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VEM CHEGANDO O VERÃO

No verão, na praia, quem mais aparece é o corpão – bem mais que qualquer micro pedacinho de lycra que a gente use (pra tentar disfarçar os milkshakes do ano todo!). A gente sabe que relação tipo de biquíni x corpo é guiada pela auto-estima e pelo carinho que a gente tem pelo próprio corpo: pensa na mulherada do RJ, sortida de silhuetas usando os menores biquininhos do mundo! Mas tudo bem, mesmo tendo pouco pano (!!!) pra ajudar, tem coisas que – na teoria – prometem não só ter efeitos ótimos na silhueta, mas também confortam o coração de quem experimenta. :) Então vamos lá:

Quem tem quadril maior e peitinho pequeno pode escolher partes de cima mais chamativas que partes de baixo, com pregas, recortes, estampas, cores mais vivas e mais claras e todo tipo de detalhe, tipo bordados, babados, aplicações e brilhinhos – e vale cortininha, frente única e tomara que caia. As partes de  baixo podem ser mais discretas, em cores neutras, sóbrias e mais opacas. A calcinha pode ter a lateral mais espessa e pode até ter faixinhas pra amarrar – mas as faixas não podem ser tão finas que cortem a lateral do corpo e formem uma explosão de carninha extra em cima e embaixo do laço.

Quem tem peitão e quadril menor pode fazer tudo ao contrário: partes de baixo mais chamativas e com mais detalhes e cores e formas, e partes de cima mais calmas. Atenção para as alças, que podem ser mais largas pra sustentar melhor os seios – ao mesmo tempo, atenção para marquinhas que restrinjam determinados decotes (que marca de biquíni aparecendo é bem bem beeem deselegante, viu?). O bojo do top tem que cobrir/acomodar com conforto os seios, sem apertar demais ou deixar gordurinhas sobrando dos lados (de fora) do bojo. E pra essas, os modelos meia-taça e frente-única são os mais certeiros.

E em maiôs, o ideal é que a cava não seja tão alta que o modelo pareça vindo direto dos anos 80, tipo asa-delta. Também não precisa ser tão baixa que o maiô pareça um macaquinho: na medida do possível (e do digno!), quando mais alta a cava for, mais longa a perna parece. Direções de larguras e alças e decotes funcionam como as dos biquínis.

A Oficina de Estilo conversou sobre isso daí no programa Vamos Combinar da Mariana Weickert no GNT há alguns dias, ó que orgulho! O vídeo tá aqui em cima e o que foi editado na versão televisionada mas tá aqui (por que é o mais importante!!!) é o seguinte: roupa nenhuma – muito menos biquíni! – faz a gente perder quilos, ou ganhar centímetros em altura, ou qualquer modificação real do tipo; roupa faz a gente se enxergar com mais amor. Tem que se curtir, se permitir e desencanar um tanto de padrões e exigências irreais – pra dar espaço pra curtição e pra disposição de viver a melhor vida que a gente pode… especialmente na praia!

Mais: quem sabe tudo tudo tudo de biquíni bom, pra mil silhuetas diferentes, é Gustavo Sarti – aquele moço do Biombo da Moda do Gugu (rá!). A gente fica passada com a “mágica” dele. De verdade!

Tags: , , , , , 15.12.2011 - 07:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 16 Comentários

ONDE FICA O PESO VISUAL?

A gente não usa, no nosso trabalho como personal stylists, essas nomenclaturas classificatórias de tipos físicos. Sabe isso de “corpo pêra”, “corpo ampulheta”, etc etc etc? A gente acha difícil a humanidade inteira se enquadrar em cinco ou seis tipos de corpo – sendo que a gente é quebra-cabeça de características, né? Pode ter uma pêra mais cheinha ou mais magrinha, pode ter um triângulo invertido com perna mais longa ou mais curta… mil variações, alô diversidade!

