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LOOK PRA SE DESPEDIR DE 2011
Imagina que look de reveillón pode ser como uma tela branca pra ilustrar com uma mini-retrospectiva de “vontades” do ano que tá terminando – ou uma oportunidade pra colorir a mesma tela com outras vontades, essas pro ano que vem. Dos dois jeitos o look de virada tá atualizado: vale se despedir de umas inspirações e vale apostar em outras, né? As nossas favoritas de 2011 (de sempre!) são as daqui de baixo. E nos comentários a gente pode fazer nossas apostas: quais delas a gente ainda vai ter vontade de usar em DOIS MIL E DOCE?!??

Brilho informal
Se o brilho dá idéia de “arrumadinho demais”, legal é coordenar opostos: paétes esse ano foram super usados em peças de modelagem larguinha e confortável, com jeans, com malhas, em camisetas e mais. A gente aposta pro reveillón e pra 2012 (doce!) todinho.
Outros metais no lugar de tachas
Quem é roqueira de alma não vai abandonar as tachas nunca (<3), mas quem aderiu à tendencinha pode ter vontade de atualizar a coisa dos metais no look com correntes, fivelas, pulseiras e até tiras metálicas de sandálias em volta do tornozelo. Legal é coordenar todo metal – tanto em tachas quanto em correntes – com sedinhas, saias femininas, formas delicadas e mais. Que o elemento metálico deixa qualquer look de menininha com mais cara de mulher do que de princesa, sabe como?
Sandálias e sapatos mais fechados
Tudo que se calçou esse ano foi mais pesado que antes – mas nem por isso menos delicado. Esses pisantes (haha) cobrem o pé mas não o sufocam: tem recorte, tem decote, tem amarração e mais elementos vazados pra se ter pele à mostra. Por isso cabem também no calor! E a gente também aposta.
Super-colarzão
2011 foi bem o ano do colar hein! Se tempos atrás a gente tava ensaiando carregar toda informação de moda do mundo no pescoço, esse ano geral perdeu o receio e dá-lhe foco perto do rosto, no alto – super bom! A gente amou os dois jeitos de preencher o colo – tanto com corretinhas finas usadas juntas quanto com maxi-colares emoldurando o decote. Será que continua?
Drapeados e formas
Vale saia tulipa, vale mangas importantes, ombros marcados, shortinho tipo bubble (pra quem pode néam), decotes assimétricos e mais. Drapeados e formas inteligentes, além do basicão de sempre, são tão aposta aqui que ainda vai ter post tipo “como usar” – que a gente já tem esperteza fashion suficiente pra escolher mais refinadamente as formas com que quer complementar/equilibrar as nossas silhuetas, né? Já já.
Cabelo preso como acessório
Essa vale pra vida: se o look tá simples demais, se precisa incrementar ou acrescentar formalidade… dá-lhe cabelo preso! Junto com uma maquiagem bacana pode dar mais cara de festa do que o look em si, né? (Mais de cabelos aqui e aqui ó!)
E daà pensa assim: a tela branca pode ser tudo de branco que a gente já tem no armário. Ou pode ser aquele achado baratinho garimpado nos “Bons Retiros locais” das férias de onde a gente tá (rá!). DaÃ, acrescentando essas sacadas, o look tá devidamente incrementado, atualizado, antenado… pronto pra liberar quem veste pra só se preocupar em comemorar! ;-)
NO LUGAR DAS PASHMINAS
Quando o look de festa é pego de surpresa por um ventinho frio, a gente ensina to-das as clientes a pensarem além das pashminas e das echarpes-conjuntinho. O que protege do frio não precisa ser só funcional, mas pode também ter informação e acrescentar interessância ao look – nem que seja através de exemplo bom, de fazer todo mundo em volta pensar que é possÃvel variar! Sarah Jessica Parker acrescentou paletó ao vestidón dela, e podia também ter usado jaquetinha de couro, casaqueto de lã tipo chanel, blazer de veludo (!!!), até jaqueta jeans dependendo da ocasião. Favorito na Oficina é o cardigan, que quando feito em materiais finos-finÃssimos e de qualidade, vão lindos à s festas mais elegantes – e aquecem mais que qualquer outro complemento. Vale cardigan feito com misturas de algodão e seda, mohair, cashmere, angorá e merino.

