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<3 ANÉIS GIGANTES
Pra gente ficar de olho e pra gente pensar bem fora da caixa, já com intenção de quebrar paradgimas: anéis gigantões assim podem ser grandes, mas são menores que colarzão, que turbante, que fivelona de cinto largo, de sapatos coloridos ou brilhosos – tudo que a gente já usa super bem. A gente mede 1,60m, 1,65m… o anel-gigante é grande mas só ocupa no máááximo uns 7cm-10cm desse espaço visual todo – pode parecer um super acessório chamativo mas né, é um pequeno detalhe se a gente conscientizar ‘o todo’ que é a nossa aparência assim, da cabeça aos pés.
De repente não é uma opção pro look de trabalho (dependendo, claro, do trabalho), ou pro look que já é super incrível cheio de informação. Ao mesmo tempo, não é o caso de usar com look simplinho demais: anelzão-gigante com jeans e camiseta branca pode parecer preguiça de pensar numa coordenação qualquer – e pode aparecer demais da conta, meio que quase forçando. Legal é coordenar com outros detalhes no look, com cores, com texturas, com estampas, com proporções inteligentes… pra que o acessório que já se destaca por si só brilhe no conjunto (e faça assim o conjunto inteiro brilhar!), e não que ele apareça sozinho sabe como?

Super original porque tá num lugar inesperado (pelo menos nesses tamanhos inesperados!), porque vai fazer parte das nossas conversas mais empolgadas junto com mãos que balançam pra complementar falas (alô gente expansiva) – e também por render perguntas e interesse de quem encontrar a gente usando esses acessórios. Pra ficar BEM de olho! Esses todos são da asos.com, que entrega no BR (sem dificuldade nenhuma especialmente pros que custam até 50 doletas!).
MULHERZINHAS DE PULSO FORTE
Braceletes e pulseiras são acessórios que ajudam a valorizar quadril e cintura, porque chamam atenção pra parte do meio da silhueta. É super bom pra desviar atenção de peitão, ombrão e costas largas. Quem tem quadril grande e mesmo assim ama pulseiras/braceletes, pode escolher os mais fininhos, neutros (em cor!) ou vazados, que não preencham tanto o pulso e não chamem tanta atenção. Sabe o que também funciona? Usar muitas muitas muitas pulseiras fininhas juntas, que fazem um volumão mas ainda transparecem pele quando se movimentam.

vale de metal, vale de pérolas, vale com brilhos, vale de acrílico, vale misturar materiais e formas
Isso de deixar o pulso à mostra também funciona pra quem quer parecer mais magrinha, no geral – extremidades finas são sempre boas da gente deixar aparecendo, tipo pesoço, pulso, tornozelo… sabe? Pedaços mais magrinhos do corpo enganam o olho do outro, fazendo parecer que a gente é inteira magrinha assim. Pra não ocupar todo o espaço magro do pulso, os braceletes/pulseiras podem ser usados mais pra cima, no meio do antebraço (sabe como?), e podem ser médios e mais finos. O truque das muintas pulseiras fininhas também funciona assim (a Cristi adora), no lugar de um bracelete só, muito largo ou pesado demais.

Na teoria a gente sabe que não tem erro coordenar braceletes assim: os mais grossos ficam sozinhos no pulso ou acompanhados de anéis, desde que sem relógios ou pulseiras no outro pulso. Os mais fininhos podem ser usados no mesmo pulso do relógio, com anéis na outra mão. Muitas pulseiras finas vão bem junto com blusas e casaquinhos de mangas curtas ou 3/4. Isso tudo super funciona pra quem não quer ousar ou se arriscar. Mas na prática a gente sabe que dá pra pirar bem mais, dependendo do estilo pessoal de quem tá na frente do espelho e de que pulseiras estão na coordenação!

