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ROUPA DE TODO DIA PRA FESTONAS
Tempos atrás a revista Bazaar fez matéria dizendo da “nova roupa de festa”, tipo uma nova ordem para dresscodes formais: dizia que, em vez de pensar em vestidinhos de chiffon e meia-calça, quando a gente recebe convites pra festas mais legal é pensar em como surpreender (!!!). Não é demais?!?? Parecer original pode mesmo ser mais importante que parecer correta – especialmente nesse nosso tempo de todo mundo meio igual, fazendo força pra parecer diferente. A revista deu a receita (a gente super curtiu aqui, e já pôs em prática).

tem texturas, tem materiais diferentes, tem cores elegantes, tem brilhinhos nos brincos, pulseiras, bolsinas e sapatos – tudo com cara de qualidade, de bem cuidado!
A idéia é versatilizar o que se tem no armário, e adequar com acessórios de impacto. Tipo coordenar o look com peças de todo dia, mas arrumar um “acabamento” luxo, com jóias (e bijus bem finas), sapatos finos e de qualidade, bolsinhas sofisticadas com brilhos e afins. E mais interessante que estar impecável, corretinha, é combinar texturas, misturar materiais, ousar em cores e modelagens, construir visuais interessantes, com informação pensada, sabe como? Há algum tempo a gente arrumou uma clienta pra festona de aniversário do pai dela assim (fes-to-na!): calça alfaiataria de linho cinza-claro, regata de algodão finÃssimo branco (bem transparentinha!), lenço (usado como golona) de seda verde-água com brilhinhos prateados, sandália metalizada, power-brincos com pedras translúcidas, power-bracelete e micro bolsinha. Todas as peças podem ser usadas até pra buscar as crianças na escola, mas coordenadas desse jeito ficaram super mega elegantes. E o look ficou bem original: a clienta tava LINDA, jovial, moderna e nada nada previsÃvel. ;-)

a revista sugere também que a gente acrescente ao look uma peça em seda ou tecido lustroso, e a partir dessa peça coordene o resto todo. também dá suepr certo, néam?!??
Vale misturar calças retas, em alfaiataria e tecidos finos tipo lã, seda, linho e até algodões arrumadinhos, com regatas lisas, tricôs finos, camisetas e mais. Vale saia e bermuda também (por que não?). Os acessórios dão o tom mais formal e deixam o look mais adequado, sem cara de dia-a-dia: broches, colares, brincos, sandálias, braceletes, anéis e bolsas super colaboram com brilhos e superfÃcies elegantes. A matéria da Bazaar terminava dizendo que “com os acessórios certos, praticamente não existe look que possa frequentar festas chiques” e completava a lei firmando a idéia (ótima) de versatilidade: “com os toques certos, o mesmo look pode ir de um café da manhã, ao almoço com amigas e depois pra uma balada – não importa o que você veste, mas sim COMO veste”. Por que né, especialmente em final de ano, versatilidade é o “santo graal” da moda. ;-)
Mais idéias pra comemorar bem linda:
Preparando o look pra festonas (e pra todo dia)
Idéias pra festonas de fim de ano
Looks bacanas com camisetas brancas
Dicionário de dresscodes da Oficina de Estilo
Idéias de looks-bafo pra quem tá grávida!
FESTA BEM COMPORTADA
O que usar na festa de fim de ano da empresa pode gerar mil dúvidas… não é facil, mesmo, porque ao mesmo tempo que é uma festinha e a gente quer estar bem linda, ainda é ambiente de trabalho e a imagem profissional é a que deve prevalecer!
O resultado dessa equação é montar looks de festa descolados e femininos, mas sempre bem comportados. Isso quer dizer que a gente pode usar transparência, sim, pode usar brilho, sim, pode usar cor vibrante, sim, pode até abusar um pouquinho no decote ou no comprimento, mas sempre com parcimônia, nunca “tudo-ao-mesmo-tempo-agora”.

