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CABELO IMPECÁVEL

Tem chovido loucamente aqui em SP e olha, coisa que mais faz diferença no tempo molhado – além de pezinhos secos hihihihi! – é cabelo controlado. É ou não é? Especialmente por que é o que emoldura o rosto (alô conversas olho-no-olho!), cabelo pode ser tão pensado/programado/experimentado quanto o look que a gente escolhe usar. Vai daí que o Joe Zee (diretor criativo da Elle americana) e a Cathy Horyn (jornalista de moda do NY Times) disseram, no twitter, que adorariam ver todo mundo de rabo de cavalo (que né tem aparecido em muitas passarelas há algum tempo). Eles dizem que rabo de cavalo é chique, arrumadinho (no sentido de “sem bagunça”) e que se a gente puxa suficiente eles ainda rendem um lifting instantâneo no rosto (“they’re chic, fuss free and, if you get one tight enough, they’re an instant facelift” - HAHAHAHAHA). Tá fácil pros dias de chuva – e também pros de calor! – e dá uma sensação de cuidado extra, não? A gente é do partido que defende sair de casa já com cabelo preso, pra ter oportunidade de usar produtos, dar acabamento e se certificar de que tá tudo ok em vários ângulos do espelho. E quantas variações a gente pode experimentar assim, rapidex, ainda pela manhã! Ó!

Tags: , , , 11.02.2012 - 09:25 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários

NEM DEMAIS, NEM DE MENOS: 10 PONTOS!

A gente conheceu o teste dos 10 pontos ainda na escola (com ela!), e até hoje a gente ensina pras clientes. É uma brincadeira, mas super direciona o uso de cores, texturas, volmes, acessórios e a coordenação disso tudo nos looks de todo dia! Funciona assim: cada elemento do que a gente veste/usa tem uma pontuação. Aí a gente se monta de manhã, conta os pontos do look e vai adicionando coisas ou tirando coisas pra ficar entre 10 e 15 pontos. Cada uma tem um número de pontos que indica equilíbrio (os nossos aqui na Oficina ficam em 10, 12 pontos) – mas menos que 10 pontos pode indicar um look básico demais e mais que 15 pode dar a sensação que a gente tem quando olha as imagens aqui embaixo (hihihi!). Quer brincar?


“aiaiaiaiaaaaaaaaaaaaaaaaaiii, eu to over?!??”

TESTE DOS 10 PONTOS

• cada cor colorida vale 1 ponto

• cada detalhe que se destaque na roupa vale 1 ponto

• 1 ponto pra sapatos simples e mais 1 ponto pra cada detalhe extra, tipo textura, cor diferente, salto anticonvencional, recorte inusitado, costuras aparentes, enfeites, aplicações, tipo isso

• meia-calça vale 1 ponto se tiver textura, cor colorida (neutros tipo preto, cinza chumbo e marrom café não contam!) ou brilhos

• colares, anéis, relógios, broches e lenços valem 1 ponto cada; mais 1 ponto pra cada um que tiver cor colorida ou que se destaque super demais

• 1 ponto pra cada par de brincos (não conta orelhas separadas, é o par!) e mais 1 ponto pra cada cor nesse acessórios

• óculos contam 1 ponto – pode acrescentar 1 ponto pra cada detalhe a mais na armação, tipo correntinhas, pedras, logos chamativos ou cores coloridas

• chapéu, faixa, tiara ou lenço no cabelo: 1 ponto cada

• bolsa conta 1 ponto se é simples e lisa – cada detalhe conta 1 ponto a mais, tipo fivelas, material lustroso tipo verniz, correntes, texturas, cores coloridas ou muitos bolsos

• esmalte em cor colorida ou escura conta 1 ponto (vale pra todas as cores!)

… E assim por diante!

((Esse é um desses posts antiguinhos que a gente resolveu re-editar pra ter mais perto, pra refrescar idéias! Foi originalmente publicado aqui no blog em maio de 2008! O tempo se diverte quando a gente voa, não?!??))

