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para as magrinhas que querem parecer mais gordinhas
A Karla Girotto uma vez falou que “a moda dá fantasia para o dia-a-dia, e qualquer tamanho de corpo tem direito a isso”- a gente não podia concordar mais. E sempre se tem notícia dessa ou daquela marca resolver fazer numerações maiores, e a gente tá sempre querendo “afinar a silhueta”, alongar, parecer mais magra, com menos quadril, com a pernoca mais fininha… mentchira? Não, né?!?? Pois de um tempo pra cá a gente tem recebido emails e comentários de meninas magrinhas e altas, reinvindicando dicas pra elas também, protestando contra a nossa atenção às gordinhas em detrimento das magrinhas.

essa atrás do milkshake de nutella sou eu, amigos, a Fê. esse post nunca seria pra mim!
Primeiro a gente quis matar essas fofas que jogam na nossa cara que querem parecer menos magras (e a gente aqui em regime constante, nonstop). Mas ok, é verdade, é super difícil achar numeração pequenininha que a gente sabe: já tivemos uma cliente (linda!) com tamanho 34 e nunca trabalhamos tanto. Como peças específicas em tamanhinhos pequenos são mais difíceis, a gente resolveu juntar um monte de ‘truques ao contrário’: tudo que a gente sugere como solução pras fofas parecerem menores, aqui a gente vai inverter pra fazer as magrinhas felizes. Let’s:
• Quanto mais cortes horizontais o look tiver, mais baixinha e cheinha a silhueta vai ficar. Tipo comprimentos intermediários (bermudas, calças corsário, saias, batas mais longuinhas e túnicas, decotes horizontais, mangas nos cotovelos… Dá pra cortar a silhueta também com cintos em cores contrastantes do look e com faixinhas na cintura (por cima da camisa ou do cardigan, sabe?).

• Evitar monocromático e formar ‘blocos de cores’ é outro “preenchedor de silhuetas” super eficaz. Tipo parte de baixo em cor contrastante e diferente da cor da parte de cima do look. Tipo preto e branco, amarelo e cinza, azul e laranja, marrom e creme, etc etc etc. Quando as cores são coloridas e vivas, então, melhor ainda! Que sempre tons neutros retraem volumes (visualmente), e cores luminosas expandem.
• Usar e abusar de texturas e estampas ajuda a criar a ilusão de volume. Tipo malhas com trama espessa, estampas coloridas e espaçadas, aplicações e volumes e babados e franjas (adoro!), brilhos e tecidos lustrosos, penas e plumas (diz que super vai ter, sabia?), tecidos fofinhos, com aparência de tear, tweeds e afins… tudo isso dá uma engordadinha linda na silhueta. Dá pra manipular usando só na parte em que se quer mais ‘aumentar visualmente’: quem tem quadril pequenininho e ombros maiores, usa texturas e estampas embaixo; quem tem ombros pequenos, peitinhos micro e quadril maiorzinho, usa texturas e estampas em cima.

• Sobreposições super moldam o tipo físico do jeito que se quiser moldar, mesmo no tempo não-frio. Usar muita coisa, tudo em cima de tudo, sempre cria volumes e curvas, né? Tipo jumper com camiseta, camisa mais longuinha e coletinho curto por cima, vestido e bermuda, camiseta e cardigan, vestidinho e jeans, lenços longos sobre regatas, tudo arrasante pra magrinhas. Bolsas que cruzam, com formatos fofos e mais gordinhos, também acrescentam volume à silhueta.
• Sapatilhas sem salto ou com saltinhos micro também colaboram. E sapatos com frentes arredondadas (ou quadradas) fazem parecer mais baixinha do que os que têm frentes alongadas ou pontudas (mas a gente tá numa fase bem não pontuda mesmo, não?!??). Sabe o que mais? meias opacas e com texturas. Botas que enrugam o cano e ankle boots, então, uma beleza pra engrossar pernocas.

