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BOLSAS TIPO TIRACOLO
A gente lembra de começar a ver bolsas com alças longas, tipo tiracolo, nas revistas de moda que folheava em 2007 #velhinhas — e olha que ainda demorou pra gente deixar de achar estranho e aderir. Agora pensa em como geral tem aproveitado hoje a mobilidade, a praticidade e o conforto que esse modelo oferece! Delícia pra viajar, pra trabalhar fora de casa ou so escritório o dia todo e – melhor de tudo – pra ter mãos livres pra se fazer o que quiser. Acontece que na prática nossas clientes perguntam bastante sobre bolsas tiracolo, e tá aqui o que a gente responde, ó.

imagens de editorial de uma vogue américa de 2007, com a winona ryder na capa (lembram?)
Nossas mães usaram bolsas tiracolo loucamente nos anos 70, e logo que elas começaram a aparecer de novo vieram com uma conotação mais informal e esportiva que as bolsas de mão (e de ombro) que a gente tava usando até então. Foi-se o tempo e agora as bolsas mais elegantes, feitas em materiais sofisticados e formatos bem formais, vem com alças longas — nem que sejam removíveis, usadas como opção. Então não tem essa de que bolsa que tem alça longa é mais desarrumada: o que importa na hora de escolher por formalidade é material de que é feito e acabamentos, sendo que couros são sempre mais formais que algodões, palhas, lonas e outros materiais alternativos. Fivelas, fechos e detalhes em metais também acrescentam esse clima arrumadão.
Acontece que inevitavelmente bolsas tiracolo se hospedam bem na altura do quadril enquanto a gente usa — com alça transpassada ou só no ombrinho mesmo, a altura mais “neutra” pra bolsa estar é exatamente paralela ao quadril (bem na direção da perereca). Pensa só: volume de bolsa mais pra cima que essa altura faz “enlarguecer” a cintura (e acrescenta peso visual ao peito e ao ombro), volume bem abaixo faz crescer as coxas e encurtar as pernas (visualmente), sem contar que faz parecer que o bumbum vai das costas ao joelho. E aí modelos mais finos super ajudam na hora de minimizar esse volume acrescentado.
E então vale pensar em cores: a gente usa bastante uma fórmula alongadora de silhuetas que funciona super — acompanhar a cor do que a gente usa e a cor da bolsa que escolhe faz sentido pra não achatar a silhueta, né? Ao mesmo tempo, se o look inteiro já foi pensado pra alongar/afinar quem a gente é, bolsa que contrasta garante a certeza de que qualquer volume extra vem da bolsa em si e não pertence à gente. Acompanhar as formas da bolsa (mais arredondadas ou mais angulares e retonas; mais estruturadas ou mais molinhas) com as formas que a gente tem (nos olhos, nos traços do rosto, na silhueta) e com as formas do que usa também rende efeitos variados: quando tudo se acompanha a gente reforça mensagens, quando tem contraste a gente equilibra mensagens. Formas mais moles/mais arredondadas = mais delicadeza, mais fluidez, mais acessibilidade, sensação de pessoa mais extrovertida e despojada; formas mais duras/mais angulares e retas = mais rigidez, mas distância, mais autoridade, mais discrição.
Sabendo disso tudo — e tendo clareza de quem a gente é e do que a gente quer! — o exercício de pensar, escolher e coordenar vira pretexto pra gente experimentar mais e mais. Ninguém (esperto) perde oportunidade nenhuma de se divertir com moda quando se usa conhecimento a favor de expectativa própria, sem precisar ter medo! <3
PERNOCAS DE FORA NO FRIO E NO CALOR
A gente ama bermudas e incentiva super no uso rotineiro das nossas clientes. Porque é super versátil (pode ser formal e informal!), porque é mega confortável (não limita movimentos!) e porque pode dar ilusão de mais magrinha: se a gente tá acima do peso mas tá com as pernocas em dia – tornozelos finos e tals – então a bermuda só mostra a parte mais fininha da perna, pra valorizar! E por mais que a bermuda acabe no meio da perna, se a barra fica bem no meio dos joelhos ou um pouquinho acima, a sensação de perna alongada tá garantida. Quando a bermuda tem barra mais longa, cobrindo o joelho, mas é feita em cor bege ou cáqui – parecida com a cor da pele – a gente tem percebido na prática que o comprimento ruim não achata tanto a silhueta!

