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SOFISTICADORES INSTANTÂNEOS DE LOOK

Em casa de ferreiro nem sempre o espeto é de pau! O trabalho da minha mãe há pouco teve mudanças e ela subiu uns degrauzinhos em formalidade no ambiente profissional dela. Era hora de “rever” as direções que a gente tinha estabelecido juntas pro guarda-roupa dela teeempos atrás, quando eu obriguei todo mundo de casa a ser cliente pra exercitar minha (então!) nova profissão. A idéia é continuar sendo ela mesma, com o mesmo gosto – e com o mesmo corpinho de sempre – mas um pouquinho mais sofisticada, sem ter que fazer compras ou mudanças radicais. No fim, a listinha de sofisticadores instantânos funcionou e aqui ela aparece em forma de “mandamentos”, adaptada pra todo mundo testar também. Olha só:

PESCOÇO ALONGADO EM DECOTES ABERTOS
Não só pescoço, mas pulsos e tornozelos à mostra sempre sofisticam o look: partes do corpo mais magrinhas à mostra significam uma figura toda mais afinada, e figura mais afinada sempre parece mais elegante. Clica aqui pra ter idéias de como fazer!

VISUAL SEM QUEBRA DE COR NA CINTURA
Mesma idéia do primeiro “mandamento”: quanto mais alongada a silhueta parecer, mais sofisticada a imagem inteira também parece. E quando a gente usa as partes de baixo e de cima do look na mesma cor (ou em cores diferentes em tonalidades semelhantes), sem criar dois blocos “distintos” e separados na silhueta, o visual não tem quebra de cor na cintura. Sabe como?

TRÊS CORES (NO MÁXIMO) POR LOOK
Quanto mais cores num look, mais informal ele fica. Esse é o mandamento que tem efeito mais imediato na hora de sofisticar o guarda-roupa profissional! Bom é manter três cores no máximo por look – sendo uma dessas cores mais viva e as outras, de preferência, mais neutras e calmas.

CORES NEUTRAS NA ROUPA, COLORIDAS NOS ACESSÓRIOS
Mais de coordenações que sofisticam: na hora de selecionar as três cores, a gente pode dar preferência à peças de roupa em cores neutras pra deixar as cores coloridas pros acessórios que usar – e coordenações de neutras com neutras são sempre uma pedida elegantona. Assim as cores coloridas marcam presença e alegram o look, mas em “pequenas doses” - equilibrando mensagens e comunican

UMA ESTAMPA OU UMA TEXTURA POR VEZ
Estampas e texturas são “informalizadores” de look. Então, quanto mais estampas e texturas num visual, mais informal – e não sofisticado! – ele fica. Quando o look tiver textura ou estampa elas podem ser o ponto de partida pra coordenar todo o resto, com tudo mais liso e neutro na composição!

TRÊS PECAS EM CADA LOOK
A gente continua achando que look com uma terceira peça como complemento é sempre mais elegante e sofisticado do que looks mais simples. Clica aqui pra conhecer mil jeitos de acrescentar a terceira peça ao look – no calor e no frio, no ambiente mais arrumadão ou mesmo no mais informal.

CAIMENTO SOLTO SEM GRUDAR NA PELE
Essencial pra parecer elegante é não parecer apertada, desconfortável ou mesmo mais sensual do que um ambiente profissional deixa a gente ser. O caimento de tudo que a gente usa pra trabalhar pode seguir a silhueta e definir formas, mas sem grudar na pele, sabe como?

MATERIAIS DE QUALIDADE
Outro essencial: não adianta a gente querer sofisticar e usar materiais dos mais informais do universo (tem um monte de direções aqui, clica!). E material de qualidade não significa material caro – significa o melhor material que o nosso orçamento pode comprar, bem conservadíssimo inclusive.

Então, vejam que a lista não quer deixar ninguém com cara de séria nem quer moldar ou engessar o vestir. Tem como adaptar esses “mandamentos” pra profissões diferentes e tem também como compensar um mandamento com outro, se for o caso! Prontas pra arrasar amanhã no escritório?!??

