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Em busca do sapato perfeito

No mundo encantado da Oficina de Estilo, os sapatos mais confortáveis são também os mais bonitos, os que fazem melhor para a saúde dos nossos pés e, só para completar, são baratíssimos, pegam bem em qualquer ocasião e sempre têm todos os números disponíveis.

Já na dura e fria realidade, se calçar é um equilíbrio entre muitas prioridades, sobretudo entre o conforto e a beleza (ou a adequação, dependendo dos lugares que você frequenta).

Para começar, uma informação bombástica: nossos pés simplesmente não foram projetados para usar sapato. Segundo os ortopedistas, todo sapato (minha gente, eu disse todo!) machuca o seu pé em algum ponto. Por isso, o ideial é variar bastante de calçado para ir machucando pontos diferentes e deixando os mais cansados em paz por uns dias.

Não sei você, mas a gente adorou essa coisa de a ortopedia justificar nossa paixão por sapatos. Da próxima vez que perguntarem por que você precisa de outro par, já tem um argumento.

O sapato ideal

O sapato mais confortável do mundo tem o formato do seu pé, um saltinho entre dois e três centímetros e solado meio grossinho.

O ideal é que a gente experimente os pares de noite, quando os pés estão mais inchados, e que leve uma fita métrica para a loja. Com a fita, meça e palmilha do sapato e a largura do seu pé. Se a palmilha não for levemente maior que o seu pé, o sapato vai dar aquela deformada básica no pé, não tem jeito.

Quem quiser comprar esse tipo de sapato perfeito pode procurar as marcas Birken Stock, Camper, Cas ou a loja Perere, especializada em “comfort shoes”, com várias marcas sonho de consumo dos ortopedistas. Se não quiser recorrer a marcas especializadas, pode tentar usar tênis, mocassim e oxford. A Crocs lançou uma sapatilha chamada Marnie que é bastante usável e, gente, traz exatamente o mesmo conforto do amado-odiado Crocs tradicional.

Embora não te deixe com cara de namorada do Pato Donald como a Crocs de raíz, a Marnie continua sendo um sapato de plástico e, portanto, não é adequada para ambientes de trabalho mais formais. A gente já fez um post falando de como usar sapato de plástico de uma forma legal, lembra?

Montando um look com sapato ultraconfortável

Esses sapatos ultraconfortáveis costumam ter o bico arredondado e grande, o que pode não ficar muito harmônico em quem é mais mignonne. Nesse caso, a gente acha que a melhor solução é criar um look que também tenha essa mensagem de conforto, senão pode parecer que você se vestiu de tapete vermelho e errou o sapato.

Para também não ficar esportivo demais, dá para compensar a casualidade da roupa com materiais mais sofisticados. Pensa numa calça fluida de linho, em uma t-shirt de seda, em uma terceira peça de tricot fininho.

Salto é um vilão?

Agora, momento tenso, jornalismo denúncia: infelizmente, salto é um problema para a saúde. O abuso do salto pode causar uma série de transtornos, como encurtamento da batata da perna, lordose, cifose, hipertensão dos músculos do joelho, vasinhos aparentes, varizes, inflamações nas veias e até trombose.

Quando você está com um salto alto, 90% do peso do seu corpo fica no peito do pé e isso obviamente não é nada legal. Algumas meninas abusam tanto dos centímetros a mais que já se sentem desconfortáveis quando estão sem salto. Se isso estiver acontecendo com você é hora de procurar um ortopedista porque significa que a sua panturrilha já sofreu encurtamento.

Para os médicos, o ideal é que a gente use saltos com mais de três centímetros por apenas seis horas semanais.

Se você não quer abrir mão da altura, pode tentar uma redução de danos

Alongar a panturrilha de manhã e à noite ajuda bastante quem usou salto o dia todo.

Quanto mais fino o salto, mais prejudicial ele é. Tente procurar modelos com salto quadrado e grossinho. Isso também ajuda a afinar quem tem pernão.

Teoricamente, as plataformas são os sapatos de salto menos prejudiciais, mas elas aumentam muito as chances de queda.

Todo salto acima de três centímetros deforma o pé tanto quanto um saltão, então, se a ideia é manter a saúde, não vale revezar o salto quinze com um sete.

Pelo menos quando estiver em casa, incorpore o exú Mallu Magalhães e ande descalça.

Nem tanto ao céu, nem tanto ao chão

Se salto faz mal à saúde, não é seu extremo oposto que vai ser canonizado. Rasteirinhas e sapatilhas de solado fino demais também são desconfortáveis porque forçam a parte da frente da perna.

