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ESCOLHENDO O LOOK NO DIA ANTERIOR

A gente acredita que roupa comunica, não é? Então, esse ditado/conselho que diz pra gente “pensar antes de agir/falar” vale também pra guarda-roupa: todo mundo pode “pensar antes de vestir”, pra comunicar direitinho. A vida fashionística fica bem mais fácil se a gente tem tempo “folgado” na hora de se arrumar – luxo dos luxos, já que todo mundo vive correndo! Uma super ajuda é exercitar a escolha do look no dia anterior. Tipo exercício mesmo, que com a prática vai fluindo melhor e melhor. E tem que escolher e experimentar, pra se assegurar que caimento e manutenção estão bem ok! Vale seguir essa nossa cheklist aqui, ó:

• A agenda do dia seguinte é a melhor amiga da pré-escolha: sabendo se tem reunião fora, se tem happy hour no fim do dia, se tem almoço com colegas ou outros compromissos extra-rotina, a gente se prepara pra cada um deles, e pra todos ao mesmo tempo. E diminui a chance de “estar inadequada” ou mesmo de ser pega de surpresa (preparadas pra tuuuudo!).

• Planejamento: não custa prever, sabendo dessa agenda do dia, o que levar pra facilitar a vida. Tipo casaco extra ou capa de chuva, tipo um saltinho e uns acessórios pra incrementar o look no fim do dia, tipo tênis pra ir e voltar de metrô… cada necessidade pode ser alcançada por um facilitador de vida, não, amigas?!??

• Rever o conteúdo da bolsa no dia anteiror ajuda a gente a esquecer menos coisas, e mantém tudo organizadinho. Especialmente se o look pede troca de bolsa, trocar com antecedência previne falta das coisas (sabe aquilo de “ficou na minha outra bolsa”?).

• Outro melhor amigo da separação do look no dia anterior é o climatempo: todo dia antes de dormir é de praxe por aqui dar uma olhadinha no site, pra saber se vai fazer frio, se vai chover, se a tarde vai ser mais quentinha… e aí é mandar bala nos looks de temperatura indefinida pra passar pela oscliação de temperatura bem bonitinha. E bem paramentada.

Porque gente, luxo mesmo é dormir um pouquinho a mais, sabendo que o look já tá definido. Ou acordar no mesmo horário pra brincar de boneca em frente ao espelho, sem correria: se arrumar com música tocando, se maquiar com luz boa e com calma, sair de casa sorrindo e segura de que tá tudo no lugar. Escolher o look no dia anterior e experimentar sem ter que olhar pro relógio acaba por minimizar o stress de um momento que devia ser o menos estressado de todos – e que devia ser uma curtição todo-dia! ;-)

O MELHOR DAS MANIAS DE ORGANIZAÇÃO DE GUARDA-ROUPAS

Por causa do carinho que a gente tem pelas próprias roupas, sapatos e acessórios, rola também toda uma vontade de manter armários organizados e lindos visualmente – tanto quanto possível. Na vida real nem sempre rola abrir as portas da esperança e ver tudo ajeitadinho como nas araras de loja – mas existe aprender com quem tem mania de organização. Essas nossas amigas super sistemáticas, que milimetricamente ordenam suas peças e conseguem manter tudo tudo tudo no lugar, podem ensinar uma ou outra coisinha pra gente com suas manias e regras. Guarda-roupa organizado não é só bonito de se ver, mas também é um auxílio e tanto na hora de escolher e coordenar o que usar. Olha só!

MANIA DE GAVETAS OU CABIDES
Tem gente que não curte guardar roupas em cabides de jeito nenhum, só curte tudo dobradinho em gavetas. Assim como tem gente com mania de pendurar o guarda-roupa inteiro em cabides. Por isso vale lembrar que alguns tecidos amassam com facilidade, então faz muito mais sentido essas peças “amassáveis” ficarem penduradas. Já as malhas podem ficar deformadas se penduradas no cabide – elas se esticam com o próprio peso da roupa e ficam marcadas, olha que doido! Então vale ter em mente que tecidos planos podem ficar todos pendurados em cabides, enquanto malhas – tudo que estica! – duram mais quando dobradinhas em gavetas e prateleiras, né?