Mais!
Lista de fórmulas boas da Oficina de Estilo
Profissional mas não careta!
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Parecendo mais velha, mas nem tanto!
Como coordenar cores

Tags: , , , , , 23.02.2012 - 08:53 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 34 Comentários

ESCOLHENDO O LOOK NO DIA ANTERIOR

A gente acredita que roupa comunica, não é? Então, esse ditado/conselho que diz pra gente “pensar antes de agir/falar” vale também pra guarda-roupa: todo mundo pode “pensar antes de vestir”, pra comunicar direitinho. A vida fashionística fica bem mais fácil se a gente tem tempo “folgado” na hora de se arrumar – luxo dos luxos, já que todo mundo vive correndo! Uma super ajuda é exercitar a escolha do look no dia anterior. Tipo exercício mesmo, que com a prática vai fluindo melhor e melhor. E tem que escolher e experimentar, pra se assegurar que caimento e manutenção estão bem ok! Vale seguir essa nossa cheklist aqui, ó:

• A agenda do dia seguinte é a melhor amiga da pré-escolha: sabendo se tem reunião fora, se tem happy hour no fim do dia, se tem almoço com colegas ou outros compromissos extra-rotina, a gente se prepara pra cada um deles, e pra todos ao mesmo tempo. E diminui a chance de “estar inadequada” ou mesmo de ser pega de surpresa (preparadas pra tuuuudo!).

• Planejamento: não custa prever, sabendo dessa agenda do dia, o que levar pra facilitar a vida. Tipo casaco extra ou capa de chuva, tipo um saltinho e uns acessórios pra incrementar o look no fim do dia, tipo tênis pra ir e voltar de metrô… cada necessidade pode ser alcançada por um facilitador de vida, não, amigas?!??

• Rever o conteúdo da bolsa no dia anteiror ajuda a gente a esquecer menos coisas, e mantém tudo organizadinho. Especialmente se o look pede troca de bolsa, trocar com antecedência previne falta das coisas (sabe aquilo de “ficou na minha outra bolsa”?).

• Outro melhor amigo da separação do look no dia anterior é o climatempo: todo dia antes de dormir é de praxe por aqui dar uma olhadinha no site, pra saber se vai fazer frio, se vai chover, se a tarde vai ser mais quentinha… e aí é mandar bala nos looks de temperatura indefinida pra passar pela oscliação de temperatura bem bonitinha. E bem paramentada.

Porque gente, luxo mesmo é dormir um pouquinho a mais, sabendo que o look já tá definido. Ou acordar no mesmo horário pra brincar de boneca em frente ao espelho, sem correria: se arrumar com música tocando, se maquiar com luz boa e com calma, sair de casa sorrindo e segura de que tá tudo no lugar. Escolher o look no dia anterior e experimentar sem ter que olhar pro relógio acaba por minimizar o stress de um momento que devia ser o menos estressado de todos – e que devia ser uma curtição todo-dia! ;-)

CARDIGÃ CAMALEÃO

O cardigã é uma das peças mais incríveis do mundo inteiro: é quentinho na medida certa para dias de temperatura intermediária, nos salva do ar condicionado insano da firma ou do cinema e ainda é fininho, fácil de colocar na bolsa quando não está sendo usado. Só até aí a peça já havia justificado sua existência com louvor, mas nós achamos que dava para cobrar mais um pouquinho dela, por isso, começamos a usar cardigã de todo jeito:

a) amarradinho na alça da bolsa quando ela está cheia demais para comportá-lo (ou só para fazer um charme!);

b) enrolado no pescoço, simulando um lenço;

c) como faixa, amarrado na cintura de um jeito mais adulto e gracioso que o típico “casaco amarrado na cintura”.



Nas imagens, a Fê explica como fazer esses outros usos do cardigã sem deixar o look com cara de desleixado, de “peguei esse pano velho e amarrei de qualquer jeito”.

Para usar como faixa, a dica é dobrar o casaquinho até que ele fique fino, mais ou menos da largura da sua mão. Já na hora de amarrar na bolsa, nós dobramos como faixa primeiro, depois passamos o cardigã por uma das alças da bolsa e vamos enrolando até que sobre pouco pano. Com a sobra, fazemos uma amarração que pode terminar em um laço, para ficar fofo.