A gente escoheu ilustrar o post com mil imagens da Mischa Barton porque, na conversa pra confeccionar essa listinha de dicas, ela pareceu a magrinha que mais se veste pra parecer menos magrinha. Repare, inclusive, que em mais de uma imagem nossa celebrity magrinha aparece com um ou mais cafés bem gordinhos nas mãos – super pode ser mais uma tentativa de “preencher a silhueta”, não?!?? =)
Esse post foi postado pela primeira vez no finado BlogView em 11/09/07, coletivo de blogs que funcionou só naquele ano. No link tem 14 comentários ótemos, todos de gente muito legal que frequentava aquele espaço bom com a gente. ;-)
em defesa dos cardigans
A gente aqui na Oficina é usuária voraz de cardigan e faz campanha contra essa idéia de que “é roupa de velhinha”. Especialmente agora, em tempo de outono e de temperaturas diferentes num mesmo dia, os cardigans podem ser peça-chave de looks bons e funcionais. Então vamos listar aqui tudo que o cardigan oferece de bom pra humanidade (rááá!) e a lista pode crescer com os comentários. Vambora, pessoal:

todo mundo moderninho usa, como pode ser de velhinho?!?? ;-)
• cardigans são levinhos e podem ser frescos ou bem quentinhos, dependendo do material: frescos se feitos em algodão e misturas com viscose ou quentinhos se confeccionados em lã e cashmere
• os quentinhos são ótemos pra looks de frio-de-verdade porque aquecem sem acrescentar volume!
• eles vêm do guarda-roupa dos meninos, então são perfeitos pra coordenar com peças bem fofuchas e brincar de masculino/feminino
• super substituem bem as pashminas e estolas em festas super formais, acompanham lindamente vestidóns e roupas sofisticadas
• acompanham tendências de moda – nessa temporada tem, além do blazer-do-namorado e do jeans-do-namorado, o cardigan mais longuinho e fino também, como se fosse do namorado!
• cardigan também é tela em branco pra gente usar broche: dá pra fechar a peça de um jeito assimétrico – a gente fez no vídeo aqui embaixo! ;-)
• é fácil de carregar na bolsa, mas também pode acompanhar a gente na cintura, nos ombros e até no pescoço
• é ótimo pra fazer sobreposições, super boa desculpa pra acrescentar cores e texturas num look simplinho demais
• é versátil e pode ser zéxy se usado como blusa, todo fechadinho, ou – mais legal ainda! – como uma blusa bem mudérna, usado de trás pra frente
• é o melhor complemento pra disfarçar braços gordinhos e ainda dá uma afinada na silhueta quando usado aberto, criando duas linhas verticais no torso

esses daqui são da C&A, todos barateenhos e bem mudérnos! ;-)
Agora vocês, nos comentários, valendoooooooooooooooooooooooooooooooo!
pernoca sexy
Não é coincidência a gente ter respondido duas entrevistas sobre a invasão do comprimento mini nas ruas de São Paulo em pouquíssimo tempo. E já não é de hoje que a gente tem falado que os comprimentos subiram, né!?! Pernocas de fora invadiram também as passarelas dos desfiles internacionais, comprovando que curto não é comprimento só pro calorzão.

A gente tem visto na rua cada vez mais mulheres usando minis (mini-saia, mini-vestido, short), de diferentes estilos e diferentes idades e com diferentes corpos. E o que antes chamava atenção e era mais comum só no calçadão, na praia ou no clube ficou comum e “aceitável” no dia a dia da cidade grande!!! Acontece que cada vez mais a moda brasileira está ficando informal, o que permite que comprimentos mais curtos acabem sendo adequados em ambientes que antes não eram. Além de cada vez mais as mulheres cuidarem dos seus corpos, a jovialidade (tanto física quanto comportamental) tem sido prolongada – hoje em dias mulheres de 40, 50, 60 tem pernas tão boas quanto meninas de 20 ou mulheres de 30, não é mesmo!?!
O único cuidado é que o comprimento mini fica melhor em quem tem a perna bem torneada, mais magra ou mais definida. É um comprimento que “corta” a perna onde ela é mais larguinha – a coxa – criando uma linha horizontal e consequentemente engrossando a região. Mas é uma questão de se olhar no espelho e curtir o que vê: tem mulheres que gostam de perna mais grossa e não se incomodam nem um pouco com isso, e tem mulheres que acham que pra usar mini tem que ter a perna mais fina.