Não que pashminas e echarpes não cumpram o papel, mas TODO MUNDO já usa e né, esse jeitinho de carregar caÃdo nas costas preso nos braços é meio de tia, não? Outros complementos dão chance da gente incrementar o vestido com formas, materiais, transparências (por que não né?), cor, textura e até bordados, se for o caso. Também dão chance da gente manipular mensagens: um vestidón super tradicional pode ganhar cara nova com jaqueta de couro, ou modelo feito de tecido estruturado fica menos rÃgido com casaco de veludo… sabe?
Legal que o cardigan seja mais próximo do corpo e que as proporções sejam escolhidas de acordo com o que se usa no resto do look: vestido curto pode ser acompanhado de cardigam mais longuinho, vestido longo pode ter cardigan curtinho ou bem longão (tipo diva!) na coordenação. E as manguinhas podem estar puxadas até os cotovelos como a Sarah Jessica tá usando, pra ficar mais atual e pra continuar com a brincadeira das proporções. A gente aqui quer encorajar todo mundo a experimentar!
ORDEM DE PREOCUPAÇÃO NA COSTUREIRA
Época de Oscar é propÃcia pra escolher referências do que fazer com costureiras e (no nosso caso!) figurinistas, né. Vale fazer parte de cima de um vestido e parte de baixo de outro, vale mudar a manga, arrumar comprimento, aplicar bordados, abrir/fechar decotes e mais. A gente tem a referência e começa a pensar no tanto que vai arrasar na festa, mas tudo que rola antes é essencial pro sucesso do look!

A gente ensina isso pras clientes quando pensa um look junto assim, desde antes de “nascer”, e acha que vale dividir com geral – essa deveria ser a ordem obrigatória em que cada detalhe do look de festa é decidido:
TECIDO
Não adianta escolher o vestido mais glamouroso do mundo (e comprar brinco e pensar na maquiagem e escolher a bolsa e tals) se o tecido de que ele é feito não for bacana. O material que confecciona qualquer roupa de festa é o que determina (de-ter-mi-na) sofisticação – sabe vestidón com cara de loja de aluguel? Vale investir no melhor tecido, na fibra mais natural (alô sedas) ou na melhor sintética que puder (quanto mais mistura com fibras naturais, melhor). Essa é a base da elegância que qualquer festa de usar vestidón demanda da gente.
CAIMENTOS
Daà que uma coisa tá ligada à outra: o tecido tem que funcionar no caimento, o caimento tem que acontecer no tecido escolhido. Gordurinha de costas não precisa aparecer, meia-calça por baixo da roupa não precisa marcar, alça não precisa dividir a carne – sabe essas coisas?  É essa a hora de avaliar o próprio tipo fÃsico e pensar se o vestido pode ser mais soltinho embaixo ou em cima, se precisa de mangas, se tem decote, se marca a cintura (mais pra cima ou mais pra baixo), etc etc etc.
DETALHES
Só com material e forma definidos é que a gente começa a pensar nos detalhes extra do look-festa – na prática á tããão mais corriqueiro a gente começar por aÃ… e então o resultado não dar tão certo. Veja: se a gente já sabe de que o vestido é feito e como ele vai “cair” sobre a silhueta, fica fácil pensar em brilhos, bordados, drapeados, nesgas, amarrações, aplicações e mais.
ACESSÓRIOS
Acessório = complemento. Tá tudo pronto? Ok então pra pensar em brincos, colar, pulseiras, adereços de cabelo (tão legais e tão pouco usados não gente?), sandálias/sapatos e bolsinha. Toques finais pra uma preparação que pode garantir noites deliciosas, com energia, originalidade e elogios!
ROUPA DESDE A IDÉIA
Há algumas semanas a gente recebeu um convite pra uma festa com dresscode black-tie. Como quase todo mundo, a gente não tem no armário nada já pronto/preparado pra vestir numa ocasião em que o dresscode é quase de tapete vermelho – além de não ter tanto tempo (a gente se preocupou com o que vestir duas semanas antes da festa) e de não querer gastar dinheiro. A conta é assim: se a gente tem uma festona em black-tie pra ir só uma vez por ano (quando muito!), por que gastar com esse look mais do que a gente gasta com o que usa todo dia?

Aconteceu então da gente lembrar do Paulo Babboni, figurinista/modelista/costureiro/artista dos mais finos, com quem a gente trabalhou tempos atrás quando cuidou de uma cantora. O Paulo é como um carnavalesco: faz materiais super simples (e baratos!) parecerem o maior luxo que já se viu – caracterÃstica que tá ligada ao conhecimento de moda que ele tem (quanta referência!!!) e ao bom gosto ligado à sofisticação, ao que é refinado. Paulo sabe das coisas. Marcamos um café, mostramos referências do que a gente gostava, ele deu idéias, rascunhou modelos, a gente imaginou junto como seriam tecidos, acabamentos, que acessórios acompanhariam e então a ação começou.

