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PRA EVITAR QUALQUER INÉRCIA-FASHION

Ainda da visita à expo do Vik Muniz: pregaram na parede do Masp uma citação do artista que pode super ter relação com o nosso jeito de exercitar estilo pessoal e de aperfeiçoar nossa aparência. Diz se não vale imprimir e pregar na porta do armário ou no alto do espelho, pra evitar a inércia e colocar esse pensamento na prática todo o dia?!?? Mantra-fashion pronto pra usar. (E assim ser mais feliz com moda!)

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Abre aspas: o cérebro não colhe idéias no canteiro do ócio. É sobretudo pela interação com o material (estampas, texturas, tecidos, acessórios, complementos), pelo trabalho (exercício diário de criatividade), pelo esforço (tem que ousar de vez em quando pra evoluir) e, em última instância, pelo fracasso que nós nutrimos nosso banco de idéias (mesmo quando o look não funciona a gente aperfeiçoa nosso olhar pra moda).

Essa relação fica completinha pra quem lê “ninguém tem que ter medo de errar” e “momentinho auto-estima higher” (clica!). E vamos todas evitar o ócio-fashion (que toma forma na nossa preguiça, na não-vontade de experimentar e de se permitir e tals) porque não é assim que o cérebro colhe idéias de estilo. Combinado?!??

como sair linda na foto, por jana rosa!

É hoje o nosso Encontrinho com o Sartorialist! O Scott Schumann tá lá nos corredores do Shopping Cidade Jardãn desde cedo pra fotografar as bonitas que passearem por lá, ontem a gente viu fotos dele sendo entrevistado pela Lilian Pacce pra um GNT Fashion futuro (aqui e aqui) e já deu um friozinho na barriga! Ontem também o fotógrafo em si respondeu um comentário no seu blog explicando seu jeito de fotografar, olha que demais (numa tradução beeem livre):

“Leva um tempo pra eu “sentir” uma cidade, e quando eu fico pouco tempo num lugar eu não quero fotografar apenas pra registrar o que eu vi – quero fotografar pra capturar o que eu vi mas do jeito romântico como eu vi. E isso não é tão fácil.”

A gente ama o Sartorialist desde sempre porque é um site que fotografa mais gente do que roupa. Repara só, o povo aparece nas fotos mais calmo, sem fazer tanto carão, sem mil montações extraordinárias… mas se curtindo. Aqui na Oficina a gente entende que essa é a maior característica das pessoas fotografadas pelo Scott Schumann: segurança e satisfação com o look! Então, pra hoje à noite, a gente vai exercitar esses valores em frente ao espelho – junto com nossos melhores looks! – e vai seguir as dicas da Jana Rosa, do AQSR, dadas com a autoridade de quem sempre sai linda nas fotos. Essas são as top 5 coisas que a Jana acha que a gente tem que saber, vê só:

Erin Wasson
esses são os exemplos que a jana mandou junto com o textinho – tudo óóótemo!

“Postura!
Costas retas, por favor! Você fica mais fina, elegante e parece que acabou de sair da aula de Pilates (= a rica grega)! Não precisa forçar a barra ou segurar a barriga, é uma questão de prestar atenção porque a gente realmente anda curvada por aí. E além de sair poderosa na foto, ela te deixa mais ALTA! Não é isso que a gente quer?

Pose!
Encontre a sua. Isso é muito treino de espelho e você só chega em uma boa depois de tirar muitas fotos e comparar os resultados. Mas vale a pena encontrar o ângulo que deixa seu rosto mais bonito, que te deixa mais magra (nem de frente e nem de perfil, sabe quando você está virada pra diagonal mas olhando pra frente? Essa emagrece qualquer uma!) e a que tem mais a ver com você, né? Não adianta posar por aí de senhora séria se você é modernéte e vice-e-versa.

Projetando o queixo!
Não é pra colocar a cara pra frente e ficar desconfortável. É uma projeção de queixo bem de leve, só tomando cuidado pra não ficar com o papinho… aquele vilão que deixa qualquer uma com cara de fofinha na foto. E olha que eu conheço meninas super magras que não sabem projetar o queixo e engordam 20 ks na foto por isso.