MANIA DE CAIXAS E SAQUINHOS DE SAPATO
O sonho de um monte de mulher por aí é ter um daqueles armários gigantes só pra guardar sapatos – do jeito mais exibido possível! Em compensação, tem outras por aí que não resistem a um saquinho ou caixa de sapato. Esses artifícios protegem os sapatos de poeira e de atrito uns com os outros – mas dificulta a visibilidade, essencial pra agilizar o processo – hiper mega visual! – de coordenação. É bom escolher caixas ou saquinhos com transparência – lembrando que toda peça de roupa precisa ter ar circulando em volta, então plásticos acrílicos e afins precisam constar somente em visores, ou com muitos furinhos pra possibilitar a passagem do ar. Uma boa escolha é a proteção feita em TNT, material já aerado na sua estrutura!

MANIA DE DIVIDIR POR COR
Quem é muito imagético provavelmente já se pegou querendo organizar TODO o guarda-roupa por cor. Tipo juntando blusinha de seda com casacão de inverno só porque “visualmente” eles ficam mais bonitos se estão juntinhos. Dividir por cor facilita sim MUITA coisa, mas talvez não desse jeito. Que tal pensar que antes de separar por cor a gente poderia dividir as nossas roupas em grupos? Tipo grupo de casacos de inverno, de cardigans, camisas, blusas de tecido fininho, calças, saias e shorts, etc? Depois desses grupos estarem separados, aí sim fica a dica de separar por cores! Continua tudo harmônico só que mais organizado ainda! A gente tem tido mais resultado assim.

MANIA DE DIVIDIR POR OCASIÕES
Pra algumas mulheres que tem roupas de trabalho bem específicas, dividir o guarda-roupa por ocasiões parece ser a melhor opção. Separar peças de usar em casa em um blocão, peças do dia-a-dia pra outro, trabalho em outro, noite em outro, pode limitar bastante a versatilidade das nossas roupas. A saia que tá lá na sessão de fim-de-semana poderia ficar incrível com a camisa de seda do trabalho e um colarzão do bloco da noite, não podia? O legal pode ser continuar pensando com a lógica dos modelos que a gente falou no parágrafo de cima, mas em vez de misturar regatinhas de algodão (super de ficar em casa) e regatinhas de paetês ou seda tudo junto num bloco só, pode se pensar em separar as mais básicas (de tecidos mais simplezinhos) das de tecidos mais finos ou elaborados em outros – mesmo que na mesma sequência. Desse jeito fica mais fácil versatilizar uma saia fofa em um look básico, com a regatinha de algodão, ou um look mais arrumadinho, com a regatinha de paetês, não é? E nada impede que as roupas mais formais também fiquem juntas! Tailleurs podem ficar juntinhos, camisas formais, calças formais também, só que possibilitando o uso delas pra outras ocasiões.

E as manias e dicas de vocês, quais são? Vamos trocar impressões nos comentários? ;-)

Mais de Organização:
Armário organizado pra se arrumar
Organizando as roupas e a vida
Abrindo espaço fisíco e mental no guarda-roupa

Tags: , , 09.09.2011 - 01:12 | Postado por Yasmin Araújo Categorias: na vida real 14 Comentários

BOLSINHAS-BIJÚ

Todo mundo tem uma tonelada de coisas pra carregar todo dia, a gente sabe (e a gente também tem!!!). Mas de vez em quando, se a gente consegue editar o que carrega – nem que seja só num diazinho mais desapegado, mais na vibração de uma vida simplificada – pra levar menos coisas… quem ganha é o look. Tamos numa temporada de bolsinhas pequeninas e especiais, com correntes elegantes, fechos que não são só funcionais mas acrescentam interessância aos zíperes, misturas de materiais e couros diferentes, metais super originais. Quase-quase como bijús, de tão enfeitadinhas que são!

E as pequenas de agora nem são tãããão pequenas assim: cabe com conforto o telefone, as chaves, o batom, os documentos e dinheirinhos – às vezes até um caderninho ou ipad (!!!). De qualquer modo, bolsa pequena transmite MUITO uma aparência de controle, de organização, de eficiência e de poder – só quem tá muito ‘no comando’ consegue se virar com tão pouco e com tanta rapidez/agilidade, né?!?? Vale o esforço de, uma vez ou outra, surpreender todo mundo em volta com uma vida descomplicada, carregada nesses acessórios tão cheios de estilo em si mesmos. É de aproveitar, né? :)

Mais de pequenas bolsinhas (com vídeo antiguinho e tudo – alô fernanda versão 2008!!!) aqui:
Mini-bolsas: pra quem sabe editar
Como carregar a vida numa bolsinha pequenina

Tags: , , 07.08.2011 - 00:34 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 8 Comentários

Pede pra sair, faz um MBA

O espaço é limitado, as roupas precisam respirar e, volta e meia, nós reforçamos a importância do desapego, de manter no guarda-roupa apenas o que você realmente usa.

