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VESTINDO A CARAPUÇA!
Se você vestir o jaleco de um médico, sua habilidade de prestar atenção e ser cuidadoso automaticamente aumenta. Parece estranho, mas foi isso que os psicólogos da universidade de Northwestern, nos EUA, descobriram durante uma pesquisa sobre o efeito psicológico de determinadas roupas. Segundo eles, vestir uma peça com determinado significado tem efeitos psicológicos sobre as pessoas. No caso do jaleco do médico, o que acontece é que a pessoa que o veste tenta incorporar características que costumam ser associadas aos médicos, como a atenção e o cuidado, tornando-se elas mesmas atenciosas e cuidadosas.

A gente está careca de saber que aquilo que vestimos é avaliado pelos outros, que eles nos tratam diferente se estamos de vestido ou de calça, de preto ou de roxo, com óculos ou sem, mas a grande questão é que antes mesmo do outro reagir a gente começa a se comportar de maneira diferente de acordo com a roupa que vestimos. Uma vez, Kim Cattrall (atriz que interpreta Samantha em Sex and The City) deu uma entrevista dizendo que calçava os sapatos de salto da personagem mesmo quando o diretor avisava que só iria filmar da cintura para cima. Ela – que na vida real disse que só usava Nike! – precisava dos sapatos para incorporar a personagem. Aqui nos trópicos, o Chico Anísio costumava dizer algo parecido: ele contava que não conseguia imitar a voz de um personagem se estivesse vestido de outro. Não fluia.
Mesmo quem não é ator consegue usufruir dessa ideia de “vestir o personagem”. Muita gente que trabalha em casa já constatou que o ritmo não flui como deveria se a gente permanece de pijama, por exemplo. Percebe o quão legal isso é? Significa que, ao escolher o que vestimos, podemos escolher quais comportamentos queremos reforçar em nós mesmas. O que você quer ser hoje? Atenciosa, cuidadosa, produtiva, sexy, engraçada?
SER INDIE NO BR (NÃO É FÁCIL!)
Já reparou que sempre que surge uma modinha de grupo fora do país – tipo boho, emo, hispter, qualquer coisa que seja bem marcada como moda de grupinho – isso fica mais difícil de identificar no Brasil? Por aqui, emo parece hispter, boho parece mendiguismo e todo mundo termina dando um abraço fraternal na C&A.
Na nossa opinião, isso acontece por muitos motivos – brasileiro gosta de sincretismo entre estilos mesmo quando tenta ser caricato -, mas sobretudo porque nós não tempos a mesma variedade de lojas, marcas e fornecedores que os gringos têm.