Mentalize que a foto vai ficar linda!
Tem que acreditar, né. Quando estiver posando relaxe e deixe o fotógrafo fazer o trabalho dele. O seu é estar linda, pra depois não ter que pedir pra ver o resultado e reclamar que saiu feia.

Personalidade!
A mais importante, né? Mostre quem você é pela foto. Quer fazer carão? Então não ache que saiu ridícula e séria depois. Quer sorrir? Não reclame que o dente é feio. Quer jogar o cabelo pro lado? Assuma a Malu Mader. Foto não tem que ser só séria e aliás ela fica mais legal ainda quando todo mundo brinca com o que é ou gostaria ser e arrasa para a câmera.”

Pra terminar a Jana ainda deu uma ‘dica-bônus’: “Já percebi que as pessoas mais espertas (leia-se as que sempre aparecem lindas em todos os sites e revistas) pedem sempre pra tirar uma segunda ou terceira versão da foto, assim depois se a chance de escolher a melhor. Tô falando de gente belíssima tipo Dudu Bertholini e Cassia Ávilla, tá? Agora vão já treinar a pose na frente do espelho e não se esqueçam de fazer isso com o look que vocês vão desfilar hoje, assim já dá pra ver como as proporções e cores ficarão na foto.” Tá bom, Janinha, a gente vai. E já já a gente conta aqui no blog como foi! ;-)

Tags: , , , , , , , 20.05.2009 - 11:00 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 47 Comentários

é só número, não é tamanho real!

Toda etiqueta de roupa traz um número. Esse número até muda de marca pra marca – só na semana passada eu fui 44 no Alexandre Herchcovitch e 40 na Isabela Capeto. O número da etiqueta faz referência a um tamanho… mas tamanho de quem? Do manequim de plásico? Ninguém mediu essas peças na gente pra definir quem veste cada numeração, né? Então não tem motivo pra gente continuar achando que o número das etiquetas das roupas define a nossa magreza ou “gorduchice”. Muito mais importante (de verdade verdadeira) é a peça vestir direitinho, é o tecido cair suave sobre a silhueta (qualquer silhueta!), é a roupa não grudar nem criar aparência ruim pra gente. Bom é se desprender desses números e escolher o que veste mais confortável, mais confiante. Melhor ainda é se desprender ao ponto de começar a experimentar números maiores, mais soltinhos, que podem ficar perfeitos com alguns ajustes – especialmente se o tamanho “certo” só vai ficar certo mesmo depois de um regime, sabe como?!?? O que vem na etiqueta é só um número. Só. E se a gente cortar as etiquetas das peças, aquele número passa a não valer nada – já pensou nisso? A gente tem é que deixar de ser boba e ser mais feliz com roupas – de qualquer tamanho que seja o nosso. ;-)

show-us-your-pants

Mais disso daí (movimento “desencana”!):
Por mais sobrinhas de tecido no bumbum
Tudo no tamanho certinho

auto-estima higher pra começar a semana!

Então a Mischa Barton resolveu entrar na campanha com a gente e dizer que “o único jeito de ser feliz e de ser uma pessoa mais legal de se estar em volta é aceitar o que a gente tem – todo mundo tem questões relacionadas à silhueta, mas tem que se sentir confiante. E saudável e feliz”. E a gente sabe que é mais fácil falar quando se é magrela tipo ela, mas sabendo que o corpo é a base de qualquer moda – tudo tem que funcionar por cima dele! – não custa a gente reavaliar nossa relação com esse “ponto de partida” tão importante, tão precioso, não? E seguir o conselho da Mischa e ser saudável e feliz.

mischa-barton

Que ela continua o discurso dizendo que não entende porque as pessoas procuram o feio, apontam pro que é ruim e tals, ao invés de achar o que têm de melhor e valorizar isso daí. Olha, gente, issso sim é material bom de imprimir, colar no armário e ler todo-dia de manhã antes de se arrumar. Não é? ;-)

