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ROUPA COM CARA DE EMPRESTADA

Tempos atrás a gente tava com uma cliente que provou um vestido e antes mesmo de sair do provador já soltou: “mas esse vestido parece roupa emprestada pra festa em viagem!”. A gente parou na hora pra pensar nesse “conceito”. Sabe quando a gente super tem tudo no armário sob controle, mas na hora da festa – ou do fim de semana ou da baladinha de fim de dia… cada um tem uma dificuldade! – parece que nada tem a nossa cara? Tipo numa situação (imaginária) de viagem em que surge uma festa e a única saída que se tem é emprestar a roupa de uma amiga que nada tem a ver com a gente. Parece fantasia, né?

Isso de se aconstumar muito com um estilão e ter dificuldade de se encontrar em outro é super comum. E a solução é das mais fáceis – mas exige exercício. Se a gente faz força pra expandir nossa zona de conforto um pouquinho todo dia, especialmente no ‘dresscode’ mais usado pela gente (o do trabalho!), uma ousadiazinha a mais na balada não choca tanto. Tipo a gente passa mais tempo vestida pra trabalhar do que pra qualquer outra atividade na vida, então é nessa hora que a gente tem que “treinar” e experimentar. Pra se acostumar e pra não acomodar o olhar de quem vê a gente sempre! Um pouquinho todo dia resulta numa soma grande num futuro não tão distante – e essa “evolução” em estilo é super valiosa. E estilo pessoal só flui de verdade com autenticidade!

Tags: , , , , 03.01.2012 - 10:25 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 13 Comentários

LABIRINTO: BRASILIDADE PRONTA PRA USAR

“Ao mesmo tempo em que a moda fica mais e mais acessível (pra todo mundo), a indústria começa a ficar obcecada pelo ‘não-identificável’, pela peça super única que não tenha ligação com determinada temporada ou passarela – então a logomarca, seja escrita pintada ou costurada à roupa, seria agora um desinteresse.”

A Garance Doré (fotógrafa/blogueira) publicou em seu blog um post em que conta que sabe de pelo menos uma editora de moda que pinta as solas vermelhas dos seus Louboutins de preto pra que seus sapatitos não sejam identificáveis pela marca. A revista Elle americana reproduziu a informação e comentou – foi do texto da Elle que a gente tirou essas aspas aqui em cima. Tem tudo a ver com o nosso tempo, com o nosso entorno e com a nossa consciência isso de largar pra lá o crédito do que que veste e escolher por gosto, por identificação, com alguma emoção. Escolher pela marca não é comportamento de vanguarda (!!!) e quem contribui pra que essa dinâmica continue sendo legal ajuda a atrasar a evolução do mundo.

Talvez por isso o trabalho de labirinto que a gente conheceu em Fortaleza tenha encantado tanto – vocês conhecem? Labirinto é um jeito de “re-tecer” sedas e linhos pra desfazer a trama original ao mesmo tempo em que se cria uma nova, com novas texturas, formas e estampas. Tudo manualmente, feito com agulhas finíssimas, fio a fio, ponto a ponto. O tecido é esticado numa espécie de bastidor como os de bordado, e com agulha e gilete a trama (feita de fios entrelaçados na horizontal e na vertical) vai sendo desfiada, desfeita mesmo. A partir dos espaços que se abrem pela trama, fios de outra cor são entrelaçados e os próprios espaços – emoldurados por cores e texturas novas – formam padrões originais nos tecidos, que ganham assim aparência diferente de tudo! O que antes era tecido plano apenas, através do trabalho de desconstrução e reconstrução com o labirinto, vira renda trabalhada intelectualmente.