Por outro lado, a moda é cíclica e volta e meia uma peça que usamos há dez anos e jurávamos que nunca mais iríamos querer usar aparece nas araras das lojas.

Entendeu onde a gente quer chegar? O desapego e o tal do acervo pessoal parecem – mas só parecem! – movimentos contraditórios.

Na nossa opinião, a regra geral é a de que peça com mais de um ano sem uso deve pedir pra sair e liberar a vaga para uma candidata mais esforçada. As concessões ficam por conta das roupas de festa, que merecem um tempinho maior de tolerância, e para aquelas de materiais muito incríveis e nobres.

Um vestido de seda impecável ou um cashmere rico herdado da mãe, por exemplo, talvez mereçam um espaço no armário porque, mesmo que o corte não esteja dos mais atuais, dá para reformar a peça, acinturar um pouco, colocar uma jaquetinha por cima e salvar quem merece ser salvo.

Ter desapego é difícil porque roupa é história, é lembrança afetiva.  Acontece que, como profissionais da moda, precisamos ter uma visão mais empresarial da coisa. Tipo mercado de trabalho. Empresa nenhuma deixa um funcionário encostado por dez anos para “se um dia ele for útil”, a não ser que seja tipo um astro. Se for só uma camisetinha de algodão, ele que vá se reciclar, se atualizar, fazer um MBA e daí a gente pensa em, um dia, recontratar.

Quem andou fazendo MBA recentemente foi a pantalona. Pensa na calça flare. Ela é uma reedição das bocas-de-sino e pantalonas, certo? Acontece que a indústria da moda vive de despertar o nosso desejo pelo novo, é isso que a faz girar, então, claro que ela não ia trazer do mesmo jeito.

Embora seja basicamente a mesma coisa – calça jeans com inspiração setentinha – a flare de hoje tem cintura mais ajustada e não é tão larga quanto suas antecessoras. Além disso, de lá pra cá as modelagens mudaram, a tecnologia têxtil mudou.

Com o tempo, a indústria evolui e nós também evoluímos, mudamos. É um pouco improvável que, passados alguns anos, uma peça volte exatamente igual e nos encontre com o mesmo corpo, mesma vida, mesmo imaginário estético, mesmas vontades.

Tags: , , 04.07.2011 - 15:25 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 23 Comentários

DOBRAR PRA GUARDAR

O dia-a-dia nos provadores ensina um monte de coisa pra gente – a cada experiência com cliente e a cada conversa com vendedoras (que trabalham todo dia com todo tipo de produto!) a gente vai acrescentando sabedoria prática à nossa expertise. A gente aprendeu na semana passada, por exemplo, que vestidos de jérsei entram na categoria de roupas que não devem ser guardadas em cabides, penduradas. E foi a Vanessa da Cris Barros do shopping Iguatemi quem ensinou pra gente. A Cris Barros é lugar certo da gente procurar/achar vestidos de jérsei em toda coleção, desde que a loja abriu anos atrás, e a Vanessa contou que TODO DIA antes de fechar a loja as vendedoras tiram todos os cabides das peças de jérsei das araras, “deitam” tudo em balcões e deixam passar a noite assim, pra só pendurar de novo no dia seguinte quando a loja abre.

A sacada é não pedurar NENHUMA peça feita em tecido que estica. Tecido que estica é o que não é plano, que tem algum elastano na composição ou que é feito em malha – e por isso gruda mais na pele, e se abre quando a gente puxa pros lados, sabe? Camisetas, blusinhas e vestidos de viscolycra, tricôs, cardigans de malha…. e o jérsei (!!!) entram nesse grupo: o grupo do que deve ser guardado dobrado. A trama dessas peças é sensível e o peso delas mesmas faz com que a modelagem deforme e se estique quando penduradas, “puxando”/pensando pra baixo (alô gravidade). O resultado são bicos de cabide nos ombros, peças mais longas no comprimento e afuniladas na largura, costuras fora de lugar e… roupa que dura menos, que perde tempo útil de vida.