Tags: , , , , , 04.05.2009 - 12:36 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 9 Comentários

momentinho auto-estima higher

No sábado passado eu fui fotografar mais uma coluna de moda de rua pra Época SP com Dani Toviansky. A Dani é fotógrafa oficial da Oficina de Estilo desde mointo tempo atrás, foi ela quem fez essa nossa “fotinho oficial” aqui do lado (e mais essas!) e é com ela que a gente fotografa o povo na rua pra revista, todo mês. No sábado ela contou que fotografou o dr. Robert Ray pra um trabalho durante a semana – sabe o dr. 90210, do programa do canal E! de cirurgias plásticas? Pois é, ele. A Dani foi fazer as fotos enquanto ele dava uma entrevista. E ele soltou uma pérola valiosa pra deixar a gente bem pensando em como a gente é boba.

dr_ray
ele tá super se curtindo, tá vendo? ó que sorrisão – quem diz o que é certo e o que é errado?!??

Diz que teve uma hora em que ele perguntou pro povo se alguém sabia porque o número de mulheres que fazem cirurgia plástica é infinitamente maior do que o de homens – alguém sabe? Ele mesmo respondeu: as cirurgias plásticas são mais motivadas por questões ligadas à auto-estima do que à beleza em si. E os caras mais esquisitos, mais doidos e cheios de “imperfeições” (estéticas) quase sempre são confiantes, super se curtem e fazem todo mundo em volta morrer de rir com tiradas e mais. Não é? A gente não, a gente é habituada desde cedo a procurar defeito, a valorizar o que é não é legal, a não deixar passar nada sem reclamar. As bobonas aqui focam no ruim – que nem sempre é ruim assim. VAMOS PARAR NÉ GENTE? Todas nós, tipo agora.

A gente é incrível, todo mundo é incrível, todas nós somsos umas graças e o tempo que a gente vive é o tempo que mais permite a gente pirar com a moda. Todas as vitrines dão chance da gente ser quem a gente quiser, do jeito que a gente quiser. não tem regra, não tem tendência, não tem obrigação nem certo-e-errado. E pode tudo, ninguém cobra nada da gente, não tem punição nem prenda pra quando o look não funciona. A gente só tem que se amar e querer brincar de boneca consigo mesma, em frente ao espelho. Obrigada Dani por dividir esse insight do cirurgião plástico, rendeu um momento aqui. Né? ;-)

Tags: , , , , 22.04.2009 - 16:00 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 34 Comentários

essencial pra moda: auto-imagem e auto-estima

Tem coisas no nosso corpo que a gente pode mudar: peso a gente perde fazendo regime, forma a gente “molda” fazendo ginástica, orelha e nariz a gente conserta fazendo plástica e tals. Tem coisas que a gente não pode mudar – proporção, alturas, distâncias, circunferências (algumas). Essas a gente PRECISA aceitar, precisa mesmo gente. Tamos numa época em que a moda não manda na gente, mas a gente manda na moda. E o que veste essa moda é o nosso corpo – portanto, é ele o ponto fundamental de partida pra decidir como a gente quer usar essa moda, disponível pra gente manipular do jeito que quiser. É muito privilégio, a gente tá muito no comando, DEPENDE SÓ DA GENTE: se aceitar é a primeira etapa no caminho de se estudar e fazer o que de melhor tem pra ser feito com roupas, em relação à nossa silhueta. A gente tem que se curtir, do jeito que a gente é (ou está). O ponto não é procurar o que a gente tem de ruim, mas focar no que a gente tem de lindo. Rambora pra frente do espelho, todo mundo, pensar no que dá pra melhorar e no que é assim e pronto.  E o que a gente faz com isso tudo, aqui no blog – todo dia! – a gente tenta descobrir junto. Que as temporadas tão sempre indo e vindo cheias de propostas incríveis. Estejamos então preparadas! ;-)

