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roupa de fim de semana

A gente tem uma amigona, a Cáren, que fez uma reclamação super pertinente. Ela contou que trabalha em ambiente informal, então meio que pode vestir de um tudo, quase sem restrições. Por causa disso, chega o fim de semana e ela tem a sensação de estar se vestindo como se veste pra trabalhar, olha que ruim! A gente resolveu tentar ajudar e começou a pensar em possíveis soluções pra Cáren e pra todo mundo que possa ter essa mesma sensação. E a gente começou a organizar o nosso pensamento lembrando que, por mais que o ambiente de trabalho seja informal, roupa profissional sempre tem limite de adequação – tipo na Bíblia: “tudo é lícito mas nem tudo convém”, né?

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Então a gente podia começar por aí. Tudo que tem restrição de uso no look profissional pode ser aproveitado no look de fim de semana. E se fim de semana é tempo de passear, de namorar, de encontrar amigos e se divertir, então que a roupa acompanhe essas vontades e sirva a esses propósitos! Pensando nisso tem aqui uma listinha pra gente começar a “delinear direções” para fórmulas boas de looks pra fim de semana. A gente quer mostrar as nossas idéias e ler as idéias de todo mundo nos comentários, pra então fechar essa lista. Vamos trabalhar juntas pra ajudar a Cáren?!?? ;-)

Driblando as regrinhas de adequação
Se no trabalho pernoca de fora e decotes têm limites, no fim de semana eles só tão submetidos ao bom senso. Então o short mais curtinho, a blusa mais decotada, o material mais transparente, a sainha mais atrevida e a sandalinha mais “pelada” podem ser ponto de partida pra esses looks. Claro, tudo compensado com outras peças que não completem o look “piriguetemente”, mas com conforto e interessância. Fim de semana é tempo de ser mais feminina e mais confortável do que nos dias de trabalho!

Equilibrar mensagens
Se o look começa a ser escolhido por um vestidinho solto de seda, por exemplo, todos os elementos periféricos desse look podem ser mais informais que ele – pra compensar a formalidade da seda e pra tirar um pouquinho da “cara de trabalho” do vestido. Vestido de seda com sandália havaiana (bonitinha, bem conservada, limpinha!), lenço de algodão no pescoço e bolsona tipo de feira daria certo, não daria? Ou shortinho jeans desfiado e soltinho com camisa de trabalho, sandalinha rasteira e bolsinha de transpassar. Ou calça tipo alfaiataria com regata de algodão fininho e tênis baixo, tipo all star. Sabe como?

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Equilibrar com acessórios
Acrescentar acessórios poderosos a um look-lixão (!!!) é fórmula certeira, pelo menos aqui pra gente na Oficina. Imagina um jeans velhão, uma camisetinha de algodão, sandália ou melissinha e a melhor bolsa que você tem no armário – com o melhor couro, o melhor acabamento, os metais mais legais e tudo super bem conservado?!?? É um contraste ótimo, levanta o look todo. Imagina também uma bermudinha de plush, bem com cara de pijaminha, com regata de malha fininha, tênis baixinho e um super colar, cheio de pedras e correntes e tals? A idéia é ter acessórios salva-vidas (salva-look?) pra sacar nas horas de preguiça de se vestir pro finde. Eles salvam mesmo!

Brilhinhos pra noite!
Óbvio, né? As peças que a gente usa no trabalho podem ser base pra gente acrescentar brilhos pra jantarzinhos e baladas de fim de semana: colar que brilha, jaquetinha de tecido lustroso (tipo sedas pesadas e cetins grossos!), cardigan salpicado de paétes, sandália com pedrinhas, braceletes com aplicações, vale tudo! E maquiagem, claro. ;-)

Permissão pra experimentar
E se no trabalho a gente tem se que se vestir pra representar a empresa e fazer todo mundo acreditar que a gente é capaz, no fim de semana a gente pode se vestir EXCLUSIVAMENTE pra gente. Pode fazer o que quiser com o cabelo, pode pregar quantos broches quiser na roupa, pode treinar todo tipo de sobrepoisção, pode exercitar coordenações diferentes de cores e tudo mais. As nossas clientes sempre ficam com esse dever de casa: tem que aproveitar o fim de semana pra exercitar todo e qualquer truque de styling, e tem que se divertir com isso! Que esse é o maior compromisso do nosso tempo off-trabalho, não é?!??

