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CONSELHOS DE MR. LOUBOUTIN (ADAPTADOS!)
Christian Louboutin (que a gente fala “Lubutãn”) é top designer de sapatos – foi ele quem coloriu as solas das suas criações de vermelho, e por causa dele solas vermelhas hoje são super sinônimo de luxo (pra gente os sapatos dele são mais sinônimo de qualidade, preços estratosféricos e muuuita sofisticação!). Pois o Louboutin em si conta nesse vídeo quais os sapatos que ele considera essenciais pra toda mulher, tipo “tem que ter” válido pra todo mundo. Ele acha que todo mundo tem que ter um escarpin, um peep toe e um sapato em tom nude, bem da mesmíssima cor da pele de quem usa. Faz sentido!

Faz sentido mas a gente acha que essa é uma idéia geral, pronta pra ser “customizada” e adaptada pra realidades diferentes. A equivalência super tá valendo: todo mundo pode mesmo ter um sapato fechado, um sapato meio aberto (especialmente em terra tropical!) e um sapato da exata cor da pele. Mas né, cada uma escolhe, nessas categorias, o que tiver mais a ver com quem se é! Tipo um modelo preferido em versão fechada, outro modelo preferido em versão aberta e um terceiro na versão “que desaparece e que assim alonga super as pernas” (palavras de mr. Louboutin!). Vale sapatilha, sandalinha, anabela, assandalhado, rasteira, botinha, até tênis se esse for o caso!
E ainda cabe escolher com cores neutras ou coloridas, com texturas ou couros diferentes, em tons de pele metalizados – tudo depende de quem a gente é, do que a gente tem no armário e da vida que a gente leva. Assim ninguém fica restriton e ainda tem essa fórmula de super abrangência funcionando no guarda-roupa! E o vídeo ainda vale pela simpatia do sapateiro, né? <3
LINKS PRA ANIMAR O FIM DE SEMANA
Elas viajam e a gente viaja junto: todo um time de blogueiras tá em NY ao mesmo tempo – todas atualizando seus endereços de internê com mil novidades consumistas. Clica pra acompanhar as aventuras de Dia de Beauté, Garotas Estúpidas, Ana Paula Pedras e Chata de Galocha – e pra lembrar de como foi a estada da Thereza do Fashionismo no ano passado!
O filme e o clique valem a pena (e a musiquita é fooofa!!!): assisti essa semana Na Natureza Selvagem só porque vi esse mini-editorial com colagem e música, tudo junto, no UgaUgaGuga.
Coisas que a gente nem se dá conta mas que fazem parte da nossa vida de todo dia em frente ao espelho: lista com as dez criações que mudaram os rumos da moda, no site da Veja (via Favoritos).
Se for isso mesmo a gente já pode mandar fazer camiseta de torcida: Ugly Betty pode ganhar uma versão longa-metragem pros cinemas, vê no Tá na Vitrine! Mais: post super fofo por conta do último capítulo da série, feito pela Thais Losso. ;-)
O texto mais bonito que há sobre a morte do Alexander McQueen (e o que a gente pode conscientizar pra se deixar mais leve, especialmente em relação à moda) tá no Dus Infernus.
Um dos blogs de estilo pessoal mais legais daqui do Brasil mudou de endereço: atualiza nos seus favoritos o endereço do antigo Les Choses que J’aime que agora é Fashion Gone Wild.
Quando uma coisa começa a aparecer muito falta pouco pra gente querer usar, né? Tem uma tag ‘chapéu’ aqui no blog e a gente contou dessa onda de cabecinhas cobertas no blog da Triton. Mais: teve post sobre chapéus de feltro, fofíssimos, no Porcinas.
“AS PESSOAS NÃO MUDAM, AMADURECEM!”
Ouvi essa frase ontem num almoço com uma amiga de muito, muito tempo. É claro que a gente estava falando sobre relacionamentos, mas isso se aplica muito a moda e principalmente a estilo pessoal.
Tenho pensado muito sobre isso desde o desfile do Marc Jacobs, agora na semana de moda de NY. Porque achei a coleção linda, super, super refinada, mas o tempo todo me trouxe a lembrança da grunge que ele criou na década de 90 (na época que trabalhava pra marca Perry Ellis, sabe!?!). Era como se a adolescente que curtia ouvir Nirvana há quase 20 anos atrás fosse hoje uma profissional super bem sucedida, muito elegante (e rica!), mas que ainda preza pelos elementos transgressores e confortáveis em suas roupas!
Hoje as estampas quase não existem ou são discretíssimas, as cores são neutras, os tecidos sofisticados e tem muito brilho, muita pele, bolsas poderosas. Mas as sobreposições ainda estão lá, assim como o caimento oversized, o tricô grosso, as peças mais longas e soltas, o xadrez, as meionas, o desleixo (não no mau sentido), o conforto… o espírito! Ela não mudou, apenas amadureceu!!!
E é assim que eu acredito que a nossa relação com o nosso guarda-roupa deve evoluir. O que é mais importante pra gente, aquilo que a gente mais gosta, que tem a nossa cara, isso não precisa mudar. Mas a gente vai amadurecendo de acordo com o nosso trabalho, o lugar onde vive, a idade, as amizades que faz, os programas que escolhe, o que descobre na terapia. Não dá pra ser a mesma pra sempre, mas a gente é sempre a gente!!!!!!!!
