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AI, ESSA MEIA-ESTAÇÃO…
Parece que está começando aquela época do ano que a gente pode chamar de meia-estação… sabe quando a gente acorda de manhã e não sabe se monta um look de verão ou um de inverno, porque ainda não está frio, mas também não está mais aquele calor? Ou pior, quando faz friozinho de manhã e de noite e na hora do almoço está aquele calorzão. Daí a gente sai cedo toda encapotada e vai almoçar com a amiga que está de camiseta e shortinho! Então…
É uma das épocas mais legais de se exercitar a criatividade fashion, de brincar de leve com pesado, de fazer mil sobreposições interessantes. Nada de preguiça, minha gente! Dá pra aproveitar as peças que a gente usou no verão e dar uma cara de outono pra elas, dar uma sobrevida pras nossas companheiras da estação que foi embora.

O segredo é coordenar essas peças levinhas – bermudas de sarja, vestidos florais, calças curtinhas, saias longas esvoaçantes, calças estampadas, regatinhas de algodão ou seda, calças brancas, camisetinhas transparentes, mini-saias fofinhas – com peças meio termo, mesmo, tipo cardigan de tricô, jaqueta jeans, camisetas manga 3/4, etc.
Também dá pra usar peças muito leves (feitas de linho, seda, tricoline fininha…) com peças muito pesadas (de couro, cashmere, lã…) e coordenar acessórios que funcionam como “cola”, dando harmonia pro conjunto. Um exemplo? Imagina uma calça de seda com uma jaqueta de couro… pode parecer esquisito, mas se a gente coloca um lenço de algodão no pescoço e um mocassim já fica tudo mais gracioso, certo!?! Sapatinhos tipo oxford, colares pesados, bolsas em cores escuras, tipo marrom café, vinho, cinza, marinho, sapatilhas de pelinho, assandalhados mais pesados, tudo isso pode ter essa função de equilibrar.

E a gente tem um super trunfo nesta meia-estação de agora que é camisa ser a peça da vez. E camisa é super coringa pra esse tempinho meio-frio-meio-calor, porque dá pra dobrar a manga e abrir mais botões formando um decotão quando sobe a temperatura e desdobrar a manga e abotoar até o pescoço quando o ventinho bate. E permite mil sobreposições, né!?!
Falando em sobrepoisção, a terceira peça também pode ser a melhor amiga da mulher em dias assim! Vale paletozinho, vale cardigan, suéter, trench coat, jaquetinha de couro, coletinho… ufa! E sabe um outro truquezinho legal? Quando usar uma calça mais pesada é só dobrar a barrinha e deixar canela a mostra que já resolve bem visualmente. E é uma ótima época pra se aproveitar das cores leves ou muito coloridas e dos neutros claros. Olha que delícia! Agora a gente não quer ouvir ninguém mais reclamando desse “tempo-louco-menina!-que-uma-hora-faz-frio-outra-hora-faz-calor”, combinado!?!
“SOBREPOSIÇÃO TRIPLA”
Sabe esses dias em que faz friozão de manhã e à noitinha, mas durante o dia a gente sente quase-quase um calorzinho? Coisa que a gente mais exercita com clientes pra dias assim é a “sobreposição tripla”: quando, na parte de cima do look, a gente coordena três peças de uma vez só – tipo blusa, tricô e casaco. Por que né, frio é o melhor tempo pra exercitar a criatividade no vestir com camadas e camadas de elementos visuais diferentes.

