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PRAIA PENSADA EM CINCO LIÇÕES
1.
Não é porque é praia e férias que a gente perde personalidade, deixa de ser quem é no resto do ano ou pode se permitir estar feia. A desculpa de que ‘as coisas velhinhas do guarda-roupa podem ser usadas na praia’ é furada! Se no dia-a-dia a gente escolhe o melhor que o nosso orçamento pode comprar, porque seria diferente com as férias – já que a dona do orçamento é a mesma pessoa, e se ama na praia tanto quanto na cidade?

2.
Guarda-roupa de praia também diz muito da personalidade de quem usa, e mesmo que usado por pouquinho tempo merece ter qualidade – porque toca a nossa pele, porque vive momentos tão gostosos com a gente, porque vai acompanhar a gente nas fotos que são sempre as preferidas pra por no porta retratos – é ou não é?!??
3.
Tudo é identidade: saída que cobre o corpo todo ou saída shortinho/sainha (com barriga de fora!), saída justinha ou saída folgadona, chapéu de tecido ou chapéu de palha dourada, abas curtinhas e dobradas ou abas largas com lenço, chinelinho com pedras ou chinelo de borracha, óculos coloridos ou óculos com armação em metal, bolsa de nylon ou sacola de vinil, bolsa molenga ou bolsa mais durinha… tudo isso tem relação com sofisticação, informalidade, despojamento, feminilidade, originalidade – já parou pra pensar nos elementos que escolhe pra compor o conjunto da aparência na praia? E de como um elemento compensa/equilibra o outro?
4.
Não tem como ter praia sem água salgada, areia, vento e calor. Então cabelo, pele e o que tá em volta tem que ser pensado/preparado. Bom ter à mão pauzinhos fofos de fazer coque, fivelas bacanas, tiaras e grampinhos, né? Filtro solar que já vem com pigmento e que funciona meio como base são os melhores amigos da “pele boa na praia” – de resto (na opinião da Oficina) maquiagem funciona melhor de banho tomado!

5.
Acessório de praia é acessório prático, que não atrapalha nem na hora de tomar sol ou entrar na água – e tem um tipo de praticidade pra cada estilo, né? O que não rola é tamanho grande demais, muito brilho, muita coisa junta, poluição visual. A gente curte bolsa bacanérrima, sandália fuefa, mini-brinquinho, mini-colarzinho, relógio bacana no máximo… e só.
Mas e vocês, o que acham? Pensam no aparato praiano desse jeito? Consideram personalidade? Têm essa mania de deixar as coisas velhas pra praia (quem não tem né?)??? Tem lições dessas pra acrescentar? Vamos nos preparar juntas? ;-)
BIQUÍNI & CIA
Chega o fim do ano e é inevitável a gente começar a pensar em festas, presentes, férias, viagens… Nessa época quase todo mundo aproveita os feriados pra escapar um pouco. E a gente começa a enxergar nosso guarda-roupa de um jeito diferente – dá vontade de se vestir com roupas de férias, sabe como!?
Férias sempre tem espaço pra praia, clube, cachoeira e até piscina do prédio, né!?! E biquinis e maiôs acabam virando as peças mais importantes do armário, mas sempre dá uma duvidazinha do que usar COM biquinis e maiôs.
A gente adora vestidos e macaquinhos de malha ou algodão bem fininhos porque ficam super adequados pra continuar usando mesmo depois do banho de sol – é só trocar as havainas por uma rasteira bem linda e dá pra ir no restaurante, no shopping, no cinema, no churrasco… Caftans, camisões e túnicas longas também funcionam, mas são um pouquinho mais dramáticas!!!