Mais idéias e inspirações pra looks de fim de semana:
Pra ficar arrumadinha de all star
Estilosas no ambiente informal de trabalho
Roupa de ficar em casa
Conhecer é o caminho pra ser feliz (com moda)
Mini mini mini saias

acessórios: o que combina com o que

Isso daqui não é uma regra universal, gente. É uma direção que a gente entrega pras nossas clientas e que pode ajudar na hora de escolher coordenações possíveis entre bolsas e sapatos. É assim: sabe que há tempos que usar conjuntinho, tipo sapato igualzinho à bolsa, tá meio “em baixa”, né? Menos por causa de moda e tendências, e mais porque a gente vive nesse tempo em que exercitar criatividade e originalidade é super importante pra ter estilo próprio, único, pessoal. Então, se o mercado de moda oferece mil materiais e superfícies e texturas pras bolsas e sapatos que a gente adora ter, porque não fazer as combinações mais legais de todas, né? Olha só:

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COURO LISO COMBINA COM
couro liso em outras cores, couros com outras texturas, com nylon, com superfícies de pêlos, com tecidos espessos (algodão grosso, lona, tecidos de decoração, tipo isso), com camurça, com verniz e com couros metalizados

TRESSÊ COMBINA COM
couro liso, camurça, com pelinhos (tipo de animais), com tecidos espessos e de peso médio (só não vale tecido leve demais!), palha e alguns metalizados – medindo os “graus de formalidade” de cada um!

CAMURÇA COMBINA COM
couro liso – com aparência mais leve! – e com couro com texturas, com pelinhos (onça, zebra, girafa, whatever!) e com tecidos

TECIDO COMBINA COM
camurça, couro liso (de aparência leve!), palha, tressê, nylon, verniz, plástico e alguns couros com textura (com cara de não-pesados, sabe como?)

VERNIZ COMBINA COM
couro liso, couro com texturas, nylon, tecidos e alguns plásticos (cuidado pra não ficar tudo “emborrachado demais”!)

METALIZADOS COMBINAM COM
couro liso, alguns couros com textura (de novo, cuidado pra não exagerar), tressês mais elegantes, tecidos finos e bem levinhos

METAIS E TACHAS COMBINAM COM
couro liso, couro com texturas, metalizados, verniz e algumas camurças (mais escuras e pesadas, talvez?)

PLÃSTICO COMBINA COM
couro liso, tecidos (todos: leves, médios e mais pesados), camurça e alguns tipo s de verniz

COUROS TIPO DE ANIMAIS
são todos esses mencionados nos outros itens como “couros com texturas”: vale cobra, onça, crocodilo, avestruz, girafa, zebra e mais – tem variações com pelos ou não, com relevos ou não, etc etc etc!
COMBINAM COM
couro liso, metalizados, tecidos, alguns tipo de verniz, alguns tipos de camurça, nylon, algumas palhas

Quando a combinação rola com “alguns tipos de tal material” o peso visual de cada material envolvido no look é a direção mais importante – clica pra ler o post do peso visual e lembrar de como funciona, é fácil e bem legal. E tem mais materiais no mundo, e mais combinações. De novo: isso não é regra, é sugestão! E a gente pode aperfeiçoar a sugestão e ampliar as possibilidades conversando mais nos comentários, não?

Tags: , , , , , 24.04.2009 - 15:50 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 23 Comentários

para as magrinhas que querem parecer mais gordinhas

A Karla Girotto uma vez falou que “a moda dá fantasia para o dia-a-dia, e qualquer tamanho de corpo tem direito a issoâ€- a gente não podia concordar mais. E sempre se tem notícia dessa ou daquela marca resolver fazer numerações maiores, e a gente tá sempre querendo “afinar a silhuetaâ€, alongar, parecer mais magra, com menos quadril, com a pernoca mais fininha… mentchira? Não, né?!?? Pois de um tempo pra cá a gente tem recebido emails e comentários de meninas magrinhas e altas, reinvindicando dicas pra elas também, protestando contra a nossa atenção às gordinhas em detrimento das magrinhas.

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essa atrás do milkshake de nutella sou eu, amigos, a Fê. esse post nunca seria pra mim!

Primeiro a gente quis matar essas fofas que jogam na nossa cara que querem parecer menos magras (e a gente aqui em regime constante, nonstop). Mas ok, é verdade, é super difícil achar numeração pequenininha que a gente sabe: já tivemos uma cliente (linda!) com tamanho 34 e nunca trabalhamos tanto. Como peças específicas em tamanhinhos pequenos são mais difíceis, a gente resolveu juntar um monte de ‘truques ao contrário’: tudo que a gente sugere como solução pras fofas parecerem menores, aqui a gente vai inverter pra fazer as magrinhas felizes. Let’s:

• Quanto mais cortes horizontais o look tiver, mais baixinha e cheinha a silhueta vai ficar. Tipo comprimentos intermediários (bermudas, calças corsário, saias, batas mais longuinhas e túnicas, decotes horizontais, mangas nos cotovelos… Dá pra cortar a silhueta também com cintos em cores contrastantes do look e com faixinhas na cintura (por cima da camisa ou do cardigan, sabe?).

