa: todo mundo pode “pensar antes de vestir”, pra comunicar direitinho. A vida fashionÃstica fica bem mais fácil se a gente tem tempo “folgado” na hora de se arrumar – luxo dos luxos, já que todo mundo vive correndo! Uma super ajuda é exercitar a escolha do look no dia anterior. Tipo exercÃcio mesmo, que com a prática vai fluindo melhor e melhor. E tem que escolher e experimentar, pra se assegurar que caimento e manutenção estão bem ok! Vale seguir essa nossa cheklist aqui, ó:
• A agenda do dia seguinte é a melhor amiga da pré-escolha: sabendo se tem reunião fora, se tem happy hour no fim do dia, se tem almoço com colegas ou outros compromissos extra-rotina, a gente se prepara pra cada um deles, e pra todos ao mesmo tempo. E diminui a chance de “estar inadequada” ou mesmo de ser pega de surpresa (preparadas pra tuuuudo!).
• Planejamento: não custa prever, sabendo dessa agenda do dia, o que levar pra facilitar a vida. Tipo casaco extra ou capa de chuva, tipo um saltinho e uns acessórios pra incrementar o look no fim do dia, tipo tênis pra ir e voltar de metrô… cada necessidade pode ser alcançada por um facilitador de vida, não, amigas?!??
• Rever o conteúdo da bolsa no dia anteiror ajuda a gente a esquecer menos coisas, e mantém tudo organizadinho. Especialmente se o look pede troca de bolsa, trocar com antecedência previne falta das coisas (sabe aquilo de “ficou na minha outra bolsa”?).
• Outro melhor amigo da separação do look no dia anterior é o climatempo: todo dia antes de dormir é de praxe por aqui dar uma olhadinha no site, pra saber se vai fazer frio, se vai chover, se a tarde vai ser mais quentinha… e aà é mandar bala nos looks de temperatura indefinida pra passar pela oscliação de temperatura bem bonitinha. E bem paramentada.

Porque gente, luxo mesmo é dormir um pouquinho a mais, sabendo que o look já tá definido. Ou acordar no mesmo horário pra brincar de boneca em frente ao espelho, sem correria: se arrumar com música tocando, se maquiar com luz boa e com calma, sair de casa sorrindo e segura de que tá tudo no lugar. Escolher o look no dia anterior e experimentar sem ter que olhar pro relógio acaba por minimizar o stress de um momento que devia ser o menos estressado de todos – e que devia ser uma curtição todo-dia! ;-)
TOMARA QUE (NÃO!) CAIA
Tudo funciona melhor pra quem tem confiança. Especialmente à noite – quando o sexy tenta imperar, mas quem sobressai mesmo é “quem segura”. A gente acha que tomara-que-caia é peça-chave nessa história: inspira mais confiança do que sensualidade, é mais pra quem carrega do que pra quem quer causar. A falta de alças não só deixa mais pele à mostra, mas também libera movimentos. Tipo quem é “livre” de verdade, quem tá super à vontade é quem mais aproveita o ‘colo pelado’. E não só colo, né? Liberdade liberdade… mas tomara que caia revela, de uma vez só, colo ombros costas pescoço nuca e braços. Tem que segurar ou não tem?

