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PESCOÇO ELEGANTE E EMAGRECEDOR

A gente pode até pensar que o pescoço é um pedacinho muito pequenino de silhueta pra render alguma consciência na hora de montar um look – mas olha, é o pescoço que sustenta a parte mais importante de qualquer visual: o rosto de quem usa a roupa! E quando um pescoço parece curto ou largo (por natureza, por dna ou por decotes malígnos) o que acontece na sequência é a dona desse pescoço se olhando no espelho e se achando redonda, peituda, ombruda, corcunda e “cheia” demais, volumosa aqui em cima. Pescoço não alongado faz quem é magra parecer mais cheinha e quem já é cheinha (ou tem papinho) parecer maior do que é de verdade. Mas ó, tá fácil esticar visualmente!

Decotes com forma vertical, que alongam o colo como se o pescoço começassem lá embaixo perto dos peitinhos, acabam por liberar a área do papo e do queixo. Isso dá sensação instantânea de rosto mais fino – menos “obstruído” por excesso de pescoço, haha. Então funcionam super bem os decotes em V, decotes de camisas de botão (alô golinhas levantadas, super afinadoras de pescoço!) e decotes de blusas e vestidos transpassados. Quanto mais pele à mostra entre o rosto e o peito, mais longo e fino o pescoço parece – e mais sensação de leveza a silhueta tem, e mais carinha de feliz a gente ganha!

No frio é super eficaz (pra alongar/afinar o pescoço) trocar as golas altas por lenços e pashminas amarradas com folga, mais ou menos na altura da linha das saboneteiras – que podem ser desamarradas quando o frio não estiver tããão castigante. E pra compensar golinhas de camiseta pólo ou decotes redondinhos e mais fechados, vale usar colares longos (altura boa é a da linha das axilas!) e brincos de pingentes não volumosos e mais compridinhos. Pescoço alongado, além de super elegante, é emagrecedor instantâneeo. A consciência acontece nas sutilezas mas a diferença é grandiosa, viu!

Tags: , , , 26.10.2011 - 09:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 20 Comentários

Como escolher bem os óculos?

Se nós já temos um pouco de insegurança na hora de usar um acessório que pode ser simplesmente retirado durante o dia e que não fica bem no centro do nosso rosto, imagina quando temos que escolher óculos?

Talvez esse seja o acessório que precise de mais cuidado. Foi por isso que nós corremos para entrevistar Miguel Giannini: uma espécie de personal stylist super específico que ajuda as pessoas a escolherem os óculos que vão ficar mais harmônicos no rosto e no estilo de vida delas.

Como escolher um par de óculos?

Miguel contou que o fator mais importante na hora de escolher um modelo de óculos não é o formato do rosto, como se costuma imaginar, mas o nariz. O nariz é o que o consultor chama de “cavalete dos óculos” e de “centro de equilíbrio do rosto”. Quem tem nariz pequeno, por exemplo, deve evitar modelos com a ponte – aquela parte que liga das duas lentes – muito baixa, para não ficar com o rosto achatado.

Para o conjunto ficar proporcional, o ideal é pensar que um terço da face deve ficar acima dos óculos e dois terços abaixo dele. Sendo assim, um modelo como o aviador, por exemplo, não vai ficar tão legal em uma pessoa que tem testa grande e queixo super pequeno.

O segundo fator mais importante é a sobrancelha, que não deve ser anulada pela armação nem poluir o campo de visão. Tente escolher um modelo que abra o olhar, acompanhando o desenho da sobrancelha ou ficando abaixo dela. Se a pessoa já tem uma sobrancelha marcada, bem escura e grossa, é legal escolher uma armação mais limpa, que não deixe o rosto com excesso de informação.

A cor da pele também pode ser levada em consideração. Quanto mais clara, mais contraste você vai formar – e mais atenção irá chamar – caso escolha um modelo colorido. Isso não significa que uma pessoa branca não possa usar óculos em casco de tartaruga, por exemplo. Significa apenas que fazendo isso ela chamará bastante atenção para o rosto.

Nas fotos dá para reparar como o modelo da esquerda deixou a moça com um ar sisudo. A armação fica sobrando na lateral do rosto, fechando a expressão. A cor também faz com que os óculos fiquem em primeiro plano e o rosto dela em segundo. Já na foto do lado direito, os óculos integram a composição do rosto sem anular nenhuma de suas partes.

Utilitário bom é utilitário com informação de moda

Há quarenta anos, quando começou a trabalhar com óculos, Miguel percebeu que, se as pessoas precisavam daquele utilitário, seria melhor transformá-lo em informação de moda, em algo que acrescentasse valor ao rosto, do que passar o resto da vida tentando apagar os óculos, estratégia que quase nunca funciona.

Não existe regra porque não existe apenas um desejo

Assim como no exercício da profissão de personal stylist nós percebemos todo dia que não dá para trabalhar com apenas uma regra porque não existe apenas um desejo compartilhado por todos os clientes, Miguel também notou que no uso dos óculos não existe unanimidade.

Quando chegamos lá pensávamos, por exemplo, que ninguém iria querer um modelo que lhe deixasse mais velho. Acontece que muitos médicos e professores mais jovens procuram um consultor justamente em busca de uma armação que passe um ar de experiência!

Com quantos pares se faz um bom estoque de armações?

Ele ensinou que o ideal é que a pessoa que precisa usar óculos tenha ou um par de lentes de contato, um de óculos de sol e um de óculos de grau ou um par de sol e dois de grau. Ter essa variedade mínima ajuda bastante quem é dependente do grau e não quer ir para uma festa com a mesma cara que leva para a reunião de condomínio.

Celebridades de óculos

Miguel é o consultor ótico mais famoso de São Paulo. Ele já atendeu pessoas como Marta Suplicy, Jô Soares, Rita Lee, Regina Duarte, Ana Maria Braga, José Wilker e Tomie Ohtake. Para ele, as duas famosas mais competentes em escolher armações harmônicas e fazer dos óculos suas marcas são Sophia Loren e Nicole Kidman!

Tags: , , 25.03.2011 - 01:00 | Postado por juliana Categorias: na vida real 23 Comentários

BALANÇA MENINA, MENINA BALANÇA

Sabe qual é o acessório mais legal pra balada? Brincos grandes! Porque têm movimento, porque balançam enquanto a gente dança ou simplesmente dá uma gargalhada, porque deixam a gente mais feminina, porque chamam atenção pro nosso rosto!!!

brincao

E igual a tudo na vida, sempre tem o brinco grande certo pra gente. Primeira coisa é que o que é grande pra uma não é necessariamente o grande da outra. Tem gente que só de usar um brinco com uma pedrinha pendurada, que balance um pouquinho, já considera aquilo um brincão. Isso tem a ver com a nossa estatura (brincos maiores pra mulheres maiores, brincos menores pra mulheres menores), com o nossos traços (brincos maiores pra quem tem traços mais marcantes, brincos menores pra quem tem traços mais delicado) e com o estilo (brincos maiores pra quem é mais mudérna, brincos menores pra quem é mais romantiquinha). (mais…)

Tags: , , , , 31.07.2009 - 17:37 | Postado por Cristina Categorias: oficina + balada 15 Comentários