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POST DO AMOR
O meu antigo terapeuta me ensinou uma vez que a quantidade de tolerância que a gente tem pela gente mesma é igual a que a gente tem pelos outros… ou seja, se a gente é muito caridosa e compreensiva e tolerante com as nossas questões a gente tem uma grande capacidade de compreender as questões das pessoas que estão a nossa volta. Olha que coisa mais linda: quanto mais a gente se ama, se respeita e se tolera, mas a gente ama, respeita e tolera os outros!!!

E recentemente percebi que isso vale também em relação à auto-estima, na relação com o corpo, com o guada-roupa. Normalmente mulheres seguras, que se sentem bem com a sua aparência, bem resolvidas com os “defeitos” que têm, conseguem ver beleza em todo lugar. É um raciocínio muito simples: eu tenho coxas grossas que não curto tanto, mas aprendi a conviver com elas e gostar de mim do jeito que sou e quando me olho no espelho me acho linda, daí quando saio de casa e vejo uma mulher do meu lado com um nariz gigante, com uma barriguinha saliente, com as pernas muito finas, muito gorda ou muito magra eu consigo enxergar que elas são muito mais do que aqueles pedacinhos de imperfeição e que têm muito mais partes interessantes ali e elas se tornam mulheres lindas.
Ainda bem que a humanidade é sortida e que é cheia de diferentes imperfeições, porque se eu saísse de casa e só visse gente perfeita provavelmente o planeta Terra teria sido invadido por extra-terrestres, porque o que faz do humano humano é exatamente ele não ser perfeito.
Então que tal a gente combinar de se amar mais? E quem sabe assim a gente não vai amar mais os outros? E a chave pra se amar é se conhecer, minha gente! Se estudar, se enxergar sem julgamento, com um olhar carinhoso e tolerante pra gente mesma. E daí descobrir o que a gente gosta naquele corpo que está vendo e se apegar a isso. Palavra de consultora que esse exercício é viciante e que cada vez a gente vai enxergando mais coisas legais, vai valorizando mais essas coisas e quando percebe é toda amor!!!
ESTILO x EMOÇÃO
“Não somos feitos de uma matéria fixa, imutável; somos produto dos encontros, das conexões que nos permitimos fazer ao longo da nossa existência.”* A gente tem personalidade definida, tem todo um modus operandi que funciona direitinho (trabalha, almoça, encontra amigos, resolve problemas…) e tem um guarda-roupa “na medida“. Tudo isso junto implica num estilo de vestir definido, que externe essas subjetividades com clareza para o mundo em volta. Mas e essa instabilidade, fruto dos “encontros e conexões” que a gente se permite fazer?
Qual o tamanho da relação entre o que acontece com a gente e o que a gente escolhe vestir? E qual a importância dessa relação? O emocional de um indivíduo pode se sobrepor ao seu estilo pessoal? Ou obrigatoriamente se manifesta aliado a ele?!??

**às vezes a gente tá feliz
A gente não é estável (nunca) e tá todo mundo sujeito ao novo, ao inesperado. Mega natural que haja diferenças no vestir por conta desses ‘desacertos’ que teimam em acontecer no meio dos caminhos. O inesperado surpreende – apesar de saber que se deve viver esperando o inesperado, quem tá preparado de verdade pra ele?!?? A segurança do vestir-se automaticamente pode ser fragilizada por humores, amores, viagens, trabalhos, sustos ou medos… não pode? “O termo ‘complexidade’ vem do latim complexus, que significa ‘o que abrange muitos elementos ou várias partes’. É um conjunto de circunstâncias, ou coisas independentes –> ou seja, que apresentam ligação entre si. Trata-se da congregação de elementos que são membros e partícipes do todo.”* O que a gente veste tem que falar da gente = nossas escolhas no vestir têm ligação com quem a gente é. E qualquer situação complexa que a gente vive “abrange muitos elementos ou várias partes”. O vestir também.
A gente pode usar moda pra acolher, pra confortar, pra camuflar sentimentos ou situações mal-resolvidas, pra alegrar, pra estimular. Escolher materiais fofos e aconchegantes pode ser sintoma de desconforto. Escolher cores coloridas pode pretender alegrar alguém tristinho. Escolher tons neutros e sóbrios pode dar sensação de se querer refletir, acalmar, permanecer inerte. Dificuldade de escolha pode decorrer de confusão mental, confusão de tudo. E se a gente conscientizar isso tudo, dá pra escolher direito, com propósito. Tipo mudar de roupa pra mudar de comportamento, ou mudar de comportamento e por isso mudar de roupa. As inglesas do ‘Esquadrão da Moda‘ escreveram um livro chamado “What you wear can change your life” e elas têm alguma razão.

