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CARDIGAN SOBRE CARDIGAN
Tava bem friozinho enquanto eu tava em Portugal, tipo 10 graus todo dia. E aí que eu prestei bem atenção no look protegido das lisboetas e concluí que faz MUITA diferença conviver com frio desde que se nasce – e não só 40 dias por ano como a gente aqui no BR (o que elas usam no frio vai render todo um outro post, pra já já). Das coisas mais legais que elas dominam por conta dessa convivência (amigável, diga-se de passagem!) com o frio são as sobreposições: as meninas de Lisboa usam casaco sobre casaco, cardigan sobre cardigan!

Como a gente tem menos inverno – e um inverno menos friorento que o europeu – mais legal é tentar exercitar essas sobreposições com peças leves. Pra isso cardigans são ideais! Premissa pra dar certo é escolher cardigans diferentes em textura, em trama, em peso visual e em proporção/comprimento. Tipo uma trama mais abertinha e outra mais fechada; um cardigan mais pesado e estruturado e outro mais levinho, molenga; um mais comprido e outro curtinho, um com mangas 3/4 e outro com mangas compridas… assim, sabe?
Daí vale perder o preconceito, pensar em coordenações incríveis de cores e partir pro exercício. Vale tentar:
*cardigan fechado, usado como blusa, com outro soltinho por cima
*cardigan mais curtinho por baixo e cardigan mais longo por cima
*dois cardigans com a mesma altura de barra e mesmo caimento, mas com tramas diferentes e arrumados de modo que mangas e abas (onde ficam os botõezinhos e casas) apareçam separadamente
*cardigan mais longo bem fino por baixo e um outro mais curto e espesso/estruturado por cima
*cardigan fechado com cintinho e outro cardigan solto usado por cima
* dois cardigans sobrepostos e os dois presos por cintinho fino, abertos mesmo
*cardigan como cardigan e cardigan como cachecol/lenço
*cardigan transpassado (usado por dentro ou por fora da parte de baixo do look!) como cache-coeur e um outro cardigan solto aberto por cima
*cardigan (fechado ou aberto!) por baixo e cardigan como bolero usado por cima
Sendo os tricôs sempre maleáveis e finos, não tem tanto acréscimo de volume na silhueta – e quem quiser equilibrar proporções pode escolher cores claras e escuras pra compensar larguras! As meninas do blog Academic Chic experimentaram na semana passada e fizeram umas fotos bem ilustrativas – essa que estão aqui no post. Aqui embaixo ainda tem uma galeria com mais sugestões de passarela – eu vou tentar, bem inspirada nas mocinhas elegantes de Lisboa! E quando o frio chegar a gnte faz post de casacos mais pesados sobre outros casacos! <3
SAIA CURTINHA, BLUSA MAIS LONGA
Coisa mais atual é usar sainha/shortinho de comprimento mais curto com blusa compridinha por cima, né? Nada mais natural depois de uma longa temporada de sainhas de cintura alta usadas com regatinhas por dentro – alô ciclos da moda! É a vingança das moças de peito e de ombros: se a onda da cintura alta favorece quem quer disfarçar quadril, essa é a vez de quem quer disfarçar o volume da parte de cima da silhueta. Partes de cima lisas, retinhas, soltas na silhueta e mais longas dão sensação de tronco mais afinado – e sainhas com camadas, babados, texturas e estampas usadas por baixo, balançando só uma barra por baixo da blusa, chamam atenção pra pernocas em dia e equilibram o volume do quadril visualmente. Quem tem peitinho médio ou pequeño (mesmo com ombrão) pode até arriscar um cintinho sobre a blusa, na altura da cintura mesmo, só pra dar um charme. Uma graça, não?