Acontece que graça da sobreposição tripla é essa mesmo: coordenar peças igualmente bacanas e colaborativas com a interessância do resultado final do look. Não tem tanta graça usar camisetinha básica branca ou segunda pele, por exemplo – a sobreposição tripla não serve só pra aquecer, mas especialmente pra enfeitar! Muito mais legal é coordenar estampas, cores, texturas, comprimentos, alturas de mangas, formatos demgolas e decotes e mais, sabe como? Lembrando que camada serve pra ser tirada e vestida de novo ao longo do dia, na medida da mudança de temperatura. Então tudo na coordenação pode ser igualmente importante e valioso!
Única ressalva para a sobreposição tripla é que ela pode fazer a gente parecer mais cheia na parte de cima – quanto mais camadas, mais a gente pode parecer inflada, não tem muito jeito. Sacada boa é sobrepor tecidos finos (alô camisas de seda!) e deixar sempre a última peça da coordenação abertinha na frente (tipo paletó, casaqueto ou jaqueta), pra que o vão vertical que as duas abas formam ao longo do tronco se encarreguem de simular uma cintura beeem fininha pra gente. Viu!
SOPREPOR É EXERCITAR!
Dá mais trabalho – mas rende elogio extra. Pensa que sobrepor não significa (só) acrescentar casaco, ou usar uma blusa sobre a outra. Sobrepoisções são exercícios de estilo que a gente faz quando cria camadas no look. E camada pode ser criada com acessórios, com coletes, com golas, com meias, com lenços, com lingerie até. Coordenar peças além da calça e da camiseta – incluindo volumes, proporções, comprimentos, texturas e estampas – é maneira quase infinita de aperfeiçoar o olhar estético, da gente pra gente mesma. É experimentando criar essas camadas que a gente treina sensação de profundidade, conhece mais e mais a própria silhueta, acrescenta interessância e ‘elementos-surpresa’ no visual. Dá mesmo mais trabalho, a gente tem tendência a deixar esses exercícios para “momentos especiais”… mas ó, a vida é inteira especial e tá acontecendo desde agora, desde esse minuto. E quanto mais a gente treina, mais legal a gente fica – e menos trabalho vai tendo nos próximos exercícios de criatividade. Criar sobreposições é exercitar o amor pela moda, todo dia em toda ocasião. <3
((Desfile do Daniel Ueda para a edição de inverno 2011 do ParkFashion em BSB, fotos daqui))
CARDIGAN COMO BLUSA
Cardigan é uma das peças mais versáteis do guarda-roupa – vai ver que é por isso que ele aparece tanto por aqui! A gente gosta muito, e costuma indicar muito pras clientes, peças que podem ser usadas de várias maneiras, em várias situações diferentes, em climas variados…
Então imagina a alegria de perceber mais um uso pra essa pecinha tão prática e querida dessa Oficina! Já foi usado (e aprovado) o cardigan como blusa, todo abotoado, e por dentro da calça/saia. Pode ficar meio “coxinha”, por isso é mais legal se o look tiver coordenação de cores mais original ou mistura de estampas ou peças com modelagens mais atuais.
O mais legal do cardigan como blusa é que cai muito bem num friozinho como o que tem feito nos últimos dias (pelo menos aqui em São Paulo), porque dá pra fazer sobreposição usando o cardigan por cima de uma camisa mais justinha ou de uma camiseta bem fininha ou dá pra usar por baixo de casacos, jaquetas e paletozinhos. Ou, melhor ainda (!), dá pra usa por cima da camisa E por baixo da jaqueta.
E daí que o acessório perfeito é um cinto pra arrematar o look e não deixar o cardigan por dentro com cara de blusa improvisada!
LENÇO SOBRE GOLA DE CASACO
Na semana em que a gente experimentou esse jeito de usar lenço com duas clientes nossas, a Betty do blog da betty também usou! Bom pra gente ilustrar com todo mundo junto, ó: uma alternativa que a gente tá achando muito legal é amarrar o lenço sobre a gola do casaco, e não por dentro dela – repara que a Betty tá numa foto com o lenço por dentro e na outra com ele por fora, tá vendo a diferença? Assim, com o lenço por cima da gola, a gente dá mais destaque pro acessório e ainda chama super atenção pro rosto! Vale experimentar sobre golas não tão volumosas ou altas, pra não encher demais de volume a região do pescoço.