Shorts ou bermudas mais curtas e em tecidos leves ficam fofos com camisetas larguinhas ou batas mais longas. Dá pra se vestir de um jeito super bacana mesmo com as pecas mais informais, por isso que, assim como no caso do homewear, o ideal é investir em um conjuntinho de peças que sempre funcionem com os nossos biquinis – não vale usar roupas velhas que a gente não consegue mais usar pra trabalhar ou sair!!!
Do mesmo jeito que tem o biquini certo pra cada corpo, tem a “saída de praia” certa pra cada estilo!!! Shorts e macaquinhos de plush são mais práticos e confortáveis, batas e túnicas transparentes são mais femininas, vestidos estampados são mais divertidos… só cuidado na hora de fazer conjuntinhos – tipo vestido da mesma estampa do biquini – que acaba ficando tão careta. É bem mais legal (pra quem curte) fazer coordenação de estampas diferentes!!!

Sacolas grandes de tecido ou materiais impermeáveis são perfeitas e nelas a gente pode carregar uma rasteira mais arrumadinha (pro “pós-praia”), uma canga bem bonita pra gente deitar ou sentar em cima e nossos óculos escuros favoritos que vão deixar o look verão com a nossa cara!!!
VEM CHEGANDO O VERÃO
No verão, na praia, quem mais aparece é o corpão – bem mais que qualquer micro pedacinho de lycra que a gente use (pra tentar disfarçar os milkshakes do ano todo!). A gente sabe que relação tipo de biquíni x corpo é guiada pela auto-estima e pelo carinho que a gente tem pelo próprio corpo: pensa na mulherada do RJ, sortida de silhuetas usando os menores biquininhos do mundo! Mas tudo bem, mesmo tendo pouco pano (!!!) pra ajudar, tem coisas que – na teoria – prometem não só ter efeitos ótimos na silhueta, mas também confortam o coração de quem experimenta. :) Então vamos lá:
Quem tem quadril maior e peitinho pequeno pode escolher partes de cima mais chamativas que partes de baixo, com pregas, recortes, estampas, cores mais vivas e mais claras e todo tipo de detalhe, tipo bordados, babados, aplicações e brilhinhos – e vale cortininha, frente única e tomara que caia. As partes de baixo podem ser mais discretas, em cores neutras, sóbrias e mais opacas. A calcinha pode ter a lateral mais espessa e pode até ter faixinhas pra amarrar – mas as faixas não podem ser tão finas que cortem a lateral do corpo e formem uma explosão de carninha extra em cima e embaixo do laço.
Quem tem peitão e quadril menor pode fazer tudo ao contrário: partes de baixo mais chamativas e com mais detalhes e cores e formas, e partes de cima mais calmas. Atenção para as alças, que podem ser mais largas pra sustentar melhor os seios – ao mesmo tempo, atenção para marquinhas que restrinjam determinados decotes (que marca de biquíni aparecendo é bem bem beeem deselegante, viu?). O bojo do top tem que cobrir/acomodar com conforto os seios, sem apertar demais ou deixar gordurinhas sobrando dos lados (de fora) do bojo. E pra essas, os modelos meia-taça e frente-única são os mais certeiros.
E em maiôs, o ideal é que a cava não seja tão alta que o modelo pareça vindo direto dos anos 80, tipo asa-delta. Também não precisa ser tão baixa que o maiô pareça um macaquinho: na medida do possível (e do digno!), quando mais alta a cava for, mais longa a perna parece. Direções de larguras e alças e decotes funcionam como as dos biquínis.
A Oficina de Estilo conversou sobre isso daí no programa Vamos Combinar da Mariana Weickert no GNT há alguns dias, ó que orgulho! O vídeo tá aqui em cima e o que foi editado na versão televisionada mas tá aqui (por que é o mais importante!!!) é o seguinte: roupa nenhuma – muito menos biquíni! – faz a gente perder quilos, ou ganhar centímetros em altura, ou qualquer modificação real do tipo; roupa faz a gente se enxergar com mais amor. Tem que se curtir, se permitir e desencanar um tanto de padrões e exigências irreais – pra dar espaço pra curtição e pra disposição de viver a melhor vida que a gente pode… especialmente na praia!
Mais: quem sabe tudo tudo tudo de biquíni bom, pra mil silhuetas diferentes, é Gustavo Sarti – aquele moço do Biombo da Moda do Gugu (rá!). A gente fica passada com a “mágica” dele. De verdade!
Camiseta de seda
Uma das maiores apostas da Oficina de Estilo para esse e para todos os verões é a camiseta tipo t-shirt ou regatinha feita de seda. Essa peça tem tipo um milhão de pontos positivos: é muito fresquinha, estimula o toque, dificilmente forma aquela nossa conhecida pizza nas axilias nem faixa de Gaza nas dobrinhas da barriga e tem uma mensagem meio inesperada por unir a sofisticação da seda com a descontração da camiseta.