Pensando com ‘mente de personal stylist’ a gente prefere vestidos tomara que caia do que tops e blusinhas assim. O formato vestido alonga e o formato blusa – curtinha, quadradinha, reta demais – acaba encurtando o tronco e, por consequência, alargando a parte mais magrinha de quase toda silhueta. Essa questão deixa de existir se o top tomara que caia é coordenado com parte de baixo no mesmo tom ou num tom semelhante, criando nosso amigo-antigo visual monocromático. E a falta de alças acaba funcionando melhor pra quem tem peitinho e tudo-em-cima: pra não cair quando veste peitões o tomara que caia precisa ser bem apertadinho, e por isso pode achatar o formato do peito e destruir o look. Aà não, né. Em todo caso a gente pode sempre contar com esses modelos que vêm com corsets embaixo, que sustentam e moldam tudo internamente mesmo – tipo lingerie embutida.
E se já tem tanta pele de fora, calças e meias-calças podem ser bons acompanhantes. Pra chegar e pra sair, casaquinhos e blazers e cardigans e jaquetinhas ainda não cobrem o colo – de modo que quem usa continua sexy. E se o propósito é ser seeeeeexy, uma rendinha de sutiã pode até emoldurar o tomara que caia, com parcimônia porque né, de sexy pra vulgar é um pulo. Tem que ver referências de Alexandre Herchcovitch e de Dolce & Gabbana pra se inspirar no tom (difÃcil de achar essas refs, alguém ajuda?). E nada nada nada de puxar pra cima o modelón a noite toda – se tá caindo não tá bom. Tinha que chamar, na verdade, tomara que nããão caia!
PRAIA PENSADA EM CINCO LIÇÕES
1.
Não é porque é praia e férias que a gente perde personalidade, deixa de ser quem é no resto do ano ou pode se permitir estar feia. A desculpa de que ‘as coisas velhinhas do guarda-roupa podem ser usadas na praia’ é furada! Se no dia-a-dia a gente escolhe o melhor que o nosso orçamento pode comprar, porque seria diferente com as férias – já que a dona do orçamento é a mesma pessoa, e se ama na praia tanto quanto na cidade?

2.
Guarda-roupa de praia também diz muito da personalidade de quem usa, e mesmo que usado por pouquinho tempo merece ter qualidade – porque toca a nossa pele, porque vive momentos tão gostosos com a gente, porque vai acompanhar a gente nas fotos que são sempre as preferidas pra por no porta retratos – é ou não é?!??
3.
Tudo é identidade: saÃda que cobre o corpo todo ou saÃda shortinho/sainha (com barriga de fora!), saÃda justinha ou saÃda folgadona, chapéu de tecido ou chapéu de palha dourada, abas curtinhas e dobradas ou abas largas com lenço, chinelinho com pedras ou chinelo de borracha, óculos coloridos ou óculos com armação em metal, bolsa de nylon ou sacola de vinil, bolsa molenga ou bolsa mais durinha… tudo isso tem relação com sofisticação, informalidade, despojamento, feminilidade, originalidade – já parou pra pensar nos elementos que escolhe pra compor o conjunto da aparência na praia? E de como um elemento compensa/equilibra o outro?
4.
Não tem como ter praia sem água salgada, areia, vento e calor. Então cabelo, pele e o que tá em volta tem que ser pensado/preparado. Bom ter à mão pauzinhos fofos de fazer coque, fivelas bacanas, tiaras e grampinhos, né? Filtro solar que já vem com pigmento e que funciona meio como base são os melhores amigos da “pele boa na praia” – de resto (na opinião da Oficina) maquiagem funciona melhor de banho tomado!

5.
Acessório de praia é acessório prático, que não atrapalha nem na hora de tomar sol ou entrar na água – e tem um tipo de praticidade pra cada estilo, né? O que não rola é tamanho grande demais, muito brilho, muita coisa junta, poluição visual. A gente curte bolsa bacanérrima, sandália fuefa, mini-brinquinho, mini-colarzinho, relógio bacana no máximo… e só.
Mas e vocês, o que acham? Pensam no aparato praiano desse jeito? Consideram personalidade? Têm essa mania de deixar as coisas velhas pra praia (quem não tem né?)??? Tem lições dessas pra acrescentar? Vamos nos preparar juntas? ;-)
ROUPA COM CARA DE EMPRESTADA
Tempos atrás a gente tava com uma cliente que provou um vestido e antes mesmo de sair do provador já soltou: “mas esse vestido parece roupa emprestada pra festa em viagem!”. A gente parou na hora pra pensar nesse “conceito”. Sabe quando a gente super tem tudo no armário sob controle, mas na hora da festa – ou do fim de semana ou da baladinha de fim de dia… cada um tem uma dificuldade! – parece que nada tem a nossa cara? Tipo numa situação (imaginária) de viagem em que surge uma festa e a única saÃda que se tem é emprestar a roupa de uma amiga que nada tem a ver com a gente. Parece fantasia, né?