Do mesmo jeito que em calças o caimento mais elegante é o que segue a silhueta sem grudar, é super importante também pra bermudas que haja essa folga de tecido na voltinha do bumbum pra evitar um visual muito marcado e chamativo (até desconfortável, néam?). Vale alongar ainda mais com coordenações monocromáticas e em tom-sobre-tom, e vale coordenar bermuda e camisa com as mesmas tonalidades, ou bermuda e sapato na mesmo idéia – tudo claro ou tudo escuro já ajuda super! Ajuda super, também, usar sapatos com gáspea baixa – de preferência sem tirinhas contrastantes em volta dos tornozelos. Aliás, como bermuda é peça mais informal do que formal, a gente acha mais bacana usar sem salto, com anabelas e plataformas delicadas ou com saltos médios e mais grossos… no máximo. Que né, bermuda e escarpin com saltão super fino pode ficar muito ‘anos 90′ e a gente não quer ser demodé (rá!).

E aí, conhecendo efeitos legais da bermuda na nossa silhueta, é só coordenar os efeitos ‘desejados’. Pensa que bermuda meio equivale a saia, pra ficar mais fácil! Se a bermuda é tipo alfaiataria, em tecido plano e bacana, ela vai pro trabalho combinada com camisas, tricôs finos, paletozinhos (sem precisar fazer conjuntinho tipo terninho de bermuda!). Pra completar, sapatilhas finas, peep toes com saltinhos ou anabelas elegantes. Usada junto com camiseta pólo, com batinhas de malha e sandália rasteira, a bermuda é top pedida pra fins de semana. E com tops de brilhos, transparências, decotón e sandálias finas com saltos médios, a bermuda vai linda pra balada. A gente super curte.
EXTRA: nossa fórmula pra fazer bermudas renderem look bom também no frio! :)
VEM CHEGANDO O VERÃO
No verão, na praia, quem mais aparece é o corpão – bem mais que qualquer micro pedacinho de lycra que a gente use (pra tentar disfarçar os milkshakes do ano todo!). A gente sabe que relação tipo de biquíni x corpo é guiada pela auto-estima e pelo carinho que a gente tem pelo próprio corpo: pensa na mulherada do RJ, sortida de silhuetas usando os menores biquininhos do mundo! Mas tudo bem, mesmo tendo pouco pano (!!!) pra ajudar, tem coisas que – na teoria – prometem não só ter efeitos ótimos na silhueta, mas também confortam o coração de quem experimenta. :) Então vamos lá:
Quem tem quadril maior e peitinho pequeno pode escolher partes de cima mais chamativas que partes de baixo, com pregas, recortes, estampas, cores mais vivas e mais claras e todo tipo de detalhe, tipo bordados, babados, aplicações e brilhinhos – e vale cortininha, frente única e tomara que caia. As partes de baixo podem ser mais discretas, em cores neutras, sóbrias e mais opacas. A calcinha pode ter a lateral mais espessa e pode até ter faixinhas pra amarrar – mas as faixas não podem ser tão finas que cortem a lateral do corpo e formem uma explosão de carninha extra em cima e embaixo do laço.
Quem tem peitão e quadril menor pode fazer tudo ao contrário: partes de baixo mais chamativas e com mais detalhes e cores e formas, e partes de cima mais calmas. Atenção para as alças, que podem ser mais largas pra sustentar melhor os seios – ao mesmo tempo, atenção para marquinhas que restrinjam determinados decotes (que marca de biquíni aparecendo é bem bem beeem deselegante, viu?). O bojo do top tem que cobrir/acomodar com conforto os seios, sem apertar demais ou deixar gordurinhas sobrando dos lados (de fora) do bojo. E pra essas, os modelos meia-taça e frente-única são os mais certeiros.
E em maiôs, o ideal é que a cava não seja tão alta que o modelo pareça vindo direto dos anos 80, tipo asa-delta. Também não precisa ser tão baixa que o maiô pareça um macaquinho: na medida do possível (e do digno!), quando mais alta a cava for, mais longa a perna parece. Direções de larguras e alças e decotes funcionam como as dos biquínis.
A Oficina de Estilo conversou sobre isso daí no programa Vamos Combinar da Mariana Weickert no GNT há alguns dias, ó que orgulho! O vídeo tá aqui em cima e o que foi editado na versão televisionada mas tá aqui (por que é o mais importante!!!) é o seguinte: roupa nenhuma – muito menos biquíni! – faz a gente perder quilos, ou ganhar centímetros em altura, ou qualquer modificação real do tipo; roupa faz a gente se enxergar com mais amor. Tem que se curtir, se permitir e desencanar um tanto de padrões e exigências irreais – pra dar espaço pra curtição e pra disposição de viver a melhor vida que a gente pode… especialmente na praia!
Mais: quem sabe tudo tudo tudo de biquíni bom, pra mil silhuetas diferentes, é Gustavo Sarti – aquele moço do Biombo da Moda do Gugu (rá!). A gente fica passada com a “mágica” dele. De verdade!
ONDE FICA O PESO VISUAL?
A gente não usa, no nosso trabalho como personal stylists, essas nomenclaturas classificatórias de tipos físicos. Sabe isso de “corpo pêra”, “corpo ampulheta”, etc etc etc? A gente acha difícil a humanidade inteira se enquadrar em cinco ou seis tipos de corpo – sendo que a gente é quebra-cabeça de características, né? Pode ter uma pêra mais cheinha ou mais magrinha, pode ter um triângulo invertido com perna mais longa ou mais curta… mil variações, alô diversidade!
De uns anos pra cá, com a experiência, a gente foi se adaptando à idéia de ‘peso visual’ na silhueta. Independente das formas que a gente tem, sempre dá pra definir – em qualquer silhueta! – um espaço que chama mais atenção, que parece ocupar mais espaço, que dá essa sensação de peso. Pode ser que esse peso visual esteja na parte de cima ou na parte de baixo da silhueta (ou no meio, pra quem tem barriguinha que teima em ser saliente!). Bom é que esse peso não tem a ver com peso de quilos (ufa!), mas sim com espaços. E é se estudando em frente ao espelho que a gente confirma onde está o peso visual da cada silhueta – e a partir dessa identificação/confirmação é que a gente tem direção objetiva do que escolher e do que usar pra equilibrar e harmonizar a aparência.