Como se não bastasse, a seda acrescenta brilho (e, portanto, interessância) de maneira bem suave e natural graças à estrutura triangular da sua fibra, que reflete a luz como se fosse um prisma. Quem não tem coragem de se jogar num brilho mais power em pleno sol do meio dia pode ser muito feliz com a seda.
As lojas que a gente sabe que estão vendendo esse tipo de camiseta agora mesmo são: Animale, Forum, Cris Barros, Pelu e Isabella Giobbi . Quem souber de outras, por favor, compartilha nos comentários!
Nas lojas, essas peças costumam custar em média R$ 250. Para quem achou o preço salgado, existe a ótima opção de mandar fazer com a sua costureira. A Dona Francisca, nossa costureira oficial, orçou a regatinha em R$ 40 e a t-shirt em R$ 50. Se você não tem uma costureira pra chamar de sua, dá uma olhada na nossa agenda colaborativa com costureiras de várias cidades!
“VERANIZANDO” O GUARDA-ROUPA
Nada de atualizadores! Vernizar o guarda-roupa é abrir as portas dos nossos armários encarar com muito carinho as roupas que a gente já tem e tentar criar looks novos com cara de verão só mudando a maneira como coordenamos as nossas velhas amigas.

A ideia é dar frescor, leveza, suavidade e sair de casa com as mesmas peças que a gente usou na meia-estação, mas com um ar de novidade. Olha só algumas fórmulas boas:
* cores claras e cores coloridas: no lugar do cinza mais preto dá pra gente tentar o cinza mais cáqui, cinza mais branco, cinza mais nude… O verão também é hora de juntar as peças coloridas. De repente aquele vestido azulão que a gente usou de meia calça marinho no inverno pode funcionar com uma sandália coral. Já pensou?
* peças largas e esvoaçantes: olha que delícia que é no calorzão usar roupas que ficam longe do corpo, que deixam nossa pele respirar. Tops evasê de outros caranavais ficam fofos com bermudas soltinhas ou vestidos amplos ficam mais refinados com cardigans bem levinhos por cima, dando uma leve aproximada na silhueta. Vale coordenar volume com volume!
* pele de fora: mangas de camisas dobradas, barras de bermudas e calças enroladas, mangas de jaquetinhas e tops puxadas. Tudo isso faz com que comprimentos subam um pouquinho e braços fiquem mais a mostra. Sandálias e rasteiras de tiras mais finas também funcionam – pezinhos pelados são super femininos, né!?!
* vazados e transparências: esse é o verão das tramas vazadas e dos tecidos tão finos que ficam transparentes (sabe os podrinhos?). Rendas, tricøs de trama mais aberta, recortes a laser, laise, tudo isso faz a roupa ficar mais leve e o ventinho do dia encostar na pele.
* pouca roupa, mas roupa que acontece: o calor tropical faz da tarefa de se enfeitar mais sofrida, então a gente tem que usar pouco, mas fazer desse pouco muito. Uma camiseta que tem o decote bordado acaba dispensando um colar, uma camisa ou cammiseta de seda no lugar da de algodão de sempre já deixa tudo mais sofisticado. Um brilho sempre ajuda, né!?! Ainda mais quando o sol está lá pra fazer a gente refletir!!!
* detalhes que veranizam: cabelos presos de mil formas diferentes, acessórios feitos em materiais alternativos e naturais, chapéus e mais um monte de tesouros que pode estar escondidos atrás daquelas portas tão familiares do nosso cotidiano.
O LINHO DO PRÓXIMO VERÃO
Depois de um inverno escuro, roqueiro, cheio de tachas, correntes, metais, couro, tecidos mais pesados e tecnológicos fica meio que obrigatório a gente querer um verão leve, confortável, claro, com cara de natural, não fica!?! Não é a toa que a gente tem visto esse tanto de tons terrosos por aí!