De uns anos pra cá, com a experiência, a gente foi se adaptando à idéia de ‘peso visual’ na silhueta. Independente das formas que a gente tem, sempre dá pra definir – em qualquer silhueta! – um espaço que chama mais atenção, que parece ocupar mais espaço, que dá essa sensação de peso. Pode ser que esse peso visual esteja na parte de cima ou na parte de baixo da silhueta (ou no meio, pra quem tem barriguinha que teima em ser saliente!). Bom é que esse peso não tem a ver com peso de quilos (ufa!), mas sim com espaços. E é se estudando em frente ao espelho que a gente confirma onde está o peso visual da cada silhueta – e a partir dessa identificação/confirmação é que a gente tem direção objetiva do que escolher e do que usar pra equilibrar e harmonizar a aparência.

De frente pro espelho, com postura bem bonitinha e reta, a gente compara distâncias entre os ombros, a largura da cintura e a largura do quadril. Não tem nada a ver com medidas, esquece a fita métrica. Vale usar um cadarço ou uma fita de cetim como auxílio. Importante é ver, em relação à cintura, que medida é mais extensa. E pronto: o espaço maior é exatamente onde o peso visual da silhueta está. Quem tem quadril, bumbum e cozinhas fartas geralmente tem ombros sequinhos, peitinho pequenino = peso visual na parte de baixo. E o contrário geralmente é válido: quem tem peitão, ombrão, pescoço curto e mais largo, geralmente tem quadril retinho, pouco bumbum, pernocas mais finas = peso visual na parte de cima.

Vem daí a nossa teoria Robin Hood para equilibrar silhuetas (lembra?): observar, no próprio tipo físico, o que tem sobrando e o que tem faltando – e então encher os pobres de elementos visuais (estampas, recortes, drapeados, bolsos, transparências, texturas, etc) e tirar tudo que for possível dos ricos (e deixar tudo mais liso, mais neutro, menos chamativo). Vale clicar pra entender direitinho que a teoria Robin Hood funciona MESMO, viu. Também a partir da identificação do peso visual na silhueta a gente consegue mirar bem certeiro na idéia de “desarredondar”, de suavizar o que é maior e mais pesado visualmente no próprio corpo. E sabendo como a gente é, o que a gente tem de mais legal e menos legal, é que a gente faz render nossas idéias de moda com a nossa cara, pra nossa vida, alcançando os nossos próprios objetivos. Isso sim é ser inteligente em estilo!

Tags: , 17.10.2011 - 10:45 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 41 Comentários

10 RAZÕES PRA EXPERIMENTAR COLETES LONGOS

#10. Colete é peça emagrecedora de qualquer jeito, mas esse efeito é potencializado com o comprimento longuinho: o vão que se forma ao longo do tronco, na vertical (quando a gente usa o colete abertinho) alonga super e afina qualquer silhueta.

#9. Super versátil, pode rolar no fim de semana com bermudinha jeans e camiseta; na balada sobre vestidinhos e no trabalho com calças e camisas.

#8. Favorece geral: quem tem peitão pode escolher modelos mais amplos embaixo, com volume, pregas, pontas e bolsos; quem tem quadrilzão pode procurar lapelas imponentes, golonas e até capuz!

#7. É terceira peça que não faz calor se o look é todo leve – ao mesmo tempo pode acompanhar tricôs e cashmeres se for o caso de aquecer.

#6. Colete longo é peça atualizadora de look: os desfiles mais recentes de lá de fora do BR mostraram mil versões (todas essas que ilustram o post foram desfiladas em NY), o que é um sinal de que a gente ainda vai demorar pra enjoar!

#5. Tá fácil de achar, por conta da variação de materiais em que pode ser confeccionado (tem de lã, de tricô, de tecido plano, de alfaiataria, de malha e mais). Tá fácil até de customizar, tirando mangas de uma capinha antiga ou encomendando uma versão-crochê-artesanal pras amigas prendadas.

#4. Acintura a silhueta de todo jeito: colete sempre aproxima todo o look da silhueta e dá pra acinturar com cintinho por dentro ou mesmo por fora, como a gente faz com cardigans.

#3. Acrescentar colete longo no look é super mega chance de exercitar coordenação de proporções diferentes com barras de saias e shorts e bermudas, com alturas de blusas (por dentro e por fora do cós da parte de baixo!), com comprimentos de mangas, com volumes nos ombros e tals.