Amarrar o cardigã como lenço no pescoço é a ideia menos simples de fazer, mas ainda assim é fácil. Nós fizemos um vídeo (em 2008!!!) explicando, lembra?

Usar o casaquinho como faixa na cintura é legal para quem tem ombrão e a parte de cima da silhueta mais pesada, já que o enfeite chama atenção para baixo. Nesse caso, quanto mais contraste de cores melhor pois o contraste atrai o olhar, como no caso das fotos em que a Fê aparece com essa combinação mangueirense, adiantando o carnaval.

Por outro lado, cardigã no pescoço é uma boa ideia para quem tem a parte de baixo da silhueta mais pesada, com quadril e bundinha maiores. De novo, quanto mais contraste de cores, mais eficiente fica o truque.

Claro que dobrando o tecido, dando voltas, nós e laços com ele a peça vai ficar amassada, mas nosso amado cardigã costuma ser feito de tricô molinho, desses que desamassam só da gente passar dois minutos vestindo. Diz se cardigã não é amor com botões, minha gente!

(todas as fotos são de juliana cunha)

Tags: , , , 01.12.2011 - 00:29 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 30 Comentários

COLARES QUE ENFEITAM GOLAS

A gente tem curtido bastante usar colares assim, como se fossem uma moldura da gola da blusa, sabe!?! O legal é quando a gente prende ele bem pertinho do decote mesmo, quando ele fica no limite entre a blusa e a pele. Parece que é um bordado na blusa e agrega interessância instantânea, chamando atenção pra onde a gente mais quer chamar: o sorriso. Isso aloooooooonga!

Apesar da gente ver mais referência de colares enfeitando golinhas mais fechadas, também dá pra fazer com golas mais abertas, valorizando o colo. As golinhas mais fechadas acabam aumentando um pouco a região dos seios e engordando um pouquinho, então dá mais certo pra quem tem essa parte do corpo mais magrinha.

E é o caso de experimentar, né, gente!?! Porque dependendo do modelo, até com camisa dá certo, viu!?! Um belo de um colarzão tem o poder de transformar até uma camiseta branca em um super top!

Tags: , , 19.10.2011 - 15:50 | Postado por Cristina Categorias: moda e consultoria 11 Comentários

Mostrar o tornozelo engorda ou emagrece?

Comprimentos entre o joelho e o tornozelo achatam a silhueta. Por outro lado, exibir as partes magrinhas do corpo, como o bendito tornozelo, passa uma sensação de magreza.

As dicas acima parecem se contradizer, certo? A pessoa que quer parecer mais magra pode ler as duas e ficar sem entender se, afinal, ela deve esconder ou mostrar o tornozelo.

A verdade é que as dicas competem entre si na teoria da consultoria de imagem: fazer recortes na silhueta engorda, enaltecer o que é magro emagrece.

Sabe aquele legume que é cheio de vitaminas, só que é também cheio de gordura? Pois então, o tornozelo é a batata da moda.

Usar sapato de gáspea baixa – como sapatilha e mocassim e calça reta com a barra um pouco, um nada mesmo, levantada, mostrando só o ossinho do tornozelo, certamente emagrece.

Dessa forma, é como se a gente conseguisse unir as duas dicas: estamos respeitando a “regra” de mostrar as partes magras e, ao mesmo tempo, estamos ali, cravadas em cima da regra de não cortar a silhueta entre o joelho e o tornozelo (afinal, ninguém disse que tinha que ser abaixo do tornozelo!).

QUEBRANDO AS REGRAS

No entanto, a coisa mais legal que essa pequena questão do tornozelo traz é que essas manipulações de imagem são mesmo muito subjetivas e equivalentes.  É por isso que a gente acha que dá para usar tudo de forma legal, desde que a pessoa estabeleça prioridades.

Dá para compensar uma blusa volumosa que não te favorece com uma combinação de tons monocromáticos. Dá para compensar um festival de cores contrastantes com acessórios que chamam atenção para o rosto.

Para parecer mais magra, a pessoa não precisa virar um recorte de todos os clichês e regrinhas de como parecer magra. Às vezes, quebrar um pouco as regras dá um efeito muito melhor. Um efeito de: “Olha, essa garota não é a gordinha caricata que usa preto, colar longo, listras verticais, sapato de gáspea baixa, tudo-ao-mesmo-tempo-agora”.