Sabe então o que vai ser uma delícia de usar nesse verão? Linho! É um tecido natural, que respira, ventilado, com um aspecto meio rústico que dá uma cara de roupa de férias, sabe!?! Mas ainda assim dá pra fazer looks super arrumadinhos com peças de linho. É só coordenar a peça feita nesse tecido com peças um grau acima na escala de formalidade, tipo calça de linho com camisa branca, ou saia de linho com top em tecido plano e paletozinho leve, ou paletozinho de linho com calça tipo alfaiataria…
E funciona também pra baladinhas no calorzão! Imagina short de linho, mini-saia de linho, vestidinho de linho, tudo em cores claras e coordenados com sandálias coloridas ou acessórios metalizados! Tem esses linhos encerados com um brilho meio fosco que são perfeitos. O “novo” linho normalmente tem misturas de outras fibras em sua composição e por isso não amassa tanto quanto o linho dos anos 80 e não deixa com aquela cara super desleixada. Só despretenciosa na medida!
UM PASSEIO COM ESPADRILLES
Espadrilles são aqueles sapatos feitos com o solado feito de corda (ou com uma borracha moldada pra parecer corda). Apesar desse nome afrancesado, elas são uma invenção espanhola e começaram a ser fabricadas na Cataluña, no século XIV. Se fala como se escreve só que sem os Ls, com o “i” tônico tipo “espadríes”.

Originalmente esses sapatitos são feitos em algodão, mas hoje a gente encontra em mil versões: vários tipos de tecidos, couro, couro metalizado… Mas se tem solado de corda, a gente continua chamando de espadrille. E elas são sempre bem ‘veranescas’, combinam super com vestidões soltos, shortinhos e saias. Alguns modelos são só de “enfiar o pé” – esses a gente chama de alpargatas (aqui no BR)! – mas no caso das que amarram no tornozelo, vale o truque de (mais…)
CORES ESCURAS E FRESQUINHAS
Se a gente coordena cores claras e escuras num mesmo look, uma cor intensifica os valores da outra – especialmente no verão. Tipo, num dia de calorzão, um look claro-e-escuro pode fazer a cor escura pesar no look, se a gente compara essa cor com a clara. Daí que esse exemplo de coordenação de cores aqui embaixo pareceu fazer um super sentido pra dias assim: no lugar de inserir uma cor clara, “com cara de verão”, o look do calor ficou mais fresquinho só com cores escuras! Todas parecem fresquinhas por conta do caimento soltinho, dos tecidos naturais (tudo aí parece algodão, né?) e o azulzão, o vinho e o verdão não ‘pesaram’ por estarem juntos!
E aí pensa que o verdão, o vinho e o azulzão podem aparecer em shortinho, camiseta solta e lenço fino; ou em vestidinho, sapatilha e bolsa; ou em macaquinho, regata por baixo e tiara… mil jeitos. Só da gente quebrar o padrão “cores claras e coloridinhas” pro verão, o look já fica mais original. Pra todo mundo experimentar coordenações de cores escuras e neutras mesmo no calor, desde agora! ;-)
MICRO CASAQUINHOS, MICRO JAQUETINHAS
Nem sempre o que a gente vê em passarelas ganha mesmo a vida real. Não parece ser o caso com os casaquinhos/jaquetinhas de comprimento curto que desfilaram nessa última temporada. Imagina: no tempo mais quente a gente ganha da internet essas referências aí (mais na galeria no fim do post!). É verão, tá todo mundo de pernocas de fora, com caimentos mais soltinhos pra não prender a pele quente… proporções mais curtas pra parte de cima, então, protegem do ventinho do fim do dia na medida! A gente acha que sobreposições leves e curtinhas têm bem a cara do verão que vem. Veja só.