Diz que essa técnica foi inventada pelos gregos e veio pro BR trazida pelos portugueses – mas lá em Fortaleza ganha contornos e cores bem tropicais, renovados a cada temporada a partir de referências e inspirações personalíssimas. Todo esse trabalho foi apresentado a gente na loja Ethos, de Lucia Neves e Beatriz Castro. Elas mesmas explicaram pra gente que quiseram criar roupas usando essa técnica não só pra deixar as pessoas mais bonitas, mas também “mais aproximáveis, pra facilitar o contato” (quão modernas elas são?!!). O nome Ethos foi escolhido por ter origem grega, como o labirinto, e por significar ‘comportamento, costume – conjunto de valores sociais que dão a cada cultura seu caráter próprio’.

As peças que a gente viu na loja (disponíveis em pequena amostra pra compra online) são delicadas, elegantes, tem cara de qualidade de longe e são diferentes de tudo que a gente já tinha visto até hoje! Brasileiríssimas no feitio e especialmente na aparência, mas nem por isso folclóricas ou fantasiosas – do jeitinho como a gente sonha que o artesanal pode ser: pronto pra ser incluído nos nossos looks com orgulho, com sentido e com essa sensação de contemporaneidade. Faria bonito em qualquer lugar do mundo, viu, e pra isso precisa acontecer primeiro aqui pertinho da gente. Por um universo imagético menos pasteurizado, menos globalizado, mais diversificado e cheio de cultura pra gente trocar e aprender.

Tags: , , , , , 05.09.2011 - 11:04 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 31 Comentários

Desconstruíndo o óbvio com Fernanda Yamamoto

Quando Fernanda Yamamoto anunciou que sua coleção seria sobre a Hello Kitty, todo mundo ficou espantado: a gatinha não tem lá muito a ver com o estilo da estilista.

Acontece que a coleção que Fernanda vai apresentar nesse sábado dá um duplo twist carpado na obviedade e mostra que é possível trazer todo tipo de referência – mesmo as mais inusitadas – para dentro do nosso universo.

Fernanda não vai usar a personagem da maneira fofa que todo mundo já usou: ela desconstruiu a Hello Kitty usando estampas feitas com café e torradas. Sabe a famosa torradeira que imprime a carinha da gata no pão? Pois ela foi instrumento de trabalho na criação da coleção!

De longe, mal dá pra sacar que é a personagem. Quando a gente chega perto, no entanto, a surpresa é grata e simpática sem ser infantil nem forçar a amizade com o miguxismo.

Em vez de fazer camisetas fofas e/ou engraçadinhas com a gata sem boca, ela e a designer Ana Iamana, que fez as estampas, resolveram fugir das camisetas e usar a Hello Kitty apenas em vestidos, saias e coletes.

Para quebrar a informalidade e o tom jovial, nada de tecido molengo: só tecido plano, look estruturado e mistura de várias fibras de alta qualidade.

“Minha ideia era trazer a Hello Kitty para o meu universo, para o universo do meu trabalho”, explica Fernanda.

Esse resgate foi feito por meio de uma desconstrução da personagem em padronagens e repetições que não deixam a Hello Kitty ser reconhecida logo de cara.

Talvez você não seja estilista, não trabalhe com estamparia nem tenha sequer uma torradeira da Hello Kitty em casa. Nada disso significa que a gente não possa praticar nossas próprias desconstruções, nossos próprios resgates de coisas que caíram na obviedade, mas que com um pouco de criatividade podem ressurgir de um jeito completamente novo.

Vamos tentar ser um pouco Fernanda Yamamoto sempre que quisermos usar o que todo mundo já cansou de usar?

Tags: , 16.06.2011 - 13:37 | Postado por juliana Categorias: mundo da moda 6 Comentários

QUENTINHAS, MESMO DE SAIA!