A coisa dos comprimentos subindo tem tudo a ver com os sapatos que as vitrines têm oferecido pra gente, cada vez mais pesados, com gáspeas mais altas, cobrindo bem o peito do pé. Sapatos assim acabam encurtando as pernocas de quem usa – os comprimentos subindo, então, ajudam super a equilibrar proporções e alturas. E aí, quanto mais o sapato cobre o pezinho, mais curtinho o comprimento da saia pode ser (e mais longuinho o da blusa). O contrário tá super valendo: saias com comprimento mais perto do joelho vão funcionar melhor com blusas menos longas e com sapatinhos mais leves, mais abertos. O importante em qualquer caso é não deixar o look com dois blocos de tamanhos iguaizinhos (saia e blusa ocupando o mesmíssimo espaço na silhueta) – sempre um desses pedaços precisa aparecer mais que o outro, essa é a sacada inteligente das proporções!
quando a calça cenoura dá errado

Quase todos os segredos de se “domar” um tipo físico rebelde tão na relação de medidas de ombros e de quadril. Jennifer Hudson tem ombros mais largos que o quadril, então, na teoria, o look que ela usa na foto faz o contrário do que deveria fazer pela silhueta dela. Olha só: a cor viva sempre chama mais atenção – e faz parecer maior – do que cor escura/neutra. Se o vermelho tivesse na parte de baixo e o preto na parte de cima a combinação das peças já melhorava um tanto! Mais: se a parte de cima cobrisse mais os bracinhos, tivesse um decote (mínimo que fosse, só pra gente ver o pescoço dela), se fosse um pouco mais próxima da silhueta (principalmente na altura da cintura) e se não fosse blousée, s enão ficasse fofa assim e caísse mais solta sobre o cós da calça, daí tudo melhorava mesmo.
A calça cenoura, por si só, repete o formato Y do corpitcho de Jennifer Hudson (que a gente AMA by the way). A modelagem afunilada embaixo, NA TEORIA, não dá tão certo pra quem tem ombrão peitão troncão barriguinha pouca cintura e afins. Se a gente quer “equilibrar” o formato da nossa silhueta na hora de escolher o que vestir, o primeiro caminho é usar roupas que complementem esse formato, sabe? No caso de Jennifer Hudson a parte de baixo tinha que ser mais aberta, mais solta e mais chamativa que a parte de cima – que devia ser um nada, bem neutro e vaorizando o que ela tem de mais magro nessa área (pescoço, colo, parte fina do braço). E a gente tem mil elementos pra manipular na hora de montar o look: forma, tecido, cor, recortes e pregas, acessórios… né? É só se estudar e mandar ver. ;-)
ombros marcados, mas de mulherzinhas ;-)
Tendência boa é tendência fácil de aparecer na rua – e da gente fazer em casa, certo? Melhor ainda quando a tendência é a melhor amiga dos nossos corpitchos: é o caso dos ombros marcados (de verdade!) dessa temporada. Tá aparecendo em desfiles há tempos, nessa temporada ainda mais (as fotos daqui são todas desses últimos desfiles), Carine Roitfeld e Costanza Pascolato já tão usando na vida real (clica pra ver as duas!)… significa que a gente já pode usar também!

A Cathy Horyn, power jornalista de moda do NY Times, acha que os ombros marcados têm a ver com a crise, porque remetem às modelagens que a mulherada usou na década de 40, tempo também de crise e de muito trabalho. Lembra que a gente contou nesse post (clica!) que a Lílian Pacce explicou a relação entre ombros marcados e força de trabalho (feminina)?!?? Faz super sentido, não?

