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SOBRE IT BAGS E HIT BAGS

Teve um texto no NY Times tempos atrás sobre uma febre anti-bolsas-poderosas no outro hemisfério. A gente vê de tempos em tempos umas bolsas incríveis virarem item obrigatório nos bracinhos das nossas celebridades-inspirativas favoritas, né? Diz o texto que por causa dos preços cada vez mais altos e da exclusividade cada vez menor – se todo mundo tem ou quer ter, não é tão “it” assim, né? – a onda passou a acontecer ao contrário, e geral passou a valorizar bolsas menos caras e menos conhecidas de todo mundo.

A gente pensa que toda a idéia de ‘it bags’ é meio fora de lugar. Pra ser it bag tem que ser objeto de desejo por um booom tempo – tem que dar tempo de virar um clássico! As bolsas Birkin e Kelly da Hermés são it bags. A baguete do Fendi é clássica (mesmo não sendo tão it bag agora, é clássica). Os modelos matelassados com alças de corrente da Chanel são it bags pra sempre, mega clássicas. A gente até acha que podem haver possíveis novas it bags, que já foram só “hit bags”: a fivelona do Fendi pode super ficar pra sempre como uma imagem forte, o matelassado novo e grande do Marc Jacobs pode virar clássico, até a motorcycle do Balenciaga – mais hit bags de todas! – pode ser it bag um dia. Mas tem que dar tempo pro desejo durar, né?

E junto com esse pensamento vem pra gente aqui um outro: esse assunto de it bags, desse jeito que a gente tá tratando aqui, é pra muito pouca gente na vida real, não? Acessórios de luxo têm como público alvo uma elite muito muito pequena, no mundo todo, quem dirá aqui no BR. O que a gente mais tem perto da gente é a “hit bag” (conceito brilhantemente apresentado pelo Ricardo Oliveros): bolsas que viram hit, tipo meeega hit, mas que podem ser substituídas por uma outra hit bag a cada estação. E hit bag aqui não significa só uma bolsa de uma marca incrível, né? Mais liberdade, mais desejo autêntico e coerente com quem a gente é, menos “pertencimento”. O que a gente acha? :)

((Post publicado originalmente em novembro de 2007, revisto e republicado por que ainda vale 100% aqui pra gente!))

Tags: , , 02.12.2011 - 08:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 15 Comentários

BOLSINHAS-BIJÚ

Todo mundo tem uma tonelada de coisas pra carregar todo dia, a gente sabe (e a gente também tem!!!). Mas de vez em quando, se a gente consegue editar o que carrega – nem que seja só num diazinho mais desapegado, mais na vibração de uma vida simplificada – pra levar menos coisas… quem ganha é o look. Tamos numa temporada de bolsinhas pequeninas e especiais, com correntes elegantes, fechos que não são só funcionais mas acrescentam interessância aos zíperes, misturas de materiais e couros diferentes, metais super originais. Quase-quase como bijús, de tão enfeitadinhas que são!

E as pequenas de agora nem são tãããão pequenas assim: cabe com conforto o telefone, as chaves, o batom, os documentos e dinheirinhos – às vezes até um caderninho ou ipad (!!!). De qualquer modo, bolsa pequena transmite MUITO uma aparência de controle, de organização, de eficiência e de poder – só quem tá muito ‘no comando’ consegue se virar com tão pouco e com tanta rapidez/agilidade, né?!?? Vale o esforço de, uma vez ou outra, surpreender todo mundo em volta com uma vida descomplicada, carregada nesses acessórios tão cheios de estilo em si mesmos. É de aproveitar, né? :)

Mais de pequenas bolsinhas (com vídeo antiguinho e tudo – alô fernanda versão 2008!!!) aqui:
Mini-bolsas: pra quem sabe editar
Como carregar a vida numa bolsinha pequenina

Tags: , , 07.08.2011 - 00:34 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 8 Comentários

LINKS DE FIM DE SEMANA

A Constance Zahn fez uma seleção afiada de referências de bolsinhas – todas lindas! – pra casamentos e formaturas e festonas nesse fim de ano – inspiração formal de calor!

Maravilhoso o post do Futilish com referências visuais das cores mais faladas do momento – e com todos os nomes que elas podem ter! Vale o clique e podia ter um desses a cada temporada!

A revista Made in Brazil é tá no nosso top 3 publicações mais amadas, bonitas de se ver, honestas e brasileiras de verdade – e o número 2 tá sendo lançado agora!

