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TERCEIRA PEÇA QUE ALONGA

Toda vez que a gente usa uma terceira peça no look a gente ganha um tantinho extra de formalidade/elegância e uma dose extra de interessância – já que o complemento dá chance de coordenar mais cor, estampa, textura, material. E toda vez que a gente usa uma terceira peça sem fechar, aberta assim na frente do tronco, as “abas” da própria peça formam um vão vertical super afinador de silhueta. Esse vão corta a silhueta do pescoço até abaixo da cintura (dependendo da altura da terceira peça) atraindo olhares de cima pra baixo e de baixo pra cima – e não de um lado pro outro, na horizontal… sacou? Tudo ilusão de ótica! ;-)


fotos feitas pela dani toviansky <3

O truque alongador funciona turbinado quando a gente coordena cores que reforcem a idéia: se na parte de dentro a cor é mais viva, mais clara ou mais colorida e na parte de fora a cor é mais opaca, mais escura ou mais neutra, então só o que se percebe é essa pequena “fresta” no centrão da silhueta – e nada de contorno. Essas cores podem ser coordenadas por comparação umas com as outras, tipo cinza pode ser claro se coordenado com marinho mas pode ser escuro se coordenado com bege, sabe como? E esse truque não serve só pra quem quer afinar a figura, serve também pra quem quer parecer um pouquinho mais elegante – tudo que alonga/afina e dá sensação de longilínea, transmite essa idéia (mesmo em looks informais). A gente aqui usa muito, ensina muito pras clientes, treina novas possibilidades todos os dias e olha, tem funcionado de todo jeito!

 

Tags: , , 28.11.2011 - 08:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 17 Comentários

PESCOÇO ELEGANTE E EMAGRECEDOR

A gente pode até pensar que o pescoço é um pedacinho muito pequenino de silhueta pra render alguma consciência na hora de montar um look – mas olha, é o pescoço que sustenta a parte mais importante de qualquer visual: o rosto de quem usa a roupa! E quando um pescoço parece curto ou largo (por natureza, por dna ou por decotes malígnos) o que acontece na sequência é a dona desse pescoço se olhando no espelho e se achando redonda, peituda, ombruda, corcunda e “cheia” demais, volumosa aqui em cima. Pescoço não alongado faz quem é magra parecer mais cheinha e quem já é cheinha (ou tem papinho) parecer maior do que é de verdade. Mas ó, tá fácil esticar visualmente!

Decotes com forma vertical, que alongam o colo como se o pescoço começassem lá embaixo perto dos peitinhos, acabam por liberar a área do papo e do queixo. Isso dá sensação instantânea de rosto mais fino – menos “obstruído” por excesso de pescoço, haha. Então funcionam super bem os decotes em V, decotes de camisas de botão (alô golinhas levantadas, super afinadoras de pescoço!) e decotes de blusas e vestidos transpassados. Quanto mais pele à mostra entre o rosto e o peito, mais longo e fino o pescoço parece – e mais sensação de leveza a silhueta tem, e mais carinha de feliz a gente ganha!

No frio é super eficaz (pra alongar/afinar o pescoço) trocar as golas altas por lenços e pashminas amarradas com folga, mais ou menos na altura da linha das saboneteiras – que podem ser desamarradas quando o frio não estiver tããão castigante. E pra compensar golinhas de camiseta pólo ou decotes redondinhos e mais fechados, vale usar colares longos (altura boa é a da linha das axilas!) e brincos de pingentes não volumosos e mais compridinhos. Pescoço alongado, além de super elegante, é emagrecedor instantâneeo. A consciência acontece nas sutilezas mas a diferença é grandiosa, viu!

Tags: , , , 26.10.2011 - 09:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 20 Comentários

NEM SÓ DE PRETO SE FAZ UMA MULHER MAGRA

O que mais a gente ouve por aí é que preto emagrece e daí que em parte essa afirmação está certa, mas ao mesmo tempo ela é super limitadora e acaba deixando muita mulher presa em um número tão restrito de opções na hora de escolher o que vestir.

Acontece que cores escuras criam a ilusão visual de contração e cores claras de expansão e preto sendo a cor mais escura que existe é a que mais contrai. Ou seja emagrece! Mas isso não quer dizer que só o preto “emagrece”, qualquer outra cor escura tem o mesmo efeito: marinho, cinza-chumbo, vinho, verde escuro, petróleo, marrom café…

Se o look é todo de cores ecuras, sem corte na cintura, emagrece ainda mais. Então pra todo mundo ficar mais interessante, com mais personalidade e ainda assim alongada e afinada é só coordenar cores escuras, mesmo com preto. Imagina que muito mais legal se em vez da gente pertencer a um mar de gente de preto, tentar usar blusa marinho com calça preta, top vinho com saia marrom café, casaco verde escuro sobre vestido cinza chumbo, etc. Não é muito muito mais bacana cada uma criar suas coordenações emagrecedoras preferidas?

