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BARRIGUINHA NÃO TÃO APARECIDA
Tipo da coisa que a gente ensina pra TODAS as clientes, sem exceção: transparência tem medida! E não é a medida do bom senso porque né, cada um tem o seu senso. Pensa assim: tem partes do corpo que a gente mostra, no dia-a-dia mesmo, sem pudor nenhum e corriqueiramente tipo colo, ombros, braços, costas, pernas. Se eles tão sempre à vista, tudo super bem aparecerem por baixo de tecidos translúcidos, pele velada apenas. Mas barriga a gente não mostra o tempo todo, em todo lugar, corriqueiramente. barriga aparece na praia – ou na balada, dependendo da idade de quem usa (né?). Então não tem porque barriga aparecer por baixo de transparência, né gente. Não mesmo (a gente acha).

E isso não é regra, não é obrigadção, mas tanta pele assim à mostra – em pedaços de corpo que nem sempre tão desfilando por ambiente de trabalho ou pela cidade – pode assustar. E transmitir uma mesangem equivocada de quem usa, e criar constrangimento (se não pra quem usa, pra quem vê). Pra isso existem os camisetes, essas camisetinhas bem finas, com alcinhas delicadas, tipo lingerie mesmo. Em várias cores até, pra barriguinhas desfilarem devidamente cobertas! A gente curte bem as da Zara, da Scala, da Leeloo, fica a dica.
por mais sobrinhas de tecido no bumbum
Toda vez que a gente sai pra comprar calças pras clientas a gente repete o mesmo texto: tem que sobrar um pouquinho de tecido logo embaixo do bumbum de to-das-as-cal-ças. E de bermudas e de shorts também, em jeans, em moletom, em plush e em alfaiataria. Essa sobrinha de tecido faz a maior diferença na imagem de conforto e de elegância que a roupa pode passar. Porque quem vê essa folga entende que o tecido envolve o quadril sem marcar culote, vê a perna da calça/bermuda cair retinha do lado da coxa, num efeito super emagrecedor.

não tem a revista dobras? a gente quer lançar a revista SOBRAS =)
A folguinha fica fácil fácil de aparecer quando a gente prova a peça que quer levar pra casa num número maior que o nosso – e manda fazer ajustes na cintura e na barra pra ficar tudo certinho. Experimenta que você vai ver e vai sentir diferença!
MAIS QUATRO SABOTADORES
Tempos atrás a gente fez post com quatro sabotadores de aparência, lembra? Desde o primeiro post a gente também lembrou que não é legal mostrar alça de sutiã feita de silicone, que roupa tem tamanho certo pra parecer bacana e mais. Não custa dar uma atualizada na listinha pra estar sempre com tudo “tomado conta” no look. Né?