Peças feitas em tecido plano, que não esticam, podem ser penduradas em cabides. Tipo algodão de camisa, jeans e sarja, lã, sedas e tudo tudo tudo que não tiver nem um pinguinho de elasticidade. Em cabides apropriados pra cada tipo de roupa, de preferência!, com espessura parecida com a dos nossos dedinhos (no mínimo) e com ombrinhos e presilhas e tals – nada de cabide de arame que vem de brinde da lavanderia, hein? Quem tiver dúvida do que dobra e do que pendura pode perguntar nos comentários, bora todo mundo acomodar tudo do melhor jeito que olha – manutenção é (quase) tudo na vida de quem sorri em frente ao espelho, viu!

Mais de manutenção e organização:
Abrindo espaço físico e mental no guarda-roupa
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Roupas guardadas em capas precisam respirar
Nosso jeito de dobrar as peças (em vídeo!)

Tags: , , 27.06.2011 - 09:09 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 26 Comentários

PRA COMPRAR MENOS E MELHOR

Diz que tem um ditado sueco (!!!) que diz que “quem compra coisas que não precisa ou que não usa está roubando de si mesmo”. Há oito anos visitando os guarda-roupas mais abarrotados e convencendo geral que ninguém precisa de tanto – vale mais ter pouco que se usa muito, e de muitos jeitos! – a gente resolveu fazer uma lista do que pode influenciar pro bem as compras: comportamentos (e truques!) que ajudam a comprar menos e melhor.

• Informação nunca é demais. Se você pode programar compras pro sábado, durante a semana é legal dar uma olhada nas revistas de agora, nos sites das marcas (pra ir se familiarizando com as coleções) e aqui no blog (NÉAM!). Também é legal estudar os sites de compras de marcas internacionais, tipo yoox e net-a-porter, pra identificar eventuais “homenagens” e influências!

• Antes de sair às compras a gente sempre tem que estudar o nosso próprio armário. Saber o que a gente tem é imprescindível pra saber o que a gente precisa ter – às vezes a gente tem que fazer uma super limpeza e tirar as peças estagnadas que não funcionam pra conseguir enxergar o que a gente usa de verdade.

• Sair com foco é BEM importante. Os meninos não têm armários abarrotados porque compram por necessidade – a gente não, o shopping é um passeio e uma desculpa pra encontrar a mãe, as amigas… e quando a gente resolve fazer compras como se fosse terapia, pra “curar” alguma coisa?!?? Foco, amigas. Tem que ter em mente as peças favoritas do armário, as campeãs de uso, e o grupo de cores que se tem em casa, pra então escolher peças que vão render muitas combinações com essas e cores que vão dar certo na hora de coordenar. Pensar em look e não em peças específicas: cada peça escolhida tem que ser coordenável com pelo menos outras três ou quatro que você já tem. Vale pra cores também.

• Super ajuda sair usando a lingerie adequada pro que se quer comprar. Tem que pensar no que não marca e no que é mais confortável, pensar que as luzes brancas e espelhos doidos dos provadores já são enfeiadores, né? Se for o caso de comprar um vestido ou look de festa é bom levar junto os sapatos da ocasião pra provar junto.

• Uma coisa é perceber o que mais se usa e o que sempre dá certo no guarda-roupa e nos looks de todo dia, outra coisa é comprar um monte do mesmo! Se você adora saia e camiseta pólo, não precisa comprar todas as cores da mesma camiseta e três estampas da mesma saia: só quando a gente escolhe variedade a gente tem possibilidades de mais usos (e de usos mais originais). Tudo bem ter seis jeans (se você usa muito, tipo todo dia!), mas que todos eles sejam bem diferentes entre si, cada um de um jeito especial. Também não é legal comprar tudo na mesma loja pra não ficar com cara de catálogo: vale mais comprar uma ou duas peças em cada loja e montar looks mais pessoais, mais com a nossa cara sabe como?

Investir de acordo com o “prazo de validade fashion” de tudo: vale gastar um pouco mais no que é basico, clássico, numa cor que neutra e naquilo que a gente usa mais, que vai servir mais vezes, que a gente tem certeza que funciona bem. O que é modinha, o que é vontade ‘passageira’, sempre vale menos – dá pra esperar a liquidação ou dá pra procurar genéricos na C&A ou nas afins.