Então a gente tem que sempre pensar em compensar os elementos muito ousados que uma roupa de festa pode carregar (afinal de contas é uma festa, não dá pra vestir a roupa de todo dia do escritório!) com elementos “acalmadores”, tipo mangas mais longuinhas, terceiras peças, sapatos fechados, caimento não-justo, tecidos mais estruturados. E é super importante que o visual fique um tantinho sofisticado e isso a gente consegue através de materiais de super qualidade e acessórios com cara de coisa boa.
Tá certo que o objetivo de uma festa de fim de ano é confraternizar, comemorar o ano que passou ao lado dos colegas de trabalho e poder conhecer um pouquinho mais essas pessoas fora do ambiente profissional, mas não dá pra festejar como se não houvesse amanhã e esquecer dos outros 364 dias de muita ralação pra contruir a imagem de trabalhadora que se tanto almejou, né!?!
ROUPA PARA TIRAR O VISTO
Existem poucas coisas na vida mais chatas do que tirar visto para outros paÃses. Geralmente, pagamos mil taxas, preenchemos mil fichas e ficamos horas intermináveis na fila. Para piorar, sempre tem um amigo da onça para nos convencer de que tirar o visto – seja para os Estados Unidos, Iêmen ou Jordânia – é dificÃlimo.
O resultado da equação é o nervosismo. Na nossa aparência, todo esse nervosismo costuma se denunciar de duas maneiras: ou no exagero ou no desleixo. Quer dizer: ou a pessoa vai para a entrevista do visto muito mais arrumada do que precisa ou muito menos do que poderia.
A verdade é que em uma situação dessas, aparência conta bastante. O objetivo dos paÃses com esse documento é fazer uma triagem entre as pessoas que eles acham que são mais ou menos propÃcias a causar problemas para eles. Esses problemas podem ser tanto imigração ilegal quanto crimes, baderna etc. Ou seja: parecer uma pessoa responsável, segura e legal conta pontos na triagem. Por outro lado, não precisa surtar que a ocasião é um concurso de miss porque turista não é pedinte e ninguém recebe ou deixa de receber visto apenas pela roupa que usa.

Entrevista de visto equivale em termos de formalidade a uma visita ao colega de trabalho que está no hospital ou a um advogado importante em seu escritório. É formal, mas não precisa exagerar.
Sapato com dedos de fora, por exemplo, não pega tão bem. Passa uma ideia muito malandra, de praia. Se quiser usar decote, prefira um que chegue até no máximo a linha da axila. Saias e vestidos podem se manter bem comportados. O comprimento mÃnimo fica quatro dedos acima dos joelhos.
Usar roupa justa pode marcar demais o corpo, mas também não é legal usar uma roupa tão larga que possa esconder uma metralhadora dentro. Um folgadinho confortável, acompanhando a silhueta sem grudar na pele, já resolve o problema.
Como a perspectiva é chegar ao Consulado de madrugada e só sair no começo da tarde, é bom se preparar para a mudança de temperatura durante esse perÃodo. Levar um cardigã e um lencinho para amarrar no pescoço que possam também enfeitar a alça da bolsa caso o calor aperte difinitivamente é uma boa ideia.
Usar elementos que passem essa imagem de moça bem cuidada, atenciosa – como tecidos planos e naturais, unhas bem cuidadas para o momento tenso da entrega do passaporte e maquiagem leve – é muito esperto em qualquer dia, sobretudo nesses em que a gente depende mais explicitamente da opinião dos outros.
Falou em formalidade, todo mundo pensa que preto é o canal. Acontece preto passa essa imagens distante, inacessÃvel, fale com a minha mão. Bem melhor seria quebrar o gelo dessas entrevistas embaraçosas como visto e emprego com uma coordenação de cores não tão chamativas. Se a sua personalidade é mais carnavalesca, vale mesclar uma cor mais colorida com outra mais neutra. Já se a personalidade for calma, vá com dois neutros claros (claro é mais simpático que escuro!) e originais. Pode ser coordenação de cinza com bege, marinho com outro tom de azul ou verde oliva com creme, por exemplo.
Se nada der certo, recolha toda sua elegância e faça a Sol, berrando loucamente no Consulado e dizendo que todo mundo tem direito de ir para a Disney. Ou pegue seu RG e vá para Buenos Aires.
BOLSINHAS ALTERNATIVAS E ELEGANTES!
Dois fatos: bolsa diz super da personalidade de quem usa e eventões elegantes não precisam de looks caretas (ou super-tradicionais-demais). Sabendo disso a gente não precisa, de jeito nenhum, deixar de ser original na hora de escolher de bolsinha de festa – é exatamente com esse pequenino detalhe que a gente pode acrescentar graça ao vestidón! Pra começar a conversa, ninguém precisa combinar a bolsinha com o vestido ou com o sapato que vai usar – nem na cor, nem no material, nem nos detalhes.