Pra amarrar o lenço assim a gente junta (bem no centro do corpo) a parte de cima das abas da jaqueta ou do casaco e deixa a parte de baixo das abas caírem mais abertinhas ao longo do corpo. Esse feito é super bom pra quem quer disfarçar ombrão e peitão (se o lenço não faz volume sobre o peito, né). Quem quer disfarçar quadril e parte de baixo da silhueta mas quer experimentar esse jeito de usar lenço pode usar cores coordenadas com pouco contraste e mais opacas e neutras, pra guardar a cor mais viva e contrastante pro lenço – daí a atenção volta pra parte de cima! ;-)
CARDIGAN COMO BLUSA!
Se a gente prestar atenção, a moda dos meninos pode render um tanto de inspiração pros guarda-roupas maaaais femininos de todos. Adaptando ideias a gente consegue achar até sensualidade num ou noutro insight, tipo na imagem aqui embaixo: que delícia usar cardigan sobre cardigan assim, como blusas sobrepostas! Repara que os cardigans são super fininhos (o de cima é até transparente!), que os decotes deram super certo (sem tapar demais apesar de usados um por cima do outro) e que botõezinhos sempre dão sensação de “facilidade pra abrir” (haha!). Dá pra fazer, ainda, um jogo fuefo de proporções com as mangas – tipo uma mais longuinha e a outra puxada pra ficar mais curtinha por cima, sabe como?

E aí as coordenações de texturas, estampas, decotes, mangas, barras e tals ficam infinitas – tudo depende da vontade de quem usa. E se as peças são levinhas-levíssimas, rende look bom de calor: uma fofura imaginar essa sobreposição de cardigans com shortinhos, com bermuda, com saia e com calça curta. A gente viu, tempos atrás e na vida real!, o cardigan usado como blusa por baixo de paletó – clica pra lembrar que vale. Agora essa imagem daqui pode incentivar uma “versão calor” do look, né?
LIÇÕES DO FRIO EUROPEU
Desde sempre a gente ensina pras nossas clientes que, no friozão, os materiais das roupas fazem toda uma diferença. E aí, mesmo já tendo nove invernos de SP no currículo (!!!), eu comprovei a teoria da Oficina de Estilo na minha viagem à Portugal, em fevereiro – quando eu tive alguns dias de 5º (no sol!). O jeito de vestir das lisboetas me confirmou umas lições e me ensinou outras, que viraram anotações de viagem e que agora tão aqui pra gente exercitar juntas.
Proteção eficaz pro frio começa com a escolha de materiais que esquentam de verdade. E os materiais com que a gente tá acostumada aqui no BR não são exatamente os mais quentinhos, né? Então, três meias-calças + uma calça de malha por cima equivalem a uma calça de lã espessa, quentinha, com meias também de lã/cashmere nos pés. Duas segundas peles + dois tricôs finos equivalem a uma camiseta de algodão com mangas longas e um cashmere quentíssimo (que aquece sem acrescentar volume à silhueta). Pra garantir, tem umas meias-calças bem fininhas de lã sintética que esquentam super por baixo de calças – e mesmo saias e vestidos pras corajosas, eu usei bermuda com essas meias, ó na foto! Cachecóis quentinhos aquecem o pescoço e, pra deslocamentos, casacos mais pesados (também em lã!) completam o look.