Tags: , , , , 23.11.2011 - 00:29 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 116 Comentários

PARECENDO MAIS VELHA, MAS NEM TANTO

Quando a gente está começando uma carreira, logo depois que saiu da faculdade ou quando ainda se tem vinte e pouquinhos anos, fica difícil conciliar nosso guarda-roupa pós adolescência com a seriedade que a gente quer transmitir no ambiente profissional. A gente quer parecer um pouco mais respeitável, mais velha, mas sem ficar com cara de velha, né!?!

Alguns elementos do nosso guarda-roupa transmitem mensagem de seriedade – são aquelas que tem uma cara mais clássica e que separadas podem parecer super caretas: paletós, camisas, cardigans, calças tipo alfaiataria, escarpins, pérolas, lenços… Daí que se a gente coordena essas peças mais “velhas” com elementos super joviais – jeans, comprimentos mais curtos, tênis, mochilas, camisetas – a mistura fica elegante, madura e adequada, mas ainda com aspecto de “vinte e poucos”.

Sabe o que também ajuda? Trocar as cores super coloridas por cores mais sóbrias (marinho, cinza, cáqui, vinho) e as malhas por tecido plano. Acessórios bem conservados e feitos em bons materiais também são importantes, porque tudo que agregar mais refinamento, mais sofisticação ao look acaba dando esse aspecto de mais madura a quem usa. É por isso que mais uma vez a terceira peça é uma salvadora!!!

E pra não passar do ponto o ideal é usar um ou dois elementos desse de cada vez, porque a gente até pode querer ficar parecendo mais velhas, mas nem tanto, né!?!

O guarda-roupa que combina com a vida que a gente leva!

Roupas bonitas não necessariamente significam roupas certas pra nossa vida, já perceberam? Depois de quase oito anos (!!!) atendendo clientes, visitando guarda-roupas e fazendo compras com um monte de mulheres, super diferentes umas das outras – principalmente em estilo de vida – a gente percebeu que ter uma identidade visual forte e consistente não significa usar uniforme todos os dias (isso seria uma prisão), mas também não significa ter as roupas mais fantásticas do mundo que não saem de dentro do armário.

No fim das contas um bom guarda-roupa é aquele que tem um monte de coisas lindas, mas que combinem de verdade com a vida que a gente leva. Uma das maiores queixas de clientes e amigas sobre suas roupas é dizer que apesar de terem um guarda-roupa cheio de peças incríveis, toda manhã se vestir é um martírio porque elas têm a impressão de que não têm roupas e acabam usando sempre as mesmas cinco peças. E quanto mais compram menos opções têm.

O diagnóstico pra isso é certeiro: muita gente compra roupas pra vida que sonha e não pra vida que vive! De que adianta uma mulher com uma carreira que toma conta de grande parte da vida dela só comprar peças confortáveis, de usar no final de semana? Ou uma mulher que mal sai à noite só ter peças de balada dentro do guarda-roupa? Ou então uma que não gosta das suas coxas só ter saias, vestidos e shorts curtíssimos? Pra quem está de fora fica muito fácil de enxergar que aquelas roupas não vão ter oportunidades reais de sair de casa!

No final das contas a pergunta crucial que a gente tem que se fazer pra ter um bom guarda-roupa, que funcione pra gente, é: qual é a vida que a gente leva? – qual o dresscode correto pro trabalho, quais são os programas de fim de semana, quantas baladas a gente frequenta de verdade, se a gente é mais do dia ou mais da noite…

Isso não significa que só porque eu sou super workaholic minhas roupas precisam ser todas cinza e pretas e chatas, ou só porque no fim de semana eu fico com as crianças eu não posso ter um pouco de glamour, ou só porque eu tenho balada quase toda noite meu sapatos tem que ser todos salto 15! O desafio mais legal é conseguir fazer funcionar o nosso estilo de vida com a nossa personalidade e gosto pessoal. Mesmo porque sonhar um pouquinho só pode fazer bem, né!?!

Tags: , 11.04.2011 - 00:01 | Postado por Cristina Categorias: moda e consultoria 61 Comentários

BULLYING DA FEIURA

A gente passa o tempo inteiro falando em como aparentar cuidado consigo mesma, em como passar uma imagem de pessoa bem tratada, que pensou no que vestir como forma de consideração com o outro e consigo, e esquece que em alguns ambientes cuidar da própria aparência é visto como futilidade, sintoma de que você tem tempo demais para pensar besteiras e trabalha pouco.