A moda tem ajudado a gente a deixar pra trás essa vontade de fazer conjuntinhos que, no fundo no fundo, todo mundo tem (ou já teve). A quantidade de materiais novos e super descolados com que as bolsinhas tem sido feitas é incrÃvel: tem bolsinha de metal, osso (!!!), madrepérola, tartaruga, cortiça, bambu e outras madeiras, couro de cobra, malha de metal, tecido bordado e paetizado, canutinhos e muito mais. Se a forma, a cor e a textura da bolsa acompanham bem o vestido e o sapato, pode mandar ver: o que comunica formalidade em qualquer bolsa (feita de qualquer material!) é o tamanho pequenino, o acabamento de qualidade e um fecho sofisticado. Se tem tudo isso, a bolsinha vai à festa – e se der dúvida, tem uma tabela de coordenação de materiais diferentes nesse post aqui!
A joalheira Camila Sarpi já fez bolsinha de madeira, a Glorinha Paranaguá fez de bambu, todos os brechós tem bolsinhas de tartaruga e malha de metal (e um milhão de outras, com preços bem dignos!), a Accessorize e a Arezzo tem bolsinhas diferentonas agora nas suas lojas e essas daqui do post tão disponÃveis pra comprar pela internet na OZ Store, da nossa amiga Juliana (que a gente conheceu num Encontrinho, sabia?).
E o mais legal desse post é que essa foi uma dúvida de verdade, que surgiu na última sessão de personal shopper online que a gente fez no canal de tuÃter do Shopping Cidade Jardim – dá pra acompanhar a pergunta e a resposta (tipo novela, haha!) aqui, aqui, aqui e aqui. Se alguém mais tem dúvida – de qualquer coisa relacionada a moda e estilo! – vale seguir/acompanhar o canal do shopping toda terça, das 11h à s 12h, quando a gente tá online conversando com todo mundo! :)
SEM DRIBLAR O DRESSCODE DE TRABALHO
Cliente da Oficina sempre aprende que no ambiente profissional o que mais tem que aparecer é o trabalho e não o look que a gente escolheu usar – mas né, a gente é menina e entende… todo mundo quer estar bonita o tempo todo, se curtindo pra trabalhar melhor! Não é porque ambiente de trabalho tem restrições (e tem mesmo né gente) que a gente não pode mostrar quem a gente é através do que escolhe vestir.
Super importante é pensar que não é só o código de vestir do ambiente de trabalho que conta, mas também quem passa pela nossa vida profissional – pessoas com outros dresscodes podem influenciar o nosso próprio código de vestir. E tem um jeitinho bom pra usar tudo que é da hora, tudo que faz brilhar o olho… tudo – ou quase tudo! – tem como desfilar com a gente, mesmo em escritório. Ó lá.