SABIDINHAS NO CARNAVAL EM MIL LINKS
Texto que passeia pela trajetória profissional de Alexander McQueen, traçando paralelo da sua moda com a sua personalidade – um super tributo e uma aula importante de moda contemporânea, no C’est Sissi Bon.
Blogs de estilo pessoal são sempre inspiração – senão pelos looks em si, pela motivação de gente como a gente, da busca do sentido no vestir do dia-a-dia (e do sorriso em frente ao espelho). Do grupo dos nossos favoritos daqui do Brasil é o Les Choses que J’aime, conhece?
Post sobre o trabalho da Lina Bo Bardi, arquiteta-musa do último desfile da Maria Bonita. As imagens viram um exercício de interpretação de referências em estilo – super possível da gente fazer todo dia, no próprio armário! No Moda Pra Ler.
Já sabe da estória da escola de sambra que tem enredo fashionista? Tem colaborações estreladas e croquis e tudo mais – num post super bom! – no The Clash.

Maquiagem carnavalesca não precisa ser de fantasia – pode ser aquela loucurinha a mais que a gente aproveita pra fazer só nos dias de folia, como bem ensina o post do Fashionismo.
Amo textos pessoais quando eles sao desculpa pra transbordar informação de moda! Esse é o caso do post que conta a estória da fantasia de colombina da Márcia do Bainha de Fita Crepe. Beijos, Fê!
Mais de carnaval: seleçao afiada e fofíssima de looks de carnaval pra quem vai pro bloco, pro clube, pro sambódromo e mais!!! No Santa Rendeira.
Mais um blog de moda masculina pra gente acrescentar aos favoritos: só eu não saibia que o Eduardo Viveiros, que trabalha no Chic da Gloria Kalil, também abastece o Neo Macho? Bjs, Fê.
É carnaval mas ninguém tá à toa não, Amaury. Tá aqui um ranking de marcas de luxo na internet – e ler essa pesquisa faz a gente pensar no que gosta e no que não gosta na presença virtual dessas marcas, né? No Último Grito.
TOQUES PESSOAIS
OK! A gente já exercitou o auto-conhecimento, já se livrou do que não servia, já planejou os gastos, já investiu em básicos, já entedeu o que faltava, já demonstrou o carinho que tem… agora chegou a hora de se divertir!!!
Pra se ter um guarda-roupa dos sonhos ele tem que ter a NOSSA cara!!! Fundamental, né!?! Então agora é hora de investir em peças que fazem a gente feliz, aquela que é perfeita pra gente, que não dá pra viver sem. Pode ser um sapato colorido, um colar enorme, uma saia estampada, um casaco super pesado, um vestido sexy, uma bolsa em um material exótico… Pode ser qualquer coisa, mas tem que dar vida aos básicos e tem que fazer a gente sorrir em frente ao espelho quando veste.
São pequenos luxos que fazem com que nosso armário seja mais interessante, com que nosso look seja único e com que nosso estilo seja percebido. E o mais divertido de tudo é que é muito fácil reconhecer “a-tal-peça”. É aquela que se você não compra, depois que volta pra casa não consegue vestir mais nada sem pensar que ela seria perfeita coordenada ali. Não é alguma coisa que a gente precise, mas alguma coisa que a gente queira muito! E não tem investimento mais certeiro do que fazer uma loucurinha de vez em quando, viu!?!
EVOLUÇÃO DE ESTILO E PORQUES
Acontece com nossas clientes de consultoria: dois, três anos depois de trabalharem com a gente elas (quase todas) ligam de volta. Não por dependência ou porque viraram outra pessoa, mas porque todo mundo evolui e o que a gente usa muda junto com a gente. Precisa mudar pra acompanhar. Acontece com clientes e esse ano aconteceu comigo! Eu passei 2009 pensando em como me “reinventar”, como encontrar de novo o guarda-roupa perfeito, dessa vez pra quem eu sou hoje. Até entender que ninguém se reinventa – a gente aperfeiçoa e evolui. Como gente e como “usadora de moda”.
(Com clientes é TÃO mais fácil do que com a gente!)
Perguntar ‘porque’ ajuda um tanto. Porque eu gosto mais dessa blusa do que daquela outra? Porque eu prefiro esse caimento e não um outro? Porque essa coordenação de cores não funciona pra mim? As respostas dessas perguntas dão palavras-chave pra gente identificar e entender o próprio estilo. As minhas sempre se repetiam: conforto, criatividade, feminilidade, brasilidade, praticidade e mais. Essas coisas estão na nossa essência, fazem parte de quem a (mais…)
ROUPA DE CONHECER A FAMÍLIA DO NAMORADO!