Para terminar dando uma luz para as amantes do salto, segundo pesquisa da Unicamp, os centímetros a mais melhoram a circulação do sangue. Então, assim, quando você estiver altíssima e com a panturrilha mais curta que o dedinho do pé, lembre-se que a sua circulação está um luxo!

Para quem quiser ler mais sobre a relação entre sapatos e a saúde dos pés

Salto alto encolhe as fibras musculares da panturrilha

Pesquisa mostra que salto com mais de 3,5 cm pode causar varizes

Salto alto “derruba” corpo e prejudica mais as adolescentes

Luxo hoje é saber escolher e apreciar um sapato confortável de verdade

Salto alto e sapato apertado na juventude levam a dor na velhice, mostra estudo

Tags: , 11.11.2010 - 11:02 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 23 Comentários

Cuba e o dress code nacional

Imagina se os governantes em vez de usarem todos a mesma roupa – o mesmo terno e gravata que não se importa com o clima nem com a cultura de cada lugar – tivessem cada um seu próprio dress code. Imagina se esse dress code tivesse toda uma história por trás, combinasse incrivelmente com o clima do lugar e fosse usado pelos funcionários do governo como uma forma de manter o conforto, mas também de manter uma identidade nacional através da moda. Já imaginou algo mais lindo que isso?

Pois Cuba imaginou o mesmo que a gente e decidiu que a vestimenta oficial do governo é a tradicional camisa guayabera usada com calças azuis. A partir desse mês, nos eventos oficiais cubanos, os homens estarão de guayaberas brancas de manga longa. Já as mulheres poderão usar a cor e o estilo que preferirem.

“A guayabera tem sido parte da história de nosso país por muito tempo, e constitui uma das mais autênticas e legítimas expressões do cubanismo”, diz a resolução do Ministério de Relações Exteriores de Cuba.

O que é uma guayabera?

A guayabera é uma camiseta larga e fresca, com quatro grandes bolsos e pregas na frente. Ela costuma ser feita de algodão ou linho e usada para fora da calça.

Além de ser uma roupa usada por quase todo mundo em Cuba, a guayabera ainda tem um valor histórico: ela era símbolo de resistência dos cubanos que combatiam os espanhóis pela independência do país.

Dress code não é uma lei imutável

Por causa do clima quente e úmido da ilha, as pessoas que precisavam manter um dress code formal sofriam bastante com o calor. A solução encontrada foi fazer um novo dress code, e é justamente isso que nos chamou atenção: alguém percebeu que as coisas não precisam ser tão rígidas, que a gente não precisa ficar copiando os modelos alheios quando eles não funcionam tão bem para a nossa realidade.

A mesma mensagem pode ser transmitida por muitas peças

Todo mundo sabe que o terno e gravata, ternininhos e camisas sociais passam uma imagem de respeitabilidade e cuidado. O que pouca gente se dá conta é que essas peças – quase sempre calorentas – não são as únicas armas que a gente tem para transmitir essa mensagem. Uma mesma mensagem pode ser transmitida por várias peças diferentes!

Tecido natural, cores neutras clarinhas e super qualidade em tudo!

Por exemplo, aqui no Brasil nós temos uma gama de tecidos nobres e naturais que podem ser usados no trabalho sem perder formalidade. Entre esses tecidos que respiram estão o linho, tricoline e o algodão de boa qualidade. Em vez de usar cores muito fechadas, a gente também consegue dar uma refrescada na roupa de trabalho se partimos para tons neutros mais claros, como o bege, o caqui e o vinho. Também dá para jogar como o cumprimento da calça e com um sapato mais assandalhado, embora não role usar uma sandália propriamente dita nesses ambientes mais formais.

Quem quiser aplicar toques mais nacionais no ambiente de trabalho pode tentar misturar pequenas doses de renda renascença e de vazados na roupa. Claro que isso tudo precisa de bastante sutileza para não ficar inadequado.

No fim das contas, o que garante que as roupas continuem formais mesmo mudando um pouco as cores e os materiais é qualidade do corte e do tecido, o caimento e o jeito de usar.

Adaptação climática e cultural

Aqui no Brasil muita gente pega ônibus no verão com roupas super calorentas só porque o trabalho obriga o uso dessas roupas. Nossos advogados, empresários e demais trabalhadores arrumadinhos sofrem! Por isso mesmo essa notícia do governo cubano nos deixa tão maravilhadas com a possibilidade dessa moda se espalhar: a maravilhosa moda da adaptação da formalidade para a realidade climática e cultural de cada lugar.

Para quem quiser começar a aplicar essa nossa pequena revolução, a gente tem um post super legal sobre o “casual summer“, quando os escritórios liberam um pouco as amarras da gravata!