** às vezes a gente tá triste
“O que de fato buscamos é captar o tempo todo o que se faz e o que se desfaz em nós, dar forma ao que vivenciamos em nossa subjetividade. Chega o momento, então, em que, a despeito da forte sensação de vertigem e desorientação que possamos experimentar, é preciso abandonar aquela forma que virou carcaça, não nos diz mais nada, e ir em busca de outra que pareça vital, que “aumente nossa potência de agir”*. Terapia em frente ao espelho; estímulo pra curas e atitudes e mudanças e tomadas de decisão que podem ser influenciadas e exteriorizadas no discurso não-verbal.
Sabe quando dá vontade de correr pro cabelereiro e mudar radical, tipo ficar loira? Então.
* Todas as citações são da professora Rosane Preciosa, tiradas do incrível “Produção Estética“. ** Todas as imagens que ilustram o post são da Tarsila do Amaral. Esse post foi publicado originalmente no BlogView, coletivo incrível de que a gente fez parte, nos idos de julho de 2007.
É SÓ QUERER O BEM E ACEITAR
Em 2011 a gente entendeu, em muitos sentidos, que todo mundo faz o melhor que pode com os recursos que tem – e que quando a gente enxerga propósito nas vontades, elas fazem a gente brilhar. Ainda “é só querer o bem e aceitar”. Se a gente se conhece pouco, ou disponibiliza pouca atenção pra moda e pro que veste, então a gente faz um ‘melhor’ restrito, limitado. E na medida que olha pra dentro, identifica o que move a gente na vida, estuda os elementos visuais necessários pra comunicar o que é importante pra gente e exercita isso tudo na pratica… tudo melhora! O look melhora, a autoestima melhora, a vida melhora. Se na hora de se vestir há uma certa “fidelidade” ao que é importante pra gente – e definir o que é importante é pessoal e intransferível! – não tem look que precise de julgamento ou aprovação: tá bom pra gente mesma!

Se a gente deixa de ser quem é (ou abre mão de identidade única, própria), automaticamente a gente produz não-admiração no outro. É preciso querer brilhar exatamente como a gente é, assumir a responsabilidade que tem no mundo, essa de ser única –> fazer o melhor que a gente pode com os recursos que tem AGORA. Não depende de perder um, dois, cinco, dez quilos. Não depende de casar ou de separar, de mudar de emprego, de mudar de cidade. Não depende de plástica nem de silicone. Depende de se gostar. A gente pode ser incrível já (todo mundo já é!), e é isso que a gente quer pro ano que vem: viver o momento, se enxergar com amor, encontrar o que a gente tem de mais legal sem ansiedade ou euforia – mesmo que a gente ainda possa melhorar (e a gente sempre pode). Uma coisa de cada vez, cada look aproveitado/curtido, fazendo todo momento ser o mais incrível, olhando pra dentro pra fazer brilhar fora. Querer já é um movimento válido – e brilho que faz diferença é brilho autêntico, brilho original, esse que a gente só consegue refletir de verdade-verdadeira se vem de dentro. Só nosso.
A gente sabe que é abençoada quando todo ano que acaba é melhor que o anterior – e quando todo ano que tá vindo ainda rende frio na barriga e brilho no olho pelo que vai rolar. A Oficina de Estilo teve um 2011 lindo, do amor, com satisfação e realizações nunca experimentadas antes (uma delícia!). 2012 vai ser, aqui pra gente, “o ano do agora”, e a nossa missão vai continuar a mesma… só que aperfeiçoada (!!!): ser canal pra que todo mundo se enxergue com mais amor próprio, dar ferramentas pra que a gente se curta e reforce autoestima – pra então entregar esse amor pro mundo, mais e mais. Bom ano novo pra todas nós! <3
GLORIA COELHO NO MUSEU
Foi inaugurada no Museu da Casa Brasileira (aqui em SP) a exposição “Linha do Tempo”, que reconta em 60 peças a trajetória de Gloria Coelho, uma das estilistas mais respeitadas e renomadas do Brasil.