Tendo ou não a ver – até porque esses ombros também podem ser bem “oitentinha”! – ombro marcado é atual pra se usar e é sempre elegante. E toda vez que a gente chama atenção pra parte de cima da silhueta, a cintura afina (visualmente) e o quadril fica beeeem em segundo plano, o que pra maioria da mulherada aqui no BR é ótemo. Na vida real, a tendência tá fácil de usar porque não há necessidade de se encher de ombreiras ou estruturas mirabolantes pra alcançar o look – e nem é essa a idéia da idéia (rá!). Os ombros marcados de agora são sutis, delicados, têm formas moldadas quase sempre apenas nas costuras das peças e no caimento do próprio tecido. Vale franzidos, vale super golonas, vale transparências e mais: com o calor, vale deixar os ombros de fora pra re-fazer a tendência, com decotes assimétricos, tiras largas de frente0única, tomara que caia e super colares.
E pode rolar em casacos, em camisas de botão, em camisetas levinhas e nas alças de vestidos salopetes. E dá pra usar com peças bem femininas, como calças que afunilam e saias retas (ou não!) e shortinhos e bermudas soltinhas, que se os ombros marcados dão sensação de força a gente ameniza com outros elementos pra continuar bem mulherziha, né?!?? Nessa direção também vale equilibrar a mensagem com materiais e cores: ombros marcados em tecidos leves e fluidos, com cores suaves e mais calrinhas, são super sofisticados! Quer fazer?!??
sobre (novos) comprimentos e proporções
Nessa temporada a gente viu novos comprimentos e proporções nas passarelas daqui do SPFW, e até comentou na ocasião do desfile da Osklen. Agora a gente tá vendo esses comprimentos se repetirem na semana de moda de NY e também na vida real, nas lojas em que a gente tem ido com clientas (fim de liquidação é tudo, Brasil). Acontece que os comprimentos de bermudas e saias subiram (às vezes bem pouquinho!) e as barras de blusas e camisetas desceram, pra compensar. É assim: quando a barra da parte de baixo sobe, a barra da parte de cima pode descer – e o contrário também vale, com barra da parte de baixo descendo e barra da parte de cima subindo. A gente usa as linhas da virilha e do ossinho do quadril como referência (mas não é regra, é direção só).

E a gente parou pra pensar que essas proporções podem estar acontecendo assim por conta dos “novos sapatos” que a moda quer que a gente use. De temporadas pra cá os sapatos têm gáspea mais alta e quase sempre cobrem (mointo) o peito dos pés, tipo botinhas ou super assndalhados, não é mesmo? Pois quanto mais os pés são cobertos, mais curtas e grossas as pernas ficam – barras mais curtas deixam mais pele à mostra e ajuda a alongar. Não faz sentido?!?? E por conta dessas alturas diferentes a gente pode brincar com sobreposições e cores e texturas: vale coordenar jaquetas e cardigans em comprimentos diferentes pra criar mais pontos de atenção no look – clica pra lembrar desse post sobre porporções em que a gente mostrou um monte de referências! O mais importante de tudo é não deixar o look com dois blocos iguazinhos, em tamanhos equivalentes. Sempre uma parte do look (a de cima ou a de baixo) precisa aparecer mais, ocupar mais espaço na silhueta. E pronto!
A gente fez um videozito-tudo pro blog Combina com Você, pra mostrar na prática – e no provador! – como essas alturas “novas” funcionam. Clica pra ver que tá super explicadinho, de verdade. E a Cristi tá gravidíssima na tela, precisa ver. ;-)
e as leggings?
Parece que legging é um assunto polêmico, tem gente que ama, tem gente que odeia, mas quase ninguém é indiferente. Gostando ou não, a gente tem que admitir que elas apareceram bastante nos desfiles nacionais e internacionais. Tanto que sempre são tema de dúvidas por email ou redes sociais!!!
As leggings que a gente vê nas passarelas não eram modelos basiquinhos, não!!! Tem metalizada, colorida e vazada, de couro justésima, de paetê, de tachinhas… Isso não quer dizer que a gente vai usar esse tipo de legging na vida real, mas mostra como os estilistas dão importância pra peça, chamam atenção pra ela.

Na vida real a gente acredita que tem dois jeitinhos de usar legging: como se ela substituisse a meia-calça opaca em dias mais frio e como calça, mesmo – o mais importante, nos dois casos, é que ela seja mais compridinha chegando pelo menos no tornozelo (e tem essas que cobrem o peito do pé que são mais lindas ainda). Como elas cobrem nossas perninhas, são perfeitas pra usar com os sapatos mais fechados que vão fazer nossos pés no inverno, principalmente se a cor da calça e do sapato forem em tons bem próximos. E tem que tomar um super cuidado pra sempre coordenar a legging com partes de cima que sejam mais longuinhas, não pode marcar bumbum (muito menos marcar a virilha), né!?!
Eu pretendo usar legging como se fosse meia-calça e sobrepor vestidos um pouco mais curtos, que não ficariam tão bons se eu usasse sozinhos. Também dá pra usar com saias ou shorts mais curtos!!! E vou experimentar também coordenar com sapatos que cubram a barra da legging (pode ser botinha ou sapato tipo mocassim), sem deixar nenhum pedacinho de perna aparecendo.
Já a Fê está doida pra usar como calça!!! Ela vai coordenar a legging com partes de cima mais longas, tipo camiseta longuinha, tunica ou maxi-cardigan. Ela também prefere modelos que tenham a comprimento que cubra o tornozelo, chegando bem pertinho do sapato. Vai ficar bem fofo com sapatos tipo oxford e até com teninhos.