O Projeto Ateliê de [Ciber]Costura tá fotografado e explicadinho (com link informativo e tals) no Vitrine RG – ponto pra quem tá em SP e pode visitar na vida real além de conhecer pela internê. ;-)

Quem faz faculdade de moda aprende que “modelo ideal” tem que ter oito cabeças e meia de medida – no Plasticky tem um post todo revolts (e super fundamentado) explicando essa medida e o possível por quê do desenvolvimento de numerações muito erradas na nossa moda. Muito muito legal!

Olha no Style-a-Holic que fofura as fotos que a Amy Winehouse fez como modela da Fred Perry! Ai que saudade da Amy boa! <3

O Chata de Galocha deu dica de um site de streetstyle muito legal, super bom quando a gente varia referências, né? E fotos de looks legais nunca sõa demais. ;-)

Diz no Aqui só tem Bafón que a Rita Lee vai fazer um bazar com peças de uso pessoal e de figurinos, tipo dos importantes desde os Mutantes e tals! Programão!

Tags: , , , , 27.11.2010 - 00:20 | Postado por Fernanda Categorias: blogolândia 6 Comentários

Daniella Zylbersztajn e a exclusividade do bem

Quando Daniella Zylbersztajn e as Oficinas se conheceram, as dimensões eram outras. Daniella tinha uma produção super reduzida, atendia cada cliente de forma personalizada, tinha tempo de namorar o processo de confeccionar cada uma de suas bolsas.

Por outro lado, a Oficina de Estilo também seguia outras proporções. O tempo era maior, havia menos clientes.

Alguns anos se passaram e as duas (ou as três) tiveram que repensar suas formas, tiveram que viver aquela fase meio adolescente, quando a gente nunca sabe direito o nosso tamanho e sai se esbarrando por aí.

As duas empresas e as três moças cresceram só para reafirmar aquilo que a gente já sabia: que o nosso foco – tanto da Oficina quanto da Daniella – é o personalizado, o exclusivo. Não aquele exclusivo que pressupõe exclusão de alguém, mas aquele que pressupõe a nossa individualização. Nesse mundo cheio de it-xerox, não tem nada mais luxuoso do que ser individualizado.

A gente ama tanto as bolsas da Daniella porque elas falam de uma exclusividade e de um luxo que não tem nada a ver com bolsa com nome de gente, com bolsa com número e fila de espera. Você usa uma bolsa da Daniella e quem te vê na rua não sabe o quanto você pagou, não tem uma listinha mental de celebridades que apareceram com ela. A pessoa sabe apenas que é tudo muito fino e muito original.

A Fê, por exemplo, tem uma bolsa da Daniella que é uma coisa de outro mundo: ela tem formato de peixe e cada escaminha é feita de um tipo de couro diferente. Esse é o luxo que a gente quer pra nossa vida!

No meio de todo esse processo de descobrir seu tamanho e a força do seu trabalho, a Daniella Zylbersztajn passou um tempo produzindo muito esporadicamente. Agora ela está de volta à ativa com um trabalho super amadurecido que nos deixou impressionadas.

Se os trabalhos anteriores da Daniella eram coloridos, tinham uma sofisticação mais puxando para o lúdico e para o juvenil, os trabalhos atuais são sóbrios, têm uma elegância de mulher mesmo. No meio da nossa entrevista, quando a Dani abriu a malona para mostrar o que tem feito, a Fê, a Cris e duas clientes via Blackberry surtaram!

Cada bolsa demora entre seis horas e dois dias para ser produzida. 20% da produção da Dani vai para lojas como Fernanda Yamamoto, Kosii e Angelina Vai às Compras. Os outros 80% são vendidos diretamente às clientes que procuram ela e ainda fazem personalizações e escolhas de cor. A melhor parte é que o preço desse luxo todo está super compatível com os das outras bolsas de couro vendidas em série nos nossos shoppings: a peça mais barata custa R$ 460 e a mais cara R$ 1.200.

Tags: , 25.11.2010 - 05:14 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 12 Comentários

Mochilismo para não mochileiras

Aqui na Oficina a gente é da opinião de que ter uma mochila legal e menos informal em casa não faz mal a ninguém. Se você é mais novinha, anda de ônibus, carrega muita coisa no dia a dia ou tem um estilo mais informal, a mochila bonitinha e arrumada pode perfeitamente fazer as vezes de bolsa. Já quem é mais formal, pode usar a peça no fim de semana, na ponte aérea ou quando tiver que levar o mundo para a rua, sabe como é?