elementos que equilibram: no look formal as cores e formas descontraem e no informal metais e pérolas são um super upgrade!
Na prática dá pra usar pulseiras/braceletes nos dois pulsos (a gente adora!), e eles podem ser exatamente iguais pra fazer um estilão, ou podem ser diferentes, mas com formas e cores e tamanhos em harmonia. E dá pra usar de manga comprida também, a gente já mostrou aqui braceletes turquesa sobre manga marinho de um jeito chique e descolado (lembra?). A gente só não curte tanto usar muita pulseira, relógio, anel, tudo na mesma mão – mas nem isso impede de todo mundo experimentar como achar melhor e surpreender, né? ;-)
PODE DOURADO COM PRATEADO?
A gente acha que pode, aliás deve! Nessa ideia se sempre surpreender não tem nada mais legal do que descombinar acessórios deourados com outros prateados ou vice-versa. Não é porque meu brinco é dourado que as ferragens da minha bolsa, a fivela do meu cinto, o detalhes do meu sapato, meu anel, correntinha, etc tem que ser dourados também.

Pra coordenar metais dourados com metais prateados uma boa direção é fazer com que um deles seja claramente dominante no look. Então a gente pode escolher com que o prateado seja a maior parte (ou em quatidade de acessórios ou no tamanho dos acessórios) e depois o dourado aparece em partes menores. Por exemplo, um colarzão super dourado com um brinquinho e anelzinho prateado ou brinco + corrente + aliança + anel + fivela do cinto tudo dourado e as ferragens da bolsa prateadas. Sacou?
Aliás a gente acaba sempre falando de dourado e prateado, mas ouro rosa ou metais mais acobreados também pode entrar nessas coordenações. São bem menos batidos e acabam fazendo uma “transição entre dourado e prateado” que ajuda a fazer com que a combinação final fique bem harmônica!
Oxford: quase um homem aos seus pés
Oxford: esse safado. Tão lindo, tão confortável, mas sempre enchendo todo mundo de dúvidas na hora de usar. Logo de cara, quem se aventura no oxford precisa entender que essa é uma peça roubada do guarda-roupa masculino, portanto, é natural que ela tenha trazido alguns problemas de lá. Problemas estes que, assim como os outros problemas que saem do armário dos meninos, a gente resolve com doses cavalares de feminilidade.

Anota aí que para usar oxford sem parecer menino (pressupondo aqui que a sua ideia não seja parecer menino. Se for, ignore) você precisa feminilizar o resto da vestimenta. Para isso, podemos recorrer a tudo que é só nosso, sem divisão com o outro gênero, como babados, cores pastéis, fofurinhas, decotes, saias e vestidos.
Se for usar o sapatinho com calça, o ideal é encontrar um modelo mais afunilado, ou uma calça cenoura ou uma mais curtinha. Enfim, tipos e modelagens que são mais de menina do que de menino.
Quando a gente coloca oxford com calça reta, barra tapando o começo do sapato e boca mais aberta, o resultado sempre vai ser bem masculinizado, mesmo que você use um mega babadão cor de rosa na parte de cima.
Isso acontece porque, quando a gente usa calça, essa peça corresponde à maior parte, à maior extensão do nosso corpo. Então pensa que de calça você é uma sereia: bem mais peixe do que qualquer coisa que esteja vestindo da cintura pra cima.