Pode trabalhar de calça curta?
No ambiente formal super pode calça curta feita de tecido plano refinado (tipo alfaiataria), com terceira peça e com dedinhos dos pés cobertos em sapatos fechados. No informal é só a calça não ser feita de jeans – pra não somar duas informalidades muito marcantes numa mesma peça, barra mais curta e o tecido mais usado do universo. Mas vale até em brim!
Pode usar tamanco de madeira, tipo clog, no trabalho?
Pode com tira que segura atrás dos tornozelos pra ninguém tirar a concentração dos colegas com o clec-clec-clec dos passos! Em dresscode formal é melhor usar com calça comprida e deixar só uma pontinha do tamanho à mostra (pra não forçar a barra né amigas). Em dresscode informal vale prestar atenção na questão da mobilidade: quem é professora de criança, fotógrafa ou arquiteta pode precisar de mais agilidade do que um tamancão duro desse oferece.
Calça de moletom (essa da moda) pode?
É tão novo que a gente também tá experimentando – na gente e nas clientes. No formal, por enquanto, a gente acha que não cabe. No informal, se durante o dia a gente não vai ter contato com gente que tem dresscode mais formal (tipo numa reunião, num encontro, num café), então pode! Aà vale compensar a informalidade da calça que até ontem era considerada pijama (haha) com elementos de formalidade no look: sapatilha e não tênis, camisas/blusas de tecido plano e não de malha, complementos/casaquinhos refinados, etc etc etc.
Pode brilho no trabalho?
No ambiente formal pode em micro pedacinhos do look – o brilho não pode é ser protagonista, sabe? Vale experimentar por baixo de paletó, num cinto, num lenço e tals. Tem que tomar cuidado pra não parecer que já foi pronta pra balada de depois do trabalho.
Sandália pode?
Pode se não tem tirinhas super hiper mega finas, que mostrem demais os pezinhos – essas a gente reserva pra festonas e baladas. Sandália profissinal precisa de tiras mais espessas, que escondam um pouco mais os pés. Formô?!??
Pode usar peças transparentes pra trabalhar?
Super pode nos ombros, nos braços no colo, sempre com sobreposição: com camiseta por baixo (de alças médias, melhores que as superfinas tipo rolotê) ou com paletó/jaqueta/cardigan por cima (especialmente pro ambiente formal de trabalho!).
Peças com tachinhas… pode?
A princÃpio não daria certo usar tacha no dresscode formal mas né, tem excessões tipo sapatilhas delicadas, detalhes em bolsas, tachinhas em peças femininas – funciona melhor se o que tem a tacha também é feminino/delicado/refinado pra compensar a idéia agressiva desses pontinhos de metal!
Todas essas questões foram angariadas direto dos comentários dos nossos posts e de emails que a gente rcebe (de leitoras e das nossas clientes também!). Daà a gente pode juntar umas tantas outras dúvidas nos comentários de agora pra fazer render esse post, quem sabe, com outros posts! O que acham? Valendoooo!
BLOGS NOVINHOS E LEGAIS!
Novinhos pra gente, que não conhecia ainda! Essa semana no Twitter a gente teve um momento “mandem seus links pra gente conhecer” e esses três blogs aqui valem super a visita diária – a gente tá visitando e curtindo. Olha só:

TUDO TRABALHADO NO BLACK
A descrição de quem faz o blog é sensacional. Cheio de looks pretos pra inspirar o povo a usar a cor-não-cor de jeitos interessantes, com texturas e volumes e acessórios de imapcto e tals.
TRAJE PARA
Quer sugerir trajes pra todo tipo de situação e vontade que a gente possa ter nessa vida. Super cheio de humor e referências ótemas, pra ninguém “passar horas com o armário escancarado, sem saber o que fazer”. ;-)
MODA PARA HOMENS
Blog feito por um grupo de gente interessada em moda legal – e de verdade! – só pra meninos. Com um monte de novidades e ‘jeitos de usar’ essas coisas novas. Muito muito legal.
Extra!
Essa semana tem evento de conversa sobre blogs e internê aqui em SP, de graça e imperdÃvel! A gente vai participar de uma mesa de discussão com Glauco Sabino, Denise Dahdah e Camila Yahn sobre as razões pelas quais esses blogs aqui em cima, por exemplo, fazem o nosso olho brilhar e mais. O tema é COMO FAZER PESQUISA DE MODA NA INTERNÊ mas é certo que a conversa vai rolar solta! Tem que ir!!!
ROUPA DE RESOLVER PROBLEMAS SÉRIOS
Esse blog dá dicas o tempo todo pra inovar looks, pra acrescentar interessância e pra sair do comum com o que a gente veste. Mas quando a gente não pode errar, quando a hora é séria (de verdade) e a gente precisa de tudo em volta a nossa favor – inclusive roupa! – é pra elementos certeiros que a gente deve recorrer. Tipo essas moças que foram malvadas (ou tiveram problemas sérios) e tiveram que prestar contas na justiça. Porque né, nunca se sabe – vai que a gente arruma uma confusão qualquer gente. Nunca se sabe mesmo (haha).