Dois dias depois de trocar referências por desenhos e idéias, a gente foi junto com o Paulo até a rua 25 de Março procurar tecidos. A idéia da Cris era cor forte em tecido pesado e a minha era tecido leve em superfÃcie super brilhosa. Na mesma loja encontramos os dois: a Cris comprou um crepe super chique no azul que tinha imaginado desde o inÃcio dessa nossa brincadeira, eu encontrei uma musseline toda coberta de paétes num tom de dourado-marrom-claro – conselho do Paulo, que sabia o que deixaria o look mais arrumadão. Os tecidos foram embora com o nosso Jacques Laclair particular (!!!) e cinco dias depois lá foram as meninas da Oficina pra primeira prova de roupa. O Paulo entendeu de primeira e traduziu as nossas vontades em vestidos dos (nossos) sonhos: simples, originais, com a nossa cara e super “ricos”! E a gente já tava tão bacana!

Outra prova ainda foi feita, pra conferir os ajustes feitos na primeira prova. O cronograma foi bem assim: na segunda-feira a gente se encontrou, na quarta a gente foi comprar tecidos, na outra segunda a gente provou, na quinta a gente provou de novo e no sábado os vestidos tavam em casa. Numa caixa linda, com carinho e atenção exclusivamente dedicados a gente, desde a idéia no papel! Os dois vestidos juntos custaram uma fração do que custaria qualquer um pronto (no mesmo nÃvel de lindeza que os nossos) e olha, não tinha ninguém tão diferente e tão bacana quanto a gente na festa!!!
MANGAS LONGAS PRA BADALAR
Há algum tempo a gente tem visto vestidóns de festa com mangas longas – e tem curtido bastante. A sacada é que, mesmo em dias não tão frios, mangas longas em vestidos elegantes não pesam se não são confeccionados com tecidos pesados (quase nunca são, tecido de festa é sempre tão fino não gente?). O material de que o vestido-de-mangas-compridas não tem só a ver com calor – até porque qualquer modelo com mangas longas pode ser também curtinho e deixar pernocas frescas pra compensar! – mas tem também a ver com estilo. Quanto mais coberto o look, mais leves os tecidos que o compõem podem ser: tecido estruturado e pesado dá uma aparência mais dura ao look, de pouco maleável, de gente que provavelmente não vai querer dançar (haha). Vale pensar em mangas longas combinadas com saias soltas, com comprimentos curtinhos ou intermediários, com modelagens não super mega justas, com outros pedacinhos de pele à mostra: já que os braços ficam cobertos, costas e colo podem aparecer. Como se a manga fosse um complemento confortável, um acessório que estende o design do vestido pra além. DelÃcia ter tanta chance de variar, mesmo na roupa de balada né?

PRONTA (RAPIDINHO) PRA FESTA
Vestidinho + meia-calça todo mundo faz, legal é surpreender quando a gente recebe convite pra festinha ou pra uma balada depois do trabalho, né? Sendo confortável – visual bom de festa é o que a gente usa e nem lembra que tá usando (a não ser na hora do elogio!) -, com disposição pra exercitar criatividade e sem precisar de muito tempo (ou preparação), a gente consegue look fresco e celebrativo assim, ó:
• peças “luxuosas” usadas mesmo num contexto dia-a-dia fazem muita diferença: imagina usar uma camiseta de veludo com um shortinho de algodão, ou uma calça de seda lustrosa (mesmo saruel!) com a regata de sempre… tecidos de festa, em pequenas porções e usados junto com outros tecidos beeem mais informais, tiram qualquer look do lugar comum – e acrescentam adequação ao visual de festinha.