O oxford é o sapato – pelo menos o que tem versão feminina, né – mais masculino de todos. É mais masculino que o tênis, que o dockside, que tudo. Por isso que às vezes a gente dá uma travada na hora de usar. E também por isso ele é tão legal!
O fato da gáspea desse nosso calçado querido ser alta faz com que ele seja achatador da silhueta, mas nem vem que cê não tá autorizada a deixar de usar o que gosta só por causa disso. Levanta essa perna curta da poltrona e vamo tentar uns monocromáticos lindos e coloridos (existe, ué) nessa parte de baixo do corpo. Que tal azul na calça e verde no oxford (ou o contrário!)? Ou caramelo na calça e dourado no oxford (ou o contrário!)? Ou cinza na calça e roxo no oxford (ou também o contrário)?
Qualquer combinação legal entre tons do mesmo valor, da mesma intensidade, vai ficar bonitona e rebater o efeito achatador. Na dúvida, aplique a dica altamente pertinente da Fê: vá pro espelho e observe a sua composição de cor com o olho bem semicerrado, bem japonês mesmo. Se com o olho dessa maneira a composição parecer gritar, as cores parecerem desconectadas, pode tirar e tentar outra. Senão gritar, é correr pra rua e berrar que a sua harmonização foi aprovada pelo método Fernanda Resende de Combinação Cromática.
A coisa de combinar a cor do sapato com a cor da parte de baixo vale para qualquer parte de baixo que fique ali, juntinho do sapato: calça comprida, meia-calça, qualquer coisa longona. Já quando for usar o oxford com comprimento mini, a fórmula menos achatadora é escolher um sapato de cor próxima ao tom da sua pele.
Agora que começou a fazer um pouco de frio, o oxford é uma opção muito legal para quem costuma usar sapatilha no calor: ambos são confortáveis e sem salto, só que o sapatinho cobre um pouco mais o pé, esquentando o visual e a dona do dito cujo.
Um oxford bem escolhido é quase um tênis em matéria de conforto, só que loucamente mais arrumadinho e elegante. É muita sedução, diz aí.
O PODER DOS ACESSÓRIOS
A gente reparou já faz um bom tempo como acessórios são bem mais poderosos e eficazes na hora de transmitir as mensagens pretendidas. Por isso a gente sempre dá uma atenção extra a eles na hora de conversar sobre isso com as nossas clientes ou na hora de escrever um post.
Muitas vezes a gente consegue com um único colar comunicar muito mais rápido personalidade, estilo de vida, interesse profissional, etc, do que com todo o conjunto de peça de roupas. Acessórios carregam muitos elementos, e tudo concentrado: forma, material, cor, textura, tamanho… A gente adora essa brincadeira: fecha o olho e imagina que você e todas as outras mulheres que estão do seu lado agora estão usando a mesma camiseta e a mesma calça jeans, e depois repara como já dá pra saber muito sobre elas só pelos acessórios – bolsas, sapatos, colares, lenços, pulseiras, brincos, cintos, broches, acessórios de cabelos, anéis, relógios, óculos, etc – que elas estão usando!

Por isso vale a pena prestar atenção no que a gente quer comunicar e dar a atenção devida aos acessórios e vale mais a pena ainda fazer o investimento certo, sabe!?! Não precisa ter um monte de coisa pendurada na gente pra ser eficaz, uma boa medida é escolher um acessório super importante e os demais acompanharem – um lenço mega colorido e estampado é o principal e daí um anel bacana pra acompanhar, um brinco menor, uma bolsa lisa, um sapato mais discreto…
Outra coisa muito legal sobre acessórios é que eles podem atualizar rapidamente um guarda-roupa ou mudar completamente a cara de um look. Um guarda-roupa mais basiquinho pode ser transformar com os acessórios certos! E eles também são os melhore amigos naqueles momentos em que a gente não está tão satisfeita com o nosso corpo ou está passando por alguma transição – profissional, local, estado civil… – e ainda não está super encontrada no jeito de vestir. Quem já não passou por isso, não é mesmo!?!
AVIAMENTOS PRA RENOVAR O GUARDA-ROUPA
A cada passada no armarinho do bairro a gente tem idéias legais pra incrementar peças – só com aviamentos e criatividade. E não precisam ser só ideias da nossa cabeça não! A própria internet-de-moda dá mil possibilidades super fáceis de reproduzir em casa – tipo os babadinhos de cetim (de seda) dos cardigans da Miu Miu ou as aplicações de renda na lateral das peças do Jason Wu. O melhor é pensar que muitas dessas ideias podem ser reproduzidas por a gente mesmo – com um pouco de tempo e agulha e linha em mãos.