Todo mundo já passou ou ainda vai passar por essa – e se é parte da vida, pode ser mais legal se a gente se prepara. Não porque o que a gente veste é a parte mais importante de se “conhecer os pais” de quem a gente curte e tals, mas porque o que a gente veste influi diretamente na segurança/confiança que a gente sente. Conhecer a família do namorado precisa ser uma delícia, super natural, mas pode ser quase-quase como uma entrevista de trabalho – sendo que você vai ser “avaliada” por um ‘emprego’ que já é seu (haha!). Tem expectativa em mão dupla: o que vão achar da gente e o que a gente quer que achem. São aqueles primeiros (e cruciais) cinco minutos, né, em que a gente vai deixar claro como a gente é NA VIDA – daquele momento em diante!

Pensa que não é ocasião pra usar roupa de trabalhar, mas também não é balada ‘sozinha com o namorado’ (tu-do menos usar roupa escandalosa nessa hora, hein gente) – nem ‘fim de semana desarrumada’. É alguma coisa entre todas essas outras que não tem dresscode definido, mas tem um elemento que comunica além da roupa: o conforto. Na hora de conhecer a família o conforto que a roupa proporciona pode querer dizer, também, que (mais…)
ACESSÓRIO PERMANENTE
A gente tem relação afetiva com o que usa. Tem aquela blusa usada numa festa incrível, tem o look comprado especialmente pra apresentação de um projeto importante no trabalho, tem o pingente de coração que se pendura no colar quando o amor está no ar (!!!). Tudo que a gente usa carrega história, lembrança de momentos de gente de sensações e mais. Como a noiva que não consegue se desfazer do vestido, mesmo que ele nunca mais seja usado – a sensação linda de casar com quem se ama parece nunca ir embora se a lembrança estiver ali, materializada no armário, sabe como? Assim também é (ou pode ser) com tatuagens.

Se a gente se apega à pequenas coisas da vida, então, nada mais natural que querer se apegar um pouco mais quando coisas grandes acontecem. Se apaixonar pode render um pingente de coração no colar – se apaixonar infinitamente pode render um acessório permanente… em forma de tatuagem! Se a gente (mais…)
“LEITURA DE IMAGENS” COM TAYLOR E MARIAH
Nos dois clipes desse post a gente consegue separar “bem” de “mal” através de cores. Nos dois tem mocinha e vilã interpretada por uma mesma cantora, dos dois jeitos diferenciada pelo tom do cabelo. Adivinha? A boa é sempre loira e a má é sempre morenona. O que faz a gente pensar em claro e escuro como valores antagônicos – e esquecer que, pra tudo na vida, vale pensar mais do que só em cores. Já clica aqui embaixo pra ir ouvindo musiquinha e “vem comeego”, como diz a Katylene.
A gente assoscia, nos dois clipes, cabelo loiro (claro) com bem e cabelo castanho (escuro) com “mal”. É percepção de cor clara como mais doce, mais calma, mais delicada, mais frágil até; e de cor escura como mais rígida, mais fechada, mais forte. Mas né, esse impacto é causado por um elemento só: a cor. E tudo no mundo (roupa, casa, carro, caderno, acessório, arte) tem mais do que só cor! Tem forma, superfície, detalhes e mais. Isso tudo é o que “dá a leitura” das características de qualquer coisa pra gente, e o conjunto de características dessa ‘coisa’ é o que faz a gente identificar estilo. Pensa num look: o que diz pra gente um pouquinho de quem tá usando aquelas peças não é só a cor do visual, mas também de que formas ele é composto, de que maneira foi coordenado, que tipo de detalhes tem, como são as superfícies.
E aí, pensa só: forma pode ser arredondada ou mais reta; detalhes podem ser suaves ou pontudos, angulares; superfícies podem ser lisas e gostosas de passar a mão ou ásperas e estruturadas; tecidos podem cair molinhos ou podem ser super duros… e cada elemento diz alguma coisa sobre o todo. E o todo a gente “lê” juntando todas essas informações, agrupando características, percebendo mais ou menos quantidades de um ou outro significado. Meio que entendendo peça por peça de um quebra-cabeça pra que a imagem pronta, montadinha, faça mais sentido!
SCOTT SCHUMAN, EU NÃO CONCORDO!!!
O Scott Schuman disse no seu livro algo mais ou menos assim: “a gente costuma achar que pra se ter um super estilo pessoal a gente tem que saber muito bem quem a gente é e no que a gente acredita. Eu discordo. Acredito que ter um certo conflito sobre a própria personalidade acaba levando pra expressões ainda mais interessantes. É por isso que os jovens, mesmo os jovens de alma, são aqueles que mais inspiram e mais ousam na moda. Eles ainda estão buscando sua identidade: “eu sou roqueira?”, “eu sou esportiva?”, “ou um pouco de cada?”. Essas contadições acabam gerando os looks mais interessantes”.
E eu discordo do Scott, sabia!?! Acho importantíssimo pra se vestir com personalidade a gente saber quem a gente é, saber do que a gente gosta, saber quais são as nossas escolhas. Isso dá segurança e quem é seguro se permite experimentar mais. Mas acredito também que o único jeito da gente descobrir quem a gente é e do que a gente gosta é tentando e errando e acertando. E é nessas tentativas que a gente se permite ousar e brincar e daí pode render, sim, ótimos looks. (mais…)
