• “acessórios de casamento” contam também como essas peças feitas em tecidos luxuosos: pensa só que um brincão pode levantar um vestidinho mais neutro, uma micro-bolsinha em formato original pode fazer brilhar um macacão neutro, até sapatilhas e rasteiras forradas em tecido ou com pedraria podem passear o dia todo com a gente e emendar na balada à noite, né?
• a Diane Von Furstemberg (que sabe das coisas) dá duas dicas bem boas, anota aÃ:
dourado e prateado (metalizados né gente) SEMPRE rendem looks festivos
usar quase-nada de maquiagem no dia-a-dia faz com que qualquer esforço extra seja super representativo no quesito “estou arrumadinha”
• coordenar duas peças (camisa + saia, bermuda + regata, shortinho + casaqueto, calça curta + camiseta) tem sempre mais chance de render interessâncias do que usar peça única.
• atitude celebrativa conta pontos no visual como um todo: carregar a vibração do trabalho pra festa é tipo usar uma mochila Jansport no lugar da carteira chiquérrima que o look pede. Acessório essencial pra qualquer balada é um sorrisão animado. <3
TAPETE VERMELHO PRA SONHAR E EVOLUIR
Passarela de coleções de meia-estação entregam o que tá pronto pra usar; desfiles de pret-a-porter mostram o que vai ser desdobrado em araras de loja; coleções de alta-costura oferecem idéias e conceitos que quase ninguém pode ter literalmente (alô imaginação pra diluir essas idéias pra vida real!). Mas cinema e TV oferecem sonho e fantasia em forma de moda – ou pelo menos deveria ser assim. E quem tá no cinema ou na TV devia ser obrigada a entregar pra gente o inalcançável, o extraordinário, o que só quem é desse mundo de sonho pode usar. Ó que exemplo super ótimo o da January Jones aqui embaixo:
Então tapete vermelho de festona de cinema e de TV devia ser desfile de luxo de glamour de extravagância de muito tecido e de muita jóia – e não tem sido assim (oi, emmy awards). Porque né, madrinha de casamento todo mundo pode ser, mas ser estrela de cinema ou de TV é pra poucas/poquÃssimas- e por isso mesmo essas estrelas deveriam ter obrigação de usar looks dignos de transportar a gente pra muuuito além de vitrines de shopping. Tapete vermelho não é passarela, que oferece o que a gente pode ter no armário com facilidade, e estrela de cinema/TV tem que vestir SONHO pra levar a gente pra mais perto desse universo em que “tudo é possÃvel” – pra que a gente tenha, então, combustÃvel pra evoluir em estilo pessoal.
Se todo mundo faz/veste o fácil, a roda (da moda) pára de girar. Se não tem ninguém perto da gente – mesmo na TV! – pra ousar um pouquinho aqui e ali, fica mais e mais difÃcil da gente mesma sentir vontade de ultrapassar qualquer zona de conforto. Vale no macro e também no entorno: se a gente ousa no look, nem que seja um pouquinho, acaba incentivando mais gente a ousar também – e todo mundo vai ficando/se vestindo mais e mais ‘interessantemente’. Então a gente podia dar exemplo praas estrelas de cinema e de TV – que tão fraquinhas fraquinhas no quesito ousadia – e começar o trabalho daqui de baixo da pirâmide-hierárquica-fashion, não? Vamos todas? :)
BOLSINHAS ALTERNATIVAS E ELEGANTES!
Dois fatos: bolsa diz super da personalidade de quem usa e eventões elegantes não precisam de looks caretas (ou super-tradicionais-demais). Sabendo disso a gente não precisa, de jeito nenhum, deixar de ser original na hora de escolher de bolsinha de festa – é exatamente com esse pequenino detalhe que a gente pode acrescentar graça ao vestidón! Pra começar a conversa, ninguém precisa combinar a bolsinha com o vestido ou com o sapato que vai usar – nem na cor, nem no material, nem nos detalhes.

A moda tem ajudado a gente a deixar pra trás essa vontade de fazer conjuntinhos que, no fundo no fundo, todo mundo tem (ou já teve). A quantidade de materiais novos e super descolados com que as bolsinhas tem sido feitas é incrÃvel: tem bolsinha de metal, osso (!!!), madrepérola, tartaruga, cortiça, bambu e outras madeiras, couro de cobra, malha de metal, tecido bordado e paetizado, canutinhos e muito mais. Se a forma, a cor e a textura da bolsa acompanham bem o vestido e o sapato, pode mandar ver: o que comunica formalidade em qualquer bolsa (feita de qualquer material!) é o tamanho pequenino, o acabamento de qualidade e um fecho sofisticado. Se tem tudo isso, a bolsinha vai à festa – e se der dúvida, tem uma tabela de coordenação de materiais diferentes nesse post aqui!
A joalheira Camila Sarpi já fez bolsinha de madeira, a Glorinha Paranaguá fez de bambu, todos os brechós tem bolsinhas de tartaruga e malha de metal (e um milhão de outras, com preços bem dignos!), a Accessorize e a Arezzo tem bolsinhas diferentonas agora nas suas lojas e essas daqui do post tão disponÃveis pra comprar pela internet na OZ Store, da nossa amiga Juliana (que a gente conheceu num Encontrinho, sabia?).
E o mais legal desse post é que essa foi uma dúvida de verdade, que surgiu na última sessão de personal shopper online que a gente fez no canal de tuÃter do Shopping Cidade Jardim – dá pra acompanhar a pergunta e a resposta (tipo novela, haha!) aqui, aqui, aqui e aqui. Se alguém mais tem dúvida – de qualquer coisa relacionada a moda e estilo! – vale seguir/acompanhar o canal do shopping toda terça, das 11h à s 12h, quando a gente tá online conversando com todo mundo! :)
PERNOCAS COBERTAS EM FESTONAS
Todo convite pra festonas rende a dúvida de que vestido a gente vai usar, né? A gente esquece que dá pra usar calças em comemorações elegantes – tanto quanto em baladinhas e festas mais informais! – e que essa é sempre uma opção original. Só da gente fugir da primeira idéia a inteligência fashion já entra em cena pra elaborar o visual mais legal do mundo! Pois usar calças em festonas é super elegante e faz com que a gente se exercite visualmente na escolha dos elementos que acompanham a peça e que dão toda a ‘cara de festa’ ao look.