Sabe o que a gente curte aqui? Remar contra a maré – a favor de uma maré só nossa, pegando uma onda que tenha mais a ver com a gente que com o resto do mar inteiro. A gente é assim com jeans, com preto… e por que não, no tempo frio, experimentar colocar as pernocas à vista?!?? Se a gente aquece bem os pezinhos (alô sapatilhas botinhas e oxfords, com solas não tão rasteiras – e alô alô palmilhas quentinhas!), se cobre as pernas com meias quentinhas (oi materiais que aquecem de verdade!) e se completa o look com casaco/capinha e pescoço coberto (pashminas e cachecóis, seus lindos E ÚTEIS!)… é possível não passar frio e estar feminina, com cintura marcada, com pernocas delineadas e – melhor de tudo! – diferente da massa, contribuindo com variedade visual do universo (!!!). Bem anti-pasteurização das modinhas, anti-todo-mundo-com-a-mesma-cara-o-tempo-todo.

Claro claro claaaro que look de frio com calça é mais seguro e é mais fácil – mas ó, a meia-calça quentinha pode (de verdade) aquecer mais que uma calça leve. E saias podem ser feitas de materiais tão quentinhos quanto os das calças, viu. Look bom pra gente sacar de vez em quando – e surpreender, e inspirar as moças que tão em volta. A gente vai experimentar, nossas clientes já tão experimentando, e a gente aposta que vocês vão sentir vontade também! ;-)

Tags: , , 08.06.2011 - 13:02 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 47 Comentários

O mito da calça vermelha

A bendita calça vermelha foi assunto nas últimas três reuniões de pauta dessa Oficina. Em uma delas, propomos (mas não consolidamos) um post sobre “como usar calça vermelha de um jeito diferente do que vem sendo mostrado”. Em outra, investigamos sem sucesso de onde vem essa moda. Apenas na terceira a Cris teve uma epifania e disse que calça vermelha é um mito da internet, algo equiparável ao desconhecido que te chama pruns bons drinks e depois você acorda sem rim na banheira de gelo, sabe?

No exercício da profissão de consultor de imagem – que envolve prestar atenção nas roupas das pessoas, em seus armários e nas araras das lojas – não temos visto uma quantidade relevante de calças vermelhas. Não mais do que sempre existiu.

Já quando entramos na internet, vemos que ela é um big hit. Mas só na internet, percebe? Chegamos a perguntar a algumas amigas que moram fora se é um fenômeno relevante na gringa, mas nem isso. As meninas disseram o mesmo que a gente: que viram duas ou três pessoas usando nas ruas, mas que o assunto bomba na internet.

Percebeu a pegadinha? Calça vermelha só encheu o saco de quem, na verdade, deveria era estar de saco cheio de passar tantas horas na internet vendo os mesmo sites que, na falta de assunto, simplesmente forjam mitos, e a bendita calça sangrenta figura entre eles.

A internet – que era para ser esse mar livre de opiniões e referências – tem se colocado à frente dos veículos tradicionais, mas à frente em conservadorismo! Porque, não tem jeito, quando a pessoa entra na nóia de que precisa identificar, consumir, esgotar e descartar as tendências antes do resto da humanidade, isso vira uma loucura e o resultado é esse aí: todo mundo “enjoado” de uma peça que mal deu as caras na vida real.

A nossa opinião é de que a calça vermelha só deu o que tinha que dar nesse minúsculo mundinho muito específicos de fashionistas conectados demais e preocupados demais nos três passos da moda vazia: usar, arrasar e cafonizar.

Aqui na vida real, calça vermelha é uma coisa que sempre existiu, que combina super com algumas pessoas e que devia ser usada por todo mundo que tem vontade, sem medo de incomodar o estômago sensível dos enjoados virtuais.

Tags: , , 28.04.2011 - 00:15 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 68 Comentários

STELLA MCCARTNEY E AS FLORES

Tem esse texto gigante (mas delicioso) no site da Vogue americana contando da vida que a estilista Stella McCartney leva em família, morando no campo e tals. Ela conta que, morando nessa casona que ela reformou pra ter a cara dela, olhando pro horizonte, tendo animais e vivendo a vida de um outro jeito – com foco, mas sem desespero! – tudo muda… até o jeito dela trabalhar. Com ela mudou pro bem, de um jeito lindo.

