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COORDENAÇÕES DE MATERIAIS DIFERENTES
Sabe quando tá muito frio e a gente quer sobrepôr tricô com tricô e o look não dá certo? Ou quando um colete de malha não fica muito bom quando a gente usa por cima de camiseta também de malha? Provavelmente isso acontece porque misturar materiais e superfÃcies diferentes sempre funciona mais, presta atenção! Blusa de algodão com cardigan de tricô, camisa de seda com paletó de veludo, bermuda de brim com camiseta de malha, vestidinho de laise com casaqueto de linho… Texturas diferentes, usadas juntas, fazem sucesso especialmente em looks monocromáticos - e a receita pra coordenar mais de uma textura é sempre ter uma textura claramente dominante na coordenação, com as outras aparecendo menos, de coadjuvantes. Tipo quando a gente coordena estampas com outras estampas (tem aqui umas fórmulas pra coordenar sem erro – e sem medo!). Mas a direção mais valiosa é não repetir as mesmas texturas em peças muito próximas, nem uma igual sobre outra. Tem que variar!

A gente já tava pensando nisso e quando era a hora de fazer o post, a gente olhou uma pra outra e os exemplos tavam na gente mesmo! A gente tava em reunião e a Cris tava de jeans, camiseta de algodão e laise e tricô com textura quadriculada – e ainda tinha um lenço-tudo-de-bom. Eu tava de saia de algodão espesso, camiseta de malha e tricô fino. Pra completar, a Cris tava de sandália com textura de couro de animal e eu tava de sapatilha de verniz, textura super lisa e brilhoooooosa. Era tudo super simples, mas tava bem legal por conta desses elementos – que contam pontos importantes em qualquer produção, mesmo nas informais! Vale se divertir com qualquer look, todo dia, né?!??
(((E esse é um post originalmente postado em 2008, gente! A gente resolveu, com o site novo, “repaginar” algumas das idéias que a gente mais exercita no dia-a-dia de trabalho com clientes pra não deixar nada esquecido lááá atrás nos nossos arquivos. Pelo menos uma, duas vezes por semana, a gente vai resgatar posts antiguinhos pra dar cara nova – e relembrar geral de como a gente pode se divertir com roupa sem fazer esforço ou gastar rios de dindin.)))
O QUE TEM POR DENTRO DA ROUPA?
Quase todo paletó é forrado, não é? E não só paletó, mas também casaquinhos e algumas saias e bermudas e calças e vestidos também. Esses forros têm função de ajudar a estruturar as modelagens das peças ou de proteger tecidos ou pele, dependendo do que tá sendo forrado – geralmente os forros têm superfÃcies lisas e escorregadias, pra ter sensação boa em contato com a pele ou pra não desgastar os tecidos usados em sobreposições, se esse for o caso (tipo em paletós). Os tecidos de forro quase sempre são sintéticos porque são super mega mais baratos, e por isso acabam tendo função térmica também (tecido sintético esquenta bem mais).
E daà que a gente aprendeu tempos atrás durante um trabalho que os materiais mais comuns pra se forrar (paletós, especialmente) são poliéster e acetato. Mas o legal vem agora: sabendo que tudo é sintético e sabendo dos prós-e-contras, a gente pode saber também que o acetato foi desenvolvido pra parecer com a seda e com a viscose, e por isso tem toque melhor. Ensinaram pra gente também que a entretela, essa parte entre o tecido e o forro que deixa golas e lapelas bem durinhas, pode deformar/enrugar com o tempo quando em contato com o poliéster – e com o acetato não! Mais a favor do acetato: diz que esse material aceita mais lavagens e mais passadas, e que o poliéster ‘pede arrego’ bem antes.
Então, amigos, se antes a gente aconselhava todo mundo a checar a etiqueta de dentro da peça pra conhecer de que material a roupa é feita, agora a gente vai passar a checar também qual a composição do forro! Que informação boa nunca é demais e quanto mais a gente sabe, melhor a gente faz compras (e economia também!). E o vÃdeo de Inside and Out de Feist, aqui em cima, não é uma boa ilustração?!?? ;-)
QUERO PARECER ELEGANTE
Estar elegante é diferente de ser elegante. Todo mundo pode usar um look um dia e as pessoas em volta falarem “nossa, como você está elegante!”, tipo “como você está chique/arrumada/softiticada”. Já a pessoa que é elegante – e aqui a gente está falando de imagem visual, mesmo, a questão da postura elegante teria que ficar pra um outro post, porque rende… – ela veste calça jeans e camiseta mas dá a sensação de que está vestindo um tailleur, sabe!?! É uma questão de impecabilidade, de cara de coisa boa, de uma espécie de superioridade, como se a mulher elegante por natureza não fosse como o resto dos humanos.
Está certo que essa elegância natural de algumas mulheres não é algo que se fabrica, mas dá pra gente tirar algumas lições dela pra conseguir transmitir uma imagem mais “elevada” quando a gente estiver com vontade/necessidade, não dá!?! E as principais lições são essas:

coordenações monocromáticas
Tudo que é entendido como elegante (no nosso subconsciente) tem a figura esguia, longilÃnea, então tudo que puder alongar uma silhueta pode também transmitir essa imagem de elegância desejada. Daà que entra a coordenação de cores monocromáticas, ou seja, a coordenação de cores entre partes de cima e partes de baixo do look que não tenham uma quebra no meio da silhueta. Funciona com coordenação de uma mesma cor em tons diferentes (tom sobre tom) ou com cores diferentes num mesmo tom (tudo escuro ou tudo claro) – a gente particularmente curte mais a segunda opção, que deixa o visual um pouco menos careta!

materiais de qualidade
Pra ter cara de coisa boa a coisa tem que ser boa, viu!?! Isso não quer dizer comprar coisas carÃssimas, mas sim prestar atenção no material que essas coisas são feitas. A gente por aqui bate insistentemente na tecla do tecido natural, mas é porque faz muita diferença no resultado do look, minha gente! Vale prestar atenção nas etiquetas das roupas, no toque dos tecidos, no acabamento das peças, nos detalhes dos acessórios… Vale a gente comprar o melhor que o nosso dinheirinho permite comprar – essa é a mentalidade da mulher elegante.

amor pelos clássicos
A mulher elegante é um pouquinho tradicional sem ser totalmente careta. Por isso ela ama os clássicos da moda. A gente pode se apropriar de alguns deles pra adquirir um pouquinho desse refinamento no nosso dia a dia: pérolas, trench coat, escarpins, lenços de seda, bolsas de mão, camisa branca, cardigans, cores neutras… Mas com um super cuidado pra se usar itens clássicos com moderação, um de cada vez e coordenados com peças mais informais, pra não correr o risco de ficar um pouco com cara de velha.
SHORTINHOS DE LUXO
A gente sabe o quanto um bom shortinho jeans é básico e facilita a nossa vida na hora de escolher o que vestir. Decidir o que vai acompanhar a peça não é uma missão muito difÃcil, afinal, quase tudo cai bem com o bom e velho jeans! Mas e se esses papéis se invertessem e o short virasse a peça principal do look? E se a gente trocasse o jeans – como tecido dessa peça tão versátil – por rendas, paetês, babados, estampas, couro, etc?

Quando um shortinho é super incrÃvel, com formas, texturas e materiais bem elaborados, a parte de cima pode ganhar, dependendo da nossa escolha, todo um status de coadjuvante de luxo. O ponto de partida é  pensar numa inversão de valores, onde a gente pode aproveitar toda a imponência da parte de baixo da roupa para, em contraponto, desfilar partes de cima mais lisas, simples ou básicas.
Mais legal ainda é se dar conta que, enquanto o short jeans é básico demais pra encarar certos tipos de ocasiões, uma versão mais sofisticada dele vai a quase todos os lugares e a qualquer horário, né?
MULHERES DE FIBRA
Nos posts aqui da Oficina a gente costuma dizer que tecido natural sempre é melhor que tecido sintético. Via de regra, essa afirmação realmente é verdadeira: os naturais costumam ter mais durabilidade, melhor toque e caimento.
O sintético, no entanto, é mais barato, mais comum nas nossas lojas de departamento e também tem seu valor desde que a gente tenha mais atenção na hora de escolher e mais cuidado na hora de manter, afinal, pagar menos também tem seu lado trabalhoso.