• A gente não deixa cliente nenhuma levar NADA sem provar. E tem que provar de frente, de costas, sentando, andando, “dirigindo” (de mentchirinha!), dançando… E ninguém compra nada que gera dúvida: se a cliente não tem certeza a gente pede à vendedora pra reservar durante um tempo e olha mais lojas, toma um café, conversa, pensa e aí sim, volta pra buscar a peça ou pra des-reservar. Vale pensar de um dia pro outro também (eu e a Cris sempre compramos pra nós mesmas assim: a gente prova num dia, reserva, pensa e, se no dia seguinte a gente ainda tem vontade de ter aquilo, a gente volta lá e arrasa!).

• Por fim, não pode comprar nada que você se AME, que não faça o olho brilhar e que não seja per-fei-ta pra quem compra. Às vezes pra ficar perfeito precisa de ajustes e tals. Mas quando é amor, amor de verdade, a gente sabe, né? ;-)

Tags: , , , 13.05.2011 - 00:16 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 74 Comentários

O fantasma da peça nunca usada

Uma das primeiras tarefas que nós fazemos com as clientes é analisar o que tem no guarda-roupa e não é usado. Nessa etapa, aparecem cobras e lagartos. A parte que causa mais frustração é tirar as peças que nunca usamos, que estão ali paradas com etiqueta e tudo há séculos.

Reconhecer que fizemos uma má compra – pior, várias más compras – é terrível. Envolve assumir que somos consumistas, que não nos conhecemos tão bem assim, que desperdiçamos nosso dinheiro e somos impulsivas. Geralmente preferimos pensar que se “não temos roupa” isso é culpa da falta de dinheiro, mas lá estão as peças sem uso para depor contra a gente! A peça nunca usada é o novo bicho-papão que se esconde no armário!

Diante de uma peça intocada, o impulso mais recorrente é deixá-la apodrecer no armário e fingir que um dia vamos resgatá-la. Essa é justamente a atitude que nós tentamos evitar!. Uma peça parada atravanca o guarda-roupa, toma espaço e não nos deixa ver outra que podia ser usada. Algumas clientes brincam na hora da limpeza chamando a Cris de Capitão Nascimento do tanto de peça que pede pra sair durante o processo de arrumação do armário!

Todo mundo sabe que guarda verdadeiras fortunas mal gastas no guarda-roupas, mas ficamos ainda mais passadas quando vimos essa pesquisa dizendo que, em média, cada mulher britânica tem 285 libras (cerca de R$ 755) em roupas que nunca usaram – o equivalente a 22 peças de roupa desperdiçadas. Juntas, as mulheres do Reino Unido têm cerca de 1,6 bilhão de libras (R$ 4,2 bilhões) e 500 milhões de itens sem uso. Pensa em tudo que dá para fazer com esse valor!

Nessa época de liquidações e queimas totais a gente precisa ficar duplamente atenta para não queimar é o nosso dinheiro, já que 45% das mulheres ouvidas atribuem às liquidações a culpa por todo esse dinheiro desperdiçado.

Um exercício doloroso que a gente queria propor hoje é: vamos encarar o armário e fazer as contas de quanto dinheiro temos lá dentro em roupas pouco ou nada usadas? Será que esse valor não faria toda a diferença gasto da forma correta? Será que não dava para comprar com folga tudo que você vem precisando há tempos?

Tags: , , 17.02.2011 - 12:10 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 44 Comentários

SAPATINHOS EXIBIDOS

Pras prendadas (e pra quem amar suficiente pra largar a inércia de lado e exercitar o “mãos à obra”!): imagina exibir sapatos em cristaleiras divertidas, em sancas de gesso originais (essas são as de teto, sabe? só que instaladas ao longo da parede) e em escadas antiguinhas/rústicas – tudo bem organizadinho, fácil de visualizar pra coordenar com os looks mais legais!!! Deu vontade de ter em casa, no quarto, pra animar a decoração e inspirar projetos criativos assim… também no vestir!