Apague da sua cabeça pessoas que viajam para o exterior todo ano e fazem suas compras por lá. Apague também endinheirados em geral. Agora foque sua atenção nos jovens – justamente quem costuma aderir a modas de grupo, já que adulto não anda em bandos. O jovem brasileiro que se identifica com a estética hipster compra nas mesmas lojas que o adolescente emo, que compra nas mesmas lojas que a menina influenciada pelo romantismo a la foto do Tumblr.
Toda essa rapaziada diferente, que se sente e quer ser diferente, tem acesso às mesmas peças e depende muito da própria criatividade para se distanciar uns dos outros.
Um dos caminhos diante desse fato é sentar no primeiro meio-fio que aparecer e chorar nossa falta de H&M, de Urban Outfitters, da variedade de lojas baratas que os gringos possuem a mais que a gente. O outro caminho é perceber que a nossa pobreza de fornecedores incentiva a criatividade nos jeitos de usar, nas combinações diferentes, na customização, na ida até a costureira, no empreendedorismo de fazer a própria lojinha on-line. Será que valorizar isso tudo não é muito mais legal do que ensinar para os adolescentes que o caminho para fazer bonito na porta da escola é um cartão de crédito internacional?
No fim das contas, estilo não se compra e o consumidor brasileiro tem bem menos risco que o gringo de virar caricato, vítima da moda ou qualquer coisa assim. Como já disse Humberto Gessinger: “Em Cuba só há uma marca de xampu, mas somos nós que querermos todos ter o mesmo tipo de cabelo”.
Todas chora e encerra o post com essa referência, meu deus!
STREETSTYLE x ESPONTANEIDADE x DIVERSIDADE
Os sites de streetstyle existem hoje nessa quantidade por conta da globalização: a gente pode, com um clique, bisbilhotar o que todo mundo tá usando em qualquer parte do mundo. E aí o que se usa nesses sites vira inspiração pra gente usar/aplicar nas nossas escolhas de todo dia, e as referências vão se diluindo e todo mundo vai querendo ter/ser a mesma coisa e quando a gente vê, todos os sites tem os mesmos looks, usados por pessoas diferentes em lugares diferentes. Pra muita gente, ser fotografada para um desses sites é um elogio, um sinal de reconhecimento – então a referência pode passar a ser pautada pelo gosto pessoal do fotógrafo x ou y, como se a gente procurasse vestir o que sabe que rende material para o site de streetstyle (que por sua vez está super claro, uma vez que o fotógrafo clica sempre as mesmas idéias). Pode ser que essa dinâmica esteja deixando de ser só uma dinâmica e esteja virando um ciclo vicioso anti-diversidade no vestir. Pior: um ciclo vicioso anti-espontaneidade.

No nosso meio (das mulherzinhas independentes de trinta anos) esse streetstyle dos sites aparece quase que só na internet mesmo – super pouca gente e pouquíssimas clientes (uma ou duas, máximo!) se vestem assim na vida real. Essa montação estudada, calculada a partir da referência externa, quase não encontra lugar em calçadas e ambientes de trabalho (tem em volta de vocês?). Isso de esperar o fotógrafo abordar pra clicar e fazer a imagem rodar o mundo vira meio que um reality show do vestir de todo dia, uma atividade que se faz naturalmente (por que né ninguém pode sair pelada na rua) mas que se imagina ser vigiada por câmeras. Pro outro, e não tanto pra gente mesma.
O elogio que mais importa é o elogio da própria vida, do bem viver. Esse que o próprio espelho entrega pra gente em forma de sorriso, sabe? Essa sensação de chegar em casa no fim do dia e ainda se sentir bonita, sentir que esse look vale repetir, que rendeu conforto, animação, até inspiração pra quem esteve em volta da gente. Sentir que o namorado/marido/filho/bff achou a gente linda – isso sim é elogio, sem nem precisar dizer! E esse elogio a gente consegue sendo mais e mais A GENTE MESMA, fazendo força pra evidenciar – no look! – tudo que a gente tem de único, de vontade própria, de referência pessoal e de personalidade. Por mais diversidade estética no mundo, por um vestir com mais espontaneidade. Bora exercitar? ;-)
SE DIVERTINDO COM O LÚDICO
A gente aqui na Oficina acha que a moda pode ser bem divertida, viu! Mais ainda pra quem tem isso já embutido na personalidade – esse tipo de personalidade de quem nunca vai crescer 100%, de quem mantém uma criança leve e risonha bem viva dentro de si, mesmo que às vezes guardadinha pra se adequar a ocasiões mais sérias. Pra essas a moda guarda elementos especiais: os temas e acessórios lúdicos. Tudo que flerta com o universo infantil ou é ultra-feminino (sempre de um jeito muito fofo) pode ser considerado lúdico: tipo colar de boquinha, bolsa em forma de cachorro, estampa de catavento, pingente de cupcake, berloques de mini-bolsinhas, e por aí vai!