Tags: 25.10.2011 - 00:01 | Postado por Cristina Categorias: moda e consultoria 29 Comentários

Mostrar o tornozelo engorda ou emagrece?

Comprimentos entre o joelho e o tornozelo achatam a silhueta. Por outro lado, exibir as partes magrinhas do corpo, como o bendito tornozelo, passa uma sensação de magreza.

As dicas acima parecem se contradizer, certo? A pessoa que quer parecer mais magra pode ler as duas e ficar sem entender se, afinal, ela deve esconder ou mostrar o tornozelo.

A verdade é que as dicas competem entre si na teoria da consultoria de imagem: fazer recortes na silhueta engorda, enaltecer o que é magro emagrece.

Sabe aquele legume que é cheio de vitaminas, só que é também cheio de gordura? Pois então, o tornozelo é a batata da moda.

Usar sapato de gáspea baixa – como sapatilha e mocassim e calça reta com a barra um pouco, um nada mesmo, levantada, mostrando só o ossinho do tornozelo, certamente emagrece.

Dessa forma, é como se a gente conseguisse unir as duas dicas: estamos respeitando a “regra†de mostrar as partes magras e, ao mesmo tempo, estamos ali, cravadas em cima da regra de não cortar a silhueta entre o joelho e o tornozelo (afinal, ninguém disse que tinha que ser abaixo do tornozelo!).

QUEBRANDO AS REGRAS

No entanto, a coisa mais legal que essa pequena questão do tornozelo traz é que essas manipulações de imagem são mesmo muito subjetivas e equivalentes.  É por isso que a gente acha que dá para usar tudo de forma legal, desde que a pessoa estabeleça prioridades.

Dá para compensar uma blusa volumosa que não te favorece com uma combinação de tons monocromáticos. Dá para compensar um festival de cores contrastantes com acessórios que chamam atenção para o rosto.

Para parecer mais magra, a pessoa não precisa virar um recorte de todos os clichês e regrinhas de como parecer magra. Às vezes, quebrar um pouco as regras dá um efeito muito melhor. Um efeito de: “Olha, essa garota não é a gordinha caricata que usa preto, colar longo, listras verticais, sapato de gáspea baixa, tudo-ao-mesmo-tempo-agoraâ€.

Usar elementos “inapropriados†para o seu tipo físico de maneira pensada passa uma ideia de que você tem muito controle da própria imagem, tanto que pode se permitir escapar das regras. Quase como um artista que domina tanto a tradição que pode inovar.

Já usar elementos “inapropriados†sem pensar é só feio mesmo.

Tags: , , 29.09.2011 - 00:02 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 20 Comentários

A IDÉIA É “DESARREDONDAR”!

Quando a gente tá acima do peso, se sentindo gordinha, é se olhar no espelho e se achar redonda – é ou não é assim? Mesmo sendo exagero (ah, esses chiliques produzidos pela nossa exigente auto-imagem!), essa sensação de “redondice” tem alguma razão: quem tá gordinha tem ombros e braços mais arredondados, bochechas crescem pra acrescentar volume à parte lateral do rosto, barriguinha e pernocas também se alargam e tudo cresce para os lados. E crescer para os lados é o contrário de ter altura, da sensação de longilínea. O olhar da gente é treinado para enxergar todo mundo na vertical, dos pés à cabeça – quando a gente tá gordinha, o nosso próprio olhar fica viciado em procurar defeitos na horizontal, de uma borda à outra da silhueta, fazendo a gente enxergar redondo. De verdade!

Antídoto bom, então, é desarredondar a aparência com elementos visuais de vestir. Roupa não faz perder peso, mas ajuda a gente a se enxergar com mais amor. Vale trocar tecidos fluidos (que acompanham a silhueta sem forma, sem moldar), tricôs, decotes redondos, mangas fofas nos ombros e nos punhos, tudo que reforça a forma curvilínea (!!!) por materiais mais estruturados, que tenham caimento que por si só cria linhas retas em volta da silhueta, decotes em V ou canoa (retões, de ombro a ombro), mangas que definam os ombros como eles são (e na altura em que eles estão) com costuras certeiras, paletós (alô lapelas!) e jaquetinhas (alô golas pontudas!), coletes como os de alfaiataria, camisas… tudo que tiver muitas linhas retas na própria confecção e que crie outras linhas retas na gente, quando a gente usa. Tipo treinando o nosso olhar (e o de todo mundo em volta!) pra procurar o que verticaliza, o que desarredonda, o que faz olhar pro alto, pro centro e não pros lados. É mais difícil, dá trabalho e faz pensar – mas compensa no resultado e na sensação de consciência (e domínio!) do vestir de todo dia.