Quem nunca conheceu – nem que seja por relato de amigos – um desses locais de trabalho onde o chefe não quer apenas o trabalho bem feito, quer todo mundo com cara de que deu a última gota de sangue pela empresa? Nesses lugares, um belo par de olheiras é valorizado e chegar de bonita pode não pegar muito bem. Pensa aí numa vibe Diabo Veste Prada minus Prada e você vai entender exatamente do que estamos falando!

Quando é assim, não adianta a gente falar “ah, muda de emprego”. Se a pessoa quer ou precisa desse emprego (ou dessa faculdade, ou dessa sogra, ou desse grupo de amigos), a tarefa do personal stylist é justamente conciliar os desejos e as necessidades das clientes numa roupa que funcione para cada uma. Ter cara de operário da revolução industrial pode até ser uma necessidade excêntrica, mas é uma necessidade, então, vamos arregaçar as mangas (rá!) e sugerir soluções! As dicas desse post não servem apenas para local de trabalho, servem para qualquer lugar onde se arrumar seja mal visto, mas você queira manter sua auto-estima vestual mesmo assim.

Pra começar, tente abrir mão de elementos que gritem muito “oi, eu me importo com roupa”. Os acessórios são os primeiros a dançar nessa história porque são, por princípio, toques a mais. Despida de acessórios, você precisa investir na qualidade dos materiais da roupa, no acabamento, no corte, em uma misturinha discreta de textura ou dobradinha especial da manga para não ficar sem graça.

Você pode até usar roupa de marcas caras, mas evite mostrar a marca porque pagar a mais evidentemente é sinônimo de se importar.

Tente pensar na mesma roupa que os colegas de trabalho (ou de faculdade, ou seja lá de onde for) usam, só que brincando um pouco com o comprimento, com a mistura de materiais e formas. Só isso já muda tudo e ainda é um exercício de criatividade incrível.

Outra coisa legal é se apropriar de elementos muito informais e usar de forma ajeitadinha. Então, se todo mundo usa mochila, calça jeans e sapato descuidado, você pode aparecer de mochila de couro, calça jeans com um super corte e oxford. Pra ornar o conjunto, faz aquela cara de “desculpa, uso o mesmo que você, mas em mim magicamente fica melhor”.

A maquiagem pode seguir a linha nasci assim, só com aqueles produtinhos que fazem uma versão melhor da gente mesma sem serem detectados pelo radar do bullying da feiura. Quando perguntarem o que você faz, diz que veio tudo de fábrica: “Acordo, lavo o rosto e venho pra cá. Sabe como é, algumas de nós simplesmente surgem no mundo com secador acoplado na cabeça e Touche Éclat intracelular”.

Depois, é só pegar seu cabelo super lindo e deixar solto ou preso num coquinho ou rabo de cavalo feito em casa e observar a galera com piranha presa na bolsa procurar, procurar, mas não achar nada para falar mal de você! No dia que isso acontecer, você pode voltar pra casa feliz por ter conseguido tudo que a gente realmente espera da moda: a capacidade de usar qualquer coisa – qualquer coisa mesmo – de um jeito que a maioria das pessoas não consegue identificar o porquê, mas sabe que está maravilhoso.

Tags: , , , 21.12.2010 - 07:29 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 62 Comentários

LINKS PRO FIM DE SEMANA!

• Ainda na onda dos blogs de moda regional/brasileira, o Look Legal fez post pra mostrar estampas exclusivas de marcas capixabas e comentar como é importante pensar em originalidade pro produto!

• Dois em um: tem no Matei por Menos um texto bem bom refletindo sobre a gente adaptar a roupa que escolhe usar à personalidade, à vida, ao estilo… e também à cidade em que mora – e olha, faz muito sentido, viu! Moda na vida real é isso daí. Também lá toda sexta-feira tem indicação de links legais sobre tudo, com design, imagens lindas, notícias, decoração, moda e mais!