Daniel Raad, uma das pessoas mais importantes da equipe de Alexandre Herchcovitch, uma vez disse para a Fê que é mais esperto comprar o melhor sintético do que a pior seda. Isso significa que embora seja verdade que geralmente as fibras naturais têm mais qualidade em comparação com as sintéticas, isso varia bastante na vida real. Não existe um único tipo de seda nem um único tipo de sintético.
A lã, por exemplo, tem uma classificação bastante complexa e sua qualidade depende, entre outros fatores, da região do corpo do animal de onde ela foi coletada. Uma lã que vem das patas não pode ser comparada a outra que vem da parte de cima da ovelha.
Claro que na hora de comprar não tem como perguntar para a coitada da vendedora se a lã veio do pé, do rabo ou da cachola, mas saber isso explica porque a gente tem várias peças de lã no armário e nem todas esquentam o mesmo tanto nem duram o mesmo tanto.
Para Tais Remunhão, professora de tecnologia têxtil da Faculdade Santa Marcelina, não existe fibra ruim, o que existe é fibra mais correta para cada uso. “A verdade é que os tecidos sintéticos, por serem mais baratos, muitas vezes não recebem o devido cuidadoâ€, diz a professora.
Uma camisa de viscose que custa R$ 100 precisa do mesmo cuidado de uma de seda que custou R$ 500, afinal, a viscose é a versão sintética da seda, ela imita a seda.
Acontece que – justamente pela diferença de preço – a gente costuma lavar a de seda com carinho e jogar a irmã mais pobre na máquina. Depois pensamos que ela detonou mais rápido apenas porque era barata e sintética!
Para saber se um tecido sintético tem qualidade, é preciso reparar na trama (as mais fechadas costumam ser melhores), no toque (quanto mais sedoso, melhor) e no brilho (plástico brilha, então, quanto mais opaco, melhor).
Outro mito comum no assunto tecidos é que as chamadas bolinhas (o nome oficial delas é pling) são um defeito, um sintoma de má qualidade. Tais explica que a formação de bolinhas é uma caracterÃstica das fibras curtas, como a lã usada nos tricôs. Já os chamados fios penteados, que passam por um processo mecânico de alongamento chamado penteadeira, têm menos tendência para formar bolinha. Esse é o caso da lã fria, por exemplo.
Aqui no Brasil, é raro uma roupa ser fabricada com 100% da mesma fibra. Fora quando se trata do algodão, a tendência da nossa indústria é misturar diferentes materiais. As misturas de sintético com natural são uma opção bem legal para quem não quer investir tão pesado em uma peça 100% cashmere, por exemplo, mas quer ter um pouquinho de glamour natural na roupa.
Como professora de tecnologia têxtil, claro que Tais só visita as lojas virando as etiquetas para checar a composição das peças. Avaliando apenas a questão do tecido – sem entrar no mérito estético – as lojas daqui que ela acha mais legais são Cris Barros, Daslu, Saad e Carlos Miele. A Fê e a Cris também têm endereços certeiros para encontrar tecidos bons: Lita Mortari, Richards, Alcaçuz e Leeloo.
TEXTURAS EM MONOCROMÃTICO
Monocromático bom é assim, cheeeio de texturas! E mais: pensa só que, no caso dessas texturas – longas, com movimento, com volume pra além da silhueta e tals – as melhores cores pra coordenar talvez sejam mesmo as neutras. Ou pelo menos pra quem é menos ‘iniciante’! Em cores fortes (ou mesmo em coordenações contrastantes, sem a coisa do tom-sobre-tom) essas texturas poderiam chegar-chegando, mas assim, ó, elas são só alegria. As cores-coloridas e mais intensas, por si só , já criam monocromáticos e coordenações interessantes por si só, sem precisar de elementos “compensatórios” ou “equilibrantes”. Fica a dica pra desencalhar aquela peça mais tchans do guarda-roupa ou pra experimentar uma peça nova já assim, com essa idéia!

(post e imagens sugeridas pela mais que incrÃvel Yasmin Araújo!)
BOLSINHAS ALTERNATIVAS E ELEGANTES!
Dois fatos: bolsa diz super da personalidade de quem usa e eventões elegantes não precisam de looks caretas (ou super-tradicionais-demais). Sabendo disso a gente não precisa, de jeito nenhum, deixar de ser original na hora de escolher de bolsinha de festa – é exatamente com esse pequenino detalhe que a gente pode acrescentar graça ao vestidón! Pra começar a conversa, ninguém precisa combinar a bolsinha com o vestido ou com o sapato que vai usar – nem na cor, nem no material, nem nos detalhes.

A moda tem ajudado a gente a deixar pra trás essa vontade de fazer conjuntinhos que, no fundo no fundo, todo mundo tem (ou já teve). A quantidade de materiais novos e super descolados com que as bolsinhas tem sido feitas é incrÃvel: tem bolsinha de metal, osso (!!!), madrepérola, tartaruga, cortiça, bambu e outras madeiras, couro de cobra, malha de metal, tecido bordado e paetizado, canutinhos e muito mais. Se a forma, a cor e a textura da bolsa acompanham bem o vestido e o sapato, pode mandar ver: o que comunica formalidade em qualquer bolsa (feita de qualquer material!) é o tamanho pequenino, o acabamento de qualidade e um fecho sofisticado. Se tem tudo isso, a bolsinha vai à festa – e se der dúvida, tem uma tabela de coordenação de materiais diferentes nesse post aqui!
A joalheira Camila Sarpi já fez bolsinha de madeira, a Glorinha Paranaguá fez de bambu, todos os brechós tem bolsinhas de tartaruga e malha de metal (e um milhão de outras, com preços bem dignos!), a Accessorize e a Arezzo tem bolsinhas diferentonas agora nas suas lojas e essas daqui do post tão disponÃveis pra comprar pela internet na OZ Store, da nossa amiga Juliana (que a gente conheceu num Encontrinho, sabia?).
E o mais legal desse post é que essa foi uma dúvida de verdade, que surgiu na última sessão de personal shopper online que a gente fez no canal de tuÃter do Shopping Cidade Jardim – dá pra acompanhar a pergunta e a resposta (tipo novela, haha!) aqui, aqui, aqui e aqui. Se alguém mais tem dúvida – de qualquer coisa relacionada a moda e estilo! – vale seguir/acompanhar o canal do shopping toda terça, das 11h à s 12h, quando a gente tá online conversando com todo mundo! :)
CHANCE DE VARIAR MATERIAIS!
Tempo frio podia ganhar um significado extra pra gente que tem a moda como estilo de vida (!!!): junto com as sobreposições que a gente sempre pensa em fazer, a gente podia pensar na variação de materiais que compõem cada look quentinho. Que né, com as sobreposições já vem as variações de formas, proporções e até cores. Mas se a gente pensar em não repetir materiais nas peças que junta no visual – ou repetir tanto quanto possÃvel! – toda uma interessância já tá garantida. Nem precisa pirar: só da gente juntar jeans, algodão, malha e tricô fino… a mágica já acontece – e tem tanta coisa que a gente pode aproveitar pra misturar, não? Tipo veludo com algodão, jeans com seda, tricô com malha… Tem toda uma fórmula aqui pra quem quiser estudar! :)