Mais dessas artimanhas ilusórias que a gente exercita com as nossas clientes (e que funcionam de verdade!):
Lembretes emagrecedores
Alongadores e afinadores de silhueta
Sofisticadores instantâneos de look

Tags: , 26.09.2011 - 08:45 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 13 Comentários

TÃ AMARRADO!

Em tempos de camisas jeans amarradinhas na frente, usadas assim por sugestão de 1000 vitrines em todo lugar, a imagem do cardigan usado desse jeito pareceu pertinente e fresca aqui na Oficina. Claro que é só um charminho, claro que ninguém vai sair amarrando pontinhas de tricô to-dos-os-di-as pra ir ao trabalho… mas ó, se interessa saber, o nozinho feito com as pontas de qualquer peça que se abra ao longo do tronco tem lá suas vantagens. Marca e define a cintura quando fica próximo do corpo na altura em que é feito, disfarça gordurinhas/pneus por conta do caimento mais solto entre peitinhos e quadril (essa “sombra” que se forma entre o top usado por baixo e a camisa/o cardigan dá sensação de ‘espaço sobrando’  sabe como? e em consultoria de imagem esse espaço sobrando na roupa significa magreza visual!), chama atenção pro rosto se a abertura da peça vai ‘alargando’ na direção dos ombros. O truque da camisa – ou do cardigan! – amarradinha fica ainda mais emagrecedor se o que for usado por dentro/por baixo tiver cor mais clara ou mais viva que a própria terceira peça. E em dias de frio, vejam, o cardigan pode rememorar esse truque que nossas mães e tias já usavam tempos atrás, aquecer com fofura e acrescentar toda uma graça ao look. Dicona.

Tags: , , , 29.08.2011 - 00:08 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários

PEITINHO NO LUGAR, CINTURA DEFINIDA

Junto com tornozelos, pulsos e pescoço, a cintura ajuda a identificar o tamanho de toda uma silhueta. Tipo, a roupa pode ter um super volume, mas se essas partes estão à mostra (ou marcadas) e elas parecem pequeninas/finas, então a gente sabe que essa silhueta é menor do que a quantidade de tecido tá mostrando, sabe como? Então, coisas que aparentemente não influenciam outras, na verdade fazem super diferença – tipo peito no lugar e sensação de cintura mais definida. É sério!

Lê aqui e experimenta em casa pra comprovar: quando a gente usa o sutiã certo, quando o peitinho fica no lugar que tem que ficar e não ocupa espaço abaixo dele que não tem que ocupar mesmo, então o centro do tronco fica livre de volume extra – e acaba parecendo menor, mais enxuto. Peitinho que cai, um pouquinho só que seja, ocupa um espaço entendido como “supostamente” fino porque né, é ali no meio que a cintura fica. Então quando a gente libera essa área, automaticamente o que é pra ser fino parece mesmo mais fino. E isso daí vale mais ainda pra quem tem peitão ou barriguinha saliente (alô quase todo mundo!).

Então, usar sutiã que sustente de verdade  faz uma super diferença na prática – mesmo pros peitinhos pequenininhos. Especialmente se o look não acompanha tão de perto a silhueta e faz a gente parecer maior, deixar o peitinho no lugar faz com que esse volume não pegue carona no espaço logo embaixo, emendando uma coisa na outra e formando um bujãozão! Fica a dica pra gente exercitar e parecer um pouquinho menor mesmo sem regime (hihi). Testa e diz se não funciona!

Tags: , , 05.10.2010 - 15:31 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 26 Comentários

MONOCROMÃTICOS COM CORES DIFERENTES

Que looks monocromáticos são os mais emagrecedores e mais alongadores de silhueta a gente já sabe. Coordenar peças em tons super semelhantes faz com que o corpo de quem usa fique longilíneo e não pareça estar separado em partes (com cores diferentes em cada parte!), daí os efeitos bons de “mais magrinha” e “mais alta”. Coordenações monocromáticas são também sempre mais elegantes, mesmo em produções informais – tipo, ótima escolha na hora de montar o figurino de fim de semana com shortinho de malha e camiseta!


Acontece que usar azul com azul ou cinza com cinza o tempo todo pode ficar chato – e pode render looks monótonos, sem inteligência ou informação de moda. Daria até pra gente dizer que tudo monocromático lembra visuais combinadinhos, tipo conjuntinho, sabe como? Legal é fazer um esforço-de-criatividade e pensar em jeitos originais de usar essa ‘monocromia’. Se o interessante é não separar a silhueta em blocos diferentes e divididos, então usar tudo em tons claros ou tudo em tons escuros já funciona! No lugar de cores iguais, mesmos valores: azul claro e verdinho claro, roxão escuro e vermelhão escuro, bege e cinza, branco e bege, preto e marinho, marrom e cinza-chumbo… sabe como?