De frente pro espelho, com postura bem bonitinha e reta, a gente compara distâncias entre os ombros, a largura da cintura e a largura do quadril. Não tem nada a ver com medidas, esquece a fita métrica. Vale usar um cadarço ou uma fita de cetim como auxílio. Importante é ver, em relação à cintura, que medida é mais extensa. E pronto: o espaço maior é exatamente onde o peso visual da silhueta está. Quem tem quadril, bumbum e cozinhas fartas geralmente tem ombros sequinhos, peitinho pequenino = peso visual na parte de baixo. E o contrário geralmente é válido: quem tem peitão, ombrão, pescoço curto e mais largo, geralmente tem quadril retinho, pouco bumbum, pernocas mais finas = peso visual na parte de cima.
Vem daí a nossa teoria Robin Hood para equilibrar silhuetas (lembra?): observar, no próprio tipo físico, o que tem sobrando e o que tem faltando – e então encher os pobres de elementos visuais (estampas, recortes, drapeados, bolsos, transparências, texturas, etc) e tirar tudo que for possível dos ricos (e deixar tudo mais liso, mais neutro, menos chamativo). Vale clicar pra entender direitinho que a teoria Robin Hood funciona MESMO, viu. Também a partir da identificação do peso visual na silhueta a gente consegue mirar bem certeiro na idéia de “desarredondar”, de suavizar o que é maior e mais pesado visualmente no próprio corpo. E sabendo como a gente é, o que a gente tem de mais legal e menos legal, é que a gente faz render nossas idéias de moda com a nossa cara, pra nossa vida, alcançando os nossos próprios objetivos. Isso sim é ser inteligente em estilo!
10 RAZÕES PRA EXPERIMENTAR COLETES LONGOS
#10. Colete é peça emagrecedora de qualquer jeito, mas esse efeito é potencializado com o comprimento longuinho: o vão que se forma ao longo do tronco, na vertical (quando a gente usa o colete abertinho) alonga super e afina qualquer silhueta.
#9. Super versátil, pode rolar no fim de semana com bermudinha jeans e camiseta; na balada sobre vestidinhos e no trabalho com calças e camisas.
#8. Favorece geral: quem tem peitão pode escolher modelos mais amplos embaixo, com volume, pregas, pontas e bolsos; quem tem quadrilzão pode procurar lapelas imponentes, golonas e até capuz!