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• Evitar monocromático e formar ‘blocos de cores’ é outro “preenchedor de silhuetas†super eficaz. Tipo parte de baixo em cor contrastante e diferente da cor da parte de cima do look. Tipo preto e branco, amarelo e cinza, azul e laranja, marrom e creme, etc etc etc. Quando as cores são coloridas e vivas, então, melhor ainda! Que sempre tons neutros retraem volumes (visualmente), e cores luminosas expandem.

• Usar e abusar de texturas e estampas ajuda a criar a ilusão de volume. Tipo malhas com trama espessa, estampas coloridas e espaçadas, aplicações e volumes e babados e franjas (adoro!), brilhos e tecidos lustrosos, penas e plumas (diz que super vai ter, sabia?), tecidos fofinhos, com aparência de tear, tweeds e afins… tudo isso dá uma engordadinha linda na silhueta. Dá pra manipular usando só na parte em que se quer mais ‘aumentar visualmente’: quem tem quadril pequenininho e ombros maiores, usa texturas e estampas embaixo; quem tem ombros pequenos, peitinhos micro e quadril maiorzinho, usa texturas e estampas em cima.

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• Sobreposições super moldam o tipo físico do jeito que se quiser moldar, mesmo no tempo não-frio. Usar muita coisa, tudo em cima de tudo, sempre cria volumes e curvas, né? Tipo jumper com camiseta, camisa mais longuinha e coletinho curto por cima, vestido e bermuda, camiseta e cardigan, vestidinho e jeans, lenços longos sobre regatas, tudo arrasante pra magrinhas. Bolsas que cruzam, com formatos fofos e mais gordinhos, também acrescentam volume à silhueta.

• Sapatilhas sem salto ou com saltinhos micro também colaboram. E sapatos com frentes arredondadas (ou quadradas) fazem parecer mais baixinha do que os que têm frentes alongadas ou pontudas (mas a gente tá numa fase bem não pontuda mesmo, não?!??). Sabe o que mais? meias opacas e com texturas. Botas que enrugam o cano e ankle boots, então, uma beleza pra engrossar pernocas.

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A gente escoheu ilustrar o post com mil imagens da Mischa Barton porque, na conversa pra confeccionar essa listinha de dicas, ela pareceu a magrinha que mais se veste pra parecer menos magrinha. Repare, inclusive, que em mais de uma imagem nossa celebrity magrinha aparece com um ou mais cafés bem gordinhos nas mãos – super pode ser mais uma tentativa de “preencher a silhuetaâ€, não?!?? =)

Esse post foi postado pela primeira vez no finado BlogView em 11/09/07, coletivo de blogs que funcionou só naquele ano. No link tem 14 comentários ótemos, todos de gente muito legal que frequentava aquele espaço bom com a gente. ;-)

o que dobra e o que pendura em cabide?

Tudo que a gente usa pode ser feito em tecido plano ou em “tecido que estica” – a gente não sabe se tem um nome específico pra isso ou se todo tecido que estica pode ser chamado de malha, então vamos chamar assim. Os tecidos planos são os que não tem elasticidade, que não se “abrem” quando a gente puxa de um lado pro outro. Os tecidos que esticam têm elastano na sua composição ou são confeccionados em malha, e eles esticam quando a gente puxa, grudam mais na pele, têm tramas que se abrem e são mais maleáveis. Identificar o que estica e o que não estica – ou o que é tecido plano e o que é malha – é essencial pra saber como acomodar da melhor forma tudo que a gente tem, pra que as roupas não acabem ou deformem antes do prazo de validade natural delas!

Peças feitas em tecido plano, que não esticam, podem ser penduradas em cabides. Tipo algodão de camisa, jeans e sarja, lã, sedas e tudo tudo tudo que não tiver nem um pinguinho de elasticidade. Em cabides apropriados pra cada tipo de roupa, de preferência!, com ombrinhos e presilhas e tals – nada de cabide de arame que vem de brinde da lavanderia, hein? Peças feitas em malha e tecidos que esticam não devem ser penduradas EM HIPÓTESE NEHUMA. Isso inclui blusinhas de viscolycra e todos os afins, tricôs – cardigans, suéteres, casaquinhos de crochê e tals, moletons, camisetas e mais. A gente sabe que tudo que fica pendurado fica mais bonitinho e amassa menos e fica mais visível e tals. Mas material que estica, quando fica pendurado, vai pesando e deformando nos ombros – ficando com a forma pontuda dos cabides e entortando costuras com o tempo, sabe como? Tecido plano a gente pedura no cabide, tecido que estica/malha a gente doooooooobra!