Tags: , , , 21.10.2010 - 02:13 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 29 Comentários

PRA USAR (BEM!) AS CALÇAS DE MOLETOM

A onda do moletom não é aleatória (como tudo nessa vida, né) e a gente tem percebido uma onda de informalização na moda, em especial aqui em volta da gente. Todo mundo hoje tem super acesso a todo tipo de referência e informação de moda, e quanto mais a gente conhece os códigos do vestir, mais fácil fica de burlar “regrinhas” e adaptar o que a gente usa a quem a gente é – e à vida que a gente leva. E vamos combinar que, estando no BR (e nesse calor!) a moda acaba se rendendo ao conforto, aos materiais leves e à sensualidade de quem veste – sem deixar de ser adequada, sabe como?

E aí paletós e vestidinhos e jaquetas tipo perfecto feitas de moletom super funcionam pra gente. Moletom é molenga, versátil, prático e, por ser quase sempre cinza, ainda é fácil-fácil de combinar. Mas né, quando as calças de moletom começam a pipocar em referências de streetstyle é que a coisa pode complicar, né? Porque a imagem é bem bonita e super moderninha, atual – mas não é com qualquer calça de moletom que ela funciona!

Essencial é prestar atenção à modelagem da calça de moletom: as mais “de agora” são afuniladas, com quadril mais solto e pernas sequinhas, ou cortadas como uma calça alfaiataria. E aí coordenar com peças feitas em tecido plano faz toda diferença! Moletom pode parecer pijama com blusinha de malha – melhor é fazer par com camisa ajustada, com blusa de seda, com tricô elegante – tudo menos informal, pra equilibrar mensagens e frequentar outros ambientes que não a sala de casa. Também conta pontos extra ter uma terceira peça (tipo jaqueta de couro, paletozinho e casaco de algodão) pra acrescentar informação de moda e mais elementos “des-informalizadores”.

Calça de moletom pode parecer uniforme de escola, uniforme esportivo ou “roupa de casa” (de um jeito ruim), então coordenações de cores podem “feminizar” o visual. Pensa em tons claros coordenados, ou em contrastes interessantes: o cinza do moletom é bom de usar com rosas, beges, lilás, marinho, verdão, vinho. Pra sofisticar, calça de moletom devia ser obrigatoriamente usada com os acessórios mais cheios de qualidade (em formas e materiais!) que se tem no armário!

Tags: , , , , 07.07.2010 - 00:04 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários

por mais sobrinhas de tecido no bumbum

Toda vez que a gente sai pra comprar calças pras clientas a gente repete o mesmo texto: tem que sobrar um pouquinho de tecido logo embaixo do bumbum de to-das-as-cal-ças. E de bermudas e de shorts também, em jeans, em moletom, em plush e em alfaiataria. Essa sobrinha de tecido faz a maior diferença na imagem de conforto e de elegância que a roupa pode passar. Porque quem vê essa folga entende que o tecido envolve o quadril sem marcar culote, vê a perna da calça/bermuda cair retinha do lado da coxa, num efeito super emagrecedor.

revista-sobras.jpg
não tem a revista dobras? a gente quer lançar a revista SOBRAS =)

A folguinha fica fácil fácil de aparecer quando a gente prova a peça que quer levar pra casa num número maior que o nosso – e manda fazer ajustes na cintura e na barra pra ficar tudo certinho. Experimenta que você vai ver e vai sentir diferença!

 

Tags: , , , , , 04.06.2010 - 00:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 55 Comentários

CHANCE PRA CALÇA SARUEL

Por mais que um monte de gente não curta, a calça saruel tá aí há um tempão. E desde que apareceu é um item atualizador de look, sempre dá uma “cara de agora” pro visual. A gente concorda que não é uma calça super fácil de usar – mas acredita super que não é impossível e que, quando dá certo, pode render looks bem bons (a gente é fã!). Quem quiser experiementar (ou se aperfeiçoar!) pode sempre ter em mente que calça saruel não é pra definir coxa ou formas ou deixar sexy. Essa é uma modelagem que prioriza conforto e estilo, então questões ligadas à silhueta tem que estar bem resolvidas pra seguir em frente!

Por ter o gancho super baixo essa calça tem mais volume (de tecido) na parte de baixo do tipo físico. Isso significa que saruel (só ela, sozinha) encurta pernocas e aumenta o quadril visualmente. Bom é que a gente não sai de casa só de calça, então usar parte de cima mais clara e mais colorida é sempre compensador, “equilibrador”. E usar parte de cima mais ajustada (próxima do corpo mas sem grudar!) mostra a proporção real de quem tá usando, sem parecer que o corpo tem “forma de saruel”- tipo deixando bem claro que a silhueta maluca (cheiona embaixo) é uma proposta de moda e não uma nova forma humana (haha).