#2. Colete também é possibilidade de acrescentar interessância em forma de cor textura padronagem estampa e materiais originais – não tem como vestir essa peça e não incrementar o visual, né?

#1. Peça soltinha e aberta que é, o colete longo vira quase tela em branco pra gente pintar com acessórios: pode usar colar por cima ou mesmo por dentro, vale prender broches na lapela, se esfriar vale emoldurar o decote com pashmina, pode deixar cair lenços ao longo do vão…!

Tags: , , , 08.04.2011 - 11:50 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 30 Comentários

DESCULPA PRA USAR TRENCH-COAT

Ter chuva todo dia na cidade em que se mora (alô SP) tem lá suas vantagens – descupa boa pra compor looks com trench-coats sem parecer glamourosa demais, fora de lugar demais. E que quantidade de variações do trench que a gente vê hoje nas vitrines! Vale fazer looks de verão mesmo, de calor, usando o trench como terceira peça – nem que seja só pra chegar e depois pra ir embora (charminho feelings). Vale também usar comprimentos curtinhos por baixo da capinha, lembrando de coordenar alturas de dentro e de fora com pouca diferença entre elas: o casaco fica uns 4 ou 5 dedinhos acima ou abaixo da barra do que se usa por dentro. Vale trench coat mais curtinho, ou com mangas 3/4 (ou puxadinhas pra cima!), vale encontrar golas diferentes e mais. Função que equilibra o fator-glamourizante da peça: liberdade pra usar como se fosse super natural (e não é?). ;-)

Tags: , , , 22.02.2011 - 08:10 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários

CANTINHO DA BLUSA SEGURO NO CHARME

As barras das blusas se alongaram há algumas temporadas, e às vezes a gente usa um truque quase-quase bobo pra manter proporções no lugar e ainda criar ilusão de cintura em quem usa. Tamos prendendo um cantinho das blusas por dentro das calças e shorts das nossas clientes, porque assim a barra sobe, o restinho que cai cria um movimento com essa linha assimétrica que se forma, e o fofinho do blusê acaba afinando a parte da blusa que fica logo acima – a da cintura!

Pra quem se mexe super muito durante o dia e tem aflição de ficar toda hora prendendo de novo esse cantinho de blusa, a sacada é prender a blusa com um broche. Por fora mesmo, mas disfarçadinho por baixo do excesso de tecido que cai sobre o cós da calça/bermuda/short. Funciona mesmo, fica um charminho e vale experimentar! Diretamente da central Oficina-Tabajara de truques de estilo pra vida real! :)

Tags: , , , 23.07.2010 - 00:05 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 23 Comentários

O SAPATO PESADO DE CADA UMA

Pensa assim: a gente pode ser pequenina, com ossinhos finos e formas delicadas; pode ser grande com bração e pernona e estrutura maior de corpo; e pode ficar entre uma medida e outra, com tudo mediano (altura, formas, peso, etc). Se olha no espelho e pensa se você é mais Sandy, ou mais Cláudia Raia, ou entre elas duas. Daí pensa que os tamanhos de tudo que você escolhe pode ser proporcional à você mesma – tem um tamanho grande pra cada uma, um pequeno pra cada uma e até um médio pra cada uma, em proporção harmoniosa com quem a gente é.


((todos esses sapatos pesados aqui são da coleção da arezzo pro próximo verão, ó quanta coisa legal!))

Assim é com os sapatos pesados dessa temporada (e da próxima também, tá). Super atualizadores de looks, os modelos menos delicados fazem diferença em qualquer look, e mesmo sendo mais pesados que todos os outros que a gente já usou antes (na vida toda!) eles podem ser pesados pra gente, proporcionalmente. Os elementos que conferem peso a um sapato são salto (super grosso ou menos grosso), frente (arredondada ou quadradona), formato (mais grandão ou mediano), plataformas e anabelas (mais grosseiras ou mais delicadas – todas pesadas de qualquer jeito!), materiais de que são feitos, tiras (médias ou super espessas), metais, fivelas, cores (escuronas ou mais neutras e quase-quase alegres).