O Bainha de Fita Crepe quer saber porque todo mundo chocha as botas tipo pata-de-bode mas aceita numa boa os tamancos/clogs da moda de agora. Ó lá!

• Túnel do tempo da moda: o SuperZíper postou vídeo-relato de um passeio por uma coleção incrível de máquinas de costura super antiguinhas – no Bom Retiro aqui em SP, fica a dica!

• “Vitrine une moda, decoração e comportamento” e quem diz é um vitrinista super atuante do Mega Polo Moda, no Brás, em entrevistinha objetiva, realista e super inteligente sobre esse trabalho no ótimo Vitrine RG.

• Vale conhecer esse site super lindo – francês! – com fotos de gente estilosa nas ruas, dica do blog Say it Loud!

• Passo-a-passo em fotos da confecção de uma jóia de prata feita sob encomenda – desde o estudo em desenhos até a manipulação do material e tals. Tipo bastidores mesmo e muito muito legal de ver, no Bijoux Bliss!

• Assisti só essa semana o documentário The September Issue e super recomendo – teve post no Fashionismo na época super fazendo jus à “legalzice” do filme! Depois de assistir à confecção de uma edição da Vogue americana é bem difícil não se apaixonar pelo trabalho da Grace Coddington, diretora criativa da revista – no Modismo tem a notícia de que a ruivona tá preparando uma biografia e uma prévia com cinco fatos legais de se saber sobre a vida dela. Beijos, Fê. :)

VISUAL “PARA” O OUTRO

O “para” tá assim, entre aspas, porque na (verdade) tudo que a gente escolhe usar é pra gente mesma – tem que ser assim, né? Mas acontece da gente ter ocasiões em que prestar atenção no outro – em quem a gente vai encontrar – dá informações ótimas pra construir nosso próprio look. Não tem necessidade de se vestir diferente, ou deixar de ter personalidade. Não tem a ver com se fantasiar: tem a ver com observar formalidade, estilo, interesses e gostos da pessoa com quem a gente vai estar e montar uma versão-da-gente-pra-encontrar-essa-pessoa, preparada especialmente pra isso.

A sacada é incorporar no próprio look alguns ‘símbolos de vestir’ que o interlocutor reconheça com facilidade, que sejam confortáveis pra ele, que façam parte do seu universo de todo dia. Desse jeito a gente derruba quaisquer barreiras de comunicação, qualquer idéia de distância, e quem encontra a gente fica à vontade, abre o coração, a relação já se estabelece mais próxima! Pensa que vale pra fazer reunião, pra ter empréstimo no banco (!!!), pra encontrar clientes, pra apresentar pessoas, vale até pra paquera! :)

Se a pessoa com quem a gente vai estar é mais formal (ou vem de um ambiente formal), a gente pode escolher mais tecidos planos que malhas, mais formas tradicionais do que muito despojadas ou maluquetes. Cores mais coloridas ou mais neutras podem transmitir mensagens de mais frivolidade/animação ou de discrição/rigidez – e tudo isso pode acontecer pro bem e pro mal, depende do que a gente quer! Estampas (de vários tipos, muitas ou pouquinhas) e caimentos (folgado, ajustado, contido, soltão) e acessórios (divertidos, sexy, originais, clássicos) também podem equilibrar aparências e equilibrar todo “discurso visual”!

Tags: , , , 17.08.2010 - 15:30 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 10 Comentários

BARRIGUINHA NÃO TÃO APARECIDA

Tipo da coisa que a gente ensina pra TODAS as clientes, sem exceção: transparência tem medida! E não é a medida do bom senso porque né, cada um tem o seu senso. Pensa assim: tem partes do corpo que a gente mostra, no dia-a-dia mesmo, sem pudor nenhum e corriqueiramente tipo colo, ombros, braços, costas, pernas. Se eles tão sempre à vista, tudo super bem aparecerem por baixo de tecidos translúcidos, pele velada apenas. Mas barriga a gente não mostra o tempo todo, em todo lugar, corriqueiramente. barriga aparece na praia – ou na balada, dependendo da idade de quem usa (né?). Então não tem porque barriga aparecer por baixo de transparência, né gente. Não mesmo (a gente acha).