Esses itens super incluem personalidade ao look, deixam claro que quem usa tá sorrindo pra vida e enchem de humor o visual – mas em quantidade pode acabar deixando tudo temático demais, informal demais, meio jardim de infância, sabe? A gente acha legal usar aos pouquinhos, escolhendo um elemento lúdico por look – sem isolar o elemento escolhido, mas equilibrando ao coordenar com outros elementos de estilo complementar. Ideia boa pro caráter infantilóide ser deixado de lado é coordenar peças super elegantes com esse elemento mais “brincalhão”. Pensa numa calça de alfaiataria, um colar super rico e poderoso e uma camiseta fofa com a estampa do Bambi?! É exatamente disso que a gente tá falando: inteligente é conseguir incluir o toque engraçado sem deixar de estar elegante, arrumadinha. Menos “criança que esqueceu de crescer” e mais “adulta segura que não perde a leveza da infância”.
A gente também pode aproveitar pequenas inserções lúdicas no vestir pra abusar de coordenações de cores bem ousadas, tipo neutros com tons bem densos-intensos ou coordenações monocromáticas! Imagina uma blusa petróleo com uma bolsinha cinza em forma de poodle?! Ou um look monocromático ajudando a realçar um pingente bem lindo de laço ou de coruja?! Legal é ter o “elemento brincadeira” contextualizado – no visual e na vida! Tipo “sou bem humorada mas ainda tenho 27 anos, sou divertida por escolher usar isso mas estou comprometida com o trabalho”… tipo isso! Dá pra comprar coisinhas assim em lojas on-line como a Carmensitas, Anel de Consumo e 80s Tees. E pra inspirar, fica esse link aqui e aqui!
PERSONALIDADE PENDURADINHA
Em tempos de colarzão a gente quase que esquece como os colares fininhos, com pingentes pendurados, são muito legais. Foram esses colarzinhos que fizeram companhia pra um tanto de gente (ainda fazem!) na era pré-penduricalhos gigantes no pescoço, pra na sequência a gente aprender a coordenar vários colarzinhos juntos – lembram?!?? Então, se a gente perdeu o medo de coordenar muita coisa junta ou usar um acessoriozão em volta do pescoço, nada mais justo que os colarzinhos com pingentes evoluíssem também.

E olha, eles evoluiram – boa notícia pra quem quer entregar pistas de personalidade no look sem fazer esforço, só enfeitando! Pingentes são menos chamativos/mais discretos que colares grandões, e chamam atenção pra perto do rosto de um jeito discreto… mas nada sem-graça. Pequenos pontinhos pendurados em correntes podem dizer que a gente é divertida, que é feminina e sonhadora, que tem hobbies específicos, que curte plantas ou bichos, que tem bom-humor e mais. Pingente pode contar da história pessoal de quem usa e pode render conversas boas (ó que a festinha em que a gente não conhece tanta gente pode virar oportunidade pra ousar no pingente!).

Pingente pode ter cor, forma, tema, relação com arte ou com esportes, com comida, com lugares, etc etc etc – sem que a gente precise ter um pingo de preocupação com exageros-de-look: pensa que o visual da gente é do tamanho da ponta dos pés até o topete mais alto do nosso cabelo (no meu caso, por exemplo, meu visual tem 1,65m de área total, haha) – um pingente ocupa 3cm, 4cm, 5cm desse tamanho todo. É pequeno o espaço pra que a gente não tenha medo de experimentar, mas o efeito é certeiro e impactante!
**Extra: quem tem peitão pode localizar o pingente no colo, acima do volume do peito mesmo, viu. E quem quer mais pode clicar pra ler o post dos muitos colarzinhos usados juntos e também o da coordenação de colares, decotes e formatos de rosto, ou clicar pra lembrar do post em que a gente divide o nosso jeito de usar/coordenar colarzões. ;-)
VISUAL “PARA” O OUTRO
O “para” tá assim, entre aspas, porque na (verdade) tudo que a gente escolhe usar é pra gente mesma – tem que ser assim, né? Mas acontece da gente ter ocasiões em que prestar atenção no outro – em quem a gente vai encontrar – dá informações ótimas pra construir nosso próprio look. Não tem necessidade de se vestir diferente, ou deixar de ter personalidade. Não tem a ver com se fantasiar: tem a ver com observar formalidade, estilo, interesses e gostos da pessoa com quem a gente vai estar e montar uma versão-da-gente-pra-encontrar-essa-pessoa, preparada especialmente pra isso.