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Tags: , , , 15.04.2009 - 20:00 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 26 Comentários

ninguém tem que ter medo de experimentar

Eu sei que na prática a estória é bem outra, todo mundo quer ser amado e admirado (até eu), mas ainda fico passada com a quantidade de gente que me pergunta coisas tipo “mas e se eu usar a legging de outra cor e minha perna parecer mais curta?” ou “mas e se esse casaco for arrumado demais pra esse evento?”, “e se isso…?”, “e se aquilo..?”. Gente, qual o problema em experimentar? Mais: qual o problema em “não acertar” de vez em quando? (Levando em consideração que “não acertar” em moda é das coisas mais relativas que existem!)

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Todo mundo já passou por isso, com mais ou menos intensidade: se arruma, acredita no look, sai de casa e o universo gonga o visual. Ou porque olham atravessado, ou porque não rola usar aquilo inserido num contexto específico, ou porque não deixou a gente à vontade e tudo em volta reflete desconforto (tem como disfarçar?). Mas gente, e daí? Errou no look, mas perdeu o emprego por conta disso? O namorado terminou tudo? As amigas deixaram de falar com você? Foi atropelada? O cachorro morreu? Não acontece na-da com a gente quando o look é um equívoco, então porque a gente tem tanto medo de experimentar? Medo de errar? Se Katie Grand, editora que é famosona e sabe que vai ser fotografada e tals, experimenta – e ousa, tipo MOINTO, qual é a nossa vergonhinha, pobres mortais não famosas?!?? Eu sei que na prática é bem diferente, mas a gente devia parar de se achar tão importante, parar de pensar que todo mundo se importa com o que a gente usa, experimentar horrores e bancar (mesmo!) as coisas que a gente tem vontade de usar – e ainda se divertir com a coisa toda, e pronto. Devia ser simples assim, não?!?? Beijos, Fê.

Tags: , , , , , 27.03.2009 - 09:13 | Postado por Fernanda Categorias: diário 47 Comentários

o maquiador que (super!) podia ser personal stylist com a gente aqui na oficina de estilo

Ou “adoro do dia”. ;-)

Ontem teve Encontrinho em parceria com o Boticário, que recebeu nossas trinta convidadas pra uma conversinha com o Fernando Torquatto – top maquiador de gente muito muito famosa. Foi o máximo porque a gente conheceu a nova coleção de maquiagens do inverno antes de todo mundo (junto com a imprensa especializada!), e porque a gente conheceu pelas mãos de quem ajudou a criar aquilo tudo. Teve gente que ganhou maquiagem feita na hora até!

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E todas as dicas de maquiagem foram o máximo, e as estórias de composições e estudos de cores dos produtos foram o máximo (gente a gente vai super comprar os pincéis novos do Boticário, to falando sério), mas o mais legal de tudo foi conhecer a filosofia de trabalho-pensamento-vida do Fernando (a íntima). Ele dizia coisas tipo que maquiagem é só complemento, que só enfeita o amor que a gente tem pela gente mesmo. Tipo que tem que vir de dentro – e que se tiver difícil, pincéis e cores ajudam (e é assim mesmo, não é?). E aí completou que se a gente se dedica a procurar o que a gente mais ama, mais curte no nosso rosto, e se enfeita direitinho esse amor… o que é imperfeito ou não-tão-legal passa a (quase) não existir! Não é de-mais?

Que isso vale muito (muito!) pra nossa relação com roupas também, e mais: Fernando (íntima II) comentou, modestamente, que é bom maquiador porque VIVE aquilo. Ele vivencia a maquiagem, pratica, faz o tempo inteiro toda hora de vários jeitos. E que isso vale pra todo mundo: quem mais experimenta, mais se dispõe a tentar (e errar, porque não?), quem vive essa experiência acaba sabendo mais, tendo mais repertório – de novo, a sabedoria do maquiador super se extende estende ao nosso guarda-roupa! Pra completar, ele contou uma estorinha pra ilustrar: a gente pode dar mil passos (no nosso caminho de vida, tipo isso), passos infinitos, e tem gente que dá dois ou três passos e fica satisfeito – tipo “ai já tá bom pra mim”. Quem se atreve/se arrisca a dar mais passos (porque todo mundo pode!), anda pra frente! E fica melhor – não só em maquiagem mas, de novo!, em moda na vida real!!!