Lã, cashmere, mohair, couro, feltro e afins não são materiais muito tropicais, mas fazem a diferença na hora de se proteger de frio que não parece brasileiro! (Menos no sul, né.) Vale super a pena construir, de pouquinho em pouquinho, um mini-guarda-roupa de invernão: a cada viagem, ou a cada inverno, é legal adquirir um casaco ou um cashmere ou uma calça de lã quente. E ao longo dos invernos a gente vai fazendo coordenações, e incrementando esse “aparato” com cores e outros ítens. Look com poucas camadas mas todas SUPER quentinhas, essa é a (nossa) fórmula certeira.
Aquecer os pés é chave pra estar inteira quentinha. No frio as solas dos sapatos podem ser um pouquinho mais grossas do que a gente usa normalmente. As moças lá de Lisboa, por exemplo, escolhem tênis confortáveis, botas com solas de borracha, sapatilhas e escarpins com solas – mesmo de couro – um pouquinho mais altas. E quando o sapato é rente ao chão elas sacam palmilhas quentinhas pra usar por dentro: eu vi, lá em Portugal, palmilhas de pêlo de carneiro, de lã, de fleece e até de cortiça (diz que isola o frio). A gente já ensinou aqui no blog a fazer uma dessas em casa, fica a dica!
Com essa fórmula, o que formaliza ou informaliza o look é o tipo de material, mesmo dentro do ‘universo dos quentinhos’. Calças de veludo cotelê, jeans grossão ou nylon compõem looks mais informais; calças em couro, lãs de alfaiataria e veludo deixam o visual mais formal (sem precisar ficar careta, veja bem). E a chave pra não parecer igual todo santo dia frio é coordenar cores. Manter a base neutra – calças, camisetas e casacão - pode ser uma boa idéia pra acrescentar cor nos cashmeres, nos cachecóis, nos sapatos… e também nos acessórios menores tipo tiara, brinco, broche, luvinhas (se for o caso), bolsa, guarda-chuva (!!!), óculos escuros, etc etc etc.
transparências pra (quase) tudo e pra todas
Então essa Oficina tá super embarcando na onda “mulherzinhas maduras” que a moda tá propondo. A gente quer estar com tudo no lugar, bem arrumadinhas, e quer estar mais elegante que antes – sem deixar de ser confortável e sem ser muito formal. Quer estar bem bonitona com a idade que a gente tem, nem mais (rígidas demais, fechadas demais), nem menos (fofuchas demais, rodadas demais). E a gente quer parecer inteligente e bem sucedida mas sem deixar de ser feminina: junto com a cintura marcada, as transparências super ajudam a gente a alcançar essa imagem.

Que pele sempre tem associação com sensualidade, né? Então se a gente mostra “a pele certa”, do jeito certo (velado!), a sensualidade vira delicadeza, feminilidade! E não precisa guardar pra baladinhas ou pra festonas, tem jeito de acrescentar transparências no que a gente usa todo dia, pra tudo (e o retorno em elogios é garantido, viu, amigas?). Tecidos tipo malhas super mega finas e tricolines leves já criam efeito de transparência; tricôs de tramas mais abertas, que a gente precisa usar com top por baixo, também. Tecidos vazados, tipo bordados mais abertos e laises (a gente adoooora!), também mostram pele de um jeitinho super bom. Transparência pro dia-a-dia precisa ser localizada – tipo nos ombros, nas barras, nas mangas, no colo ou nas costas – e precisa não ser óbvia demais, sabe como?
Se a peça for toda transparente, tipo uma camiseta inteira feita de laise, a gente aconselha usar sempre (SEMPRE) com camisetinha por baixo, cobrindo a barriga. Pras nossas clientes não rola usar top curtinho e nem só o sutiã, porque a gente entende que se é pra ser localizado, tem que ser localizado na parte menor – sem deixar a barriga todinha de fora, néam?!?? A regra da barriga coberta vale pra tudo, mas vale especialmente pro ambiente profissional (qualquer ambiente profissional). E a gente também prefere uma coisa de cada vez, então ou é justo ou é transparente: transparência em peça soltinha é garantia de elegância!

E aí é só escolher onde usar a transparência e ser feliz: se o quadril é maior, então a transparência fica na parte de cima. Se a cintura podia ser mais fina, a barra da camiseta pode ter uma faixa de tecido transparente aplicada. Se é pra desviar atenção do peitinho (ão), então a saia pode ter barra transparente, ou pode ser de tecido transparente com um forro bem legal por baixo. Vale (quase) tudo pra brincar de mostrar e esconder, bem mulherzinhas.
CARDIGAN SOBRE CARDIGAN
Tava bem friozinho enquanto eu tava em Portugal, tipo 10 graus todo dia. E aí que eu prestei bem atenção no look protegido das lisboetas e concluí que faz MUITA diferença conviver com frio desde que se nasce – e não só 40 dias por ano como a gente aqui no BR (o que elas usam no frio vai render todo um outro post, pra já já). Das coisas mais legais que elas dominam por conta dessa convivência (amigável, diga-se de passagem!) com o frio são as sobreposições: as meninas de Lisboa usam casaco sobre casaco, cardigan sobre cardigan!

