Arquivos de Posts
Você procurou pela tag "fast fashion"
LINKS DE FIM DE SEMANA
• Diz que grandes marcas tipo Dolce & Gabbana, Chanel e Armani vão vender tamanhos de gordinhas na Saks Fifith Avenue – se antes as peças dessas marcas só iam até o número 44, agora eles tão prometendo disponibilizar até o 52! No Trend Tips, ó.
• Dois editoriais pra se ver na internê: um com o Ken-marido-da-Barbie como modelo (!!!) e outro tratando de chamar atenção pro super vazamento de óleo no (golfo do) México – os dois tão no Tá Usando.

• Pra ajudar a cuidar do planeta – no sentido da sustentabilidade – é mais negócio investir em qualidade e em produtos “de luxo” do que gastar dindin em lojonas de fast-fashion tipo Zara e afins. Bom pra gente aprender porque no Verdinho Básico.
• Riqueza das arábias chamando atenção no mundo da moda: tem no Alfinetes de Morango post sobre mulheres poderosas gastando todo seu dindin na Harrods – que agora pertence ao marido da “Jackie O. muçulmana”; e tem no Acho Chique post com as “gêmeas Olsen das Arábias”, duas meninas bem bacanas!
• Entrevista super super ótima com o crítico de perfumes do NY Times, que ensina que não existe de verdade separação entre fragrância de menino e de menina, conta dos melhores pontos do corpo pra gente usar o perfume e ainda ensina como um perfume pode ser “avaliado”! Demais de legal, no blog de moda do Estadão.
• Textinho animado que conta dos desfiles de antigamente, com modelos que pareciam mais felizes entrando em dupla ou em tripla e dando aqueles pivôs incríííveis! No Não Sou Sofisticada.
SOBRE O FAST FASHION EM NY
Nem tem como ir pra NY e não conhecer de pertinho a H&M e a Top Shop, visto que tem uma dessas em cada esquina de qualquer lugar. É barato sim, tem muita variedade e informação da moda mesmo. Mas é muuuito mais legal nas imagens que a gente vê pela internet do que na vida real, viu. Fora que tudo tem um preço nessa vida: é tudo baratinho mas tem filas quilométricas pra provar (ahãm, tem super poucos provadores!) e pra pagar também. A minha experiência pessoal não foi das mais legais e eu voltei achando que de fast fashion a gente tá bem melhor com o Bom Retiro viu.

Na H&M eu achei que era tudo mais caretinha, até querendo parecer com moda de brechó, sabe como? Tudo mais contido e pouquíssimas peças com valores maiores que cem doletas. Na Top Shop tinha mais coisa legal com brilhos e tachas e afins, mas (eu achei) tudo super caro para fast fashion (eu gostei de peças que custavam 190 e 200 doletas). As duas lojas têm partes bem bacanas de acessórios bijus bolsinhas tiaras e lenços, mas as filas me desanimaram. (mais…)
REINALDO LOURENÇO PRA C&A: NA VIDA REAL
Fui na loja ver a coleção do Reinaldo Lourenço pra C&A, depois dos comentários feitos no twitter e do post do blog A casa está cheia de flores. E só tive surpresa boa: quase tudo é feito em material bacana e natural, 100% algodão – e são essas as peças que têm os melhores acabamentos, além de aparência um pouquinho mais sofisticada. A numeração vai longe, nas blusas até o GG e nas calças e saias até o 48: achei bem democrática. E os botões de tudo vêm assinados com o nome do estilista-estrelado, e as araras são identificáveis de longe por conta dos cabides cor-de-rosa e – fofura das fofuras! – os cabides vêm pra casa com quem compra, de brinde-souvenir.

Eu discordei do povo do twitter – que na maioria achou tudo bem “com cara de C&A”- porque achei que todos os detalhes de cada peça têm a cara do Reinaldo Lourenço (mais…)
ROUPA BARATA… NA VOGUE!
Sinal (bom!) dos tempos: a gente tem motivo especial pra comprar a Vogue BR de junho – um amigo querido assina seu primeiro editorial nessa revista e já já a gente conta a estória toda num próximo post. Fora esse editorial e a capa super linda, a revista ainda tem uma matéria bem boa, com quatro looks coordenados com peças da C&A, da Riachuelo, da Renner e da Marisa!
A revista parece ter tema meio étnico, mas nunca parece étnico demais porque os looks fotografados são usáveis mesmo. Nessa matéria de hi-lo, de looks com preços equilibrados, o étnico aparece desdobrado em quatro temas (achei super legal): África pop, apache urbana, selva global e glam tribal. Bem a cara da Vogue, mas uma cara mais simpática – de verdade. (mais…)