A mochila arrumadinha se diferencia da colegial e do mochileiro no uso de materiais mais nobres – como o couro fininho e o tecido lustroso -, no acabamento de qualidade e também na forma de usar.

Se a ideia não é parecer universitária na fila do bandejão, não vale sair usando várias peças que passam a mensagem de informalidade. Quando quiser parecer arrumada usando mochila, evite tênis e calça jeans muito folgada ou muito molinha.

Se a mochila arrumadinha é um meio termo entra a super informalidade das mochilas tradicionais e o glamour que só a bolsa pode trazer, o ideal é que o resto do look também se mantenha nesse meio termo. Se você fizer uma montação glamurosa e colocar a mochila, pode parecer que está arrumada demais e com a bolsa errada, sabe? Para contornar esse problema, a gente pode escolher peças que suavizem o contraste entre a roupa e a mochila, como um sapato bonitinho e baixo, por exemplo.

Nós já fizemos posts bem legais sobre mochila usada como bolsa e sobre esse jeito quase esportivo de se vestir.

Quem quiser se jogar no mochilismo chic pode recorrer a várias lojas adeptas do movimento. Para quem quer investir em uma peça bem arrumadinha mesmo, a gente sugere as lojas Maria Bonita, Maria Filó, Osklen e Helena Buon. Já quem procura um meio termo pode ser feliz na New Order, Farm, Uncle K, Cantão, Imaginarium e Renner. Até a Kipling - a Chanel das adolescentes (ou a nova Company!) – tem opções em tecidos mais lustrosos e menos informais, sabia?

Para encerrar, fica a dica: a coleção do Oskar Metsavaht – estilista da Osklen – para Riachuelo chegou às lojas no dia 16 de novembro e tem uma mochila com riscas coloridas espetacular!

Tags: , , , 18.11.2010 - 00:02 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 37 Comentários

COMO USAR BOLSA QUADRADINHA?

Para quem gosta de marca, a bolsa da vez pode atender pelo nome de Céline Classic Box ou de Hermès Constance. Para nós – que gostamos de vida real e que suamos horrores para colocar alguma coisa dentro da bolsa – ela atende pelo conceito de bolsa quadradinha, durinha e com cara de tia.

Se você ainda não viu uma dessas por aí com certeza é só questão de tempo e de atenção. Antes que as bolsinhas quadradas invadam as nossas cidades, a Oficina vai fazer todo um guia ensinando como usar, onde encontrar e o que essa peça significa para cada um poder escolher se jogar ou não na tendência.

Como usar?

A bolsa quadradinha confere todo um ar retrô e arrumadinho, então, a pessoa pode tanto assumir esse ar de miss Harper’s Bazaar de 1953 e mantê-lo por todo o look quanto quebrar com peças bem atuais e “tô nem aíâ€. Pensa numa bolsa dessas, super sóbria, com um blazer de motelom!

Aqui na Oficina a gente gosta muito mais da opção de quebrar a mensagem original da peça, sobretudo quando a peça em questão está sendo usada por muita gente da mesma forma. É sempre mais legal se apropriar de uma peça do que simplesmente usá-la. Muito mais legal pegar a mensagem daquela peça e inserir no seu estilo, no seu guarda-roupa do que simplesmente usar nos mesmos moldes que a it-girl da estação está usando.

Quebrando a peça

Se a mensagem original dessa bolsa é “Mundo, sou uma menina arrumadinha e retrôâ€, você pode quebrar essa mensagem compondo um look onde não se espera uma peça dessas. Pensa em uma calça com a barra dobrada, uma vibe mendiguismo, uma sandália rasteira, um vestidinho de fim de semana 0% retrô, uma mistura de tons fortes.

Jeito de usar

Só o jeito de usar já ajuda a quebrar a imagem: se você usa a bolsa transpassada em vez de usar a tiracolo já dá uma bela descontextualizada na peça.

Assumindo o vintage

Por outro lado, quem quer usar da forma original deve escolher outras peças clássicas e com ar vintage, como cardigã, vestidinho retrô, gola peter pan, tons românticos e visual arrumadinho.

Cuidado com o volume!

Quem tem mais volume na parte de baixo do quadril precisa tomar cuidado com essas bolsas de alcinha longa usadas no ombro: elas sempre criam um voluminho adicional no quadril. Para evitar parecer mais cheinha, você pode usar uma parte de baixo bem sequinha e sem detalhes e chamar atenção para o rosto com um lenço, um brincão ou uma blusa bem detalhada.