Isso de se aconstumar muito com um estilão e ter dificuldade de se encontrar em outro é super comum. E a solução é das mais fáceis – mas exige exercÃcio. Se a gente faz força pra expandir nossa zona de conforto um pouquinho todo dia, especialmente no ‘dresscode’ mais usado pela gente (o do trabalho!), uma ousadiazinha a mais na balada não choca tanto. Tipo a gente passa mais tempo vestida pra trabalhar do que pra qualquer outra atividade na vida, então é nessa hora que a gente tem que “treinar” e experimentar. Pra se acostumar e pra não acomodar o olhar de quem vê a gente sempre! Um pouquinho todo dia resulta numa soma grande num futuro não tão distante – e essa “evolução” em estilo é super valiosa. E estilo pessoal só flui de verdade com autenticidade!
É SÓ QUERER O BEM E ACEITAR
Em 2011 a gente entendeu, em muitos sentidos, que todo mundo faz o melhor que pode com os recursos que tem – e que quando a gente enxerga propósito nas vontades, elas fazem a gente brilhar. Ainda “é só querer o bem e aceitar”. Se a gente se conhece pouco, ou disponibiliza pouca atenção pra moda e pro que veste, então a gente faz um ‘melhor’ restrito, limitado. E na medida que olha pra dentro, identifica o que move a gente na vida, estuda os elementos visuais necessários pra comunicar o que é importante pra gente e exercita isso tudo na pratica… tudo melhora! O look melhora, a autoestima melhora, a vida melhora. Se na hora de se vestir há uma certa “fidelidade” ao que é importante pra gente – e definir o que é importante é pessoal e intransferÃvel! – não tem look que precise de julgamento ou aprovação: tá bom pra gente mesma!

Se a gente deixa de ser quem é (ou abre mão de identidade única, própria), automaticamente a gente produz não-admiração no outro. É preciso querer brilhar exatamente como a gente é, assumir a responsabilidade que tem no mundo, essa de ser única –> fazer o melhor que a gente pode com os recursos que tem AGORA. Não depende de perder um, dois, cinco, dez quilos. Não depende de casar ou de separar, de mudar de emprego, de mudar de cidade. Não depende de plástica nem de silicone. Depende de se gostar. A gente pode ser incrÃvel já (todo mundo já é!), e é isso que a gente quer pro ano que vem: viver o momento, se enxergar com amor, encontrar o que a gente tem de mais legal sem ansiedade ou euforia – mesmo que a gente ainda possa melhorar (e a gente sempre pode). Uma coisa de cada vez, cada look aproveitado/curtido, fazendo todo momento ser o mais incrÃvel, olhando pra dentro pra fazer brilhar fora. Querer já é um movimento válido – e brilho que faz diferença é brilho autêntico, brilho original, esse que a gente só consegue refletir de verdade-verdadeira se vem de dentro. Só nosso.
A gente sabe que é abençoada quando todo ano que acaba é melhor que o anterior – e quando todo ano que tá vindo ainda rende frio na barriga e brilho no olho pelo que vai rolar. A Oficina de Estilo teve um 2011 lindo, do amor, com satisfação e realizações nunca experimentadas antes (uma delÃcia!). 2012 vai ser, aqui pra gente, “o ano do agora”, e a nossa missão vai continuar a mesma… só que aperfeiçoada (!!!): ser canal pra que todo mundo se enxergue com mais amor próprio, dar ferramentas pra que a gente se curta e reforce autoestima – pra então entregar esse amor pro mundo, mais e mais. Bom ano novo pra todas nós! <3
LOOK PRA SE DESPEDIR DE 2011
Imagina que look de reveillón pode ser como uma tela branca pra ilustrar com uma mini-retrospectiva de “vontades” do ano que tá terminando – ou uma oportunidade pra colorir a mesma tela com outras vontades, essas pro ano que vem. Dos dois jeitos o look de virada tá atualizado: vale se despedir de umas inspirações e vale apostar em outras, né? As nossas favoritas de 2011 (de sempre!) são as daqui de baixo. E nos comentários a gente pode fazer nossas apostas: quais delas a gente ainda vai ter vontade de usar em DOIS MIL E DOCE?!??