Veio tudo do blog Cafofo Fino, ó, aqui aqui e aqui. <3

Tags: , 15.02.2011 - 07:27 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 23 Comentários

BIJÚS ORGANIZADAS COM ESTILO

Gostoso é encontrar inspiração que rende inspiração extra. Imagina querer executar essas idéias de organização de bijús e sair pra passear pelos sapateiros do bairro pra descolar umas formas antigas de sapatos e ouvir estórias, contar estórias, conhecer outros universos e tals? Ou peregrinar por duas, três feirinhas de antiguidades em busca de xícaras pra encher uma gaveta (e guardar com charme tosos os brincos e anéis), conversar comquem vende, saber de onde vieram, de que são feitas e por que são pintadas assim, coordenar coloridos  e formas?!?? Tá fácil e tem tudo pra ser programa bom, que rende conversas interessantes e faz da gente não só mocinhas mais organizadas mas também mais cheias de vida. Fica a dica! <3

As formas de sapato foram idéia da Kika Reichert e as xícaras são dica do Casa e Jardim!

Tags: , , 02.02.2011 - 07:52 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 18 Comentários

LINKS DE FIM DE SEMANA

Um pouco mais do documentário sobre Yves Saint Laurent e seu companheiro de vida e negócios, no A Moda é, com direito a observação da importância da arte no repertório visual dele, que depois aparecia todo referenciado nas criações de moda.

Glamour de Garagem ressaltou como as camisas de seda estão voltando com tudo e o quanto elas são fresquinhas e ideais pra dias quentes – só tem que tomar cuidado com cores escuras pra não fazer pizza de suor embaixo dos bracinhos! (haha)

Texto imperdível do Luigi Torre no seu About Fashion sobre alfaiataria masculina, seus maiores ícones e sua relevância hoje em dia. Pra todo mundo que se interessa pelo assunto, vale muito a pena!

Pra não ter desculpa de usar seeempre a mesma bolsa, especialmente por conta de organização: o Achados da Bia tem dica ótima de um organizador que já vem com divisórias e tals – e na hora de trocar de bolsa é só trocar a bolsinha-organizadora de lugar, sem deixar nada pra trás!

Camila Yahn traduziu pra gente e postou no seu blog uma reportagem do New York Times com Carine Roitfeld, em que ela fala sobre censura, o trabalho na Vogue Paris (que tá completando 90 anos!) e sua vontade de abrir um Karaokê. Super vale a pena!

Observações inteligentes e super pessoais sobre Coco Chanel no Reverbera Querida, lembrando a gente do quanto Coco saiu de seu lugar comum, tendo crescido num internato, sendo orfã, aprendendo a fazer dos seus muitos limões uma limonada e tanto. Quase engraçado pensar que sua roupa favorita era o pretinho básico, exatamente o que as freiras usavam to-dos-os-dias. ;-)

O Santa Rendeira reuniu imagens impactantes de vestidos cheios de formas e volumes, num post chamado esculturas de vestir que é de cair o queixo! Pertinho da gente (pertinho mesmo!) tem exemplos de gente bacana que, já na faculdade, exercita o olhar de moda pra muito além da vida real – talvez pra um mundo incrível de sonhos!

Mais legal que desejar é olhar além do produto, e foi exatamente isso que o Fashion Gazette fez com esse post sobre a coleção da Lanvin pra H&M. Post diferente de todos os outros sobre esse mesmo assunto, com as imagens sempre lindas do blog. Ainda sobre Lanvin, a gente investigou a história da maison, lembra?

Fotos e mais sobre a loja-conceito que a C&A inugurou  aqui em SP no Aqui só tem Bafon. É a primeira desse jeito no Brasil e a gente tá programando em fazer uma visita em vídeo pro blog!

A Vogue Inglesa conseguiu a proeza de reunir 15 tops num editorial só. O Glamour Paraguaio mostrou as fotos na íntegra com Kate Moss, Lara Stone, Daria Werbowy, até a mais novinha Georgia Jagger, todas fotografadas por Mario Testino. Muita mulher bonita junta!

Pra entender melhor como a pele envelhece: o Bulle de Beauté fez esse post ótimo explicando como todo esse processo acontece e ainda o que a gente precisa fazer pra evitar (o quanto der!) esse envelhecimento. Dica da nossa colaboradora-amada, Juliana Cunha.

Fashionismo fez uma listinha das 5 lojas virtuais que valem muito a pena conhecer. Tudo com dicas do que comprar, quem tem as melhores liquidações e quanto tempo demora pra chegar tudo por aqui. Segurem seus cartões. :)

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