Os modelos referência:

Céline Classic Box

A Céline é uma marca francesa bem antiga, começou em 1945. A gente não ouvia falar muito dela até o final de 2008, quando a inglesa Phoebe Philo – ex-diretora artística da Chlóe – chegou à Céline para substituir a estilista Ivana Omazic. Na mesma época, Marco Gobbetti deixou a presidência da Givenchy para assumir o mesmo posto na grife.

Desde então, a marca voltou a chamar atenção por seu estilo esportivo chic com referências dos anos 70. A Céline Classic Box é tipo o símbolo máximo dessa nova leva de sucesso da marca. Bem quadradinha, de tamanho médio e aparência sóbria, a Classic Box dá todo um ar de elegância vintage a quem carrega.

Hermès Constance

A Constance foi cridada em 1968 e é fina até no nome, já que foi batizada para homenagear a filha de uma princesa amiga do criador da marca. Ela era uma das bolsas favoritas de Jackie Kennedy.

Essa bolsa é bem retangular, rígida e simples, o único detalhe é o fecho super chamativo. A melhor parte é que ela é muito versátil e tem alça regulável, então, basta acertar o tamanho e você pode usá-la tanto nas mãos quanto no ombro.

Onde comprar?

As bolsas quadradinhas bombaram na semana de moda de Milão e estão bombando nos blogs, nas revistas e nas ruas. Claro que nada bomba desse jeito se estiver restrito à meia dúzia de sortudas que podem dar seis mil dólares em um bolsa e ainda terem o que vestir para compor o look.

Várias marcas já fizeram versões no mesmo conceito durinho-antiguinho-quadradinho que estamos falando. Entre elas, nos interessam mais as que vendem no Brasil, como a Arezzo, Dumond, Leeloo, Corello, Shoestock, 284, Zara, Lê Sacs e Cris Barros. Outra opção super válida são os brechós. Considerando que essas bolsas já foram sucesso entre as nossas mães, é bem provável que você encontre boas opções usadas.

Tags: , , 14.10.2010 - 00:10 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 57 Comentários

BOLSINHAS ALTERNATIVAS E ELEGANTES!

Dois fatos: bolsa diz super da personalidade de quem usa e eventões elegantes não precisam de looks caretas (ou super-tradicionais-demais). Sabendo disso a gente não precisa, de jeito nenhum, deixar de ser original na hora de escolher de bolsinha de festa – é exatamente com esse pequenino detalhe que a gente pode acrescentar graça ao vestidón! Pra começar a conversa, ninguém precisa combinar a bolsinha com o vestido ou com o sapato que vai usar – nem na cor, nem no material, nem nos detalhes.

A moda tem ajudado a gente a deixar pra trás essa vontade de fazer conjuntinhos que, no fundo no fundo, todo mundo tem (ou já teve). A quantidade de materiais novos e super descolados com que as bolsinhas tem sido feitas é incrível: tem bolsinha de metal, osso (!!!), madrepérola, tartaruga, cortiça, bambu e outras madeiras, couro de cobra, malha de metal, tecido bordado e paetizado, canutinhos e muito mais. Se a forma, a cor e a textura da bolsa acompanham bem o vestido e o sapato, pode mandar ver: o que comunica formalidade em qualquer bolsa (feita de qualquer material!) é o tamanho pequenino, o acabamento de qualidade e um fecho sofisticado. Se tem tudo isso, a bolsinha vai à festa – e se der dúvida, tem uma tabela de coordenação de materiais diferentes nesse post aqui!

A joalheira Camila Sarpi já fez bolsinha de madeira, a Glorinha Paranaguá fez de bambu, todos os brechós tem bolsinhas de tartaruga e malha de metal (e um milhão de outras, com preços bem dignos!), a Accessorize e a Arezzo tem bolsinhas diferentonas agora nas suas lojas e essas daqui do post tão disponíveis pra comprar pela internet na OZ Store, da nossa amiga Juliana (que a gente conheceu num Encontrinho, sabia?).

E o mais legal desse post é que essa foi uma dúvida de verdade, que surgiu na última sessão de personal shopper online que a gente fez no canal de tuíter do Shopping Cidade Jardim – dá pra acompanhar a pergunta e a resposta (tipo novela, haha!) aqui, aqui, aqui e aqui. Se alguém mais tem dúvida – de qualquer coisa relacionada a moda e estilo! – vale seguir/acompanhar o canal do shopping toda terça, das 11h às 12h, quando a gente tá online conversando com todo mundo! :)

Tags: , , , , , 19.08.2010 - 09:31 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 17 Comentários

LINKS PRA UM FIM DE SEMANA ANIMADO!