Brilho informal
Se o brilho dá idéia de “arrumadinho demais”, legal é coordenar opostos: paétes esse ano foram super usados em peças de modelagem larguinha e confortável, com jeans, com malhas, em camisetas e mais. A gente aposta pro reveillón e pra 2012 (doce!) todinho.
Outros metais no lugar de tachas
Quem é roqueira de alma não vai abandonar as tachas nunca (<3), mas quem aderiu à tendencinha pode ter vontade de atualizar a coisa dos metais no look com correntes, fivelas, pulseiras e até tiras metálicas de sandálias em volta do tornozelo. Legal é coordenar todo metal – tanto em tachas quanto em correntes – com sedinhas, saias femininas, formas delicadas e mais. Que o elemento metálico deixa qualquer look de menininha com mais cara de mulher do que de princesa, sabe como?
Sandálias e sapatos mais fechados
Tudo que se calçou esse ano foi mais pesado que antes – mas nem por isso menos delicado. Esses pisantes (haha) cobrem o pé mas não o sufocam: tem recorte, tem decote, tem amarração e mais elementos vazados pra se ter pele à mostra. Por isso cabem também no calor! E a gente também aposta.
Super-colarzão
2011 foi bem o ano do colar hein! Se tempos atrás a gente tava ensaiando carregar toda informação de moda do mundo no pescoço, esse ano geral perdeu o receio e dá-lhe foco perto do rosto, no alto – super bom! A gente amou os dois jeitos de preencher o colo – tanto com corretinhas finas usadas juntas quanto com maxi-colares emoldurando o decote. Será que continua?
Drapeados e formas
Vale saia tulipa, vale mangas importantes, ombros marcados, shortinho tipo bubble (pra quem pode néam), decotes assimétricos e mais. Drapeados e formas inteligentes, além do basicão de sempre, são tão aposta aqui que ainda vai ter post tipo “como usar” – que a gente já tem esperteza fashion suficiente pra escolher mais refinadamente as formas com que quer complementar/equilibrar as nossas silhuetas, né? Já já.
Cabelo preso como acessório
Essa vale pra vida: se o look tá simples demais, se precisa incrementar ou acrescentar formalidade… dá-lhe cabelo preso! Junto com uma maquiagem bacana pode dar mais cara de festa do que o look em si, né? (Mais de cabelos aqui e aqui ó!)
E daà pensa assim: a tela branca pode ser tudo de branco que a gente já tem no armário. Ou pode ser aquele achado baratinho garimpado nos “Bons Retiros locais” das férias de onde a gente tá (rá!). DaÃ, acrescentando essas sacadas, o look tá devidamente incrementado, atualizado, antenado… pronto pra liberar quem veste pra só se preocupar em comemorar! ;-)
COMO A GENTE USA A MODA
A revista Cláudia publicou tempos atrás uma entrevista bem boa com o João Braga, nosso professor de História da Moda. Nessa matéria o professor organizou um pensamento sobre o nosso jeito de usar a moda hoje, nos nossos dias, e esse pensamento serve muito como direção praquele momento em frente ao guarda-roupa, toda manhã, quando a gente pensa no que vestir. Olha só!