Brincar de proporções – top mais longo por baixo de uma jaquetinha mais curta, por exemplo – deixa a legging com uma cara bem atual, sabia!?! E quanto mais próximas forem as cores da calça e da parte de cima, mais longa (e fina) parece a silhueta.
Gente, não tem jeito!!! Legging acaba engrossando a coxa, mesmo. Quanto mais opaca, mais gordinha a perna fica. Então, pra quem já é mais cheinha nessa região, o ideal é experimentar e se olhar no espelho munida de auto-crítica. Se achar que rolou é só sair por aí sem medo de ser feliz!!!
ombros e braços na moda: força e poder!
Um dia, numa aula (tempos atrás), a Cris ouviu a Lílian Pacce contar uma estorinha. Diz que ela entrevistou Alber Elbaz, estilista à frente da maison Lanvin (em Paris), e que ela perguntou a ele porque ele tinha trabalhado tanto os ombros das peças da coleção dele (na época). Ele respondeu que na verdade não tinha trabalhado ombros, e sim braços: porque ombros marcados comunicam ‘poder’ e braços trabalhados (em mangas!) comunicam ‘força’. E completou explicando que, na década de 80, a moda super marcou/trabalhou os ombros femininos pra que as mulheres “se equiparassem” aos homens no mercado de trabalho, poderosas em igualdade. Faz super sentido, que ombros marcados (com ombreiras e tudo) moldam uma silhueta em formato de “triângulo invertido”, com parte de cima mais larga que a parte de baixo (do quadril) – e essa silhueta é considerada a ideal pros meninos (tecnicamente), sabia?!??

essas mangas apareceram no desfile de armani privé, na alta-costura
E aí que, depois que as mulheres “já se equipararam” aos homens, faz super sentido a moda comunicar ‘força’, pra que todo mundo dê conta de tudo que assumiu junto com essa igualdade – FAZ SUPER SENTIDO, NÃO FAZ? A gente lembrou dessa estória vendo as fotos da alta-costura (que tá acontecendo agora, tem tudo no style.com!) – e tem mangas trabalhadas sim, mas também tem muito ombro… o que a gente acha?!?? O que todo mundo acha?!??
AJUDA PRA OFICINA: falando em Lílian Pacce, diz que a gente apareceu no GNT Fashion dessa semana, explicando o que é a calça cenoura e ainda contando como usar. A gente não viu ainda, mas tem reprise – alguém consegue gravar e disponibilizar a gente no YouTube, pra por no blog?!?? Hein, alguém ajuda?!??
jeito oficina de usar: botinhas e gáspea alta
Depois do SPFW a gente sempre fica um pouco pensativa, tentando entender algumas tendências, tentando aplicar umas e já experimentando outras. Muitas vezes caimentos ou peças que até então a gente enxergava de uma maneira passam a fazer parte do repertório das nossas clientes, das nossas leitoras e de nós mesmas. É o caso da botinha de cano curto e dos sápatos de gáspea alta que a gente viu em quase todos os desfiles.
Quem acompanha a gente aqui no blog já deve ter lido um milhão de vezes nossas explicações das vantagens maravilhosas do sápato com gáspea baixa: gáspea é a parte da frente e de cima do sapato (que cobre nossos dedinhos e peito do pé) e quanto mais baixa é a gáspea (mais peito do pé aparece) mais longa fica a nossa perna (visualmente). Ou seja gáspea alta e botinhas que terminam no tornozelo acabam encurtando – e consequentemente engrossando – as nossas pernocas e silhueta. Nada, nada bom, né, gente!?!
Teve gaspea alta na Maria Bonita, no Herchcovitch e na Huis Clos
Mas acontece é que depois que a gente vê repetidas vezes botinhas lindas e sapatos com gáspea alta em coordenações incríveis, a gente fica com a maior vontade de usar. Não tem regrinha que segure!!! É aí que entra a nossa palavra favorita no mundo: COMPENSAR. Tudo (ou quase tudo) tem como compensar, não é ótimo!?!
Botinhas liiiiiindas nos desfiles da Maria Garcia, do Reinaldo Lourenco, da Priscila Darolt, da Animale (sexy) e da Simone Nunes
Então pra compensar o “efeito encurtador” das botinhas ou da gáspea alta o segredo é criar coordenações monocromáticas – nossa segunda palavra favorita! – que a gente pode conseguir com meia-calça opaca ou legging (calma, a gente ainda vai falar só de legging, tá!?!) em cor bem próxima à cor do sapato. Ajuda também se o calçado tiver um saltinho, que salto de cara já alonga a silhueta ou se o sapato for de um tom proximo ao tom da nossa pele. E se a gáspea sobe, pra sobrar mais perna, o comprimento também sobe: shorts, saias, bermudas, vestidos, tudo fica um pouco mais curto. Sempre com bom senso, amigas!!!
mini mini mini saias
A Marie Rucki, quando veio ao Brasil pela primeira vez, disse que a última grande invenção da moda foi a mini-saia. E disse mais: o About Fashion registrou que ela disse que a peça, nos anos 60, provocou uma profunda mudança comportamental. Ela falou de mudança de comportamento na sociedade inteira, coisa grande, mas pra usar mini-saia precisa ter um comportamento especial até hoje (rá!), que o comprimento mini limita um pouco os movimentos e demanda atenção na hora de sentar, de cruzar perninhas, de cuidar de crianças e de cachorros – tipo pra abaixar, levantar, pegar no colo… não é? Mini-saia nem sempre é super confortável, mas é peça clássica no guarda-roupa de mulherzinhas descoladas.