Logo no início dos looks expostos – todos organizados por coleção numa linha do tempo, exatamente como o nome dado a exposição – a gente já se depara com as peças da (super ótima) coleção “Pokémon”, que foi apresentada na última edição de SPFW. A partir daí se seguem vários outros exemplos de coleções que vão até 1996, e acaba se tornando impossível não fazer um apanhado geral do trabalho da estilista, percebendo bem sua identidade. Dá pra notar que a Gloria ama preto, branco e tons mais neutros desde sempre, que cores quase não aparecem na maior parte do seu trabalho, que ela curte trabalhar em texturas desde o início de sua carreira, etc.
A gente também consegue perceber o quanto esse trabalho é minucioso, constante e linear, mas é visível que existe uma fase mais sombria, outra fase mais futurista – inclusive, as últimas coleções da Gloria fazem parte desse “futurismo”.

O mais legal mesmo em ver de pertinho peças tão bem feitas, e tão bem construídas, é tentar descobrir como a estilista conseguiu aquele tal volume, perceber que algumas coisas foram feitas quase que à mão pro acabamento ser melhor, que pra tal peça ter aquele tal caimento foi necessário isso ou aquilo – e se dar conta do quanto a Gloria merece essa homenagem, por um histórico de trabalho tão bem feito e que exprime tanta dedicação.
Quem se interessar em visitar a exposição – a gente recomenda! – pode aparecer no Museu da Casa Brasileira, na Av. Faria Lima, 2705, São Paulo, de terça a domingo, das 10h às 18h. A entrada custa só R$ 4,00 (R$ 2,00 pra estudante) mas em domingos e feriados a entrada é gratuita. É de impressionar ver tanto carinho e trabalho pela moda e tão de perto, vale a visita!
A GENTE AO VIVO EM VÍDEO!
Fim de 2010, né, amigos, e a gente quis estar mais perto da galera que passou o ano aqui com a gente (e no Twitter e no Facebook e no Tumblr!). Já que esse ano não teve nem um Encontrinho sequer pra contar alguma história, a gente pensou em dividir com vocês o nosso encontrinho-de-equipe: a gente se encontrou com pessoas que participaram da Oficina de Estilo de vários jeitos em 2010 pra fazer um vídeo com chat, ao vivo conversando com quem tava online na hora! Tavam junto a Yasmin, nossa assistente mara-maravilha, a Juliana, nossa colaboradora estrelada e o Guga, responsável pelo nosso futuro novo layout (aeeeee). =)
Foi muito muito bacana: a gente se divertiu horrores, lembrou de coisas legais que aconteceram ao longo do ano, respondeu dúvidas de estilo, deu opinião sobre o mercado de moda do BR, pensou junto sobre jornalismo e conteúdo e compromisso com o trabalho, riu MOINTO e ficou feliz com tanto amor via internet. Tudo em um pouquinho mais de uma hora, clica aí pra sentir o clima – que a gente tem planos de fazer mais (e com mais frequência) no ano que vem!
Bazar da Rita Lee
Dois dias antes do bazar que vai vender 45 anos de roupas e histórias acumuladas da Rita Lee, nós entramos no apartamento da nora da cantora, Camila Fremder, como se estivéssemos numa Disneylândia da moda.
No meio da sala, várias araras misturavam desde roupas que ela usou em capas de disco – como o macacão do “Lança Perfume” (1980) – até peças que Rita usava no dia a dia, mas num dia a dia bem Rita, que permite desde casacão John Galliano e chemise Vivienne Westwood até maiô de Paquita e fantasia de Peter Pan em camurça.
A gente estava olhando as roupas e de repente surgia uma peruca de bobs, uma burca lilás, itens super básicos no guarda-roupa de uma pessoa preparada para tudo.