Indo ao armarinho do bairro vale prestar atenção em aviamentos que não são tão comuns. O Alamar, por exemplo, que é o “botão” das roupas dos militares – feito com um cordão que passa de um lado a outro do botão – é pouco conhecido. Mas lembram das disputadíssimas jaquetas da Balmain? Alguns daqueles modelos foram feitos com a ideia do Alamar, em vez de botões comuns.
Ilhós e tachas também são sugestões legais – e mais conhecidas – pra dar um toque novo a uma peça. As tachas possuem um mecanismo de aplicação parecido com um grampeador, e vale dizer que não existem só tachas redondas e quadradas, mas em outros formatos, como o laço aqui embaixo – e tudo com esse mesmo mecanismo facinho, facinho de aplicar!
Pra quem já enjoou de renda, o bordado inglês é uma ótima sugestão, a última coleção da Dolce & Gabbana veio cheia deles – se trata de um aviamento bem delicado, que fica bem lindo em roupas de algodão. Também vale a pena conhecer o Ponto Russo, que é uma fita toda bordada, com uma aparência super luxuosa. Quem curte ombreiras pode ficar feliz em saber que elas são vendidas em armarinhos e que são super fáceis de aplicar – fica a dica!
Mesmo conhecendo essa variedade de aviamentos, ainda fica pros botões o título de aviamento que atualiza uma peça do jeito mais prático e rápido! E pra esse toque de novidade ser realmente bom, a dica é investir em botões maiores, antiguinhos, mais modernos, em cores diferentes – que constrastem de um jeito legal com a roupa… e por aí vai!
Ideias é o que não faltam, né? Mas o que vale mesmo é pegar a linha e a agulha e pôr em prática! A gente ainda deixa mais uma sugestão pra quem se animar bastante ou que se sente mais prendada. Que tal reproduzir o poá 3D em casa?!??
Daniella Zylbersztajn e a exclusividade do bem
Quando Daniella Zylbersztajn e as Oficinas se conheceram, as dimensões eram outras. Daniella tinha uma produção super reduzida, atendia cada cliente de forma personalizada, tinha tempo de namorar o processo de confeccionar cada uma de suas bolsas.
Por outro lado, a Oficina de Estilo também seguia outras proporções. O tempo era maior, havia menos clientes.
Alguns anos se passaram e as duas (ou as três) tiveram que repensar suas formas, tiveram que viver aquela fase meio adolescente, quando a gente nunca sabe direito o nosso tamanho e sai se esbarrando por aí.
As duas empresas e as três moças cresceram só para reafirmar aquilo que a gente já sabia: que o nosso foco – tanto da Oficina quanto da Daniella – é o personalizado, o exclusivo. Não aquele exclusivo que pressupõe exclusão de alguém, mas aquele que pressupõe a nossa individualização. Nesse mundo cheio de it-xerox, não tem nada mais luxuoso do que ser individualizado.

A gente ama tanto as bolsas da Daniella porque elas falam de uma exclusividade e de um luxo que não tem nada a ver com bolsa com nome de gente, com bolsa com número e fila de espera. Você usa uma bolsa da Daniella e quem te vê na rua não sabe o quanto você pagou, não tem uma listinha mental de celebridades que apareceram com ela. A pessoa sabe apenas que é tudo muito fino e muito original.
A Fê, por exemplo, tem uma bolsa da Daniella que é uma coisa de outro mundo: ela tem formato de peixe e cada escaminha é feita de um tipo de couro diferente. Esse é o luxo que a gente quer pra nossa vida!