A sacada é incorporar no próprio look alguns ‘símbolos de vestir’ que o interlocutor reconheça com facilidade, que sejam confortáveis pra ele, que façam parte do seu universo de todo dia. Desse jeito a gente derruba quaisquer barreiras de comunicação, qualquer idéia de distância, e quem encontra a gente fica à vontade, abre o coração, a relação já se estabelece mais próxima! Pensa que vale pra fazer reunião, pra ter empréstimo no banco (!!!), pra encontrar clientes, pra apresentar pessoas, vale até pra paquera! :)
Se a pessoa com quem a gente vai estar é mais formal (ou vem de um ambiente formal), a gente pode escolher mais tecidos planos que malhas, mais formas tradicionais do que muito despojadas ou maluquetes. Cores mais coloridas ou mais neutras podem transmitir mensagens de mais frivolidade/animação ou de discrição/rigidez – e tudo isso pode acontecer pro bem e pro mal, depende do que a gente quer! Estampas (de vários tipos, muitas ou pouquinhas) e caimentos (folgado, ajustado, contido, soltão) e acessórios (divertidos, sexy, originais, clássicos) também podem equilibrar aparências e equilibrar todo “discurso visual”!
ESTAMPA PRA TODO MUNDO
Tem um tipo de estampa mais legal pra todo mundo. Quem é maior, pode escolher estampa maior (e maior não quer dizer gordinha, pode ser só grande mesmo!). Quem tem estatura/estrutura média escolhe estampa média e quem é mignon pode ficar feliz usando estampas pequenas. Mas não é só o tamanho dos desenhos que conta na hora de pensar nas estampas mais legais pra gente diferente. Vale observar também o espaçamento desses desenhos e o contraste que eles criam com o fundo da estampa. E aí a gente pensa no que é mais impactante na própria aparência (tamanho ou personalidade!) pra então fazer escolhas certeiras.

Tem gente que é pequeña mas tem personalidade super forte e não carrega estampa tão pequenina – estampinha miúda tem conotação delicada, feminina, lúdica. É o caso de ir atrás de estampas maiores mas não tão espaçadas. Ao mesmo tempo, pode ter gente grandona que tem personalidade doce, calma – estampas grandes talvez não sejam as melhores escolhas, mas mesmo pequenas elas podem ser espaçadas, os desenhos podem estar dispostos bem longe uns dos outros. Estampa espaçada, mesmo pequena, tem efeito “alargador” mais potente do que estampa grande – o que não é ruim quando tá em harmonia com quem veste, especialmente em porções isoladas do look, sabe como? E estampa mais juntinha tem efeito de menor, o que é sempre sempre bom. Né?
E aí o contraste pode ser coordenado com o contraste que a gente tem naturalmente (clica aqui pra lembrar ou conhecer) e também pode amenizar efeitos de grande e pequeno em quaisquer estampas. Estampa grande e espaçada, mas com pouco contraste entre desenhos e fundo, acaba tendo efeito alargador minimizado! Então quem é grande e quer usar estampa grandona pode escolher menos contraste e pronto, tudo equilibrado. Ou o contrário: estampa pequena com muito contraste ajuda do mesmo jeito quem é grande. E tudo no caminho inverso vale pra quem é pequena! Legal, então, é escolher tipos de estampas adequadas pra pedaços da silhueta que a gente quer diminuir ou aumentar, tudo pra equilibrar a aparência inteira! Tipo quebra-cabeças mesmo!
DIGA-ME DE QUE MARCAS GOSTAS E EU TE DIREI QUEM ÉS
Nos anos de 1960, 70 e até 80, as pessoas se reconheciam pelos livros e discos que gostavam, pela posição política (direita ou esquerda) que tinham e pelo comportamento e roupas que usavam. Desde que ‘muros ideológicos’ caíram, a lógica de mercado parece o espaço ideal para definir o ser. Diga-me de que marcas gostas e eu te direi quem és!