Esses elementos podem ser combinados e coordenados tanto entre si como com o que a gente usa, pra que o look esteja 100% em equilíbrio com quem a silhueta de quem usa. Tipo plataforma pesadona mas com couro claro, anabema de corda ou cortiça com tiras bem grossas, escarpin de frente delicada mas com salto pesadão.. sabe como? Tem que prestar atenção em tamanho (do sapato e da gente mesma!), forma e materiais, daí não tem erro.

Tags: , 10.06.2010 - 13:35 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 17 Comentários

CASACOS LONGOS E ALTURAS DE BARRAS

Quando a gente usa casaco sobre calça, o comprimento precisa ser legal pra altura que a gente tem: quanto mais curtinho, mais alta a gente parece. Pros casacos longos vale toda e qualquer barra acima do joelho pro efeito alongador funcionar. Mas quando a gente usa casaco com vestido ou saia ou bermuda ou short, a coisa muda de figura. Além de estar boa pra altura que a gente tem, a barra do casaco tem que estar coordenada – em proporções! – com a barra da parte de baixo do look. Legal é que as duas barras não sejam iguaizinhas, tipo saia e casaco terminando na mesma altura, mas que haja uma diferencinha pra mais ou pra menos entre uma e outra.

barras_de_casacos

Vale casaco mais longo e vestido (ou afins) mais curtinho, vale saia mais longuinha que o (mais…)

Tags: , , , , 14.04.2010 - 17:37 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 33 Comentários

CARDIGAN SOBRE CARDIGAN

Tava bem friozinho enquanto eu tava em Portugal, tipo 10 graus todo dia. E aí que eu prestei bem atenção no look protegido das lisboetas e concluí que faz MUITA diferença conviver com frio desde que se nasce – e não só 40 dias por ano como a gente aqui no BR (o que elas usam no frio vai render todo um outro post, pra já já). Das coisas mais legais que elas dominam por conta dessa convivência (amigável, diga-se de passagem!) com o frio são as sobreposições: as meninas de Lisboa usam casaco sobre casaco, cardigan sobre cardigan!

cardigansobrecardigan

Como a gente tem menos inverno – e um inverno menos friorento que o europeu – mais legal é tentar exercitar essas sobreposições com peças leves. Pra isso cardigans são ideais! Premissa pra dar certo é escolher cardigans diferentes em textura, em trama, em peso visual e em proporção/comprimento. Tipo uma trama mais abertinha e outra mais fechada; um cardigan mais pesado e estruturado e outro mais levinho, molenga; um mais comprido e outro curtinho, um com mangas 3/4 e outro com mangas compridas… assim, sabe?

Daí vale perder o preconceito, pensar em coordenações incríveis de cores e partir pro exercício. Vale tentar:

*cardigan fechado, usado como blusa, com outro soltinho por cima
*cardigan mais curtinho por baixo e cardigan mais longo por cima
*dois cardigans com a mesma altura de barra e mesmo caimento, mas com tramas diferentes e arrumados de modo que  mangas e abas (onde ficam os botõezinhos e casas) apareçam separadamente
*cardigan mais longo bem fino por baixo e um outro mais curto e espesso/estruturado por cima
*cardigan fechado com cintinho e outro cardigan solto usado por cima
* dois cardigans sobrepostos e os dois presos por cintinho fino, abertos mesmo
*cardigan como cardigan e cardigan como cachecol/lenço
*cardigan transpassado (usado por dentro ou por fora da parte de baixo do look!) como cache-coeur e um outro cardigan solto aberto por cima
*cardigan (fechado ou aberto!) por baixo e cardigan como bolero usado por cima

Sendo os tricôs sempre maleáveis e finos, não tem tanto acréscimo de volume na silhueta – e quem quiser equilibrar proporções pode escolher cores claras e escuras pra compensar larguras! As meninas do blog Academic Chic experimentaram na semana passada e fizeram umas fotos bem ilustrativas – essa que estão aqui no post. Aqui embaixo ainda tem uma galeria com mais sugestões de passarela – eu vou tentar, bem inspirada nas mocinhas elegantes de Lisboa! E quando o frio chegar a gnte faz post de casacos mais pesados sobre outros casacos! <3