• Vê só esse manequim com corpinho de gente-como-a-gente, de uma loja de lingeries tão legal quanto a idéia (super vida real!), no Espaço das Moçoilas!

• Como as marcas tem prestado atenção pra explorar pelo menos cinco dos nossos sentidos nas lojas delas – pra que a gente não só compre mas tenha uma experiência legal! O link veio do super ótimo Vitrine RG.

• A Hermés lançou um site só com fotos de meninas estilosas usando seus lenços, de mil maneiras diferentes (e novas!): quem mostrou – e conta mais sobre os “carrés” é o blog C’est Sissi Bon, ó.

• Sobre cópias na moda – e sobre como tem um jeito de fazer (e usar!) sem que seja uma coisa ruim: bom pra gente pensar nas bolsas de moletom e tals! Com um TED muito bom junto, tudo direto do About Fashion.

• Guia muito despretensioso, de coração aberto e bem humorado… sobre como se comportar na Colette, em Paris! Pra sentir o clima e aproveitar ao máximo, mesmo antes do passeio, no Hot Like Mexico! :)

• Super objeto de desejo essas bolsinhas simples, com carinha de antigas e bem elegantes – fica a dica pra investir ou pra garimpar em brechós, com a ajuda do Fashion Melon!

EFEITO DAS BOLSAS NA SILHUETA

Assim: cores claras e coloridas sempre chamam mais atenção (ou chamam atenção primeiro) do que cores escuras e mais neutras. Essa atenção pode fazer parecer maior ou menor (tudo ilusão de ótica!). Então, as bolsas participam lado a lado – literalmente – da “coordenação manipulativa” de cores que a gente faz pra um look, querendo chamar mais atenção pra certos pontos ou querendo disfarçar outros.

Repara nas fotos: quando a bolsa tem tom parecido com alguma coisa que a gente veste, esses dois elementos tem a ver, tão “conversando”. Daí na primeira foto, quando a Thaís (cliente-modela!) segura a bolsa nos ombros, a parte de cima dela parece um blocão destacado da parte de baixo – e quando ela segura no antebraço a bolsa faz com que o tom da blusa “se alongue” até a altura do short… e tudo parece mais longilíneo!

E na segunda sequência dá pra perceber isso daí ainda mais: especialmente se a gente usa partes de cima e de baixo contrastantes, a bolsa pode colaborar pra um falso-monocromático! Quando a Thaís põe a bolsa no ombro, a parte branca grita. Quando ela segura na mão, o azul da blusa e o marrom da bolsa “conversam” (haha!) e olha só!, o look parece beeeem menos cortado no meio!

Cálculo fashion dos bons esse, hein? A gente tem exercitado com a gente e com cada cliente de uns tempos pra cá – exercita também e conta se rolou! :)

Tags: , , 29.07.2010 - 11:30 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 27 Comentários

BOLSA + LENÇO = LOOK MAIS LEGAL

Jeito legal de coordenar estampas e texturas é em pequenas porções – melhor ainda se não interfere taaaanto no look… num grau que nem dá medo de experimentar! Bolsa e lenço formam, então, uma dupla perfeita nessa idéia: ficam “descolados” do look (a gente pode deixar na mesa quando se levanta!) e não ocupam tanto espaço visualmente (comparando com o look dos pés à cabeça, a bolsa com um lenço ocupa uns 10% desse total, né?).

Vale pensar nas texturas e estampas e cores das bolsas e dos lenços separadamente, pra então juntar elementos em comum – ou totalmente contrários! Linhas retas ou linhas mais arredondadas, padrões pequenos ou desenhões, cores neutras ou super coloridas, tudo espaçado ou bem juntinho, conjunto mais escuro ou mais claro, superfície lustrosa ou opaca… e tanto mais. Daí a gente pensa em complementar formas, equilibrar cores, coordenar idéias iguais ou chocar com idéias diferentonas. Super bom pra atualizar monogramas clássicos, que às vezes podem parecer tradicionais demais (ou banalizados com a quantidade de cópias que a gente vê, né!). Exercício de acrescentar interessância em qualquer look, né gente?!?? :)

Tags: , , , 27.07.2010 - 19:08 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 30 Comentários
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