Essa é a idéia do projeto 5brands. A gente manda (por e-mail) pro site as cinco marcas que mais “representam” e traduzem quem a gente é. Vale marca de carros, capa de disco, marca de moda e até churrascaria. O resultado tá num tumblr com as galerias, nomes, nacionalidades e profissões dos “submetidos” em exposição. É surpreendente como dá pra imaginar personalidades, gostos, idéias, pessoas – só pelas marcas escolhidas por cada um! (Também é de ficar passada a quantidade de brasileiros por lá!)
Imagina se a gente tentasse se definir por cinco marcas… de moda? Ia ser uma tentação pensar em marcas que representam quem a gente é e também imaginar marcas que representam quem a gente queria ser – não? Um super exercício de auto-conhecimento e de identidade de marcas (de moda!).
(Com colaboração do Vitor Ângelo!)
ROUPA DE CONHECER A FAMÍLIA DO NAMORADO!
Todo mundo já passou ou ainda vai passar por essa – e se é parte da vida, pode ser mais legal se a gente se prepara. Não porque o que a gente veste é a parte mais importante de se “conhecer os pais” de quem a gente curte e tals, mas porque o que a gente veste influi diretamente na segurança/confiança que a gente sente. Conhecer a família do namorado precisa ser uma delícia, super natural, mas pode ser quase-quase como uma entrevista de trabalho – sendo que você vai ser “avaliada” por um ‘emprego’ que já é seu (haha!). Tem expectativa em mão dupla: o que vão achar da gente e o que a gente quer que achem. São aqueles primeiros (e cruciais) cinco minutos, né, em que a gente vai deixar claro como a gente é NA VIDA – daquele momento em diante!

Pensa que não é ocasião pra usar roupa de trabalhar, mas também não é balada ‘sozinha com o namorado’ (tu-do menos usar roupa escandalosa nessa hora, hein gente) – nem ‘fim de semana desarrumada’. É alguma coisa entre todas essas outras que não tem dresscode definido, mas tem um elemento que comunica além da roupa: o conforto. Na hora de conhecer a família o conforto que a roupa proporciona pode querer dizer, também, que (mais…)
ATENÇÃO NA HORA DA FOTO!
Já teve post aqui com as dicas da Jana Rosa pra todo mundo sair bonita na foto. Ela falou pra gente prestar atenção na postura, pra procurar uma pose confortável, pra projetar o queixo um pouquito pra frente e pra achar um jeito de transparecer personalidade na hora do clique. A gente aprendeu tudo isso daí e pensou que dá pra pensar em mais coisas (além da gente mesma!) pra garantir uma foto bacana – seja pra uma entrevista, pra um trabalho qualquer ou só pra lembrar de um momento bom!
Vale pensar no ambiente em que a foto vai ser feita: é mais escuro, é mais claro, tem luz natural, tem lâmpadas brancas ou amarelas? Sabe que é bom se maquiar na luz equivalente pra não ter surpresa, né? E aí, se é uma foto posada, pensa no fundo: é mais claro ou mais escuro? Mais colorido ou mais neutro? Porque né, quanto mais contraste melhor – mais destaque pra personagem da foto e não pro ambiente! Tipo se o fundo da foto é claro e colorido, vale usar uma roupa escura e mais neutra, sabe como? E se a foto tem mais gente – tipo eu e Cris, sempre juntas! – vale combinar antes o que todo mundo vai usar: pra não repetir cores, mas pelo contrário, pra escolher cores complementares e criar uma sensação boa pra todo mundo que vir a foto depois, pronta! (mais…)