O segredinho pra usar mini e colocar pernas de fora sem transmitir uma mensagem muito sexy é coordenar com partes de cima mais soltas e com decotes mais discretos. A gente prefere o comprimento mini com sapatos que tenham salto um pouco mais baixo ou sem salto – mini com saltão corre o risco de ficar vulgar. E tem também toda essa vibe sexy que está vindo junto com nosso inverno, né!?! E mini no frio é bem mais fácil de usar porque vem acompanhada de meias opacas, de tops de manga longa, de casacos sobrepostos… Sexy, pero no mucho!!!
super formal
De conversar e ajudar as clientes, a gente tem sentido que está acontecendo uma “desinformalização” do guarda-roupa profissional. Muitos ambientes profissionais formais, tipo escritório de advocacia, consultorias, instituições financeiras, estão adotando um dresscode um pouco mais informal. Vocês têm notado isso também? Acontece que hoje em dia poucas mulheres ainda tem que trabalhar de terninho ou tailleur todos os dias, acabam usando só quando têm reuniões ou em algumas ocasiões eventuais.
Esse “movimento” faz um pouco de sentido em um país quente e onde informalidade é uma característica cultural, como o nosso, né!?! O que ao mesmo tempo é uma pena, porque ternos são tãaaaaaao elegantes… Mas a gente sabe também que pra quem ainda tem que trabalhar de terno todos (ou quase todos) os dias, acaba ficando super cansativo escolher o look de manhã e a criatividade acaba, mesmo!!!
Olhando as fotos das semanas de moda internacionais, que ainda estão acontecendo, a gente encontrou algumas soluções bem bacanas pra deixar o look terninho/tailleur um pouquinho mais interessante:
* brincar com comprimentos em sobreposições, tipo manga do paleto mais curta (manga 3/4 é tão feminino) com top de manga mais longa por baixo ou blusa mais longuinha por baixo de paletozinho mais curto.
* acrescentar mais uma peça no look (em dias mais frios, é lógico), como se fosse o colete do terno masculino, sabe!?! Pode ser um colete, mesmo, ou um cardigan, um xale, uma pashmina… É um jeito bem bacana de colocar texturas ou cores no visual.

* usar peças em materiais interessantes, como couro ou tecidos (um pouco) lustrosos. Isso é bem “perigoso” e o ideal é usar com parcimônia. A gente acha que funciona melhor se for só em uma das peças (ou a saia, ou a calça, ou o paletó) do que no conjunto todo – aí fica um exagero, né, gente!!!
* fugir das cores tão sisudas (e batidas) como preto, marinho e cinza e experimentar outras cores neutras e chiques tipo pele, camelo, gelo, vinho, petróleo…
* criar contraste entre a cor do terno – ou tailleur – com a cor da blusa de baixo: terno gelo com top vinho ou tailleur bege com camisa petróleo.
* acrescentar estampas nos tops que vão por baixo do conjunto. É um super jeito de dar personalidade, porque estampa é muito paticular.

* desconjuntar os terninhos que já estão no guarda-roupa pra inovar nas coordenações. O ideal é não criar muito contraste entre as cores da calça (ou saia) e do paletó: cinza claro com cinza escuro, tons diferentes de bege ou marrom, vinho com rosê, marinho com petróleo.
* atualizar a modelagem (mas sempre respeitando o próprio corpo e estilo). Um bom exemplo é o paletó de abotoamento duplo, que tava meio esquecidinho, mas que, repetindo uma tendência forte dos desfiles masculinos, muitas marcas femininas acabaram desfilando. É o modelo que os meninos chamam de jaquetão, sabe!?! Acontece que na maioria das vezes esse modelo de paleto é mais quadradão e não define tanto a cintura, por isso quem já não tem a cintura super deifinida precisa tomar cuidado!!!
* acrescentar acessórios que deixem o look mais interessante, tipo um colarzão, um broche preso na lapela, um cinto fininho acinturando o paletó mais soltinho – só fugir de pulseiras ou correntes ou qualquer outro tipo de acessório que faz barulho e acaba atrapalhando os colegas.
Mais sobre dresscodes profissionais:
Pra quem ainda está estudando
Escalas de formalidade no ambiente profissional
Pra quem trabalha em ambientes super informais
Pra quem trabalha de branco
Sobre estilo no ambiente de trabalho
Mais sobre estilo no trabalho
Estilo x adequação
Pra quem trabalha em ambiente muito masculino
Gente, pra complementar esse post tem uma materiazinha ótema da Mariana Rocha no UOL!!! Corre lá!!!
as cores das roupas e as nossas cores
No trabalho que a gente faz com as clientas, na vida real, uma das primeiras direções que a gente toma é a das cores. A gente acha que escolher um grupo de cores coerentes pra se trabalhar num guarda-roupa é super “facilitador”. Se a gente consegue administrar tudo que a gente tem (e quer ter) num mesmo grupo de cores, tudo dá certo com tudo, certo? E a gente entende que ‘cores coerentes’ são cores com valores e intensidades que conversam, que se combinam com harmonia. Por conta disso a gente não é a favor de “restringir” ou de deixar de usar determinadas cores, mas é bem a favor de escolher com coerência – pras coordenações renderem BEM mais.