No meio de todo esse processo de descobrir seu tamanho e a força do seu trabalho, a Daniella Zylbersztajn passou um tempo produzindo muito esporadicamente. Agora ela está de volta à ativa com um trabalho super amadurecido que nos deixou impressionadas.
Se os trabalhos anteriores da Daniella eram coloridos, tinham uma sofisticação mais puxando para o lúdico e para o juvenil, os trabalhos atuais são sóbrios, têm uma elegância de mulher mesmo. No meio da nossa entrevista, quando a Dani abriu a malona para mostrar o que tem feito, a Fê, a Cris e duas clientes via Blackberry surtaram!
Cada bolsa demora entre seis horas e dois dias para ser produzida. 20% da produção da Dani vai para lojas como Fernanda Yamamoto, Kosii e Angelina Vai às Compras. Os outros 80% são vendidos diretamente às clientes que procuram ela e ainda fazem personalizações e escolhas de cor. A melhor parte é que o preço desse luxo todo está super compatível com os das outras bolsas de couro vendidas em série nos nossos shoppings: a peça mais barata custa R$ 460 e a mais cara R$ 1.200.
POUCOS E (SUPER!) BONS ACESSÓRIOS
A onda minimalista desse nosso tempo tem colocado foco na roupa – na sua forma, no tecido, na construção e na coordenação desses elementos – mas né, os acessórios não ficam em segundo plano por conta disso. Já que ser minimalista não é ser básica (lembra?), acessórios acompanham o visual limpo… com impacto! Como se tivesse mais efeito usar um power-acessório do que vários pequeninos juntos – melhor ter uma peça super poderosa do que se encher de penduricalhos. Também não é o caso de usar uma coisa só e pronto, mas sim de escolher uma peça super mega master principal/especial e coordenar todas as outras como coadjuvantes, tipo quase-nada. Claaaaro que não é lei, mas é o espírito do tempo – fácil atualizar o look assim, não?

Por isso a gente tem visto tanta oferta de acessórios-gigantes-super-aparecidos, pra usar como se fosse extensão do visual e não só como “acessório”! Vale colarzão com aneizinhos e brinquinhos; vale maxi-pulseira com colarzinho, brincos e anéis; vale super mega anéis com colarzinho e com brinquinhos, vale faixa tipo turbante… a ideia é ter um acessório importante complementando o look (como uma peça de roupa!) e então os outros só pontuando/adornando o que tá em volta.
Bom pro nosso tempo de calor aqui no BR, pra que mesmo com pouca roupa o look continue poderoso, né? Exercício de edição e de extravagância, tudo ao mesmo tempo! Quem vai experimentar? Ou já tá experimentando?!??
COMO USAR BOLSA QUADRADINHA?
Para quem gosta de marca, a bolsa da vez pode atender pelo nome de Céline Classic Box ou de Hermès Constance. Para nós – que gostamos de vida real e que suamos horrores para colocar alguma coisa dentro da bolsa – ela atende pelo conceito de bolsa quadradinha, durinha e com cara de tia.
Se você ainda não viu uma dessas por aí com certeza é só questão de tempo e de atenção. Antes que as bolsinhas quadradas invadam as nossas cidades, a Oficina vai fazer todo um guia ensinando como usar, onde encontrar e o que essa peça significa para cada um poder escolher se jogar ou não na tendência.