Aqui em cima, no vídeo, tem o nosso jeito preferido de dobrar as peças das clientas. Não é nenhuma inovação, nem a invenção da roda, mas faz sentido! Quem tiver dúvida sobre peças específicas pode perguntar nos comentários – eu respondo e vou anotando tudo aqui, quem sabe a conversa não rende mais uns posts?!?? Que manutenção é (quase) tudo na vida de quem quer sorrir todo dia em frente ao espelho! ;-)

Mais de manutenção e organização de roupas:
Armário organizado pra se arrumar feliz
Organizando as roupas e a vida
Aula de manutenção
Roupas guardadas em capas precisam respirar

Tags: , , , 13.04.2009 - 00:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 24 Comentários

leitura dos looks das primeiras damas

(Em homenagem ao Vitor Ângelo!) Dessa reunião de G20 sobra pra gente avaliar os looks das primeiras damas mais faladas no mundjinho da moda, não é mesmo? Podia render um ‘adoro do dia’, mas rende mais. Rende avaliação e leitura de elementos – de roupa, de visual – que dizem mointo da personalidade e dos propósitos de quem usa. Vmaos fazer lista juntos?!??

primeirasdamas

• uma usa cor neutra e clara, a outra junta cor vibrante ao escuro intenso
• uma escolhe contraste, a outra não (podiam ser Blair e Serena, quase isso!)
• uma veste tecido mais estruturado, a outra usa tecido “que se mexe”mais
• uma tá com caimento mais perto do corpo, amarrado por cintinho, a outra escolhe forma mais distante da linha da silhueta, mas solta
• uma podia ser primeira dama em qualquer tempo, a outra é “super-agora”
• e as duas usam saltinho/nada de salto porque ouviram o Karl Lagerfeld dizer que home odeia se sentir baixinho perto de mulheres super altas! ;-)

leve com pesado

Dizem que toda regra existe pra ser quebrada. Verdade ou não, a gente adora o exercício de quebrar regrinhas-fashion do tipo isso-pode, aquilo-não-pode, isso-só-pode-com-aquilo… Porque quando a gente está fazendo coordenações com as clientas ou pra gente mesmo, dá pra perceber que regrinhas não funcionam pra todos da mesma maneira. Particularidades, gostos, personalidades, funcionalidades e outras coisitas mais fazem com que muitos do’s e dont’s que a gente lê por aí fiquem só na teoria.

E o mais divertido é quando a gente quebra regrinhas que a gente mesmo criou!!! Lembra da teoria do peso visual? A gente sugere pra quase todo mundo que pro look ficar equilibrado os pesos visuais das peças que o compõem tem que ser parecidos. Traduzindo: peças leves devem ser coordenadas com outras peças leves e peças pesadas devem ser coordenadas com outras peças pesadas (resumindo bem resumido, OK!?!).

Acontece que se a gente misturar – com parcimônia e de forma equilibrada – peças leves com peças pesadas, pode ser que o look fique muito mais original e divertido, não é mesmo!?!

leve-e-pesado
Inspirações pra coordenar leve com pesado nos desfiles pre-fall: Oscar de la Renta, Rag & Bone, Tuleh, Rachel Roy e Carolina Herrera!!!

Na última Nylon (que tem a Lily Allen linda na capa) a sugestão pra brincar de leve + pesado é misturar saias, vestidos e tops em tecidos leves e florais com jaquetas, casacos, calças e bermudas de tweed. O resultado é chique, romântico e nada, nada bobinho!!! Fora que é perfeito pro nosso outono/inverno que nunca é muito quente nem muito frio.

E na Vogue UK de janeiro tem uma matéria muito legal falando do novo jeito de usar couro. Segundo a revista couro é tudo (a gente também curte) e o bacana é coordenar com peças mais leves e elegantes como vestidos estampados, tops transparentes, saias e bermudas. E o couro aparece em modelagens menos “rebeldes” do que jaquetas perfecto, tipo paletozinhos, coletes, saias mais rodadas, calças não tão justas, jaquetinhas com capuz… Fica muito mais democrático, funciona pra vários estilos e pra diferentes idades!!!

O segredo pra coordenar peças leves com peças pesadas visualmente é fazer dos acessórios o ponto de harmonia do look. Sapatos, bolsas, pulseiras, colares, lenços, cintos devem estar no meio do caminho (nem muito levinho, delicado, nem muito heavy, sabe!?!) pra fazer a ponte entre as demais peças!!!

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