Tudo que é curto também parece largo (tudo ilusão de ótica). Jaquetinha curta, então, tem que ser coordenada sem tanto contraste em quem tem peitão, ombrão, pouca cintura – pra dar aquela alongada no torso, sabe como? E quanto mais curta (quase-quase como um bolerinho), mais equilíbrio ela cria entre ombros e quadris. Mas ó, o efeito mais bonito dessa jaquetinha, pra quem quer suavizar o tamanho dos quadris, acontece quando o que tá por baixo da terceira peça tem caimento leve e soltinho. Se a blusa for super justa e a jaquetinha deixar boa parte dela de fora, o efeito é popozuda demais (não é?). Quem tiver dúvidas pode perguntar nos comentários, a gente ajuda! Atenciôôôn, moças!
TERCEIRA PEÇA, CALOR, CORPO EM DIA (E ACESSÓRIOS)
Não é à toa que, perto do verão, todo mundo corre pra academia. A gente aqui na Oficina AMA a coisa da terceira peça, acha mesmo que é legal usar em qualquer look, em qualquer tempo: isso de ter uma sobreposição, uma pecinha extra, sempre faz a diferença em coordenação de cores, de proporções, acrescenta interessância invariavelmente. Mas né, no calorão de um tempo quente (mesmo antes do verão chegar), não tem terceira peça que refresque o look do dia! A gente tem mais é que des-acrescentar peças, despir o visual de excessos, porque mais importa se sentir bem (e fresquinha e não suada e como make ok!) do que seguindo regrinhas.

Quem dá conta de usar bolerinhos e coletes e pseudo-cardigans ainda pode se fazer dessas terceiras peças mais frescas (e tem mil jeitos de usar todas elas aqui, clica!). Mesmo assim, ‘terceira peça de calor’ deixa bracinhos à mostra! Daí a coisa da academia: quanto mais à vontade a gente tiver com o nosso corpo, mais à vontade a gente fica com nossos guarda-roupas de tempo quente. Tempos atrás rodou a internet um pedaço de entrevista que o estilista Rick Owens deu dizendo que “fazer ginástica é a nova alta-costura: nenhuma roupa faz a gente se sentir tão bem quanto um corpo bacana faz”. E a citação terminava com ele aconselhando a gente a “comprar menos roupa e fazer mais ginástica”. Não precisa nem ‘comprar menos roupa’, já que no calor a gente é obrigada a vestir menos roupa. Bora pra ginástica então, que corpo é suporte pra qualquer moda. E uma coisa depende diretamente da outra pra ter efeito na auto-estima – que é o nosso negócio por aqui na Oficina.
Mas né, a gente nunca vai ter o corpo que sonha ter (não é sobre ser magra, é sobre estar feliz com o que se tem!!!) e o calor não vai deixar de vir… então se não dá pra brincar com terceira peça, dá pra brincar horrores com acessórios! No calor eles passam a ser ainda mais significativos: colarzão que enfeita decote e chama pro centro do corpo, cintinho que acrescenta brilho na fivela e glamouriza, brincão que faz par com cabelo preso e fresquinho, pulseiras mil, sandálias mil, bolsinhas, mil, broches tiaras lenços finos etc etc etc. Eles tomam o espaço da terceira peça, se a gente deixar é claro. Vale então correr pra esteira, pra academia, pro parque… e abrir a caixa de acessórios como uma caixinha de surpresas boas. Que é isso que eles podem ser pra gente num calorzão!