Como usar?
A bolsa quadradinha confere todo um ar retrô e arrumadinho, então, a pessoa pode tanto assumir esse ar de miss Harper’s Bazaar de 1953 e mantê-lo por todo o look quanto quebrar com peças bem atuais e “tô nem aí”. Pensa numa bolsa dessas, super sóbria, com um blazer de motelom!
Aqui na Oficina a gente gosta muito mais da opção de quebrar a mensagem original da peça, sobretudo quando a peça em questão está sendo usada por muita gente da mesma forma. É sempre mais legal se apropriar de uma peça do que simplesmente usá-la. Muito mais legal pegar a mensagem daquela peça e inserir no seu estilo, no seu guarda-roupa do que simplesmente usar nos mesmos moldes que a it-girl da estação está usando.
Quebrando a peça
Se a mensagem original dessa bolsa é “Mundo, sou uma menina arrumadinha e retrô”, você pode quebrar essa mensagem compondo um look onde não se espera uma peça dessas. Pensa em uma calça com a barra dobrada, uma vibe mendiguismo, uma sandália rasteira, um vestidinho de fim de semana 0% retrô, uma mistura de tons fortes.
Jeito de usar
Só o jeito de usar já ajuda a quebrar a imagem: se você usa a bolsa transpassada em vez de usar a tiracolo já dá uma bela descontextualizada na peça.
Assumindo o vintage
Por outro lado, quem quer usar da forma original deve escolher outras peças clássicas e com ar vintage, como cardigã, vestidinho retrô, gola peter pan, tons românticos e visual arrumadinho.
Cuidado com o volume!
Quem tem mais volume na parte de baixo do quadril precisa tomar cuidado com essas bolsas de alcinha longa usadas no ombro: elas sempre criam um voluminho adicional no quadril. Para evitar parecer mais cheinha, você pode usar uma parte de baixo bem sequinha e sem detalhes e chamar atenção para o rosto com um lenço, um brincão ou uma blusa bem detalhada.
Os modelos referência:
Céline Classic Box

A Céline é uma marca francesa bem antiga, começou em 1945. A gente não ouvia falar muito dela até o final de 2008, quando a inglesa Phoebe Philo – ex-diretora artística da Chlóe – chegou à Céline para substituir a estilista Ivana Omazic. Na mesma época, Marco Gobbetti deixou a presidência da Givenchy para assumir o mesmo posto na grife.
Desde então, a marca voltou a chamar atenção por seu estilo esportivo chic com referências dos anos 70. A Céline Classic Box é tipo o símbolo máximo dessa nova leva de sucesso da marca. Bem quadradinha, de tamanho médio e aparência sóbria, a Classic Box dá todo um ar de elegância vintage a quem carrega.
Hermès Constance

A Constance foi cridada em 1968 e é fina até no nome, já que foi batizada para homenagear a filha de uma princesa amiga do criador da marca. Ela era uma das bolsas favoritas de Jackie Kennedy.
Essa bolsa é bem retangular, rígida e simples, o único detalhe é o fecho super chamativo. A melhor parte é que ela é muito versátil e tem alça regulável, então, basta acertar o tamanho e você pode usá-la tanto nas mãos quanto no ombro.
Onde comprar?
As bolsas quadradinhas bombaram na semana de moda de Milão e estão bombando nos blogs, nas revistas e nas ruas. Claro que nada bomba desse jeito se estiver restrito à meia dúzia de sortudas que podem dar seis mil dólares em um bolsa e ainda terem o que vestir para compor o look.
Várias marcas já fizeram versões no mesmo conceito durinho-antiguinho-quadradinho que estamos falando. Entre elas, nos interessam mais as que vendem no Brasil, como a Arezzo, Dumond, Leeloo, Corello, Shoestock, 284, Zara, Lê Sacs e Cris Barros. Outra opção super válida são os brechós. Considerando que essas bolsas já foram sucesso entre as nossas mães, é bem provável que você encontre boas opções usadas.
PRA ATUALIZAR SEM GASTAR MUITO
Quando chega essa época do ano, entre-o-inverno-que-já-foi-e-o-verão-que-não-chegou (ou o inverso), a gente acaba ficando meio perdida no guarda-roupa, não fica!?! A gente já cansou de usar os nossos looks de frio e já tá morrendo de vontade de usar roupas com cara de estação nova, vontade de ficar atualizada!
E daí que na Bazaar inglesa de outubro tem uma listinha de dicas bem boas pra deixar nosso guarda-roupa mais “fresco” sem ter que sair por aí comprando tudo novo. A gente fez uma livre-adaptação (haha) considerando que estamos em outro hemisfério e olha como ficou: (mais…)