exemplos de colorações escuras e vivas: o cabelo briha, a pele tem tonalidade intensa, o olho “pula”: anne hathaway, juliana paes e courtney cox – com um grupo bom de cores pra elas, escuras mas também vivas e intensas

exemplos de clorações claras e vivas: os tons de pele, de olhos e de cabelos de adriane galisteu, de daniela cicarelli e de blake lively são claros mas ainda intensos – e as cores legais pra elas parecem ter mais tinta branca misturada, mas nem um pingo de pigmento a menos!
E o melhor jeito de escolher um grupo de cores coerentes pra gente ter no guarda-roupa (na opinião da Oficina!) é prestando atenção nas nossas próprias cores – as de cabelo, de pele e de olhos. Em frente ao espelho, olhando pro nosso rosto, a gente consegue enxergar um grupo de tonalidades, néam? O caminho é pensar se a gente tem no rosto cores mais claras ou mais escuras (esses são os “valores” das cores), e cores mais vivas ou mais opacas (que são a “intensidade” delas). Tem que ver no geral, sabe como? Que podem existir no universo pessoas com coloração escura e viva, escura e opaca, clara e viva e clara e opaca. Daí, quando a gente identifica o “nosso valor” e a “nossa intensidade”, se a gente escolhe usar cores – QUAISQUER CORES! – em tons compatíveis com a nossa coloração, o que a gente usa tá super em harmonia e faz com que a gente fique mais bonita. No lugar das cores aparecerem demais, ou parecerem “nada” pra gente, o que a gente escolhe “trabalha” junto com a gente, em favor da melhor aparência que a gente pode ter!

aqui, exemplos de colorações escuras e opacas: parece que tem uma “névoa” em cima das cores de carolina ferraz, de queen latifah e de daniele suzuki – e as cores legais pra elas também são assim, escuras mas esmaecidas (pro bem!)

e as colorações mais claras (de todas!) e opacas: miranda july, cate blanchett e mariana weickert tem tons mais claros e apagadinhos (de um jeito bom, super chique!) – e as cores boas pra elas acompanham essas características
Mas tem mais, né, gente?!?? A coloração de cada um também tem contraste – todo mundo pode ter muito ou pouco contraste entre as suas cores de pele, de olho e de cabelo, e isso também tem a ver com as cores que a gente escolhe usar: clica aqui pra ler o post em que a gente explicou tudo tudo tudo sobre contraste na coloração pessoal. E tem também personalidade, estilo de vida, ambiente profissional… e quando tudo tem a ver, a gente fica não só mais bonita mas também mais segura. Deixando a preguicinha de lado, prestando atenção e exercitando o olhar, a escolha “consciente” das cores vai ficando mais fácil e mais legal com o tempo – quer experimentar?!??
sobre os cursos (ótemos!) da oficina de estilo
A gente fez no ano passado, em parceria com a Escola SP, três cursos super legais: um de Blogs de Moda, um de Consultoria de Imagem para Jornalistas e um sobre o Mercado e a Profissão de Personal Stylists. Os três programas aconteceram de um jeito ainda mais legal do que a gente imaginou que aconteceriam, e renderam conversas ótemas com quem participou. Foi uma experiência muito muito bacana pra gente – e vai continuar! Em turmas organizadas em esquema particular (clima de “tamos em casa”, néam?!??) e não só aqui em São Paulo, mas em todo lugar! (Pra onde quiserem levar a gente!)

