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PARECENDO MAIS VELHA, MAS NEM TANTO
Quando a gente está começando uma carreira, logo depois que saiu da faculdade ou quando ainda se tem vinte e pouquinhos anos, fica difÃcil conciliar nosso guarda-roupa pós adolescência com a seriedade que a gente quer transmitir no ambiente profissional. A gente quer parecer um pouco mais respeitável, mais velha, mas sem ficar com cara de velha, né!?!

Alguns elementos do nosso guarda-roupa transmitem mensagem de seriedade – são aquelas que tem uma cara mais clássica e que separadas podem parecer super caretas: paletós, camisas, cardigans, calças tipo alfaiataria, escarpins, pérolas, lenços… Daà que se a gente coordena essas peças mais “velhas” com elementos super joviais – jeans, comprimentos mais curtos, tênis, mochilas, camisetas – a mistura fica elegante, madura e adequada, mas ainda com aspecto de “vinte e poucos”.
Sabe o que também ajuda? Trocar as cores super coloridas por cores mais sóbrias (marinho, cinza, cáqui, vinho) e as malhas por tecido plano. Acessórios bem conservados e feitos em bons materiais também são importantes, porque tudo que agregar mais refinamento, mais sofisticação ao look acaba dando esse aspecto de mais madura a quem usa. É por isso que mais uma vez a terceira peça é uma salvadora!!!
E pra não passar do ponto o ideal é usar um ou dois elementos desse de cada vez, porque a gente até pode querer ficar parecendo mais velhas, mas nem tanto, né!?!
SEM DRIBLAR O DRESSCODE DE TRABALHO
Cliente da Oficina sempre aprende que no ambiente profissional o que mais tem que aparecer é o trabalho e não o look que a gente escolheu usar – mas né, a gente é menina e entende… todo mundo quer estar bonita o tempo todo, se curtindo pra trabalhar melhor! Não é porque ambiente de trabalho tem restrições (e tem mesmo né gente) que a gente não pode mostrar quem a gente é através do que escolhe vestir.
Super importante é pensar que não é só o código de vestir do ambiente de trabalho que conta, mas também quem passa pela nossa vida profissional – pessoas com outros dresscodes podem influenciar o nosso próprio código de vestir. E tem um jeitinho bom pra usar tudo que é da hora, tudo que faz brilhar o olho… tudo – ou quase tudo! – tem como desfilar com a gente, mesmo em escritório. Ó lá.

Pode trabalhar de calça curta?
No ambiente formal super pode calça curta feita de tecido plano refinado (tipo alfaiataria), com terceira peça e com dedinhos dos pés cobertos em sapatos fechados. No informal é só a calça não ser feita de jeans – pra não somar duas informalidades muito marcantes numa mesma peça, barra mais curta e o tecido mais usado do universo. Mas vale até em brim!
Pode usar tamanco de madeira, tipo clog, no trabalho?
Pode com tira que segura atrás dos tornozelos pra ninguém tirar a concentração dos colegas com o clec-clec-clec dos passos! Em dresscode formal é melhor usar com calça comprida e deixar só uma pontinha do tamanho à mostra (pra não forçar a barra né amigas). Em dresscode informal vale prestar atenção na questão da mobilidade: quem é professora de criança, fotógrafa ou arquiteta pode precisar de mais agilidade do que um tamancão duro desse oferece.
Calça de moletom (essa da moda) pode?
É tão novo que a gente também tá experimentando – na gente e nas clientes. No formal, por enquanto, a gente acha que não cabe. No informal, se durante o dia a gente não vai ter contato com gente que tem dresscode mais formal (tipo numa reunião, num encontro, num café), então pode! Aà vale compensar a informalidade da calça que até ontem era considerada pijama (haha) com elementos de formalidade no look: sapatilha e não tênis, camisas/blusas de tecido plano e não de malha, complementos/casaquinhos refinados, etc etc etc.
Pode brilho no trabalho?
No ambiente formal pode em micro pedacinhos do look – o brilho não pode é ser protagonista, sabe? Vale experimentar por baixo de paletó, num cinto, num lenço e tals. Tem que tomar cuidado pra não parecer que já foi pronta pra balada de depois do trabalho.
Sandália pode?
Pode se não tem tirinhas super hiper mega finas, que mostrem demais os pezinhos – essas a gente reserva pra festonas e baladas. Sandália profissinal precisa de tiras mais espessas, que escondam um pouco mais os pés. Formô?!??
Pode usar peças transparentes pra trabalhar?
Super pode nos ombros, nos braços no colo, sempre com sobreposição: com camiseta por baixo (de alças médias, melhores que as superfinas tipo rolotê) ou com paletó/jaqueta/cardigan por cima (especialmente pro ambiente formal de trabalho!).
Peças com tachinhas… pode?
A princÃpio não daria certo usar tacha no dresscode formal mas né, tem excessões tipo sapatilhas delicadas, detalhes em bolsas, tachinhas em peças femininas – funciona melhor se o que tem a tacha também é feminino/delicado/refinado pra compensar a idéia agressiva desses pontinhos de metal!
Todas essas questões foram angariadas direto dos comentários dos nossos posts e de emails que a gente rcebe (de leitoras e das nossas clientes também!). Daà a gente pode juntar umas tantas outras dúvidas nos comentários de agora pra fazer render esse post, quem sabe, com outros posts! O que acham? Valendoooo!
PRA QUEM DEVERIA TRABALHAR DE TERNO
Hoje em dia é bem mais difÃcil encontrar ambientes profissionais em que o terno/tailleur seja o uniforme do dia-a-dia. Mesmo escritórios de advocacia ou consultorias de mercado financeiro já estão afrouxando um pouco a rigidez do seu dresscode. É a informalização da moda, lembra!?! A gente chegou até a pensar em algumas sugestões bem bacanas pra quem deveria usar terno ou tailleur todo dia.
Como a gente é muito fã de guarda-roupa conciso e variado, que permita um milhão de coordenações diferentes com um pequeno número de peças, o nosso “terno” preferido é a combinação de calça (ou saia) + paletozinho (e suas variações) – sem ser conjunto: não precisa nem ser comprado junto!
Com essa fórmula dá pra gente ser bem mais criativa e usar nossa ‘inteligência modal’ na hora de montar o “uniforme”. Pra manter a elegância e a formalidade do conjunto as peças devem (mais…)