O professor diz que vê “uma nova forma de criatividade que consiste não na invenção de novas proporções, e sim nas novas possibilidades de combinar o que existe – eis o ponto forte dessa nossa época.” E completa dizendo que tem três maneiras de se colocar em prática essa ‘nova criatividade’:
CROSS OVER: quando a gente mistura elementos de tempos diferentes, mas marcantes – tipo coisas “anos 80″ com outras coisas “anos 60″
CROSS CULTURE: quando a gente mistura elementos de culturas diferentes, tipo peças “peruanas” com peças “africanas” – de etnias facilmente identificáveis e diferentes
HI-LO: esse a gente conhece beeeem, é quando a gente mistura peças originais e caras com outras mais baratinhas das grandes lojonas difusoras de modinhas (ou mesmo coisas super festivas com outras básicas do dia-a-dia)
E com essa receita colada na porta do guarda-roupa a gente tem direção pra to-dos-os-di-as-da-vi-da. A graça da nossa moda não é inventar nada super novo, mas sim TER IDÉIAS NOVAS. A maior tendência dessa geração é misturar tudo com personalidade, com cara própria – exercitar combinações pra alcançar, quem sabe!, uma aparência única, autêntica e exclusiva. Mesclando AS NOSSAS PRÓPRIAS INTERPRETAÇÕES do que é étnico, do que é marcante em cada tempo da moda, do que é barato e caro e original e modinha. E é nesse exercÃcio que a gente aprende e que ganha segurança. Já pra frente do espelho então! ;-)
PROGRAMAÇÃO DE FÉRIAS NO BLOG
A Oficina vai ter férias, aeeeeeee! Quando a gente ama o que faz e se sente realizada a gente trabalha esse tantão sem nem perceber – e com clientes, palestras, viagens, workshops (DO AMOR) e site novo… 2011 foi o ano em que a gente mais trabalhou, verdade! Tanta satisfação precisa de tempo de descanso pra, com organização, virar idéias novas de trabalhos ainda mais estimulantes pra DOIS MIL E DOCE. Mas não é por que a gente vai viver a vida que o blog fica sem atualização: a partir de segunda (26/12) a gente republica conteúdos preciosos, amados mesmo, que tavam lá atrás nos arquivos do blog – mas que valem muito a leitura. Tudo programadinho, tipo vale a pena ler de novo!

Dia 28/12 tem o nosso post de fim de ano/gratidão (quanta gratidão por aqui, viu!) e a atividade volta a partir do dia 16 de janeiro. Até lá a gente aparece no Facebook, no Twitter e no Instagram pra atualizações direto das férias – ou da maternidade, que a segunda filhinha da Cris tá pra chegar! <3
ROUPA DE TODO DIA PRA FESTONAS
Tempos atrás a revista Bazaar fez matéria dizendo da “nova roupa de festa”, tipo uma nova ordem para dresscodes formais: dizia que, em vez de pensar em vestidinhos de chiffon e meia-calça, quando a gente recebe convites pra festas mais legal é pensar em como surpreender (!!!). Não é demais?!?? Parecer original pode mesmo ser mais importante que parecer correta – especialmente nesse nosso tempo de todo mundo meio igual, fazendo força pra parecer diferente. A revista deu a receita (a gente super curtiu aqui, e já pôs em prática).

tem texturas, tem materiais diferentes, tem cores elegantes, tem brilhinhos nos brincos, pulseiras, bolsinas e sapatos – tudo com cara de qualidade, de bem cuidado!
A idéia é versatilizar o que se tem no armário, e adequar com acessórios de impacto. Tipo coordenar o look com peças de todo dia, mas arrumar um “acabamento” luxo, com jóias (e bijus bem finas), sapatos finos e de qualidade, bolsinhas sofisticadas com brilhos e afins. E mais interessante que estar impecável, corretinha, é combinar texturas, misturar materiais, ousar em cores e modelagens, construir visuais interessantes, com informação pensada, sabe como? Há algum tempo a gente arrumou uma clienta pra festona de aniversário do pai dela assim (fes-to-na!): calça alfaiataria de linho cinza-claro, regata de algodão finÃssimo branco (bem transparentinha!), lenço (usado como golona) de seda verde-água com brilhinhos prateados, sandália metalizada, power-brincos com pedras translúcidas, power-bracelete e micro bolsinha. Todas as peças podem ser usadas até pra buscar as crianças na escola, mas coordenadas desse jeito ficaram super mega elegantes. E o look ficou bem original: a clienta tava LINDA, jovial, moderna e nada nada previsÃvel. ;-)