Já que tá friozinho e a gente tem que se cobrir, vale aproveitar e exercitar a variedade, a criatividade, né?
DECIFRANDO AS ETIQUETAS
Todas as nossas peças de roupa (ou quase todas) são feitas de tecido, feitos de fibras. Essas fibras podem ser divididas em dois grandes grupos: o das fibras naturais e o das fibras artificiais/sintéticas. E esse post é um complemento (ou uma “segunda parte”) desse outro post (clica!), que conta das propriedades, facilidades e diferenças desses grupos, com prós e contras de cada um. Vai ser mais eficaz e vai fazer mais sentido ler primeiro aquele lá pra depois voltar e ler esse daqui – pra então todo mundo incluir a leitura das etiquetas das peças como parte do processo de escolha e compra!
Acontece que essas fibras vêm de lugares diferentes, são manipuladas e trabalhadas de jeitos diferentes, mas tem nomes bem definidos na hora em que viram ‘produto final’. Esses nomes são os que aparecem nas etiquetas internas das roupas (nas costuras laterais, geralmente), que deixam a gente conhecer a composição de tudo que confecciona a peça. Então pra escolher certeiro a gente tem que conhecer esses nomes e o que eles significam. Veja:
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS NATURAIS
Algodão, linho, cânhamo, rami, lã, cashemere (ou caxemira), angorá, mohair, alpaca, seda. Contam como fibras naturais o que não é tecido mas também pode confeccionar peças/detalhes/acessórios: peles, couro, camurça, nobuck, sisal, palha.
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS SINTÉTICAS
Poliamida (ou nylon), lycra, acrÃlico, poliéster, spandex (ou elastano), microfibras, tactel.
No meio desses dois grupos tem as fibras artificiais, intermediárias das sintéticas e das naturais porque tem um pouco de cada uma – tanto no jeito de extrair/produzir quanto nas propriedades e jeitos de usar. Essas fibras são tiradas de árvores, são de celulose, e então são manipuladas com substâncias quÃmicas pra render tecidos. Ó:
TECIDOS FEITOS COM FIBRAS ARTIFICIAIS
Raiom, acetato, triacetato, lyocell, viscose, modal, tencel.
Repara que quando a gente conhece esses nomes – e quando a gente sabe o que cada um singifica – é mais fácil escolher o tecido certo pra cada temperatura, ocasião, combinação, estilo e mensagem. E ainda é possÃvel pensar em custo benefÃcio do que tem mais fibra natural, mais fibra sintética, no que é legal investir mais ou um pouquinho menos e tals. No geral a gente trata tudo como natural ou sintético, mas tem tanta coisa no meio, né? Bom pra gente ser mais e mais seletiva nas compras!
RENDENDO-SE À RENDA
Como a renda rende assunto, não? Se querer fazer trocadilhos, lembra das rendas da Prada? Ou do post sobre rendas, transparências, lingeries e esse climinha mostra-esconde que aparece muito por aÃ? Mas muita gente pensa em renda e vai direto em dois conceitos: romântica e sexy. AÃ, à s vezes por causa desses clichês, tem gente desiste, ou nem considera usar uma roupa, um sapato, um material.
E na moda é engraçado, um dia a gente acha feio e diz que nunca vai usar, no outro já é peça favorita. E jogue o primeiro cabide quem nunca se desfez de uma roupa e se arrependeu (e muito!) depois. E com a renda pode ser assim, mas não é bacana saber da versatilidade dela, mesmo que tenha gente que não use (e não queira usar)?