Para ajudá-la na missão de catalogar, avaliar e preparar todas as mais de 300 peças do bazar, Camila contou com a ajuda do namorado Tui Lee, do estilista Caio Gobbi e do bazar Juisi by Licquor, onde as peças que sobrarem do bazar serão vendidas.
Ela conta que desde a primeira vez que entrou no sótão da sogra, surtou: “Eu subia lá várias vezes, ela me dava um monte de peças, mas não tinha sentido deixar tudo aquilo parado, tanta coisa legal, tanta peça relevante. A Rita entrou numa vibe feng shui e queria mesmo colocar a energia pra circular, daí a gente teve a ideia do bazar, que inclui uma exposição de peças históricas”, explica Camila. Entre as peças históricas que não serão vendidas está o macacão da capa do disco “Refestança” (1977), com uma estampa luxuosa de se ver assim, de pertinho.
A peça mais barata do bazar será um colar de R$ 20. A mais cara é um casaco de R$ 3 mil. Entre elas tem de tudo: tênis plataforma tipo Spice Girl, caixinha de música, grinalda, saia de tule, uma flauta usada por Rita desde o Tutti Frutti e até um gaveteiro.
A Cris montou cinco looks e provou que, no meio de tanta coisa maluca, dá pra garimpar peças que – coordenadas com uma regata branca ou com um shortinho jeans – formam um look divertido, mas super usável por quem não é corista de um grupo de rock. E imagina que luxo quando alguém elogiar a produção e a gente puder falar “Obrigada, era da Rita Lee, minha íntima”.
Essa Oficina de Estilo está tão chic, mas tão chic que o Uol fez uma galeria com as fotos da nossa farra vestual na casa da Camila! Para ver os looks que a gente montou, clica aqui. As fotos são de Juliana Cunha.
O bazar vai acontecer esse sábado, dia 11 de dezembro, no Lions Night Club (Brigadeiro Luís Antônio, 277), às 18h. A entrada custa R$ 20 que se revertem em consumação.
AUDREY SABIA DAS COISAS

“Para ter lábios atraentes, diga palavras doces; para ter olhos belos, procure ver o lado bom das pessoas; para ter um corpo esguio, divida sua comida com os famintos; para ter cabelos bonitos, deixe uma criança passar seus dedos por eles pelo menos uma vez por dia; para ter boa postura, caminhe com a certeza de que nunca andará sozinho; pessoas, muito mais que coisas, devem ser restauradas, revividas, resgatadas e redimidas; lembre-se que, se alguma vez precisar de uma mão amiga, você a encontrará no final do seu braço. Ao ficarmos mais velhos, descobrimos porque temos duas mãos, uma para ajudar a nós mesmos, a outra para ajudar o próximo; a beleza de uma mulher não está nas roupas que ela veste, nem no corpo que ela carrega, ou na forma como penteia o cabelo. A beleza de uma mulher deve ser vista nos seus olhos, porque esta é a porta para seu coração, o lugar onde o amor reside.” Audrey Hepburn (diz que).
“A HUMANIDADE ESQUECEU-SE DE SER”
Olha, a gente precisa se concentrar em ‘ser’ e não em ‘ter’. Diz o Saramago, dono do título do post, que ‘ser’ dá muito trabalho porque demanda pensamento, dúvida, perguntar-se sobre si mesmo e mais. Pra gente ser alguém bacana, pra ser humano mesmo, a gente tem que olhar pra dentro, absorver o mundo e devolver já em forma de reflexão, já com opinião. Independente das compras que a gente faz ou do que a gente veste (tem!). Se não for assim a gente é quem passa o cartão de crédito e só. Tudo bem que a gente vive num mundo que funciona mais com consumidores do que com seres humanos, mas consciência de si mesmo é questão individual, cada um cuida de ser a melhor criatura que pode ser – porque né, a gente quer o melhor da vida.