Descoladas e bem seguras, que pra usar mini-saia não só tem que ter pernocas em dia, mas tem que carregar. A gente acha que fica bem mais bonito em quem tem pernas magrinhas – quem é magrinha também pode saber que mini-saia super valoriza quadril e bumbum. Por ser curtinha e deixar um pedação de perna à mostra, a mini-saia alonga visualmente a perna e por consequência a silhueta. Por outro lado, a barra costuma ficar bem na parte mais grossa das coxas, então a gente tem sensação de perna inteira mais grossa. Tem que equilibrar, ver o que é mais importante e aí escolher o comprimento ideal. Que pra valorizar nossos pontos fortes vale tudo: pode ser que o comprimento mini ideal pra uma moça seja diferente do ideal de outra. Tipo pra gente aqui: Fê e Cris, quando usam saias ou vestidos que fiquem uns cinco dedos acima do joelho, já tão de mini! =)

E se a mini-saia já é super mulherzinha, super curtinha e “provocativa”, é legal coordenar com peças mais informais, mais leves, confortáveis e bem soltinhas. Fica uma graça com sapatilhas, com sandálias rasteiras elegantes e anabelas delicadas (a gente não curte tanto com saltão!). Cardigans, casaquinhos e jaquetas amplas complementam mointo bem. Mini-saia e paletós ajustados são um super fundamento da ‘tendencita’ masculino-feminino e, pra esse inverno, ainda tem as minis com cintura mais alta! Essas ficam bem bacanas com regatas, com lenços e cardigans amarradinhos perto do pescoço e com camisetas legais, de mangas curtinhas ou mesmo as com mangas 3/4. E no invernão, se você usar com meia calça e sapato fechado, pode ser que você fique a cara de uma dessas fashionistas aqui em cima – tudo, né?!??

A gente já tinha feito um post de mini-saias tempos atrás (lembra?), mas ele su-miu. E aí a gente resolveu voltar a falar por conta da quantidade de looks fofos com mini-saia que a gnete tme visto! Pra terminar: lembra que a pernoca já tá de fora, então é melhor mostrar uma coisa de cada vez – guarda o decotón pra outra hora e arrasa, cat!