engraçadinhas mas inteligentes também: e a gente ainda canta, dança e representa.
A Escola SP tem uma super ligação com o shopping Iguatemi, meio de patrocínio e tudo. E a gente trabalhou como personal shoppers pro shopping Cidade Jardim durante um tempão no ano passado (lembra?). Aí a Escola SP se viu numa saia justa, porque ia ficar chato ter gente ligada ao shopping concorrente trabalhando com eles. Pra não criar climão, a Isabela Prata em si (dona da Escola SP) ligou pra gente, explicou tudo direitinho e a nossa parceria se encerrou – cheia de gratidão da nossa parte. E o curso de Blogs de Moda, que meio que entrou de gaiato nessa estória, vai ser dado amanhã e depois pela Olivia Hanssen, stylists das mais queridas por essa Oficina e editora do blog Oh!, e pelo marido dela, o Farinha – que por sua vez faz acontecer o ResFest, e de quem a gente também é muito fã!
Então quem tinha se programado pra fazer o curso de Blogs de Moda tá super em boas mãos – e podia depois passar aqui pelo blog pra contar como foi! E quem ainda tem vontade de fazer os outros dois programas – de Consultoria de Imagem pra Jornalistas e (nosso favorito:) de Mercado e Profissão de Personal Stylists – pode continuar de olho no blog: a gente tem previsão de turmas pra logo logo em Recife (aeeeeee!) e também aqui pra SP. E todas as datas e confirmações aparecem primeiro aqui – a gente quer conversar ainda mais com todo mundo do blog, que quem mais aprende nessas trocas é a gente mesmo. ;-)
pés nos chãos
Já deu pra perceber que a gente é muito fã de sapatilhas – não só a gente usa muuuuuito como acaba dando de sugestão pra usar com quase tudo, né!?! É que pra quem anda pra lá e pra cá o dia todo e ainda quer ficar com uma cara arrumadinha elas acabam sendo a solução ideal!!! E tem o modelo certo pra todo mundo (que quiser usar, é claro), pra todas as ocasiões e o melhor jeito de usar pra cada modelo.

Elas também são fãs: pezinhos de Cecília Prado, Carina Duek e Andrea Marques no “palco” do Pense Moda – a foto é da Ivi ; – )
* quando a frente é alongada (pode ser pontudinha, mesmo, ou mais ovalada) acaba que alonga a perna e é a melhor opção pra coordenar com saias, bermudas ou vestidos que tenham comprimento próximo ao joelho. As sapatilhas com a frente bem redonda (que parece de boneca) ou mais quadrada já não têm essa vantagem, então ficam melhores com calças.
* gáspea é a frente do sapato, a parte que cobre nossos dedinhos, e quanto mais baixa (ou seja quanto mais pé ficar de fora) ela for, mais alongada parece a nossa pernoca. Quando a gáspea for mais alta o ideal é usar com vestidos mais curtos, saias ou bermudas mídi – acima do joelho – pra não ficar “baixinha”.
* modelos com tiras que prendem em volta do tornozelo ou que ficam no meio peito do pé (tipo mary jane’s) também encurtam, principalmente se forem em cores que contrastam muito com o tom da nossa pele!!!
* tem sapatilhas que são totalmente abertas nas laterais dos pés – são chamadas de “gáspea e talão” – que deixam o pezinho super sexy.

Looks mais-que-elegantes com sapatilhas em editorial na Vogue America, tá!?!
* sapatilhas boas pra usar no fim de semana (ou em looks beeeeem informais) podem ter solinha de borracha, que ficam ainda mais confortáveis e combinam super com bermudas de plush, vestidos de malha, calças de jeans bem molinho… E sempre tem as sapatilhas de plástico da Melissa, né!?!
* já os modelos bons pra usar em ambiente profissional são os feitos em materiais de qualidade, tipo couro (que pode ser liso, prensado, texturizado, metalizado, tressê), verniz ou camurça. A sola pode ser de couro e mais fininha e a frente mais alongada pra deixar a sapatilha com uma cara bem chique!!!
* e o sapatinho vai até na balada ou eventos mais elegantes, sabia!?! Sapatilhas metalizadas, feitas de tecido (cetim ou veludo), bordadas ou com aplicações de pedras ficam lindas com vestidos de festa mais curtinhos ou com jeans mais sequinho e tops sofisticados.
Não dá pra não usar, dá!?!