a revista sugere também que a gente acrescente ao look uma peça em seda ou tecido lustroso, e a partir dessa peça coordene o resto todo. também dá suepr certo, néam?!??
Vale misturar calças retas, em alfaiataria e tecidos finos tipo lã, seda, linho e até algodões arrumadinhos, com regatas lisas, tricôs finos, camisetas e mais. Vale saia e bermuda também (por que não?). Os acessórios dão o tom mais formal e deixam o look mais adequado, sem cara de dia-a-dia: broches, colares, brincos, sandálias, braceletes, anéis e bolsas super colaboram com brilhos e superfÃcies elegantes. A matéria da Bazaar terminava dizendo que “com os acessórios certos, praticamente não existe look que possa frequentar festas chiques” e completava a lei firmando a idéia (ótima) de versatilidade: “com os toques certos, o mesmo look pode ir de um café da manhã, ao almoço com amigas e depois pra uma balada – não importa o que você veste, mas sim COMO veste”. Por que né, especialmente em final de ano, versatilidade é o “santo graal” da moda. ;-)
Mais idéias pra comemorar bem linda:
Preparando o look pra festonas (e pra todo dia)
Idéias pra festonas de fim de ano
Looks bacanas com camisetas brancas
Dicionário de dresscodes da Oficina de Estilo
Idéias de looks-bafo pra quem tá grávida!
LOOK “CEREJA NO ESPUMANTE”
Isso de curtir moda-roupas dá possibilidade da gente exercitar inspiração o tempo todo, em tudo. Se verde e vermelho parece natalino demais pro look da ceia em famÃlia, po rque não procurar nessa mesma ceia o que mais enche os olhos e então… se permitir inspirar? E se a gente resolve por na roupa a força (e ao mesmo tempo a feminilidade!) do vermelho cereja + a elegância dos tons de creme/nude + a sedução inteligente que transparências e vazados acrescentam aos looks fresquinhos dessa época?!?? Tudo inspirado nesse jeito FUEFO de servir espumante no jantar de Natal, na tacinha tipo flauta com uma pequenina cereja que bóia alegre, embalada pelas bolinhas de champagne:
O Pão de Açúcar preparou pra gente um vÃdeo com idéias delÃcia pra uma ceia leve, feminina e – melhor de tudo – fácil de fazer, com aqueles ingredientes que a gente mesma aqui no blog escolheu dias atrás. E no próprio vÃdeo as idéias-de-vestir aparecem aos montes, “temáticos sem ser natalinos demais da conta”, tipo rosa-salmão-com-laranja-nectarina, tipo uva-verde-com-uva-roxinha, tipo rosê-camarão-com-vermelho-tomate. Mas né, o que pegou mesmo a gente aqui foi o amarelinho/bege-espumante-com-vermelhão-cereja (com transparências deliciosas, melhor ainda!) –> imagem mais linda e delicada desse vÃdeo!

Tem outra sugestão de ceia em vÃdeo no blog Papo de Homem, com ingredientes escolhidos pelos meninos de lá – menos light (alô meninas sempre de regime hihihihi) mas também com inspiração boa de comidinhas e de looks. As receitas das duas ceias estão explicadinhas na página de facebook do Pão de Açúcar e olha, a gente aqui vai aproveitar pra reproduzir na vida real viu do nosso jeito – igual a gente faz com a própria moda. ;-)