Tags: , , 09.03.2010 - 00:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 21 Comentários

SAIA CURTINHA, BLUSA MAIS LONGA

Coisa mais atual é usar sainha/shortinho de comprimento mais curto com blusa compridinha por cima, né? Nada mais natural depois de uma longa temporada de sainhas de cintura alta usadas com regatinhas por dentro – alô ciclos da moda! É a vingança das moças de peito e de ombros: se a onda da cintura alta favorece quem quer disfarçar quadril, essa é a vez de quem quer disfarçar o volume da parte de cima da silhueta. Partes de cima lisas, retinhas, soltas na silhueta e mais longas dão sensação de tronco mais afinado – e sainhas com camadas, babados, texturas e estampas usadas por baixo, balançando só uma barra por baixo da blusa, chamam atenção pra pernocas em dia e equilibram o volume do quadril visualmente. Quem tem peitinho médio ou pequeño (mesmo com ombrão) pode até arriscar um cintinho sobre a blusa, na altura da cintura mesmo, só pra dar um charme. Uma graça, não?

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A coisa dos comprimentos subindo tem tudo a ver com os sapatos que as vitrines têm oferecido pra gente, cada vez mais pesados, com gáspeas mais altas, cobrindo bem o peito do pé. Sapatos assim acabam encurtando as pernocas de quem usa – os comprimentos subindo, então, ajudam super a equilibrar proporções e alturas. E aí, quanto mais o sapato cobre o pezinho, mais curtinho o comprimento da saia pode ser (e mais longuinho o da blusa). O contrário tá super valendo: saias com comprimento mais perto do joelho vão funcionar melhor com blusas menos longas e com sapatinhos mais leves, mais abertos. O importante em qualquer caso é não deixar o look com dois blocos de tamanhos iguaizinhos (saia e blusa ocupando o mesmíssimo espaço na silhueta) – sempre um desses pedaços precisa aparecer mais que o outro, essa é a sacada inteligente das proporções!

Tags: , , , , 08.12.2009 - 17:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 21 Comentários

quando a calça cenoura dá errado

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Quase todos os segredos de se “domar” um tipo físico rebelde tão na relação de medidas de ombros e de quadril. Jennifer Hudson tem ombros mais largos que o quadril, então, na teoria, o look que ela usa na foto faz o contrário do que deveria fazer pela silhueta dela. Olha só: a cor viva sempre chama mais atenção – e faz parecer maior – do que cor escura/neutra. Se o vermelho tivesse na parte de baixo e o preto na parte de cima a combinação das peças já melhorava um tanto! Mais: se a parte de cima cobrisse mais os bracinhos, tivesse um decote (mínimo que fosse, só pra gente ver o pescoço dela), se fosse um pouco mais próxima da silhueta (principalmente na altura da cintura) e se não fosse blousée, s enão ficasse fofa assim e caísse mais solta sobre o cós da calça, daí tudo melhorava mesmo.

A calça cenoura, por si só, repete o formato Y do corpitcho de Jennifer Hudson (que a gente AMA by the way). A modelagem afunilada embaixo, NA TEORIA, não dá tão certo pra quem tem ombrão peitão troncão barriguinha pouca cintura e afins. Se a gente quer “equilibrar” o formato da nossa silhueta na hora de escolher o que vestir, o primeiro caminho é usar roupas que complementem esse formato, sabe? No caso de Jennifer Hudson a parte de baixo tinha que ser mais aberta, mais solta e mais chamativa que a parte de cima – que devia ser um nada, bem neutro e vaorizando o que ela tem de mais magro nessa área (pescoço, colo, parte fina do braço). E a gente tem mil elementos pra manipular na hora de montar o look: forma, tecido, cor, recortes e pregas, acessórios… né? É só se estudar e mandar ver. ;-)

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