Não andar dignamente de salto alto
Quer usar salto treina em casa, gente. Ou escolhe um salto que seja confortável confortabilíssimo pro seu andar, pras suas pernocas, pra sua pisada, pra sua vida. Ou não usa salto. Pouca coisa é mais desagradável (ao olhar) que encontrar alguém super bonitona andando como um robô. Ou como uma patinha choca. Não “sustentar” o caminhar nas alturas faz desviar o olhar da interessância do look pra se prestar atenção a um andar defeituoso. Tem que pisar firme e com segurança – aliás, ideal de caminhada pra vida.
Usar peças justas justíssimas demais
Antes a gente mencionou lingerie que marca, mas aqui a estória é outra. Às vezes a lingerie é ótima, mas a roupa tá tão apertada que até os poros ficariam marcados. Se a forma do sutiã é visível, se os elásticos da lingerie dividem gominhos no corpo e eles aparecem através do que se usa, se o tecido gruda demais na pele e se acumula nas axilias, a roupa tá justa demais. Vale especialmente pra partes de baixo.
Roupa que precisa ser “ajeitada”
Mais de conforto: blusa curta que a pessoa puxa pra baixo o tempo todo, alcinhas que teimam em cair, manga que desdobra, botãozinho que abre sozinho, colchete que solta, cós de calça que não fica no lugar… nada disso contribui, né? Roupa tem que garantir conforto e tem que ser coadjuvante da vida que se vive dentro dela – não dá pra tomar conta o tempo todo do que se está vestindo! Ninguém erece arrumar o decote a cada levantada, a cada sentada, a cada movimento. Parece tique nervoso e fica feio.
Pés mal cuidados à mostra
Imagem não é só roupa e todo mundo sabe. Natural que, com o calor que faz o tempo todo aqui no BR, a gente queria mesmo usar pezinhos de fora tanto quanto possível. Então atenção, pra aparecer com dignidade os pés precisam estar cuidados. Não é legal (não mesmo) dar de cara com pele áspera, calcanhar rachado, sujo ou seco demais – pés de fora precisam de mais hidratação que qualquer outra parte do corpo à mostra, precisam ter unhas cuidadas, aparência de saudável. Formô?
Pra relembrar do primeiro post com sabotadores de aparência – que tem umas coisas peso-pesado, fáceis fáceis da gente ver todo dia, que não deviam ser assim tão comuns… clica aqui. Pra abastecer uma possível terceira lista dessa com outros sabotadores que também deviam ser “fichados”, tem o espaço dos comentários. Todo mundo trabalhando junto por desfiles de looks bacanas nas calçadas em volta da gente. ;-)
TRANSPARENTE NÃO É INVISÍVEL!
Alcinha de sutiã que foi pensada pra desaparecer é feita pra isso mesmo: pra-não-a-pa-re-cer. Então alça com a cor da pele não tem que ser vista por baixo de roupa nenhuma – porque né, se foi feita pra não aparecer não tem graça mostrar. A mesma lógica vale também (e muito!) pra alças de silicone: quem inventou fez pra ser invisível – e essa é a pior modalidade da “lingerie indevidamente aparecida”!!! Alcinha de sutiã aparecendo é pra ser ‘exibida’, gente. Pra ter graça, a lingerie aparecendo sob a roupa precisa ser diferente da tradicional: tem que ser bonitinha, mais fina e delicada, colorida, estampada, feita em tecidos diferentes, com rendinhas e aplicações. Pra render coordenações interessantes com a roupa, sabe como?

Então fica combinado assim: sutiã cor-de-pele e sutiã que tem alças de silicone ficam restritos a morar por baixo de roupas que cubra tudo com folga, pra não aparecerem nem num descuido. Porque mostrar alcinha bege pode parecer desleixo e mostrar alcinha de silicone pode ficar bem vulgar. Que perigo, hein?!??
AH NÃO! TODO MUNDO IGUAL!
Tem uns quatro invernos que a gente torce o nariz pro combo bota-por-fora-da-calça. Pra você ver como essa estória é antiga e se repete e se repete e se repete… sem o povo enjoar de sair igualzinho na rua. Não é errado usar bota de cano longo sobre o jeans (ou sobre qualquer calça) – e nem existe “errado” em moda, né? Também não tem efeito drástico na silhueta de quem usa: pode sim fazer bumbum e quadril parecerem maiores, mas a culpa não é só da bota e pode ser da calça também. Pra gente aqui na Oficina o que mais importa nessa questão é a aparência padronizada que as calçadas ganham assim que o primeiro vento frio sopra no inverno. Todo mundo sai de casa igual, todo mundo esquece das tantas outras maneiras legais de se cobrir e de se aquecer no inverno, todo mundo escolhe a-mes-ma-fór-mu-la! Não é surreal?