#7. É terceira peça que não faz calor se o look é todo leve – ao mesmo tempo pode acompanhar tricôs e cashmeres se for o caso de aquecer.
#6. Colete longo é peça atualizadora de look: os desfiles mais recentes de lá de fora do BR mostraram mil versões (todas essas que ilustram o post foram desfiladas em NY), o que é um sinal de que a gente ainda vai demorar pra enjoar!
#5. Tá fácil de achar, por conta da variação de materiais em que pode ser confeccionado (tem de lã, de tricô, de tecido plano, de alfaiataria, de malha e mais). Tá fácil até de customizar, tirando mangas de uma capinha antiga ou encomendando uma versão-crochê-artesanal pras amigas prendadas.
#4. Acintura a silhueta de todo jeito: colete sempre aproxima todo o look da silhueta e dá pra acinturar com cintinho por dentro ou mesmo por fora, como a gente faz com cardigans.
#3. Acrescentar colete longo no look é super mega chance de exercitar coordenação de proporções diferentes com barras de saias e shorts e bermudas, com alturas de blusas (por dentro e por fora do cós da parte de baixo!), com comprimentos de mangas, com volumes nos ombros e tals.
#2. Colete também é possibilidade de acrescentar interessância em forma de cor textura padronagem estampa e materiais originais – não tem como vestir essa peça e não incrementar o visual, né?
#1. Peça soltinha e aberta que é, o colete longo vira quase tela em branco pra gente pintar com acessórios: pode usar colar por cima ou mesmo por dentro, vale prender broches na lapela, se esfriar vale emoldurar o decote com pashmina, pode deixar cair lenços ao longo do vão…!
DESCULPA PRA USAR TRENCH-COAT
Ter chuva todo dia na cidade em que se mora (alô SP) tem lá suas vantagens – descupa boa pra compor looks com trench-coats sem parecer glamourosa demais, fora de lugar demais. E que quantidade de variações do trench que a gente vê hoje nas vitrines! Vale fazer looks de verão mesmo, de calor, usando o trench como terceira peça – nem que seja só pra chegar e depois pra ir embora (charminho feelings). Vale também usar comprimentos curtinhos por baixo da capinha, lembrando de coordenar alturas de dentro e de fora com pouca diferença entre elas: o casaco fica uns 4 ou 5 dedinhos acima ou abaixo da barra do que se usa por dentro. Vale trench coat mais curtinho, ou com mangas 3/4 (ou puxadinhas pra cima!), vale encontrar golas diferentes e mais. Função que equilibra o fator-glamourizante da peça: liberdade pra usar como se fosse super natural (e não é?). ;-)

CANTINHO DA BLUSA SEGURO NO CHARME
As barras das blusas se alongaram há algumas temporadas, e às vezes a gente usa um truque quase-quase bobo pra manter proporções no lugar e ainda criar ilusão de cintura em quem usa. Tamos prendendo um cantinho das blusas por dentro das calças e shorts das nossas clientes, porque assim a barra sobe, o restinho que cai cria um movimento com essa linha assimétrica que se forma, e o fofinho do blusê acaba afinando a parte da blusa que fica logo acima – a da cintura!

Pra quem se mexe super muito durante o dia e tem aflição de ficar toda hora prendendo de novo esse cantinho de blusa, a sacada é prender a blusa com um broche. Por fora mesmo, mas disfarçadinho por baixo do excesso de tecido que cai sobre o cós da calça/bermuda/short. Funciona mesmo, fica um charminho e vale experimentar! Diretamente da central Oficina-Tabajara de truques de estilo pra vida real! :)
O SAPATO PESADO DE CADA UMA
Pensa assim: a gente pode ser pequenina, com ossinhos finos e formas delicadas; pode ser grande com bração e pernona e estrutura maior de corpo; e pode ficar entre uma medida e outra, com tudo mediano (altura, formas, peso, etc). Se olha no espelho e pensa se você é mais Sandy, ou mais Cláudia Raia, ou entre elas duas. Daí pensa que os tamanhos de tudo que você escolhe pode ser proporcional à você mesma – tem um tamanho grande pra cada uma, um pequeno pra cada uma e até um médio pra cada uma, em proporção harmoniosa com quem a gente é.