Usar elementos “inapropriados” para o seu tipo físico de maneira pensada passa uma ideia de que você tem muito controle da própria imagem, tanto que pode se permitir escapar das regras. Quase como um artista que domina tanto a tradição que pode inovar.

Já usar elementos “inapropriados” sem pensar é só feio mesmo.

Tags: , , 29.09.2011 - 00:02 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 20 Comentários

TÁ AMARRADO!

Em tempos de camisas jeans amarradinhas na frente, usadas assim por sugestão de 1000 vitrines em todo lugar, a imagem do cardigan usado desse jeito pareceu pertinente e fresca aqui na Oficina. Claro que é só um charminho, claro que ninguém vai sair amarrando pontinhas de tricô to-dos-os-di-as pra ir ao trabalho… mas ó, se interessa saber, o nozinho feito com as pontas de qualquer peça que se abra ao longo do tronco tem lá suas vantagens. Marca e define a cintura quando fica próximo do corpo na altura em que é feito, disfarça gordurinhas/pneus por conta do caimento mais solto entre peitinhos e quadril (essa “sombra” que se forma entre o top usado por baixo e a camisa/o cardigan dá sensação de ‘espaço sobrando’  sabe como? e em consultoria de imagem esse espaço sobrando na roupa significa magreza visual!), chama atenção pro rosto se a abertura da peça vai ‘alargando’ na direção dos ombros. O truque da camisa – ou do cardigan! – amarradinha fica ainda mais emagrecedor se o que for usado por dentro/por baixo tiver cor mais clara ou mais viva que a própria terceira peça. E em dias de frio, vejam, o cardigan pode rememorar esse truque que nossas mães e tias já usavam tempos atrás, aquecer com fofura e acrescentar toda uma graça ao look. Dicona.

Tags: , , , 29.08.2011 - 00:08 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 14 Comentários

Jeitos de usar inspirados pela SPFW

Muito mais legal do que terminar a temporada de desfiles nacionais com uma lista enorme de objetos de desejo é fazer uma listona de jeitos de usar que a gente pode pescar da passarela e usar na vida real.

A stylist Olivia Hansen, por exemplo, terminou a SPFW querendo usar saias e vestidos bem longos com uma camiseta de brilho e uma camisa de flanela por cima, finalizada com um cintinho para marcar a cintura.

As saias longas estão super em alta e são ideais para quem quer disfarçar perna grossa. A sobreposição de materiais e comprimentos diferentes também deixa a produção mais criativa. A Oficina de Estilo acha que oposições – sejam elas entre brilhoso X opaco ou  formal X informal – contam pontos duplos na hora de acrescentar interessância ao visual.

Já as stylists Chris Francini e Paula Martins acham que, na próxima estação, o foco dos acessórios vai deixar de ser o maxi colar e passar para um mix de pulseirinhas que pode misturar dourado antigo e atual, brechó e pulseiras novas.

A gente acha essa dica das pulseiras preciosa para quem quer disfarçar peitão ou falta de cintura. Como as nossas mãos e, consequentemente, as pulseiras, passam a maior parte do tempo na altura dos quadris, o adereço acaba chamando atenção para essa região, tirando o foco de eventuais voluminhos indesejados que a gente tem na parte de cima.

Já quem concentra o volume justamente nos quadris e quer usar mix de pulseiras pode aliviar o peso escolhendo pulseiras mais finas, vazadas e em cores próximas do tom da pele. Vale lembrar também que ninguém precisa aposentar os colares e que eles são um ótimo recurso visual para as gordinhas porque chamam atenção para o rosto, deixando o corpo em segundo plano.

A Chris e a Paula também apostam nos comprimentos longos e acham que vai rolar muito vestidão com manga comprida, como apareceu nos desfiles do Alexandre Herchcovitch, Reinaldo Lourenço, Lino Villaventura e Andre Lima e em um inverno em tons de branco, off-white e branco cru, como apareceu no desfile da Maria Bonita, Osklen e Tufi Duek.