Vale mais ver filme, ver gente, viajar, entender o universo, ler, pensar sobre o que tá em volta da gente (e sobre o que tá mais de longe também!), plantar árvore, ir à praia, se exercitar em relacionamentos e então, deixar isso tudo fazer efeito no exterior, no visual. Pra gente ser alguém que vive direitinho, se divertindo, SENDO ALGUÉM. Senão a gente além de só ‘ter’, passa a só ‘parecer’ também - e o ‘ser’ fica pra trás, e a vida passa pela gente sem a gente ter consicência dela passando.
PRA PRESENTEAR NO DIA DOS NAMORADOS!
Já já é dia dos namorados e a gente resolveu procurar presentes legais com verba restrita – durante uma tarde de trabalho no shopping a gente procurou alternativas originais que custassem, no máááximo, R$ 100. Legal foi pensar em encontrar o que tem de mais baratinho nas lojas mais incríveis que a gente podia visitar, em vez de ir direto em lojas mais ‘em conta’. Ó só no que deu!
Tá aqui a lista das lojas que a gente visitou e dos preços de tudo do vídeo:
Ellus and Guests: necessaire de paétes R$100, camisetas do Alexandre Herchcovitch R$79 e R$89
Hermés: 3 cartelinhas com os post-its mais chiques do universo R$ 80
Tabacaria Caruso: conjunto de jogo de poker R$100
Leeloo: colar e pulseira R$98
Casa 8: caderninho-guia de restaurantes R$ 62
Lego: caixa com 3 opções de carros esportivos pra montar R$99,90, rosa decorativa R$ 29, chaveiro com lanterninha R$ 39,90
New Order: conjunto de 2 broches R$ 49, colar de coração R$79
Livraria da Vila: livro com a história das camisas de todas as copas do mundo, R$45,90
LINKS LEGAIS PRO FIM DE SEMANA
No Fashionismo tem post fofíssimo sobre namorados conectados até no jeito de vestir. Sinergia fashion faz todo sentido, né? <3
No blog da Pati Lima, editora da revista Catarina (que é distribuída até fora do país, sabia?), tem uma oportunidade incrível pra aprender/trabalhar com moda. Vale o clique, até eu tive vontade de me candidatar (haha!). Sério.

O Porcinas fez cobertura completa de TODOS os acessórios desfilados nas semanas brasileiras de moda: tem post com colares, com bolsas, com coisas de cabelo, com sapatos e mais.
Lembra da mariniére, a camiseta listrada que a Chanel trouxe pros nossos armários? No Glamour Paraguaio tem uma super coleção de imagens “inspirativas” pra gente ter mais vontade ainda de ter uma dessas.
No Too Fast Fashion tem um passo-a-passo pra fazer camisetas com ombrinhos/mangas de correntes. Bom pra inventar volumes novos, dar vida nova à peças velhinhas e reinar habilidades, né? ;-)
O Independent Fashion Bloggers é destino acertado pra todo mundo que tem blog de moda e que quer se aperfeiçoar. Essa semana tá no ar um post (em inglês) sobre coberturas de eventos de moda – que vai render uma versão-Oficina logo logo!