Diz Stella que pensar num jardim, escolher plantas (e formas e cheiros e cores e texturas), ver tudo crescer e florescer – até com surpresas, porque às vezes palntas rendem cores inesperadas! – rende idéias pro trabalho dela com roupas e com perfumes. Nas palavras da própria Stellinha (rá!) em tradução bem livre: “às vezes eu vejo uma cor no jardim em que eu normalmente não pensaria. E passo a curtir essas cores na natureza, e isso faz com que eu queira trazê-las pra minha coleção. Na primavera passada eu fiquei entediada com a moda, e comecei a folhear livros de jardinagem dos anos 50 e achei uns desenhos botânicos antigos que super me inspiraram – então isso virou parte da coleção de primavera”.

E o que a gente vê agora no sit da Stella McCartney é uma coleção lindamente florida – sem ter nada a ver com qualquer “tendência” ou onda atual, e ao mesmo tempo super super super contemporânea, com cara de jovem e de agora. Ponto pra quem se desprende do “must have” e “must see” pra enxergar além, pra se permitir gostar de coisas e interpretar de jeito pessoal, de ser diferente e nem por isso ser ruim (ou pior). Ponto pra quem deixa a inspiração exceder a moda e vir da vida. ;-)

Tags: , , , , , , 10.01.2011 - 20:47 | Postado por Fernanda Categorias: mundo da moda 22 Comentários

METÁFORA E INSPIRAÇÃO PRA VIDA

E se a gente se permitisse encantar mais pela imaginação do que pela convenção? E se a gente prestasse atenção no que tem em volta da gente pra então achar sentido no que a gente escolhe – tipo olhar pro que é autenticamente coerente com quem a gente é e com a vida que a gente tem, ao invés de procurar referências em outras pessoas, outros hemisférios, outros círculos de amigos, frequentadores de outra festa? E se a gente absorvesse cores, formas e inspirações do que de mais inusitado tem no nosso universo particular? É nisso que as jóias feitas pela Victoire de Castellane (para a Dior Joalheria) podem fazer pensar, viu – jóias como metáforas. Essa designer escolheu não seguir “trend alerts” e nem fazer “must haves”, e especialmente por isso produz peças lindas, lúdicas, cheias de graça, DIFERENTES DE TUDO e ainda sofisticadas. Tenho sentido cada vez mais que flores, plantas, céu, animais, movimento, alegria, cores e sorrisos tem mais a ver com a gente do que pretinhos básicos ou bolsinhas tipo box – porque ainda assim é possível ser elegante, estar atual. Não sei pra você, mas to olhando aqui e angariando uma inspiração pra vida. Beijos, Fê. <3

Tags: , , , 14.12.2010 - 08:32 | Postado por Fernanda Categorias: diário 16 Comentários

AJUDA NO OLHAR PRA DENTRO

Fui ao True Love Tattoo, estúdio de tatuagem, na semana passada e voltei com uma estória que pode se relacionar com moda. A Nanda, tatuadora de lá, contou que tirou do estúdio as pastas com desenhos de referência – sabe umas pastonas, tipo com o portfólio do tatuador, pras pessoas escolherem desenhos? O estúdio dela não tem mais essas pastas, não tem referência externa, não tem exemplo nem idéia solta no ar. Nadica de nada.

Ela explicou que tatuagem é de usar, é do corpo, faz parte de quem a gente é – por isso a referência deveria vir de dentro, e não de fora (muito menos de uma pasta de desenhos feitos pra ooooutras pessoas). Se identificar é uma coisa, curtir um desenho ou uma idéia é outra. A Nanda contou que tava chegando gente no estúdio, pedindo a pasta, apontando o dedinho e escolhendo assim, por escolher, o que queria tatuar. E ela resolveu que, artisticamente e com o trabalho dela, ela queria contribuir pra que as pessoas olhassem mais pra dentro, observassem mais o que gostam e o que tem significado INDEPENDENTE de olhar referências ou de ter modelos. E foi assim que as pastas foram guardadas pra nunca mais circularem por lá.