Como a gente tem menos inverno – e um inverno menos friorento que o europeu – mais legal é tentar exercitar essas sobreposições com peças leves. Pra isso cardigans são ideais! Premissa pra dar certo é escolher cardigans diferentes em textura, em trama, em peso visual e em proporção/comprimento. Tipo uma trama mais abertinha e outra mais fechada; um cardigan mais pesado e estruturado e outro mais levinho, molenga; um mais comprido e outro curtinho, um com mangas 3/4 e outro com mangas compridas… assim, sabe?
Daí vale perder o preconceito, pensar em coordenações incríveis de cores e partir pro exercício. Vale tentar:
*cardigan fechado, usado como blusa, com outro soltinho por cima
*cardigan mais curtinho por baixo e cardigan mais longo por cima
*dois cardigans com a mesma altura de barra e mesmo caimento, mas com tramas diferentes e arrumados de modo que mangas e abas (onde ficam os botõezinhos e casas) apareçam separadamente
*cardigan mais longo bem fino por baixo e um outro mais curto e espesso/estruturado por cima
*cardigan fechado com cintinho e outro cardigan solto usado por cima
* dois cardigans sobrepostos e os dois presos por cintinho fino, abertos mesmo
*cardigan como cardigan e cardigan como cachecol/lenço
*cardigan transpassado (usado por dentro ou por fora da parte de baixo do look!) como cache-coeur e um outro cardigan solto aberto por cima
*cardigan (fechado ou aberto!) por baixo e cardigan como bolero usado por cima
Sendo os tricôs sempre maleáveis e finos, não tem tanto acréscimo de volume na silhueta – e quem quiser equilibrar proporções pode escolher cores claras e escuras pra compensar larguras! As meninas do blog Academic Chic experimentaram na semana passada e fizeram umas fotos bem ilustrativas – essa que estão aqui no post. Aqui embaixo ainda tem uma galeria com mais sugestões de passarela – eu vou tentar, bem inspirada nas mocinhas elegantes de Lisboa! E quando o frio chegar a gnte faz post de casacos mais pesados sobre outros casacos! <3
SPFW INV2010: ROUPA PRA FAZER A GENTE FELIZ
Fause Haten está a fim de fazer roupa e ser feliz trabalhando e foi essa a sensação que seu desfile passou! Ele até cantou, acreditam!?! O clima foi leve e ele conseguiu fazer com que todo mundo sorrisse enquanto suas modelos passavam.
Se a maioria dos desfiles do Fashion Rio – e o que teve até agora no SPFW – mostrou peças em cores neutras e uma certa sobriedade nas estampas, Fause ousou e misturou texturas, padronagens, comprimentos, pesos visuais, estampas cores… E foi feliz!
Seu comprimento também foi diferente de tudo que a gente viu até agora: nada de minis, tudo abaixo dos joelhos, bem lady. E o que sobrava de perna estava coberto por meias-calças coloridas ou estampadas sobrepostas por meias tipo soquete – truque de styling bem bonitinho pra gente refletir depois das semanas de moda. A cintura é bem marcada e algumas vezes no lugar de cinto vinha um cardigan amarrado, bem fofo. Pra copiar amanhã!
As bolsas são super importantes nos looks, porque elas não funcionam simplesmente como um acessório, elas agregam mais informação, seja através de sua forma, de sua textura, de sua cor, de seus detalhes. Fause também propôs que nesse inverno a gente faça muitas sobreposições e brinque com as proporções e comprimentos das peças. E quem disse que não dá pra usar uma parte de cima volumosa com uma parte de baixo volumosa? No universo FH dá, sim, e é uma coordenação boa da gente começar a praticar no verão pra ficar craque no inverno.