((todos esses sapatos pesados aqui são da coleção da arezzo pro próximo verão, ó quanta coisa legal!))
Assim é com os sapatos pesados dessa temporada (e da próxima também, tá). Super atualizadores de looks, os modelos menos delicados fazem diferença em qualquer look, e mesmo sendo mais pesados que todos os outros que a gente já usou antes (na vida toda!) eles podem ser pesados pra gente, proporcionalmente. Os elementos que conferem peso a um sapato são salto (super grosso ou menos grosso), frente (arredondada ou quadradona), formato (mais grandão ou mediano), plataformas e anabelas (mais grosseiras ou mais delicadas – todas pesadas de qualquer jeito!), materiais de que são feitos, tiras (médias ou super espessas), metais, fivelas, cores (escuronas ou mais neutras e quase-quase alegres).
Esses elementos podem ser combinados e coordenados tanto entre si como com o que a gente usa, pra que o look esteja 100% em equilíbrio com quem a silhueta de quem usa. Tipo plataforma pesadona mas com couro claro, anabema de corda ou cortiça com tiras bem grossas, escarpin de frente delicada mas com salto pesadão.. sabe como? Tem que prestar atenção em tamanho (do sapato e da gente mesma!), forma e materiais, daí não tem erro.
CASACOS LONGOS E ALTURAS DE BARRAS
Quando a gente usa casaco sobre calça, o comprimento precisa ser legal pra altura que a gente tem: quanto mais curtinho, mais alta a gente parece. Pros casacos longos vale toda e qualquer barra acima do joelho pro efeito alongador funcionar. Mas quando a gente usa casaco com vestido ou saia ou bermuda ou short, a coisa muda de figura. Além de estar boa pra altura que a gente tem, a barra do casaco tem que estar coordenada – em proporções! – com a barra da parte de baixo do look. Legal é que as duas barras não sejam iguaizinhas, tipo saia e casaco terminando na mesma altura, mas que haja uma diferencinha pra mais ou pra menos entre uma e outra.

Vale casaco mais longo e vestido (ou afins) mais curtinho, vale saia mais longuinha que o (mais…)
transparências pra (quase) tudo e pra todas
Então essa Oficina tá super embarcando na onda “mulherzinhas maduras” que a moda tá propondo. A gente quer estar com tudo no lugar, bem arrumadinhas, e quer estar mais elegante que antes – sem deixar de ser confortável e sem ser muito formal. Quer estar bem bonitona com a idade que a gente tem, nem mais (rígidas demais, fechadas demais), nem menos (fofuchas demais, rodadas demais). E a gente quer parecer inteligente e bem sucedida mas sem deixar de ser feminina: junto com a cintura marcada, as transparências super ajudam a gente a alcançar essa imagem.

Que pele sempre tem associação com sensualidade, né? Então se a gente mostra “a pele certa”, do jeito certo (velado!), a sensualidade vira delicadeza, feminilidade! E não precisa guardar pra baladinhas ou pra festonas, tem jeito de acrescentar transparências no que a gente usa todo dia, pra tudo (e o retorno em elogios é garantido, viu, amigas?). Tecidos tipo malhas super mega finas e tricolines leves já criam efeito de transparência; tricôs de tramas mais abertas, que a gente precisa usar com top por baixo, também. Tecidos vazados, tipo bordados mais abertos e laises (a gente adoooora!), também mostram pele de um jeitinho super bom. Transparência pro dia-a-dia precisa ser localizada – tipo nos ombros, nas barras, nas mangas, no colo ou nas costas – e precisa não ser óbvia demais, sabe como?
Se a peça for toda transparente, tipo uma camiseta inteira feita de laise, a gente aconselha usar sempre (SEMPRE) com camisetinha por baixo, cobrindo a barriga. Pras nossas clientes não rola usar top curtinho e nem só o sutiã, porque a gente entende que se é pra ser localizado, tem que ser localizado na parte menor – sem deixar a barriga todinha de fora, néam?!?? A regra da barriga coberta vale pra tudo, mas vale especialmente pro ambiente profissional (qualquer ambiente profissional). E a gente também prefere uma coisa de cada vez, então ou é justo ou é transparente: transparência em peça soltinha é garantia de elegância!

E aí é só escolher onde usar a transparência e ser feliz: se o quadril é maior, então a transparência fica na parte de cima. Se a cintura podia ser mais fina, a barra da camiseta pode ter uma faixa de tecido transparente aplicada. Se é pra desviar atenção do peitinho (ão), então a saia pode ter barra transparente, ou pode ser de tecido transparente com um forro bem legal por baixo. Vale (quase) tudo pra brincar de mostrar e esconder, bem mulherzinhas.