E aí, compensando silhueta, a gente pensa em estilo: se o look é monocromático fica elegante (ainda com a parte de cima mais clara e colorida-viva, mesmo que nos mesmos tons!), se os tecidos são refinados o look vai dexando de ser informal e com complementos sofisticadores de look cabe até saltinho! Daí é dar uma chance pra saruel e começar a experimentar do jeito que for mais confortável pra cada uma – no informal ou no formal, com tudo colorido ou com tudo neutro, com peças-bafo ou tudo basiquinho… e ir provando e se permitindo crescer em estilo e ser mais e mais original. ;-)

Tags: , , , 28.05.2010 - 00:33 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 31 Comentários

LOOK BOM PRA VER FUTEBOL!

Não é que eu viva pensando em pautas e no que pode virar post – mas é impossível não prestar atenção na moda quando se vestir é uma “atividade” tão cheia de consicência – por causa do trabalho na Oficina de Estilo! Tipo, essa semana eu fui assistir a um jogo de futebol no estádio pela primeira vez e a última coisa que eu esperava era voltar de lá com um post, mas voltei. Fiquei encantada com a quantidade de gente sentindo a mesma coisa junto, ao mesmo tempo (to achando esse “coletivo” das coisas mais poderosas do mundo!), torci, gritei, prestei muuuuita atenção (não tem narração, não tem replay, não tem câmera lenta!) e me diverti horrores. E pensei que teria me divertido ainda mais se soubesse disso antes, ó:

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• Durante o jogo a gente senta e levanta mil vezes. Quando os jogadores tão tocando a bola a gente tá sentadinha, quando tem um lance mais pra perto do gol a gente levanta num pulo (quase isso). E parte de baixo maleável é um super facilitador dessa movimentação toda – eu fui de calça de moletom fininho e “se dei bem” (haha).

• Na hora de torcer não vale só gritar e cantar os hinos do time, bater palma faz super parte do pacote: se estádio já não é muito lugar de desfilar com bolsa, quem vai pra torcer precisa menos ainda de ocupação extra pras mãos! Jogo de futebol é ótima oportunidade pra gente redescobrir a função utilitária dos bolsos e usufruir deles. Exercício de edição pra levar só o essencial, exercício de planejamento pra não estufar pedaços estratégicos da silhueta. Quem não conseguir desapegar pode escolher bolsa mais fina com a alça longa, tipo carteiro, que provavelmente também funciona (vou testar na minha próxima ida ao estádio!).

• Pezinhos protegidos são uma boa, viu. A gente anda um tanto até chegar ao estádio, depois até achar o lugar em que vai sentar – e nunca se sabe o que nesse chão, né gente. Vale teninhos, vale sapatilha mais fechadinha, de repente vale até assandalhados que cubram mais os pés. E tudo confortável que ninguém vai querer perder a comemoração do gol, né.

• Estádio é lugar aberto. Então de dia pode fazer muuuito calor (bate sol na gente!) e no frio pode congelar (fica todo mundo no vento! morrendo de medo de chover, haha!). Materiais naturais tipo brim, jeans e algodão ajudam a não parecer que a gente tá enrolada em plástico, e jaquetinhas de couro ou de náilon aquecem e protegem do vento. Fica a dica.

E aí que estádio também pode ser lugar de paquera (vários gatinhos em volta). E as meninas que vão de camiseta ou de jaqueta do time pra que torcem podem se destacar da multidão só de trocar o jeans por outra peça. O uniforme da galera é calça jeans + camisa do time, então o jeans tradicional pode dar lugar a outras cores de jeans, a calças em brim, a bermudas arrumadinhas, pode aparecer por baixo de vestidinhos (tipo jumper, sabe?) e pode aparecer coordenada com terceira peça – como o meu amigo Renato fez (na foto!). Mais legal ainda é usar as cores do time coordenadas em peças convencionais e não só na camisa – tinha uma torcedora do São Paulo com calça branca, blusa vermelha e coletinho preto!

Tags: , , , 21.05.2010 - 17:51 | Postado por Fernanda Categorias: diário 12 Comentários

JÁ PENSOU EM EXPERIMENTAR DOCKSIDES?