A também stylist Bia Paes de Barros acha que vai ser muito legal usar acessório pesado com roupas em tecido leve e flúido e sandália com meia mais grossinha para fazer um jogo de inversão de pesos.

Repararam que quase todas as montações que as nossas entrevistadas sugeriram podem ser feitas sem ter que comprar uma única peça nova?

Tags: , 10.02.2011 - 13:15 | Postado por juliana Categorias: moda e consultoria 10 Comentários

BROCHE PRENDENDO A MANGA

A gente teve um SPFW em que a vida real se sobrepôs à moda. Durante os dias de evento a gente procurou insights e truques de estilo nas passarelas, mas os looks de quem tava passeando por lá eram quase sempre mais inspiradores do que os dos desfiles. Desse álbum recheado de gente estilosa, publicado no UOL, vem esse truque fuefo de estilo pra gente reproduzir djá nas nossas camisas de seda: mangas que não ficam dobradinhas de jeito nenhum, podem deixar de ser escorregadias pra se encherem de charme – presas com broches! Na foto (a nossa amiga!) Ju Ozol usa um broche só, agora imagina com broches iguais nos dois braços, ou mesmo com broches diferentes e coordenadinhos com harmonia de materiais, cores e formas complementares? Demais, né?

Tags: , 07.02.2011 - 00:23 | Postado por Fernanda Categorias: na vida real 20 Comentários

UM POUCO PRESA UM POUCO SOLTA

A gente usa muito com clientes (de várias silhuetas diferentes) uma pontinha da parte de cima do look por dentro da parte debaixo, assim meio presa meio solta. Acontece que usar parte de cima assim rende o melhor dos mundos pra todo tipo de silhueta (quase sempre né, que personal styling não é ciência exata!). Muitas vezes usar tudo por dentro pode encher silhuetas e aumentar ombros e peitinhos, e tudo por fora pode acrescentar volume e encurtar pernas e esconder cintura. Sabe sensação de desconforto que a gente não consegue identificar? Então.

Quando a gente prende um pouco e solta um pouco, a cintura é delineada, a parte de baixo aparece justinha na barriga (deixando à vista o que tem de verdade ali embaixo, nem a mais nem a menos!), a assimetria da ponta solta dá sensação de movimento e curva, a parte presa ajusta e a parte solta alonga. Tipo mil utilidades. A gente curte prender a parte da frente, mais central, bem no meião da parte de baixo, e então deixar as laterais e a parte de trás soltinhas. Curte também prender de um lado só, quase-quase na curva da cintura (não na lateral do corpo, na lateral da parte da frente do corpo!), pra deixar a parte solta criar uma caída na direção do outro lado, ao longo/sobre o quadril.

E a gente prende só um pedacinho mesmo, tipo o que os dedinhos conseguem embutir na cintura. O resto do styling (hahaha) fica por conta do caminhar, do abaixar e levantar, do se mexer que o dia demanda da gente. Se for o caso de se mexer muuuito, não tem insegurança que resista a um brochinho fuefo mantendo tudo no lugar (lembram?). E vocês, como usam? Como preferem?

Tags: 12.01.2011 - 14:23 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 16 Comentários

TEXTURAS EM MONOCROMÁTICO

Monocromático bom é assim, cheeeio de texturas! E mais: pensa só que, no caso dessas texturas – longas, com movimento, com volume pra além da silhueta e tals – as melhores cores pra coordenar talvez sejam mesmo as neutras. Ou pelo menos pra quem é menos ‘iniciante’! Em cores fortes (ou mesmo em coordenações contrastantes, sem a coisa do tom-sobre-tom) essas texturas poderiam chegar-chegando, mas assim, ó, elas são só alegria. As cores-coloridas e mais intensas, por si só , já criam monocromáticos e coordenações interessantes por si só, sem precisar de elementos “compensatórios” ou “equilibrantes”. Fica a dica pra desencalhar aquela peça mais tchans do guarda-roupa ou pra experimentar uma peça nova já assim, com essa idéia!

(post e imagens sugeridas pela mais que incrível Yasmin Araújo!)

Tags: , , , , 23.09.2010 - 08:36 | Postado por Fernanda Categorias: moda e consultoria 7 Comentários
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