As lições que elas dão nas fotos tão ótimas. Cores neutras neutrÃssimas – preto, além de neutro, é também austero, sério, correto. Formas mais estruturadas, que marcam bem menos a silhueta e dão sensação de alinho (tecido plano “se mexe” bem menos que malha e panos mais moles). Acessórios super super hiper ultra discretos, quase invisÃveis: repara que mesmo quando tem algum “acrescentador de personalidade” nesses looks eles ainda são super contidos. Pra completar, make e cabelo super naturais, pra não aprecer que esse momento sério é um evento, sabe como?
To esperando estórias verÃdicas nos comentários pra gente ilustrar essas idéias aÃ. Alguém já pensou nisso antes de ir fazer uma audiência ou sei lá, de resolver um problemão? ((Gente que tema não?!?? Haha!))
PRA QUEM DEVERIA TRABALHAR DE TERNO
Hoje em dia é bem mais difÃcil encontrar ambientes profissionais em que o terno/tailleur seja o uniforme do dia-a-dia. Mesmo escritórios de advocacia ou consultorias de mercado financeiro já estão afrouxando um pouco a rigidez do seu dresscode. É a informalização da moda, lembra!?! A gente chegou até a pensar em algumas sugestões bem bacanas pra quem deveria usar terno ou tailleur todo dia.
Como a gente é muito fã de guarda-roupa conciso e variado, que permita um milhão de coordenações diferentes com um pequeno número de peças, o nosso “terno” preferido é a combinação de calça (ou saia) + paletozinho (e suas variações) – sem ser conjunto: não precisa nem ser comprado junto!
Com essa fórmula dá pra gente ser bem mais criativa e usar nossa ‘inteligência modal’ na hora de montar o “uniforme”. Pra manter a elegância e a formalidade do conjunto as peças devem (mais…)
A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE PODE FICAR
A gente sempre fala da importância da primeira impressão que alguém tem da gente, do julgamento de valores que as pessoas fazem quando nos vêem pela primeira vez – mesmo sem querer - e de como as roupas e acessórios e tudo que é relacionado a aparência tem participação nisso tudo. Agora imagina uma situação em que a pessoa que está nos conhecendo pela primeira vez é a que vai decidir sobre o futuro da nossa carreira e a gente tem apenas alguns minutos pra explicar – em palavras – todas as nossas qualidades e competências!!! E se nossa imagem vale mais do que mil das nossas palavras, o que vestir numa entrevista de emprego pode ser uma ferramenta a mais à favor.
No ambiente de trabalho o que tem que se destacar é nossa capacidade profissional e não os nossos dotes fÃsicos. O que a gente mais quer é que nossos colegas de trabalho pensem “como ela é boa no que faz” e não “como ela é bonitinha”, certo!?! (mais…)
CINTINHOS EM FESTA!
E a desobediência modal que a gente percebeu em relação a sapatos, tempos atrás, agora a gente percebeu também nas cinturas de vestidóns. No SPFW André Lima e Samuel Cirnansck desfilaram vestidos poderosos de festa com cintinhos – de couro! – arrematando e marcando as cinturas das modelos. Na teoria, observando regrinhas de dresscode, os cintinhos são tão informais quanto sandálias/sapatos superpesados e não deveriam ser usados em situações formais-elegantes. Tipo ‘leve e refinado’ deveria ser coordenado com… ‘leve e refinado’. A gente acha que essa onda de misturas de dresscodes é resultado de toda uma “informalização da moda” (clica pra lembrar!) e que é pro bem, que dá mais liberdade e que deixa a gente brincar com looks mais criativos.

E se a gente pensar bem, um cintinho num look de festa é um acessório a mais – uma possibilidade extra de imprimir personalidade ao visú (rá!). Especialmente porque é um acessório não-comum aos looks de festona, dá sensação de ousadia. (mais…)