A gente é contra a bota por fora da calça porque é mais a favor de todo mundo criar looks com personalidade, usando a criatividade. Tem mil jeitos legais de usar botas: com bermuda e meia-calça, com vestido, com shortinho e legging, com outras calças (caindo sobre as botas) e mais. (mais…)
tudo no tamanho certinho!
Quando a gente quer parecer mais magrinha (ou com tudo no lugar!) a maior dica de todas, a mais valiosa, é a de comprar peças no tamanho certo. O que a gente veste tem que cair suave sobre as formas do corpo, sem marcar – o ideal é que o tecido siga a silhueta sem grudar na pele. O que a gente compra em loja não é feito pra gente, no nosso corpo e com as nossas medidas: tudo é feito com medidas-padrão, por isso é preciso personalizar (quase) tudo que a gente compra FAZENDO AJUSTES. Não tem jeito, não tem pra onde fugir. Existe chance de determinada peça cair perfeitamente, mas não é o mais comum. E quando a gente tem tempo, sai com paciência e com disposição de achar o que o mercado oferece de melhor, é fácil prestar atenção em repuxados, preguinhas, ajustes que podem ser feitos e mais. Mas como todo mundo tem aquele momento de pressa e ansiedade – em que um monte de coisas podem passar batidas dentro de um provador afobado! – vale repassar a listinha aqui embaixo pra manter esses “ítens” fresquinhos na mente. E aí, é só ajustar, ou provar em outro tamanho (e ajustar de novo), ou escolher um outro modelo (e ajustar mais uma vez!) e sair feliz, com o caimento mais impecável que se pode ter – que além de emagrecedor é também muito elegante. Olha só:

A PEÇA TÁ MUITO GRANDE QUANDO…
…os punhos ultrapassam super a linha dos pulsos
…a costura dos ombros fica caída, na frente ou atrás
…fica um sacão de tecido na parte da frente, na altura da virilha (um pouquinho sobrando não tem problema!)
…a costura lateral da peça, na altura do quadril, fica arredondada e muito longe do corpo
…faixinhas e cintos fazem engruvinhar tecido de sobra na altura da cintura
…a alça do sutiã fica à mostra no decotón (a não ser que a peça tenha sido feita pra deixar ombros à mostra)
…o decote mostra mais do que devia, ou se abre (tipo pra frente) quando você se senta
…a linha da cintura fica muito abaixo da cintura de verdade
…você se olha no espelho e não sabe onde tão os seios, onde tá a cintura, onde tá a virilha, onde tá nada
…tem tanto tecido na parte das coxas que uma calça reta fica parecndo uma “cenoura” (rá!)
…as alcinhas ficam caindo dos ombros o tempo todo
…a saia vai rodando na medida em que você anda/se move
…a peça forma uma pregona nas costas, logo abaixo da gola, com a sobra de tecido (sinal de que a parte de baixo tá super longa ou que a gola tá super alta)
…você consegue sair da peça sem abrir nenhum zíper botão ou fecho
A PEÇA TÁ MUITO PEQUENA QUANDO…
…marca a virilha com voltinhas e reentrâncias (uó)
…marca atrás a ponto de se ver nitidamente a forma da calcinha ou do sutiã (uóóó)
…o tecido acompanha a voltinha do bumbum e segue grudado na parte de trás da coxa (não pode!)
…a cintura fica espremida dentro da peça e a barriga “explode” com volume a mais dos lados, logo em cima – tipo um muffin
…os braços não se movem direitinho (muitas vezes não precisa “se abraçar” com folga – sabe como?, mas tem que se mexer com conforto)
…as mangas longas ficam curtas
…as costuras dos ombros ficam mais perto do pescoço do que do braço
…as cavas ficam desconfortavelmente próximas das axilas de quem veste (isso até machuca, né?)
…os botõezinhos da frente, quando fechados, formam buraquinhos entre eles sobre os seios ou sobre a barriga – querendo explodir!
…o busto fica achatado pra conseguir caber dentro da modelagem
…a blusa/camisa pula pra fora da calça/short/bermuda com um mínimo movimento – ou quando você simula um abraço e a camisa/blusa deixa a barriga à mostra
…a saia ou o vestido sobre incrivelmente quando você se senta
…quando na hora de vestir, uma peça com citura no lugar parece milagrosamente ter mudado pra ‘cintura alta’
…os bolsos nunca parecem fechados, “assentados”
…as costuras repuxam ou parecem forçar
…o zíper fecha com dificuldade, precisando de força pra subir (ou descer)
..você não consegue respirar direito