Vale experimentar a fórmula até com estampas! Tem como construir uma produção monocromática-estampada repetindo na peça lisa a cor que mais aparece na peça estampada. Imagina usar com uma estampa floral colorida um pouquinho de rosa, um pouquinho de vermelho e muito de roxo junto com um tricô todo roxo, no mesmo tom da estampa?! Ou uma calça com fundo cinza listradinha de branco junto com uma camiseta cinza?! Monocromático, sim, mas nada, nada, desinteressante porque né, a gente já tá num oooutro nível de estilo. ;-)

Tags: , , 30.06.2010 - 14:46 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 19 Comentários

LEMBRETES EMAGRECEDORES

Quanto mais feliz a gente tá, menos vontade de fazer regime a gente tem, né? E aqui a felicidade tá sobrando, então não custa se apropriar de uns truques pra emagrecer visualmente na hora de escolher o que vestir! Tem umas coisinhas que funcionam pra todo mundo e que alongam ou chamam atenção pro centro do corpo (e desviam das ‘bordas’!), por isso o efeito “afinadorâ€. Independentes de moda, adaptáveis a todos os estilos. Quer saber?

Tudo super largo ou super justo não ajuda
O caimento ideal pra não parecer maior é o que acompanha a silhueta, soltinho: assim o corpo parece acomodado com conforto na roupa e a gente tem sensação de ‘tamanho certo’. Não pode ser tão justo que fique grudado na pele (tipo com aparência de desconforto, de apertado) nem tão largo que não mostre formas (volume extra por conta de muito tecido).

Acessórios perto do rosto
Acrescentar detalhes legais e pontos de cor perto do rosto só ajuda a desviar atenção da parte mais larga da silhueta (rá!). Super investimento enquanto aqueles quilinhos extra não são eliminados: brincos incríveis, colares, lenços, tiaras, broches e tudo mais que chamar atenção pro sorriso! Pra cima, pra cima, pro alto!

Cintura no lugar ou um pouquinho mais alta
A gente aqui no BR geralmente tem perna curta (nem que seja só um pouquinho!). A cintura mais alta cria aparência de perna mais longa, e por conta disso, de silhueta mais alongada (proporcionalmente!). Vale também pra barra de blusas e camisas: partes de cima muito longas fazem a perna parecer mais curta e acabam achatando (e alargando) a sulhueta. Sabe esse ossinho do quadril? Essa é uma boa medida pra altura dessas barras.

Calças com pernas retas ou larguinhas
Calça tipo skinny quase sempre é menos emagrecedora do que calças com pernas larguinhas – ou pelo menos retas. Quanto mais justa a modelagem na perna, mais ela parece um pernão (a não ser que você seja tipo a nicole richie, magrinha assim). A modelagem soltinha na perna tem esse mesmo efeito emagrecedor por parecer mais confortável – especialmente se a perna da calça é larguinha embaixo, sem afunilar.

Detalhes na vertical
Quaisquer detalhes na vertical chamam atenção pro centro do corpo e emagrecem visualmente. Tipo a fileira de botões da camisa ou do vestido chemise, tipo estampas com direção em pé, tipo decotes em V, tipo casaquinhos usados abertos, tipo lenços ou foulards soltos ao longo do tronco.

Looks monocromáticos
A gente não cansa de repetir: cores diferentes em tonalidades próximas ou cores iguais, mesmo em tonalidades diferentes, têm efeito alongador na silhueta – logo, emagrecedor também. Toda vez que a gente não “quebra†a silhueta com mudança de cor, o olho de quem olha a gente vê tudo sem interrupção, mais loooooongo e fininho. ;-)

Tags: , , , , 18.03.2010 - 00:04 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 22 Comentários

DUAS VEZES CINTURINHA

Truque de estilo especialmente pensado pra quem tem silhueta tipo retângulo, sem muitas curvas – ou pra quem ganhou um pesinho na parte da barriguinha e perdeu a parte mais fina do torso (mesmo que temprariamente, né?). Se acinturar vestidinhos e blusas e tals cria ilusão de curvas/cintura, usar cardigan abertinho faz com que qualquer silhueta pareça mais fininha. Imagina os dois juntos?!?? Vale muito praqueles casos em que a gente acintura qualquer look e pensa: “a cintura não tá fina suficiente…” – o vão que o cardigan forma ao longo do torso, quando abertinho, potencializa o efeito acinturado e faz parecer mais magrinha sem-pre!

cintinhopordentro

Tags: , , 16.12.2009 - 01:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 13 Comentários
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