E isso não é regra, não é obrigadção, mas tanta pele assim à mostra – em pedaços de corpo que nem sempre tão desfilando por ambiente de trabalho ou pela cidade – pode assustar. E transmitir uma mesangem equivocada de quem usa, e criar constrangimento (se não pra quem usa, pra quem vê). Pra isso existem os camisetes, essas camisetinhas bem finas, com alcinhas delicadas, tipo lingerie mesmo. Em várias cores até, pra barriguinhas desfilarem devidamente cobertas! A gente curte bem as da Zara, da Scala, da Leeloo, fica a dica.

Tags: , , , , 08.07.2010 - 00:29 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 16 Comentários

ENTRE A GENTE E O MEIO

Um dia, no verão de 1956, Flávio de Carvalho fez sua ‘experiência nº 3′: esse pintor/escultor/arquiteto resolveu não só pensar num look apropriado pros caras de então e promover a idéia pela cidade, ele mesmo vestindo a experiência. Então avisou a imprensa e saiu vestindo saia plissada, sandália baixa e camisa pelas ruas de SP. NA DÉCADA DE 50.

Pode parecer doideira mas Flávio de Carvalho se dedicou a estudar trajes de várias épocas e civilizações, pensou nas funções de cada peça de roupa nas épocas em que elas foram usadas, focou em anatomia do corpo, em conforto, praticidade e sentido de uso na sociedade. A roupa “proposta” tinha a ver com quem usava, com sua cultura, com o clima, com a economia, com tudo em volta.”Fala de identidade, integração e pertencimento a um local através de um elemento que, diariamente, se situa entre nós e o meio: a roupa que vestimos. Fala da negação ou da afirmação de uma identidade local, de um homem permeável e atento ao meio onde vive”. (daqui)

((melhor parte do esquema: “cores vivas substituem desejos de agressão e tendem a evitar guerras”!!! clica pra ver grande e ler tudo!))

Isso de negação ou afirmação de identidade local, de atenção ao meio em que se vive, e de levar em conta anatomia (alô silhuetas!), conforto e praticidade pode bem ser fórmula pra gente decidir, em casa e todo dia, o que vai vestir… não pode? Meio como integrar o cotidiano nas características do que se veste, pra re-afirmar quem a gente é. E então a gente encontrar o sentido do que a gente veste e fazer nossas próprias performances, sem precisar chocar mas com coerência de artista multi-disciplinar. Não sei vocês, mas eu vou tentar exercitar. Haha. ;-)

Tags: , , , , 05.07.2010 - 12:22 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 19 Comentários

SOBRE PIRANHA EM ALÇA DE BOLSA

A gente não curte piranha de cabelo. Menos pelo acessório, mais pela maneira como ele é usado: a tendência de quem usa é levar consigo e, no meio do dia, sacar a piranha, enrolar o cabelo de qualquer jeito (na pressa porque né, o meio do dia tá sempre corrido), prender o pedacinho de plástico e deixar restos de madeixas caírem dos lados e atrás. Esse procedimento aí pode até ser feito com cuidado, mas quase sempre deixa aparência de desleixo e de cabelo desmilinguido. Pra gente (e pras nossas clientes!) cabelo preso – mesmo quando bagunçadinho de propósito – tem que ter preparo. Tem que ir pra frente do espelho, tem que usar um ou outro produtinho que controle fios, tem que ter atenção e carinho. ESPECIALMENTE SE O CABELO PRESO VAI AO TRABALHO COM A GENTE!

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E aí que a gente curte menos ainda a piranha pendurada na alça da bolsa. Não que o acessório vá estragar o couro ou deformar a alça (pode até ser, né, mas não). Um pedaço de plástico pendurado num lugarzinho que não foi pensado pra isso estraga visualmente a imagem da bolsa – e bolsa, pra meninas, é acessório dos mais importantes na hora de transmitir elegância, organização, controle. Quer ter um acessório pro caso de precisar e que ainda orna? Amarra um lenço na alça no lugar da piranha, que não tem como errar. Mas isso rende todo um outro post, né?

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