Foi um Encontrinho deglícia (como toooodos são!), e a gente tá mega agradecida ao Boticário – que a gente foi lá pra ouvir conversa de maquiagem, mas a conversa rendeu insights pra moda e pra vida também. Já já tem um relato super completinho no blog do Encontro, com link pras fotos no Flickr e com videozito. Já já mesmo!

dez lições de estilo com sonia rykiel

A estilista Sonia Rykiel tá na moda desde a década de 60 – e há pouco ganhou homenagem de outros estilistas super importantes, de tão importante que ela é (rá!). Ela é super respeitada por fazer tricôs incríveis e por provar que esse material também pode “seguir tendências” – antes dela todos os tricôs do mundo eram iguais. Ela também é conhecida por trabalhar muitas listras em suas coleções – e tem mais dela nesse post do About Fashion (com mais links) e nessa biografia aqui, em inglês. E tem na revista Elle inglesa desse mês uma pagininha com as dez lições de estilo da Sonia Rykiel – e ela sendo essa super pessoa respeitada na moda que é, vale a leitura. Néam?!??

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clica se quiser ver no grande, e se quiser ler tudo em inglês!

1. Se conheça: diz que é pra gente achar o que tem de mais legal pra mostrar e o que pode ser escondido, tipo gastando tempo em frente ao espelho (a estilista ainda diz que pouca gente presta atenção nisso, a gente concorda).

2. Use a cabeça (!!!): ter estilo também é prestar atenção na rua, na política, no mundo – “roupas também são alguma coisa que acontece na sua cabeça”. Filosófica, não?

3. Lembre-se do poder do preto: Sonia Rykiel ama preto e acha que a cor “delineia” a pessoa. A gente aqui na Oficina ama todas as cores.

4. Acrescente um brilho: esse tópico quer lembrar da importância dos acessórios no vestir – e no nosso inverno-que-vem, brilhos tão especialmente em alta. Daí que os acessórios são fundamentais pra gente brilhar mesmo. Deglícia!

5. Tenha um look super-seguro: “é importante ter uma roupa que sempre dá certo pra você, que te dê certeza de estar bonita – pra quando tiver uma pressa e tals”. Ai, a gente nem sempre tem um look desse, né? Ou tem?!?? De qualquer jeito é uma super boa dica – boa e renovável tipo a cada estação, pra gente não ter o mesmo look-seguro por anos e anos. ;-)

6. Aprenda a arte de fazer malas: Sonia Rykiel sempre viaja com jaquetas e calças em cores coordenáveis, pra durante a viagem só misturar umas com outras. A gente também é super a favor de fazer mala coordenando cores, pra tudo dar certo com tudo. Tem receita de mala da Oficina de Estilo aqui (em vídeo!), aqui e aqui.

7. Deixe seus pés falarem: sapatos incríveis fazem um look – e são super definidores de estilo. A gente concorda horrores.

8. Se vista pra você mesma: “claro que moda é importante, mas a maneira como você vive conta muito mais. Uma mulher deve ser ela mesma e deve se vestir de acordo com quem ela é”. Arrasa, Sonia.

9. Seduza no seu estilo: olha isso, que maravilhoso! Sonia Rykiel acha que é muito natural ser sexy e ser sedutora, e que prestando atenção em comprimentos e cores boas, a gente seduz sem deixar de ser autêntica. A gente aprendeu (com uma clienta!) que todo mundo tem o seu sex-appeal, seja mais “padrão” ou não.

10. Ignore conselhos de outras pessoas: rá! Pra terminar, é pra gente não pedir conselhor pra ninguém, muito menos pros namorados e maridos – diz que a gente tem que se conhecer e pronto. Trabalho de uma vida inteira, néam?!??

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