Ela reconhece que pode ser um pouco radical mas vejam, eu pensei bem na relação dessa estória com a gente escolhendo o que vestir ou o que comprar. Mesmo que roupas e acessórios não sejam tão grudados na pele assim, a gente também escolhe (ou deveria escolher) de acordo com quem a gente é. Bem na onda de ter referências pra inspirar, pra abastecerem a gente de opinião própria – e não pra copiar. Ser quem a gente quer ser independente de referências ou modelos. Imagina quanta imagem única, original, nova e arrebatadora a gente ia produzir e encontrar por aí?!?? :)

Tags: , , , , , 22.09.2010 - 17:12 | Postado por Fernanda Categorias: diário 30 Comentários

ACESSÓRIO BEM ACOMPANHADO

A gente amou essas mega flores de lapela que o Jason Wu desfilou na semana de moda de NY. Mas a gente amou mais ainda a inteligência com que ele ensina a gente a usar esses super acessórios: repara que as flores já são grandonas, bem extravagantes, mas nem por isso tão sendo usadas com coisas basiquetes demais. Pelo contrário! O acessório é acompanhado de texturas e formas e desse jeito, com um conjunto de elementos interessantes, a extravagância da florzona nem fica tããão extravagante assim. Essa é a sacada pra conseguir usar acessórios maiores, ou ousados pra gente: não deixar esse acessório ser um ponto focal muito destacado no meio de um look básico, simples, chocho demais.

Mais: quando as flores acompanham o tom das texturas a imagem continua criativa mas também fica super elegante, né? Fica a dica! :)

Tags: , , , 16.09.2010 - 14:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 88 Comentários

CAMISA + SAIA: SIMPLES E POUCO COMUM!

Idéia de festona que vale pra uma vida inteira, quando usada em “níveis” diferentes: camisa engomadinha e saia poderosa. Porque né, camisa vem do guarda-roupa dos meninos, saia é o que tem de mais feminino no nosso guarda-roupa – só de juntar os dois a gente já se garante interessante. E aí, dependendo dos materiais escolhidos pras peças, dos comprimentos da saia e dos complementos do visual, o look vai do trabalho pra balada pra festona pro fim de semana.

Pensa só: camisa básica, lisa, com saia em tecido lustroso bem elegante: vai à festinhas e jantares e tals; camisa leve, feminina, com mini-mini-saia cheia de brilhos: vai à balada; camisa fresquinha, solta, com saia de brim ou algodão: delícia pro fim de semana; camisa em tecido refinado com saiona longa toda bordada: vai à casamentões; camisa formal com saia longa e sapatilha ou rasteira: vai ao trabalho (em ambiente não tão formal!)… as possibilidades são infinitas com essas duas peças juntas! Especialmente em festinhas – e festonas! – a saia precisa ter elementos formais/interessantes suficientes pra tirar a camisa do lugar comum. Tipo da vez em que a Sharon Stone usou uma camisa do marido (!!!) com uma power-saia em tafetá lustroso azul da Vera Wang… num Oscar!

E então na hora de experimentar essa idéia – simples mas bem original! – vale complementar com categoria: pelo menos um acessório tem que acompanhar a interessância da combinação saia+camisa, tipo um super anelzão, ou um colar mais elaborado, ou vários colares juntos, ou um brinco original, ou um broche precioso, sabe como? A gente tem de referência pra esse look ninguém mais ninguém menos que a Carolina Herrera em si – e olha que ela, mesmo não tão jovenzita, carrega o look do trabalho até a noitada, viu?!??

Tags: , , , , 02.09.2010 - 09:03 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 42 Comentários
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