A fórmula funciona com compensações: se a calça é de festona, o que acompanha pode ser mais calmo; se a calça é mais calma, o que acompanha precisa ser super mega incrÃvel. Então vale escolher calça – ou outras peças pra acompanhar – em tecidos lustrosos (cetim, seda, tafetá, shantung), ou com aplicação de brilhos (lantejoulas, paétes, cristais elegantes), ou em veludo ou quaisquer materiais de super qualidade, luxuosos. Daà o que acompanha também precisa ser bem bom (qualidade faz TODA diferença em qualquer produção!) mas pode ser mais calmo, mais opaco, mais simples. Tipo calça de shantung e camisa alinhada, calça de veludo com um tricô finÃssimo. Ou tipo calça de lã (tipo de terninho) com blusa transparente em gazar ou musseline, calça de linho (bem sofisticada!) com camisa de seda. Sabe como?

E aà o que se escolhe pra “acessorizar” é também muito importante. Esperta é quem usa jóias ou brincos colares anéis broches pulseiras que se parecem super com jóias, com pedras que brilham e que imprimem refinamento (haha). Mais ainda quem sobe no saltão – festona é ocasião especial, né? -, usa bolsinha mini-micro-pequenina e dedica carinho especial ao cabelo e à maquiagem (que né, são super responsáveis pela “vibração festa” na produção). Com esse conjuntão de elementos formais-elegantes não tem como errar: calça + parte de cima + jóias (ou quase!) + cabelo + maquiagem equivalem a um longo – mas de um jeito muuuito mais original. O que não quer dizer que todo mundo precisa usar só calças a partir de agora, mas é legal ter possibilidade de variar (e surpreender), né? ;-)
((E ainda tem macacão, gente! Que por ser peça-única rende menos coordenações mas adianta a vida de quem usa. E sempre alonga a silhueta, já que quase nunca “quebra” o corpo em dois com mudança de tom na altura da cintura. Só não dá pra beber muita água que ir ao banheiro de macacão é uma dificuldade!!!))
CARDIGAN EM FESTINHAS (E FESTONAS!)
Nossas clientes to-das sabem que a gente é a favor de se usar cardigans no lugar de echarpes e pashminas, especialmente em festonas. Se fizer um ventinho frio, certeza de que todo mundo vai pensar na mesma solução: o vestido é lindo, manda fazer um pedação de pano da mesma cor e enrola nos braços. Ou saca aquela pashimina preta “que vai con tudo” e pronto. Mas gente, se proteger do frio pode também ser legal e cheio de informação – não precisa ser só funcional. Cardigans finos, feitos de fios de qualidade (misturas de lã e algodão e seda e mohair e cashmere e angorá e afins), são leves – à s vezes até transparentes – mas esquentam super. E acrescentam cor, textura, forma e até brilhinhos e bordados, se for o caso. Essa moça aà usou e arrasou (haha).

Legal que o cardigan seja mais próximo do corpo e que as proporções sejam escolhidas de acordo com o que se usa no resto do look: vestido curto pode ser acompanhado de cardigam mais longuinho, vestido longo pode ter cardigan curtinho ou bem longão (tipo diva!) na coordenação. E as manguinhas podem sempre ser puxadas até os cotovelos, pra ficar mais atual e pra continuar com a brincadeira das proporções. A gente aqui quer encorajar todo mundo a tentar na próxima festona!