Sapatinhos tipo oxford e mocassins não precisam mais se sentir sozinhos: é tempo de dar boas vindas aos docksides – pra engrosssar o grupo dos elementos masculinos que enchem de graça o guarda-roupa das meninas! De couro macio, pespontado (à mão!), fechado com cadarços que envolvem o cabedal, e com solado flexível de borracha, o sapatinho teve seu momento nos anos 80 e agora aparece nas vitrines e coleções mais legais, aqui em volta da gente (oba!).

docks1

A gente já procura equilibrar mensagens e coordenar “jeans do namorado” com blusas super femininas, coletes com vestidos, paletós com sainhas. Se tem um toque masculino, a gente compensa com frufrus e cor-de-rosa e leveza e sedução (porque (mais…)

Tags: , , , 28.01.2010 - 13:35 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 29 Comentários

ROUPA DE SOBREVIVER AO TRÂNSITO

A gente tem passado tanto tempo dentro do carro, no trânsito – e tem reclamado tanto! – que num desses engarrafamentos surgiu a idéia desse post. A gente começou a pensar em jeitos de minimizar o estrago (na aparência e no humor!) que tanto tempo sentada/amarrada no cinto de segurança pode causar. Importante é estar confortável, e isso a gente consegue com tecidos desestruturados tipo sedinha, tricôs finos, malha, algodão fininho (tipo de camiseta), até a viscolycra – lembrando que malhas não amarrotam nadinha e que tecidos naturais (seda e algodão, no caso) amassam mas não permanecem assim o resto do dia, desamassam e retomam a forma lisinha logo. Modelagens mais larguinhas também ajudam: tudo que é mais justo “repuxa” quando a gente senta, né? Além de restringir movimentos, roupa justa amarrota bem mais (e com muito mais força!).

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Ainda na idéia de modelagens soltinhas, quando a gente sabe que vai ficar tempos dentro do carro é melhor escolher saias do que shorts/bermudas/calças. Saias podem permanecer esticadinhas sobre as pernas durante toda a “viagem”, e shorts e afins sempre enrugam entre as pernas e inevitavelmente criam “bigodes” amarrotados bem no quadril – e marcas horizontais no quadril dão aquela alargada bááásica na silhueta. Mais: usar duas peças é mais negócio que ir de vestido, macacão ou macaquinho – blusa usada por fora da parte de baixo também pode ser esticada (pra viajar solta por cima da (mais…)

Tags: , , , 14.12.2009 - 00:31 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 13 Comentários

ROUPA DE CONHECER A FAMÍLIA DO NAMORADO!

Todo mundo já passou ou ainda vai passar por essa – e se é parte da vida, pode ser mais legal se a gente se prepara. Não porque o que a gente veste é a parte mais importante de se “conhecer os pais” de quem a gente curte e tals, mas porque o que a gente veste influi diretamente na segurança/confiança que a gente sente. Conhecer a família do namorado precisa ser uma delícia, super natural, mas pode ser quase-quase como uma entrevista de trabalho – sendo que você vai ser “avaliada” por um ‘emprego’ que já é seu (haha!). Tem expectativa em mão dupla: o que vão achar da gente e o que a gente quer que achem. São aqueles primeiros (e cruciais) cinco minutos, né, em que a gente vai deixar claro como a gente é NA VIDA – daquele momento em diante!

the_family_stone

Pensa que não é ocasião pra usar roupa de trabalhar, mas também não é balada ‘sozinha com o namorado’ (tu-do menos usar roupa escandalosa nessa hora, hein gente) – nem ‘fim de semana desarrumada’. É alguma coisa entre todas essas outras que não tem dresscode definido, mas tem um elemento que comunica além da roupa: o conforto. Na hora de conhecer a família o conforto que a roupa proporciona pode querer dizer, também, que (mais…)

Tags: , , , , , 27.11.2009 - 13:33 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 13 Comentários

É BRINCADEIRA!

Quem tem filhos, sobrinhos, netos, enteados, afilhados, filhos dos amigos, sabe o quanto é divertido passear com os pequenos em pracinhas e parques da vida. É uma alegria, uma energia, é muito bom! Eles correm, balançam, se penduram, sentam no chão, fazem castelinhos de areia… e a gente tem que acompanhar. E a nossa roupa tem que acompanhar também.

roupa de mae

Tudo tem que ser bem confortável, dar mobilidade, ser soltinho e – nesse calor! – fresquinho. É verdade que passear com nossas crianças é uma “ginástica”, mas isso não quer dizer que a gente tem que se vestir como se fosse pra academia, né!?! Ainda mais se depois do passeio a gente ainda vai emendar um almocinho com os amigos, uma visita à sogra ou um cineminha. (mais…)

Tags: , , , , 24.11.2009 - 00:06 | Postado por Cristina Categorias: moda e consultoria 10 Comentários
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